domingo, 3 de abril de 2011

FINAL DO FESTIVAL DE CORROIOS

HIPNÓTICA AO VIVO

Festival Santos da Casa - The Carpets - Arte à Parte - 02/102/11



Os The Carpets são teenagers. Mas gente já com boas ideias e sentido de palco.
O som pop corre-lhes nas veias. Com cheiro idie de boas referências. Canções melodiosas.
Os temas mais rápidos saem melhor.
Aqui e ali algum desacerto natural de quem dá os primeiros passos.
Se continuarem a rodar a este ritmo a coisa afina.
Por isso o futuro pertence-lhes.
Para nós foi bom poder sentir que ajudamos a banda a dar mais um passo rumo ao amadurecimento.



Texto & Fotos Nuno Ávila

sábado, 2 de abril de 2011

FESTIVAL SANTOS DA CASA 2011 - SEMANA 1


Cosie Cherie


De 1 a 16 de Abril a cidade de Coimbra acolhe a 13ª edição do Festival Santos da Casa.
O Santos da Casa é o mais antigo programa de rádio inteiramente dedicado à música portuguesa. Diariamente entre as 19h e as 20h na antena dos 107.9FM, Fausto da Silva e Nuno Ávila numa viagem de uma hora pela música portuguesa. A qualquer hora do dia ou noite em http://santosdacasa.blogspot.com/ Com este festival pretende-se dar a conhecer ao público as bandas que o programa e o blog divulgam, dando primazia a bandas que nunca tenham actuado nesta cidade. No ano em que a Rádio Universidade comemora 25 anos, o Santos da Casa “oferece” a Coimbra um Festival que irá fica, com certeza, na memória de muitos.

01ABR – 22h00

COSIE CHERIE
Sala Arte à Parte

http://www.cosiecherie.com/

http://www.myspace.com/cosiecherie


“Ela chama-se Tânia (Portuguesa) e ele é Job (Holandês).
As vozes, a guitarra, o piano e o banjo trazem-nos melodias folk com sonoridades country. A voz feminina é doce e bela. Os cruzamentos das duas vozes encantam. O suporte musical é simples mas junta as características necessárias para fazer grandes canções!
In www.santosdacasa.blogspot.com

02ABR – 22h00
THE CARPETS
Sala Arte à Parte


http://thecarpets.weebly.com/

Novo grupo de Coimbra. Gente jovem no seu seio. Com vontade de crescer muito. Pop/rock de vertentes mais indie. Canções que deixam marca. Assumem influências de John Mayer, Jack Johnson, Oasis e tentam ser independentes dos gostos pessoais na arte de criação musical.

KARUNIIRU COM NOVO CD

FAZENDA - "BRINCADEIRAS DE GAROTO (CAROCHINHA)"

PLANO OCULTO - "BALÃO COLORIDO"

Festival Santos da Casa - Cosie Cherie - Arte à Parte - 01/04/11



Muito intimo. Com alma.
Uma guitarra acústica. A espaços largos um som de piano. Duas vozes de vez em quando.
Muito perto da folk. Por vezes a voz dela a trazer à memória uns Mazzy Star.
O erro assumido de forma desinibida. Porque isto é autentico. Tem gente dentro.
E é isto que recheia estes Cosie Cherie. As melodias que nos enchem. Os erros que nos divertem. A simpatia que emana.
Numa palavra: ternura. Isto é terno!





Texto & Fotos Nuno Ávila

STEALING ORCHESTRA DE VOLTA



Deliverance (You Are Not Stealing Records, 2011)

Após sete anos, os Stealing Orchestra ganham nova vida e anunciam o seu regresso aos discos. “Deliverance” contém 9 faixas inéditas e é o terceiro longa-duração da banda, que assinala também o 10º aniversário da netlabel You Are Not Stealing Records. Com a participação de Rodrigo Leão, Ana Deus e João Filipe (Sektor 304), o novo disco pode ser encontrado em formato digital em qualquer loja iTunes ou Amazon e em CD em algumas lojas da especialidade. O grafismo da capa e do livreto ficaram a cargo de Armando Brás (colaborador e amigo de longa data da banda) e de André Coelho (também dos Sektor 304), e o resultado é um trabalho que espelha na perfeição o imaginário explorado pelos Stealing Orchestra.

O último registo da banda oriunda do Porto (o EP “Bu”) datava de 2004 e, desde então, os músicos dedicaram-se a vários projectos paralelos: X-Wife, Genocide, Motornoise, G.G. Allin’s Dick, Três Tristes Tigres, Mécanosphère, Dr. Phibes & The Ten Plagues of Egypt, F.R.I.C.S., Two White Monsters Around a Table, entre muitos, muitos outros.

Esta “libertação” é o corolário de vários anos de destilação de ideias, composições, pesquisa de sons e gravações. Ao contrário dos álbuns anteriores, onde a manipulação e colagem de sons assumia um papel fundamental, “Deliverance” celebra uma nova atitude da banda, que aposta num processo criativo que envolve os vários elementos, e onde já é impossível a distinção entre o que é “sample” e o que são instrumentos reais. O resultado é, assim, uma composição mais orgânica e fluida, que deve ser ouvida como um todo: o drama em “Evitando o Cinismo”; a perda em “Enquanto há memória”; a beleza agreste de Trás-os-Montes em “Um Reino Maravilhoso”; a violência incontida de um povo adormecido que se revolta em “A Glorious Moment of Popular Catarsis & Revenge”; a esperança em “Earth Provides Enough to Satisfy Every Man’s Need”. Na última música, “Getting Him Out of Creation”, ouvimos um excerto de uma entrevista ao filósofo Colin McGinn, no programa “The Atheism Tapes” (BBC, 2004), e em seguida, voltamos ao começo de tudo: às explosões, aos trovões, ao violento nascimento da Terra, e aos primeiros sons de água e da vida, terminando no Homem, na máquina, e no caos. Os Stealing Orchestra sugerem-nos, assim, que nos libertemos da criação e vejamos um Mundo que nasceu por si, e não por Ele.

É um disco profundamente emocional, indiossincrático e cheio de fé (mas sempre sem Ele por perto, claro...), que merece ser descoberto e redescoberto a cada audição.

É, no fundo, um disco feito com amor, sem pedir licença e sem qualquer receio em apontar novas direcções, onde podemos ouvir tudo aquilo que já ouvimos em qualquer outro lado, mas de forma totalmente diferente. “Deliverance” nunca será Música do Mundo, mas não tem receio de assumir que é música de todo o Mundo, mas fiel às suas raízes.

Com 13 anos de existência, os Stealing Orchestra editaram a primeira maqueta em 1998 (“Postcard People”), que lhes valeu a atenção da crítica especializada e seis prémios na edição desse ano dos extintos Prémios Maquete. Dois anos volvidos lançam “Stereogamy” (NorteSul/EMI-VC), o álbum de estreia, onde assumem claramente o seu fascínio pelo cinema, pela manipulação e colagens de sons, bandas sonoras de jogos de computador e maquinaria obsoleta capaz de produzir os mais improváveis sons.

Em 2001, “É Português? Não Gosto” inaugura uma nova fase na carreira da banda. Lançado pela recém-formada “netlabel” YANSR, este EP desafia os meios tradicionais de edição e brinca com os preconceitos em relação “ao que é nosso” - o título fala por si. Aliás, os títulos das músicas sempre foram uma imagem de marca da banda, que aproveita, também aqui, para fazer crítica social digna de uma tragicomédia (“El Torero Corneado en el Culo”, “Tetris (Beware Boy, Videogames Are Evil)”, “Que Deus te dê o dobro de tudo o que nos desejares” ou “The Darkside of a Transvesti”).

O último longa-duração da banda antes da hibernação, “The Incredible Shrinking Band” (Zounds/Sabotage), leva ainda mais longe estes seus universos, e continua a celebrar a música enquanto arma de arremesso. A crítica é unânime e a banda atinge o estatuto de banda de culto. Um ano depois, editam, quase em simultâneo, “The Haunted and Almost Lost Songs 97-98” – um conjunto de músicas gravadas naqueles anos e que nunca tinham visto a luz do dia – e “Bu!”, um exorcismo em formato EP das nossas paranóias, medos, ansiedades e exaltações.

Em 2011, os Stealing Orchestra voltam a afinar a orquestra com “Deliverance”. Sejam bem-vindos ao nosso presente.

Convidados especiais:
Ana Deus (“Enquanto Há Memória” e “Sem Tempo Para Tudo”)
Rodrigo Leão (“Finding The Right Self-Schema”)
João Filipe (“When Conspirancy Theories Become Mainstream”)

Stealing Orchestra são: João Mascarenhas, Fernando Sousa, Gustavo Costa, Pedro Costa, Henrique Fernandes

SEGUNDA - ESCOLA JOSÉ FALCÃO - COIMBRA

PROGRAMA DE 01/04/11



1 – The Carpets – Love’s earthquake
entrevista The Carpets
2 - the Carpets – I’m falling
3 – Kaviar – Mary
4 –Bunnyranch – Your word are my jokes
5 – Cosie Cherie – Bluesky
entrevista Cosie Cherie
6 – Cosie Cherie - Underground (tocada em estúdio)
7 - Cosie Cherie - Traveling


sexta-feira, 1 de abril de 2011

FESTIVAL DE CORROIOS

NECROSYMPHONIC APRESENTA





Lançamento de um novo disco pela Necrosymphonic Entertainment - desta feita "Sortilégio dos Mortos" pelos poderosos Martelo negro. Um disco portentoso recheado de riffs heavy metal da velha escola, num colectivo composto por elemento que passaram por bandas de referência dentro do género, como The Firstborn, Namek ou grog.

A festa de lançamento tem lugar hoje, dia 1 de Abril, nos Refeitórios Mundet no Seixal e a bilheteira tem indicação para fornecer entrada gratuita a todos os membros da imprensa. Teremos igualmente todo o prazer em oferecer o disco para futura critica aos elementos de imprensa presentes.

"Sortilégio dos Mortos" estará a partir de hoje disponível para download em www.necrosymphonic.com assim como à venda em edição física em lojas especializadas.

THE KANGURU PROJECT LANÇA CD



O grupo lançou este passado dia 28 o seu álbum Time, Budget and Other Disasters em formato digital.

Este álbum foi produzido por Pedro Mendes (Heavenwood) e Daniel Cardoso (Slamo/Head Control System/DEL) em Braga no Ultrasoundstudios.

O álbum conta também com a participação do Ronaldo Fonseca (Peixe:Avião) e Daniel Cardoso (Slamo/Head Control System/DEL). A capa foi feita pela designer/fotografa americana Yazmin Rosete.


TKP - Uncle Sam Doesn't Want You from Inês Nascimento Delgado on Vimeo.

9ª FESTA DO JAZZ

Samuel Úria + Os Golpes - Teatro Académico Gil Vicente (Ccoimbra) - 31/03/11



Samuel Úria
Bom naipe de músicos a acompanhar Samuel. Alguns pela primeira vez.
Concerto entre o intimista e o sempre a abrir.
Momentos mais altos com muito rock blues por via das teclas e algum country por causa do violino.
Letras com muito humor negro.
Engrenagem bem oleada.
Grande momento de musica.

Os Golpes
Como dizia Manuel Fúria: folclore rock
Canções com algum Portugal dentro.
Ritmos a pedirem corpo. Gente a saltar das cadeiras.
Canções que já estão no ouvido e fogem da boca.
Sempre em grande ritmo. Muito suado.
Final em grande com a versão de Paixão dos Heróis do Mar com Samuel Úria e a sua tribo a juntarem-se à festa.
Temos certeza que a musica portuguesa passa por aqui.
Vem de lá longe e renova-se a golpes de boa inspiração.

Texto Nuno Ávila

UGURU APRESENTA

MACHINERGY - "RHYTHMOTION"

NAS FNAC'S PORTO




RHYTHM CHANGES
Escola de Jazz do Porto
01 Abr Sex 22h 00 Norte Shopping

ALEXANDRA BOGA
Azul Atlântico
02 Abr Sáb 16h 00 Mar Shopping
02 Abr Sáb 22h 00 Gaia Shopping
03 Abr Dom 17h 00 Santa Catarina

BELLA DAMIÃO
Senhor de Matozzinhos
02 Abr Sáb 18h 00 Santa Catarina
07 Abr Qui 22h 00 Norte Shopping

HELENA SARMENTO
Fado Azul
02 Abr Sáb 18h 00 Gaia Shopping

RUBEN LÍSIAS & THE SNOB'S
Sem tempo a perder
02 Abr Sáb 22h 00 Mar Shopping

PAGÚ
Escangalhado
03 Abr Dom 17h 00 Norte Shopping

THE GIFT
Explode
08 Abr Sex 18h 00 Santa Catarina
08 Abr Sex 22h 00 Norte Shopping
09 Abr Sáb 17h 00 Gaia Shopping
09 Abr Sáb 22h 00 Mar Shopping

VIVA A CRISE! MANUAL DA ALEGRIA
Livro dos Homens da Luta
09 Abr Sáb 22h 00 Norte Shopping

CONVERSAS RÍTMICAS
Por Francisco Lima
10 Abr Dom 17h 00 Mar Shopping

ANTÓNIO MÃO DE FERRO
Karma Train
10 Abr Dom 17h 00 Santa Catarina

TOQUES DO CARAMULO
Retoques
15 Abr Sex 18h 00 Santa Catarina
15 Abr Sex 22h 00 Gaia Shopping

TRIBUTO A BENNIE GOLSON
Escola de Jazz do Porto
15 Abr Sex 22h 00 Mar Shopping

MOTHAFUNK
15 Abr Sex 22h 00
Norte Shopping 17 Abr Dom 17h 00 Santa Catarina

MONSTER JINX APRESENTA



Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante, DarkSunn começou a coleccionar e a tentar compreender artefactos de civilizações antigas que ia encontrando nas suas expedições a diversos planetas. Nem todos foram fáceis de catalogar e alguns necessitaram de prolongada experimentação e estudo até que a sua função fosse compreendida.

Na última década, DarkSunn tem divulgado os seus primeiros relatórios acerca daquilo que é tecnológica e artisticamente possível fazer quando combinados estes componentes ancestrais segundo fórmulas em permanente desenvolvimento. Primeiro, em 2006, revelou o ensaio "Fractal" e, de seguida, em 2009, deu a conhecer ao mundo toda a trilha instrumental do projecto Monstro Robot, onde colaborou com os investigadores musicais Stray e DJ SlimCutz.

Agora, está pronto a publicar a sua nova criação, um estudo sobre a ligação entre a comunicação e a musicalidade no contexto da idade da Nova República no planeta "Mint".

Pouco se sabe sobre este curioso globo que orbita à volta de um astro que irradia permanentemente luz negra e que até agora tinha sido largamente ignorado pelos historiadores interplanetários. Mas DarkSunn propõe explicar-nos a linguagem e os códigos que mapeiam a emoção, a celebração e a criação artística neste obscuro canto da Galáxia Distante. Neste tratado incluem-se capítulos sobre a importância da matéria "vinil" enquanto fonte de energia, da tecnologia "sampling" enquanto força motriz e da influência destas nas formas e técnicas de produção musical tradicionais da sua civilização.

(O download do álbum é gratuito, bastando para isso carregar em "Buy Now" e inserir "0" na caixa de "name your price". Caso queiram contribuir com outro valor, também é possível fazê-lo)

www.monsterjinx.com