Fotografia: Lucas Coelho
O disco inclui os singles 'Sininho' e 'Não sei onde vais' - em rotação na Rádio Comercial, RFM e Rádio Renascença -, parcerias com Pedro da Silva Martins (Lena D'Água, Deolinda) e produções do francês Loris Marzotto, Luar (IOLANDA) e Francesco Meoli (Janeiro, D.A.M.A) e será apresentado ao vivo, a 27 de novembro, na Casa Capitão, em Lisboa.
Pedro do Vale edita “redon”, o aguardado primeiro álbum de estúdio. O disco apresenta-se como um arquivo íntimo, feito de fragmentos que permanecem “não como sobras, mas como essência” e que, em conjunto, contam uma história de construção e evolução pessoal.
"Entre memórias e presente, as canções exploram a relação que tenho com as palavras que ficaram por dizer a quem partiu e a procura pelo que realmente importa no meio do ruído do quotidiano", afirma Pedro do Vale. "A dor invisível, as contradições e os medos convivem com uma inesperada leveza, numa narrativa em que a tristeza não representa apenas perda, mas também a possibilidade de transformação. Amar as cicatrizes é aceitar o caminho. Os restos de ontem tornam-se, assim, matéria para compreender o presente e construir o futuro", acrescenta o artista.
É neste diálogo entre passado e presente que o título “redon" (restos d’ontem) ganha sentido. As experiências vividas por Pedro do Vale não desaparecem e deixam marcas, acumulam aprendizagens e continuam a influenciar, num olhar de aceitação sobre o próprio percurso. Nas palavras do cantor e compositor: "os restos não se apagam, moldam quem somos. "redon” apresenta narrativas sobre memória, identidade e aceitação, que lembram que aquilo que permanece do passado pode ser, afinal, o ponto de partida para o que ainda está por acontecer"
Produzido pelo produtor francês Loris Marzotto e pelos portugueses Luar (IOLANDA, Nenny) e Francesco Meoli (Janeiro, D.A.M.A.) e com a colaboração de Pedro da Silva Martins (Deolinda, Lena D'Água) nas letras de várias canções, “redon” representa um momento de afirmação no percurso artístico de Pedro do Vale, ao trazer para primeiro plano a dimensão criativa que tem vindo a desenvolver em paralelo com o trabalho nas artes visuais. Com formação em desenho e experiência como ilustrador, retratista e cenógrafo, o artista transporta para a música uma sensibilidade marcada pela atenção ao detalhe e pela articulação entre palavra, som e estética visual, nas fotografias e nos videoclipes, nomeadamente em 'Não sei onde vais', com rotação na Rádio Comercial, RFM e Rádio Renascença. O novo single 'Sininho', cujo vídeo foi realizado por Billy Verdasca e Lucas Coelho, acompanha o lançamento do álbum.
Sobre esta canção, Pedro do Vale confessa que "sempre sonhei ser Peter Pan. Sou adulto, mas continuo a sentir-me uma criança, como se uma parte de mim nunca tivesse saído verdadeiramente da Terra do Nunca. A música e a minha guitarra são o meu "pozinho de pirlim-pim-pim", uma porta de embarque para um lugar onde ainda posso ser quem era. 'Sininho' não é apenas sobre crescer mas também sobre perder. Talvez a verdadeira magia esteja em perceber que nem tudo o que se perde desaparece para sempre. Daí o verso 'gravei o teu nome com carinho, pra mim tu serás sempre a Sininho'".
Após um primeiro EP, "Umbilical", colaborações artísticas com nomes como Janeiro, Tiago Nacarato, xtinto e Leo Middea, entre outros, e diversas experiências em contexto performativo, Pedro do Vale lança o aguardado álbum de estreia, "redon”. Já disponível nas plataformas digitais, o longa duração representa uma expansão do seu universo artístico e consolida a sua identidade enquanto cantautor. O disco, que apresenta, ainda, faixas como 'DVL', com rotação na Smooth FM e 'Sei de Cor', com estreia na Rádio Comercial, entre outros singles, será apresentado ao vivo no dia 27 de novembro, na Casa Capitão, em Lisboa.
Cantor, compositor e artista plástico, Pedro do Vale cruza música, pintura, desenho e cenografia como formas de expressão. Já editou um EP e vários singles e foi distinguido com um Prémio Design Galp Energia e um Prémio Galp Energia Arte, afirmando-se como uma voz sensível e multidisciplinar no panorama artístico contemporâneo. Nasceu no Barreiro, em 1990, e cresceu entre Ourém e Faro, desenvolvendo desde cedo uma acentuada ligação à arte, influenciada em partes iguais pelo ambiente rural, pela proximidade do mar e pelo pai, dedicado à construção artesanal de instrumentos musicais.
Com apenas 13 anos assinou o primeiro mural - dedicado ao 25 de Abril de 1974 e que revelou a sua precoce consciência estética e social -, aos 15 venceu o Concurso de Ilustração Sophia de Mello Breyner Andresen e em 2009 ingressou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde concluiu o curso de Desenho. Entre Portugal e os Estados Unidos da América, começou a comercializar o seu trabalho, participou em diversas exposições e realizou encomendas institucionais, como retratos e um mural. Atualmente integra a residência artística do Taguspark. Na área da cenografia, trabalhou em Teatro e tem vindo a desenvolver trabalhos para artistas como Janeiro, Tiago Nacarato, Ana Mariano e xtinto.
A par das artes plásticas, iniciou ainda jovem, os estudos de música clássica no Conservatório Canto Firme de Tomar. Como músico e compositor, Pedro do Vale tem vindo a afirmar uma abordagem à arte como espaço de questionamento, equilíbrio, sensibilidade e conexão, no qual a beleza emerge também do erro e da sua superação. Lançou o primeiro EP, em 2021, "Umbilical", com produção do cantor, músico e produtor brasileiro Paulo Novaes (Leo Middea, ANAVITÓRIA) - distinguido com um Latin Grammy em 2023 -, ao qual seguiram diversos singles e um espetáculo de música e poesia com Pedro Giestas e colaborações com artistas como Janeiro, André ViaMonte e Léo Middea.
O aguardado álbum de estreia, "redon", está disponível em todas as plataformas digitais. O disco apresenta um arquivo íntimo, feito de fragmentos que permanecem “não como sobras, mas como essência". Do alinhamento constam os temas 'Não sei onde vais', com rotação da Rádio Comercial, RFM, Rádio Renascença, RTP Antena 1 e Rádio Observador, entre outras, e 'Sininho', bem como 'DVL', com rotação na Smooth FM, 'Sei de Cor', com estreia na Rádio Comercial, 'Na palma', 'Jacaré' e 'Girar'.
Pedro do Vale edita “redon”, o aguardado primeiro álbum de estúdio. O disco apresenta-se como um arquivo íntimo, feito de fragmentos que permanecem “não como sobras, mas como essência” e que, em conjunto, contam uma história de construção e evolução pessoal.
"Entre memórias e presente, as canções exploram a relação que tenho com as palavras que ficaram por dizer a quem partiu e a procura pelo que realmente importa no meio do ruído do quotidiano", afirma Pedro do Vale. "A dor invisível, as contradições e os medos convivem com uma inesperada leveza, numa narrativa em que a tristeza não representa apenas perda, mas também a possibilidade de transformação. Amar as cicatrizes é aceitar o caminho. Os restos de ontem tornam-se, assim, matéria para compreender o presente e construir o futuro", acrescenta o artista.
É neste diálogo entre passado e presente que o título “redon" (restos d’ontem) ganha sentido. As experiências vividas por Pedro do Vale não desaparecem e deixam marcas, acumulam aprendizagens e continuam a influenciar, num olhar de aceitação sobre o próprio percurso. Nas palavras do cantor e compositor: "os restos não se apagam, moldam quem somos. "redon” apresenta narrativas sobre memória, identidade e aceitação, que lembram que aquilo que permanece do passado pode ser, afinal, o ponto de partida para o que ainda está por acontecer"
Produzido pelo produtor francês Loris Marzotto e pelos portugueses Luar (IOLANDA, Nenny) e Francesco Meoli (Janeiro, D.A.M.A.) e com a colaboração de Pedro da Silva Martins (Deolinda, Lena D'Água) nas letras de várias canções, “redon” representa um momento de afirmação no percurso artístico de Pedro do Vale, ao trazer para primeiro plano a dimensão criativa que tem vindo a desenvolver em paralelo com o trabalho nas artes visuais. Com formação em desenho e experiência como ilustrador, retratista e cenógrafo, o artista transporta para a música uma sensibilidade marcada pela atenção ao detalhe e pela articulação entre palavra, som e estética visual, nas fotografias e nos videoclipes, nomeadamente em 'Não sei onde vais', com rotação na Rádio Comercial, RFM e Rádio Renascença. O novo single 'Sininho', cujo vídeo foi realizado por Billy Verdasca e Lucas Coelho, acompanha o lançamento do álbum.
Sobre esta canção, Pedro do Vale confessa que "sempre sonhei ser Peter Pan. Sou adulto, mas continuo a sentir-me uma criança, como se uma parte de mim nunca tivesse saído verdadeiramente da Terra do Nunca. A música e a minha guitarra são o meu "pozinho de pirlim-pim-pim", uma porta de embarque para um lugar onde ainda posso ser quem era. 'Sininho' não é apenas sobre crescer mas também sobre perder. Talvez a verdadeira magia esteja em perceber que nem tudo o que se perde desaparece para sempre. Daí o verso 'gravei o teu nome com carinho, pra mim tu serás sempre a Sininho'".
Após um primeiro EP, "Umbilical", colaborações artísticas com nomes como Janeiro, Tiago Nacarato, xtinto e Leo Middea, entre outros, e diversas experiências em contexto performativo, Pedro do Vale lança o aguardado álbum de estreia, "redon”. Já disponível nas plataformas digitais, o longa duração representa uma expansão do seu universo artístico e consolida a sua identidade enquanto cantautor. O disco, que apresenta, ainda, faixas como 'DVL', com rotação na Smooth FM e 'Sei de Cor', com estreia na Rádio Comercial, entre outros singles, será apresentado ao vivo no dia 27 de novembro, na Casa Capitão, em Lisboa.
Cantor, compositor e artista plástico, Pedro do Vale cruza música, pintura, desenho e cenografia como formas de expressão. Já editou um EP e vários singles e foi distinguido com um Prémio Design Galp Energia e um Prémio Galp Energia Arte, afirmando-se como uma voz sensível e multidisciplinar no panorama artístico contemporâneo. Nasceu no Barreiro, em 1990, e cresceu entre Ourém e Faro, desenvolvendo desde cedo uma acentuada ligação à arte, influenciada em partes iguais pelo ambiente rural, pela proximidade do mar e pelo pai, dedicado à construção artesanal de instrumentos musicais.
Com apenas 13 anos assinou o primeiro mural - dedicado ao 25 de Abril de 1974 e que revelou a sua precoce consciência estética e social -, aos 15 venceu o Concurso de Ilustração Sophia de Mello Breyner Andresen e em 2009 ingressou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde concluiu o curso de Desenho. Entre Portugal e os Estados Unidos da América, começou a comercializar o seu trabalho, participou em diversas exposições e realizou encomendas institucionais, como retratos e um mural. Atualmente integra a residência artística do Taguspark. Na área da cenografia, trabalhou em Teatro e tem vindo a desenvolver trabalhos para artistas como Janeiro, Tiago Nacarato, Ana Mariano e xtinto.
A par das artes plásticas, iniciou ainda jovem, os estudos de música clássica no Conservatório Canto Firme de Tomar. Como músico e compositor, Pedro do Vale tem vindo a afirmar uma abordagem à arte como espaço de questionamento, equilíbrio, sensibilidade e conexão, no qual a beleza emerge também do erro e da sua superação. Lançou o primeiro EP, em 2021, "Umbilical", com produção do cantor, músico e produtor brasileiro Paulo Novaes (Leo Middea, ANAVITÓRIA) - distinguido com um Latin Grammy em 2023 -, ao qual seguiram diversos singles e um espetáculo de música e poesia com Pedro Giestas e colaborações com artistas como Janeiro, André ViaMonte e Léo Middea.
O aguardado álbum de estreia, "redon", está disponível em todas as plataformas digitais. O disco apresenta um arquivo íntimo, feito de fragmentos que permanecem “não como sobras, mas como essência". Do alinhamento constam os temas 'Não sei onde vais', com rotação da Rádio Comercial, RFM, Rádio Renascença, RTP Antena 1 e Rádio Observador, entre outras, e 'Sininho', bem como 'DVL', com rotação na Smooth FM, 'Sei de Cor', com estreia na Rádio Comercial, 'Na palma', 'Jacaré' e 'Girar'.

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