JUNNO é o projecto de Marta Falcão (irmã da Catarina e Margarida Falcão - Golden Slumbers) e vai editar, no inicio do próximo ano, o EP de estreia. Entretanto já viu partilhado o primeiro single, "Middle", através da colectânea "Novos Talentos FNAC 2019".
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
terça-feira, 5 de novembro de 2019
OUT.RA APRESENTA NOVA DATA DE TIAGO SOUSA
O concerto do pianista TIAGO SOUSA no dia 15 deste mês já está esgotado. No entanto, temos o gosto de anunciar uma nova data para o dia seguinte (Sábado, dia 16 de Novembro). Tal como no dia anterior, esta nova sessão irá decorrer na sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro pelas 22h, e tem também uma lotação muito limitada.
Os bilhetes para esta nova sessão (5€ ou 2,5€ até aos 25 anos) já podem ser comprados no Posto de Turismo do Barreiro (Estação Fluvial), no bar Locomotiva (GD Ferroviários) ou reservados para info@outra.pt
NOVO SINGLE DE FUGITIVO
Um ano após o lançamento do álbum de estreia, “Cara & Coroa”, o artista revelação do hip hop português, lança agora o seu novo single “Vício”, que já está disponível nas principais plataformas em formato digital e videoclip disponível no YouTube.
Este é o quarto single lançado este ano pelo artista, e conta mais uma vez com a colaboração do já parceiro de longa data, Guesswho, na produção. “Guesswho foi fundamental para darmos um novo taste à percussão e eu finalizei o que faltava em termos de rimas e aí nasceu o produto final.”
Ainda segundo o artista, “Vício” segue a mesma linha de seus outros trabalhos e tem como objetivo entregar uma boa música, sempre partindo de suas experiências pessoais para se conectar com o seu público.
A nova música vem para solidificar o seu reconhecimento no panorama do hip hop nacional.
SOBRE O ARTISTA:
Fugitivo é um artista revelação no panorama do hip hop nacional. Seu primeiro projeto, “Cara & Coroa” contou com a participação de grandes nomes como Guesswho, Reis, Sem, DJ Sims e Sofia Dutra.
A música que conferiu mais destaque ao artista foi “Par”, que busca traduzir tanto musicalmente como na escrita, sentimentos de total cumplicidade e conta com a participação de Sofia Dutra.
YouTube FUGITIVO AH
Spotify FUGITIVO AH
Instagram FUGITIVO AH
Facebook FUGITIVO AH
Este é o quarto single lançado este ano pelo artista, e conta mais uma vez com a colaboração do já parceiro de longa data, Guesswho, na produção. “Guesswho foi fundamental para darmos um novo taste à percussão e eu finalizei o que faltava em termos de rimas e aí nasceu o produto final.”
Ainda segundo o artista, “Vício” segue a mesma linha de seus outros trabalhos e tem como objetivo entregar uma boa música, sempre partindo de suas experiências pessoais para se conectar com o seu público.
A nova música vem para solidificar o seu reconhecimento no panorama do hip hop nacional.
SOBRE O ARTISTA:
Fugitivo é um artista revelação no panorama do hip hop nacional. Seu primeiro projeto, “Cara & Coroa” contou com a participação de grandes nomes como Guesswho, Reis, Sem, DJ Sims e Sofia Dutra.
A música que conferiu mais destaque ao artista foi “Par”, que busca traduzir tanto musicalmente como na escrita, sentimentos de total cumplicidade e conta com a participação de Sofia Dutra.
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BORN-FOLK NO SANTOS DA CASA
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
PROGRAMA DE 04/11/19
1 - Luís Severo - Maio
2 - Afonso Cabral - Verso e refrão
3 - Anibal Zola - Valsa dCahombo - e 3 notas só
4 - Ghost Wavvves - Internet connection feat. NO FUTURE & Mike El Nite
5 - Humana Taranja - Azul
6 - Silly Boy Blue - Did you say somethin'
7 - Rui Gaio - Jaz
8 - Capicua - Madrepérola com Karol Conka
9 - Djamal - Assim é o amor
10 - Trovador (Fernando Pereira) - Carolina
11 - Osso Vaidoso - Cantiga da velha mãe e dos seus dois filhos
12 - Evaya - Echoes
13 - Tape Junk - General population
14 - Cahombo - Último oásis
2 - Afonso Cabral - Verso e refrão
3 - Anibal Zola - Valsa dCahombo - e 3 notas só
4 - Ghost Wavvves - Internet connection feat. NO FUTURE & Mike El Nite
5 - Humana Taranja - Azul
6 - Silly Boy Blue - Did you say somethin'
7 - Rui Gaio - Jaz
8 - Capicua - Madrepérola com Karol Conka
9 - Djamal - Assim é o amor
10 - Trovador (Fernando Pereira) - Carolina
11 - Osso Vaidoso - Cantiga da velha mãe e dos seus dois filhos
12 - Evaya - Echoes
13 - Tape Junk - General population
14 - Cahombo - Último oásis
O SINGLE DE VETERANO
O primeiro projeto oficial de Veterano remonta a 2001, com o coletivo de Raptórica. Desde então, e após inúmeros concertos dados um pouco por todo o país, Raptórica acabara por lançar finalmente o seu álbum "Poesia", em 2007. O grupo era composto por três elementos KO (hoje Veterano), Mobutu e Di Marzio.
Em 2015, KO apresenta-se pela primeira vez enquanto Veterano (KO aka Veterano) e lança, de forma independente, o seu primeiro trabalho a solo “Passado, Presente, Futuro”. O álbum conta com alguns temas conhecidos como "Voz do Povo", "Olaias" e "Hip Hop" - este último juntando vários nomes do rap português, tanto de Lisboa como do Porto. Este ano, e já somente com o nome Veterano, o artista apresenta-nos o álbum "Gira o MIC" que serve de homenagem aofalecido e icónico rapper Beto di Ghetto.
O álbum "Gira o Mic" já se encontra disponível em todas as plataformas e, desde Maio deste ano, Veterano tem vindo a deliciar todos os amantes do Rap, lançando o seu trabalho mensalmente, tema a tema, videoclipe a videoclipe, contando já com centenas de milhares de visualizações no Youtube.
O próximo lançamento é o 9° tema do álbum "Gira o Mic", com o nome de "Vive" e conta com a
participação de Gospel Pocket Show.
O próximo lançamento é o 9° tema do álbum "Gira o Mic", com o nome de "Vive" e conta com a
participação de Gospel Pocket Show.
Hoje, Veterano lança o seu 9° single e videoclipe de nome “Vive”. Este é um hino sobre a vida e as oportunidades que temos de agarrar para a viver em pleno; um hino sobre o valor emocional da amizade, da felicidade e da dignidade; um hino à concretização dos nossos sonhos e ao alcance da felicidade.
A 4 de novembro, não perca o lançamento deste tema cheio de emoção, ritmo e energia, a que o artista já habituou o seu público, e com uma forte mensagem. Para promover o seu álbum “Gira o Mic” e os seus mais recentes singles, Veterano vai dar dois concertos memoráveis, que vão contar com grandes nomes do Rap Português – Sam The Kid, Mundo Segundo e Estraca. Serão duas noites imperdíveis, com tudo o que o Hip Hop tem de melhor, em sítios icónicos da cidade do Porto (Hard Rock), a 6 de dezembro, e de Lisboa (Lisboa Ao Vivo), a 7 de dezembro.
ENES COM NOVIDADES
Enquanto se dedicam à produção do sucessor de “Charlie”, Enes brindam-nos com uma animação ao som da música “Toxic”, um tema que conta uma história que se irá estender e desenvolver em mais dois capítulos: “Synthetic Emotions” e “Happy Trails”.
Nas palavras do animador/realizador (e baixista do grupo) Jay: “Este vídeo é uma forma de vos proporcionar um sorriso e boa disposição, mas também uma maneira de cimentarmos a nossa posição como uma banda que seriamente insiste em não se levar muito a sério. Queremos-nos distanciar de algo demasiado formal, pois queremos continuar a ser nós próprios e fazer coisas que gostamos, sem limites ou receio de reprovação. Só assim sairá algo genuíno; essa é a nossa forma de trabalhar, seja na música ou na imagem. Estes vídeos serão a prova disso.”
O próximo capítulo desta banda pop natural do Porto está ainda em fase de composição e como Andrés Malta conta: “Estamos numa fase onde temos quase todas as músicas escritas e vamos iniciar o processo de produção/gravação, que pretendemos documentar na rede social Instagram de uma forma interativa com os nossos seguidores, de maneira a poder envolvê-los nas escolhas da banda, algo ao estilo big brother”.
Numa corrida de velhas endiabradas e hipnotizadas pela beleza e música dos Enes, conseguirão estes rapazes fugir para um lugar melhor?
TAPE JUNK NO TEATRÃO EM COIMBRA
Esta quinta os lisboetas Tape Junk sobem ao palco da Tabacaria da Oficina Municipal do Teatro. O grupo liderado João Correia (Julie & the Carjackers) visita Coimbra depois de tomar conta da abertura do concerto da conhecida banda de indie pop escocesa Belle and Sebastien, esta quarta, na Aula Magna. Desta vez em formato duo, João Correia e Frankie Chavez apresentam músicas do álbum lançado em março deste ano, um “Couch Pop” editado pela Pataca Discos. O primeiro concerto de novembro é da curadoria de João Vaz Silva.
7 de novembro
22h
5€
Este foi um ano especialmente ocupado para a banda fundada por João Correia: neste 2019 que se aproxima do fim, os Tape Junk viram o lançamento do seu terceiro álbum – gravado, tocado, produzido e misturado “diretamente do sofá” pelo frontman da banda, com a ajuda dos sintetizadores de António Vasconcelos Dias –, passaram pelo palco do emergente e com cada vez mais destaque a nível nacional festival Bons Sons e abriram o mítico e histórico Vilar de Mouros.
Mas o circuito dos festivais não lhes é desconhecido. Em 2013, um ano depois do seu nascimento e na altura de “The Good and the Mean” – o primeiro álbum da banda –, conquistaram os palcos do festival Paredes de Coura e do antigo Vodafone Mexefest. Um disco homónimo depois, em 2015, e com o “Couch Pop” ainda fresco fazem mais uma conquista, esta quarta, na abertura do concerto dos Belle and Sebastien em Lisboa. No dia seguinte sobem para Coimbra, num concerto que junta João Correia e um dos convidados mais frequentes da banda – e simultaneamente um dos nomes mais sonantes do panorama musical português –, o guitarrista Frankie Chavez.
Com uma sonoridade maioritariamente rock, a banda lisboeta que frequentemente colabora com Bruno Pernadas ou Francisca Cortesão (Minta & The Brook Trout) vai buscar inspiração a bandas como os Pavement, os Rolling Stones ou os Velvet Underground para construir “através de uma linguagem simples e, simultaneamente, intensa (…) situações do quotidiano com as quais facilmente nos identificamos: histórias comuns, situações inusitadas, episódios caricatos ou simples romances”.
Os bilhetes para o concerto na Tabacaria já estão disponíveis para venda na bilheteira da Oficina Municipal do Teatro
LAVOISIER EDITAM DISCO HOJE DEDICADO A MIGUEL TORGA
"Viagem a um Reino Maravilhoso” é o novo disco de Patrícia Relvas e Roberto Afonso e o sucessor do aclamado “É Teu!”. Disco está disponível a partir de hoje e propõe uma viagem sonora ao “reino maravilhoso” do escritor Miguel Torga.
“Viagem a um Reino Maravilhoso” é o novo disco e espetáculo de Patrícia Relvas e Roberto Afonso. A partir de poemas de Miguel Torga, “Viagem a um Reino Maravilhoso” é um álbum conceptual feito para duas vozes, uma guitarra e várias frequências que, segundo o grupo, “traduz o som encontrado na poesia do escritor”.
Composto por oito temas, onde sete são poemas musicados, o disco foi gravado e misturado por José Fortes, considerado como um dos técnicos de som mais importantes da música portuguesa e responsável por trabalhos de artistas como Carlos Paredes, José Mário Branco, Fausto, Sérgio Godinho, Banda do Casaco ou Mão Morta.
Construído a partir de residências artísticas em Trás-os-Montes, com sessões de gravação em diferentes locais, como o Espaço Miguel Torga, um centro de interpretação da vida e obra de Torga situado na sua terra-natal, São Martinho de Anta, e ainda no Conservatório Regional de Música de Vila Real, tendo a participação de alunos desta estrutura de ensino em dois temas e onde se apresentam com Orquestra Fantástica do Futuro de Vila Real. O álbum conta também com retratos sonoros do artista e sonoplasta português João Bento, que captou sons em diferentes territórios de importância para Miguel Torga.
O álbum tem o apoio da Fundação GDA e a chancela editorial da Armoniz, editora de Miguel Augusto Silva que até ao momento se dedicou apenas à reedição de discos históricos da música portuguesa, como o álbum homónimo dos Quarteto 1111 ou de “Blackground” dos Duo Ouro Negro. O disco é uma edição exclusiva em formato vinil, capa serigrafada e limitada a 300 exemplares.
“Coroai-me de espinhos...” foi primeiro tema a ser conhecido de “Viagem a um Reino Maravilhoso”. O disco pode ser escutado, a partir de hoje, em todas as plataformas digitais.
Com este disco e espetáculo, os Lavoisier pretendem “partilhar a arte do poeta e escritor Miguel Torga, beber dos pensamentos que lhe passaram pela pele, com a missiva de dar continuidade, e ter o dever de não deixar morrer, de cuidar e avisar, de avivar e de o celebrar”.
A estreia em palco de “Viagem a um Reino Maravilhoso” aconteceu este sábado, 2 de novembro, no Teatro de Vila Real, num espetáculo esgotado que contou o artista sonoro e sonoplasta João Bento e a Orquestra Fantástica do Futuro de Vila Real.
Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, escritor e poeta nascido a 12 de agosto de 1907 em São Martinho de Anta, vila do concelho de Sabrosa, Vila Real. Indicado por diversas vezes para Prémio Nobel da Literatura, é considerado como um dos mais influentes poetas e escritores portugueses dos século XX e foi o primeiro escritor a receber o Prémio Camões, o mais importante título literário e cultural da língua portuguesa. Faleceu em Coimbra a 17 de janeiro de 1995, onde exercia medicina.
Patrícia Relvas e Roberto Afonso formaram os Lavoisier em 2012 com o objetivo de explorar as raízes tradicionais da música portuguesa através de uma guitarra elétrica e duas vozes. Desde então editaram já dois álbuns – “É Teu” (2017) e “Projeto 675” (2014) - e atuaram nos mais diversos festivais e salas de espetáculos dentro e fora de Portugal, conquistando a atenção da imprensa e público pelas intensas prestações em palco.
Disco completo nas plataformas digitais: https://album.link/pt/i/1484565456.
Facebook: www.facebook.com/whoislavoisier/.
Instagram: www.instagram.com/la_vai_o_ze/.
Spotify: https://spoti.fi/2IwBB27.
“Viagem a um Reino Maravilhoso” é o novo disco e espetáculo de Patrícia Relvas e Roberto Afonso. A partir de poemas de Miguel Torga, “Viagem a um Reino Maravilhoso” é um álbum conceptual feito para duas vozes, uma guitarra e várias frequências que, segundo o grupo, “traduz o som encontrado na poesia do escritor”.
Composto por oito temas, onde sete são poemas musicados, o disco foi gravado e misturado por José Fortes, considerado como um dos técnicos de som mais importantes da música portuguesa e responsável por trabalhos de artistas como Carlos Paredes, José Mário Branco, Fausto, Sérgio Godinho, Banda do Casaco ou Mão Morta.
Construído a partir de residências artísticas em Trás-os-Montes, com sessões de gravação em diferentes locais, como o Espaço Miguel Torga, um centro de interpretação da vida e obra de Torga situado na sua terra-natal, São Martinho de Anta, e ainda no Conservatório Regional de Música de Vila Real, tendo a participação de alunos desta estrutura de ensino em dois temas e onde se apresentam com Orquestra Fantástica do Futuro de Vila Real. O álbum conta também com retratos sonoros do artista e sonoplasta português João Bento, que captou sons em diferentes territórios de importância para Miguel Torga.
O álbum tem o apoio da Fundação GDA e a chancela editorial da Armoniz, editora de Miguel Augusto Silva que até ao momento se dedicou apenas à reedição de discos históricos da música portuguesa, como o álbum homónimo dos Quarteto 1111 ou de “Blackground” dos Duo Ouro Negro. O disco é uma edição exclusiva em formato vinil, capa serigrafada e limitada a 300 exemplares.
“Coroai-me de espinhos...” foi primeiro tema a ser conhecido de “Viagem a um Reino Maravilhoso”. O disco pode ser escutado, a partir de hoje, em todas as plataformas digitais.
Com este disco e espetáculo, os Lavoisier pretendem “partilhar a arte do poeta e escritor Miguel Torga, beber dos pensamentos que lhe passaram pela pele, com a missiva de dar continuidade, e ter o dever de não deixar morrer, de cuidar e avisar, de avivar e de o celebrar”.
A estreia em palco de “Viagem a um Reino Maravilhoso” aconteceu este sábado, 2 de novembro, no Teatro de Vila Real, num espetáculo esgotado que contou o artista sonoro e sonoplasta João Bento e a Orquestra Fantástica do Futuro de Vila Real.
Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, escritor e poeta nascido a 12 de agosto de 1907 em São Martinho de Anta, vila do concelho de Sabrosa, Vila Real. Indicado por diversas vezes para Prémio Nobel da Literatura, é considerado como um dos mais influentes poetas e escritores portugueses dos século XX e foi o primeiro escritor a receber o Prémio Camões, o mais importante título literário e cultural da língua portuguesa. Faleceu em Coimbra a 17 de janeiro de 1995, onde exercia medicina.
Patrícia Relvas e Roberto Afonso formaram os Lavoisier em 2012 com o objetivo de explorar as raízes tradicionais da música portuguesa através de uma guitarra elétrica e duas vozes. Desde então editaram já dois álbuns – “É Teu” (2017) e “Projeto 675” (2014) - e atuaram nos mais diversos festivais e salas de espetáculos dentro e fora de Portugal, conquistando a atenção da imprensa e público pelas intensas prestações em palco.
Disco completo nas plataformas digitais: https://album.link/pt/i/1484565456.
Facebook: www.facebook.com/whoislavoisier/.
Instagram: www.instagram.com/la_vai_o_ze/.
Spotify: https://spoti.fi/2IwBB27.
PRIMEIRO SINGLE DE EVAYA JÁ DISPONÍVEL
Beatriz Bronze apresenta-se como EVAYA, cantora, compositora e produtora. É através da voz que se entrega às palavras que chegam nas suas canções onde explora a sua percepção do que é ser humano, a capacidade de viver no presente através da encarnação de um conceito mais elevado de nós mesmos. Sem apego ao género EVAYA traz-nos um projeto de influência synth pop que nos envolve numa viagem de texturas rítmicas e melódicas num imaginário singular.
"Echoes" é sobre lembrar de respirar. Sentir que temos um corpo e que nada lhe rouba mais a capacidade de ser livre do que o medo. É sobre aceitar a responsabilidade da encarnação de um conceito novo e mais elevado de nós mesmos aceitando as nossas projeções mentais e deixando de resistir às prisões em que as sensações nos encerram, oferecendo um primeiro passo para o alcançar de um estado mais consciente e por isso mais presente.
POLIVALENTE COM NOVO SINGLE
polivalente
adjetivo de dois gêneros
1.
que apresenta múltiplos valores ou oferece várias possibilidades de emprego, de função; multifuncional.
"palavra p."
2.
que executa diferentes tarefas; versátil.
"operário p."
polivalente é isto e muito mais, é um músico com vários músicos dentre de si, é um artista camaleónico, capáz de dar ao ouvinte o inesperado, o pouco comum. Prova disto é o primeiro single do longa duração do artista, "Mundo Revertido" é uma viagem sónica que nos leva a vários mundos, várias galáxias e, que de repente traz-nos de volta ao Planeta Terra, mas sem nos deixar cair para a nossa morte, apara a nossa queda com uma gentileza e sensibilidade única.
polivalente é um projecto musical que contem composições do músico lisboeta João Valente e direcção musical de Tom Maciel, músico de São Paulo residente em Lisboa. O projecto tem início no verão de 2018, quando os dois se juntam para produzir, arranjar e gravar essas composições. Este processo, que dura à sensivelmente um ano, resultou em Maio de 2019 no lançamento do seu primeiro single “Domingar” (que conta com uma versão acompanhada por Janeiro), e também no primeiro álbum de polivalente, “A Revolta Dos Hipersensíveis”, gravado durante o verão de 2019, que estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 22 de Novembro, dia em que subirá a palco no Super Bock em Stock.
O JAZZ VAI ANDAR PELO PORTO
Será a segunda edição do Clubedo, a romaria jazz por excelência que se propõe a reavivar o circuito de clubes e salas da cidade com propostas urgentes, novos discos e projectos em trânsito de relevância internacional. Depois de uma primeira edição incluída no Festival Porta-Jazz em 2018, o evento acontece em separado, numa antecipação ao que será o festival marcado para Fevereiro. A ter lugar entre os dias 6 a 14 de Dezembro, o Clubedo é curado e organizado pela Associação Porta-Jazz e propõe uma visita às diversas linguagens jazz do agora num ciclo de concertos por várias salas icónicas da cidade.
Reunindo artistas de renome, jovens certezas e parcerias internacionais, o Clubedo propõe-se a olhar e pensar o jazz enquanto organismo vivo e em constante renovação. O evento é um convite à descoberta do jazz e dos espaços que habita, num percurso estendido ao longo de dez dias, com onze concertos, um encontro de escolas e oficina, um lançamento de disco, colaborações inéditas e regressos aguardados. Pelo Porto actuam Luís Lapa & Pé de Cabra, o Trio João, Puzzle, North Camels Large Ensemble, Wiz, Filipe Teixeira Trio “Tao”, Sexteto Mário Santos “bloco A6”, Galip “Cale”, Aladdin Killers, Paula Sousa e Ohad Talmor Trio.
O Clubedo inicia o caminho em direção ao evento-essencial dos principais agitadores da cultura jazz na Invicta, o Festival Porta-Jazz, que tem a 10ª edição apontada para os dias 7, 8 e 9 de Fevereiro de 2020 no Teatro Rivoli. A política de preços dos bilhetes para os concertos do Clubedo será a mesma que a praticada por cada sala durante o ano, variando entre a entrada livre e os 8€. Os Membros da Porta-Jazz terão entrada livre em. todas as sessões.
ALINHAMENTO CLUBEDO 2019
SEX, 6 Dez, 21h30, Mira Forum
Luis Lapa & Pé de Cabra (PT)
Formação: Luís Lapa - guitarra e composição; Filipe Teixeira - contrabaixo; Acácio Salero - bateria
O jogo do Clubedo arranca com o Pé de Cabra de Luís Lapa, um trio liderado pelo guitarrista multifacetado e peça essencial da proliferação das linguagens de jazz um pouco por todo o país. Depois de liderar o Corpo de Intervenção, Lapa apresenta-se num formato mais despido, mas de roupagens familiares, com a sua guitarra a ditar os andamentos da sua secção rítmica de luxo, composta pelo contrabaixista Filipe Teixeira e pelo baterista Acácio Salero. O trio revisitará um suave e ácido “O Homem Invisível”, registo de longa-duração lançado com Carimbo Porta-Jazz em 2017.
SÁB, 7 Dez, 19h00, Sala Porta-Jazz
Trio João (PT)
Formação: João Grilo - Piano e eletrónica; João Hasselberg - Contrabaixo e electrónica; João Sousa - Bateria
Depois de uma primeira apresentação em Julho 2019 no Festival Robalo, em Lisboa, o Trio João reúne-se novamente para uma residência na Sala Porta-Jazz e apresenta, no primeiro fim de semana do Clubedo, um tento congeminado durante essa semana de conspirações. Grilo, Hasselberg e Sousa balançam as suas expressões intensas e elementos de electrónica com várias medidas de ausência de som, trazendo o silêncio, a pausa e o espaço entre sons para o mesmo plano da criação improvisada.
SÁB, 7 Dez, 22h00, Sala Porta-Jazz
Puzzle (PT)
Formação: Pedro Neves - Piano; João Paulo Rosado - Contrabaixo; Miguel Sampaio - Bateria
Puzzle é um trio de peças, pesos e intensidades diferentes, composto pelo pianista Pedro Neves, pelo contrabaixista João Paulo Rosado e pelo baterista Miguel Sampaio. Sob este epíteto, os três músicos contribuem com a mesma conta, peso e medida, para a construção de intrincadas peças musicais. Puzzle trazem novas cores, garridas, para a programação do Clubedo, numa sessão em que três não é um número ímpar, mas um equilíbrio de partes iguais.
DOM, 8 Dez, 22h30, Hot Five Downtown
North Camels Large Ensemble (PT)
Formação: Pedro Jerónimo - trompete; Hugo Caldeira - trombone; João Paulo Silva - sax alto; Pedro Simões Matos - sax tenor; Rafael Gomes - sax baríotono; Joaquim Festas - Guitarra; Ricardo Moreira - piano; Joni Axel - contrabaixo/baixo; José Stark - bateria
North Camels Large Ensemble comprime num só espaço os sinais de nove estudantes e ex-estudantes da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, posicionando-os numa expressão mais tradicional do jazz. Com uma secção de sopros volumosa, desenrolada em volta de guitarra, piano, contrabaixo, e bateria, o noneto debruça-se sobre os fundamentos do jazz por via de peças originais e arranjos, todos assinados pelos seus nove elementos.
SEG, 9 Dez, 22h30, Embaixada do Porto
WIZ (PT, FR, ES)
Formação: José Pedro Coelho - saxofones; Wilfred Wilde – guitarra; Iago Fernandez – bateria
Colaboradores de longa data, os WIZ são um combo cuja existência parece uma constante entre os seus três elementos, que desfilam uma lista de colaborações comuns, frequentes e em vários outros contextos, quer nas incursões a solo do galego Iago Fernandez, que contam com a guitarra de Wilde, quer no quinteto deste último, em que Iago assegura a secção rítmica.
TER, 10 Dez, 22h00, Café Concerto da ESMAE
Filipe Teixeira Trio “Tao” (PT)
Lançamento de novo disco editado com Carimbo Porta-Jazz
Formação: João Mortágua – saxofone alto; Acácio Salero – bateria; Filipe Teixeira – contrabaixo
O trio que toca “Tao”, liderado pelo contrabaixista Filipe Teixeira, toma proverbialmente a estrada do Clubedo, assumindo como parte do seu caminho um momento que pede uma solenidade devida: o lançamento do novo longa-duração, homónimo, a ser editado com o Carimbo Porta-Jazz. O trio existe num equilíbrio entre o saxofone alto de João Mortágua, a bateria de Acácio Salero e as cordas de Filipe Teixeira, também compositor, numa relação simbiótica justamente epitetada pelos próprios como Yin, Yang e o S que define a sua relação e a sua sonoridade. Que, acrescentamos, não os separa, mas os distingue e os movimentou na direção deste ciclo.
QUA, 11 Dez, 22h30, Ferro Barr
Sexteto Mário Santos “bloco A6” (PT, ES)
Formação: Mário Santos – saxofones ; João Guimarães – saxofones e flauta; Ricardo Formoso – trompete e fliscorne; Miguel Moreira – guitarra ; António A. Aguiar – contrabaixo ; Marcos Cavaleiro – bateria
Uma estreia no novo Ferro Bar, mas longe de ser uma novidade, o grupo de Mário Santos retorna aos palcos por via do Clubedo, desta feita metmorfoseando-se de Quarteto para Sexteto. Nascido com quatro pares de braços e já com 10 anos no conta quilómetros, o Quarteto Mário Santos: bloco A4 juntava a guitarra de Miguel Moreira, o contrabaixo de António Augusto Aguiar e a bateria de Marcos Cavaleiro sob a batuta e saxofone do seu nome charneira, formação que editou “Nuvem” em 2013. Agora com os companheiros João Guimarães, nos saxofones e flauta, e Ricardo Formoso, no trompete e fliscorne, o Sexteto assume-se como bloco A6, mantendo a orientação de folha pautada, em que as linhas das suas peças não delimitam a expressão dos seus membros.
QUI, 12 Dez, 22h30, Hot Five Uptown
Galip “Cale” (PT, ES)
Formação: Eduardo Cardinho - Vibrafone; José Pedro Coelho - Saxofone tenor; Xavi Torres - Piano; André Rosinha - Contrabaixo; Mário Costa – Bateria (convidado)
Depois de um desafio lançado ao vibrafonista Eduardo Cardinho, a propósito da 8ª edição do Festival Porta-Jazz, o quinteto Galip prepara um regresso ao circuito da Associação, desta vez como uma das principais peças do circuito Clubedo. Esta formação, com os portugueses José Pedro Coelho no saxofone tenor, André Rosinha no contrabaixo e Mário Costa na bateria (que substitui o holandês Jamie Peet, membro original da formação), e o catalão Xavi Torres no piano, apresenta-se uma vez mais num evento da associação portuense, num concerto que serve para confirmar o que nunca foi dúbio: uma química notável entre os cinco elemento de Galip.
SÁB, 14 Dez, 19h00, Sala Porta-Jazz
Paula Sousa (PT)
Formação: Paula Sousa – piano e composições; João Guimarães – saxofone ; Eurico Costa – guitarra ; Pedro Molina – contrabaixo ; João Pereira – bateria
Paula Sousa é uma pianista e teclista com um dos trabalhos mais particulares da cultura musical portuguesa, com um role de colaborações que vai desde os Repórter Estrábico, aos Três Tristes Tigres e aos Ban, e que cedo se estendeu a sonoridades mais jazz, por via dos seus estudos no Hot Clube de Portugal e na Berklee College of Music. O seu percurso singular, com um impacto indiscutível nas gerações de músicos formados nos últimos 20 anos, deu forma a uma obra bela, em que cruza elegantemente as linguagens jazz e de tradição clássica ocidental em especial no universo pianístico. De resto, é esta a principal motivação para este momento especial da programação do Clubedo: trazer a música de Paula Sousa ao Porto.
Actividade Paralela
DOM, 15 Dez, Sala Porta-Jazz
Encontro de Escolas: Oficina + Concerto com a participação de alunos de várias escolas de música do norte e centro do país, precedido da oficina, com a orientação de Talmor, Okazaki e Weiss.
Não há melhor maneira de dizer um até já do que focando atenções no futuro. É já com o coração focado na 10ª edição do Festival Porta-Jazz, que os sentidos serão re-orientados para o que serão as formas do organismo jazz nos próximos tempos, por via do Concerto de Escolas. Este momento será entregue a alunos de várias escolas do Norte e Centro do país, que irão participar numa oficina conduzida por Ohar Talmor, Mike Okazaki e Dan Weiss.
SLIMMY FINALMENTE AO VIVO EM LISBOA
O músico português Paulo Fernandes, mais conhecido por Slimmy, apresenta finalmente em Lisboa o seu novo álbum “I’m not crazy, I’m in Love”. O concerto de apresentação vai ser já no próximo dia 8 de Novembro, às 22h, no Ferroviário.
O novo trabalho é uma resposta emotiva e positiva de SLIMMY a uma depressão que o afastou durante alguns anos, cujas marcas deixadas se refletem nas histórias das canções, com destaque para uma aposta forte no português e numa sonoridade mais pop.
“I’m not crazy, I’m in love”, o 4º disco de originais, contém 10 temas em Inglês e 5 em português.
O último single extraído do novo álbum “Becoming Adonis”, encontra-se a passar em várias rádios nacionais.
A carreira de Slimmy começa em 2007, com o álbum “Beatsound Loverboy”. O músico tornou-se na “next big thing” em Portugal, com singles a serem êxitos na rádio, um tema na banda sonora da série do momento “CSI Miami”, convidado para todos os programas de rádio e televisão.
E foi com o álbum "Beatsound Loverboy" que valeu ainda a Slimmy a nomeação da MTV para o Best Portuguese Act e para os Globos de Ouro.
E o sucesso deste álbum não se ficou por aqui, e em 2007, “Beatsound Loverboy” foi considerado o terceiro melhor álbum nacional desde 1994, numa votação realizada para comemorar os 15 anos da Antena 3 em 2009. Destacaram-se os singles “You Should Never Leave Me (Before I Die)” e “Beatsound Loverboy” (6 semanas em número 1 no top da Antena 3 - a3-30).
Foi a época áurea de Slimmy, uma dos artistas mais carismáticos e dos últimos anos no nosso país.
Ainda no seguimento do lançamento de “Beatsound Loverboy”, o músico portuense Slimmy percorreu o país com a Sex&Love Tour que, entre 2007 e 2009, registou mais de 150 concertos entre os quais se podem destacar, por exemplo, os espetáculos apresentados em festivais como o Paredes de Coura 2007 (palco secundário) e o Marés Vivas 2008 no palco principal, primeiras partes em concertos de Moby e The Prodigy.
De 2010 a 2018 Slimmy continuou a trabalhar, lançando alguns álbum e EP’s, desde Be Someone Else em 2010, Freestyle Heart em 2013, Left in the dust EP em 2016 e Beatsound loverboy remastered + B sides em 2017.
Enquanto isso a vida de Slimmy levou algumas reviravoltas, e como ser humano que é, teve de lutar e superar essas batalhas que a vida lhe impôs.
Em 2019 está de volta e confirma a sua mestria no rock eletrónico e o seu carisma em palco.
Bilhetes à venda na Ticketline
CAVE STORY NO SANTOS DA CASA
Os Cave Story passaram recentemente por Coimbra e como é da praxe o Santos da Casa foi paragem obrigatória. Fausto da Silva conduziu a convexa com a banda das Caldas da Rainha.
domingo, 3 de novembro de 2019
SLIMMY NO SANTOS DA CASA
Slimmy está outra vez na ribalta, com canções novas, e por isso o Santos da Casa não perdeu a oportunidade de falar com ele. Fica aqui a conversa entre o Paulo e o Fausto da Silva.
PROGRAMA DE 02/11/19
1 - Mr. Gallini - The future
2 - White Haus - Bodies
3 - Paraguaii - Fat boys
4 - Plastic People - Night
5 - Projetco Azul - Angel in the night
6 - From Atomic - Havens bless
7 - The Walks - I gess (c/Ghost Hunt)
8 - We Trust - Surrender
9 - Neev - Lie you love it
10 - mARCIANO - Humus-caos
11 - Ode Filipica - Qés
12 - Ermo - Eram mais de cem
13 - Mão Morta - Deflagram clarões de luz
14 - Morte Psíquica - Olham e sorriem
2 - White Haus - Bodies
3 - Paraguaii - Fat boys
4 - Plastic People - Night
5 - Projetco Azul - Angel in the night
6 - From Atomic - Havens bless
7 - The Walks - I gess (c/Ghost Hunt)
8 - We Trust - Surrender
9 - Neev - Lie you love it
10 - mARCIANO - Humus-caos
11 - Ode Filipica - Qés
12 - Ermo - Eram mais de cem
13 - Mão Morta - Deflagram clarões de luz
14 - Morte Psíquica - Olham e sorriem
NOVO VÍDEO DE SURMA
"Wanna Be Basquiat" foi um dos primeiros temas compostos por Surma, que, juntamente com outros que nunca tinham sido gravados, vai fazer parte de um EP (com edição limitada em vinyl) que Surma lançará a 29 de Novembro.
O vídeo é da autoria de João Pombeiro, o realizador leiriense responsável por videoclipes de artistas como Nightmares On Wax, Luísa Sobral, Nádia Schilling, Cave Story, entre outros.
Mais do que um videoclipe de elementos visuais construídos sobre a faixa musical, “Wanna Be Basquiat” é uma curta-metragem experimental, de narrativa abstracta, na qual João Pombeiro explora o ambiente industrial e suburbano, sugerido pela sonoridade de Surma, utilizando centenas de recortes de imagens e filmes antigos, para construir um pequeno universo ficcional, onde os cidadãos de uma pequena uma comunidade trabalham em prol do progresso, sonham com prosperidade e rumam em direcção a um futuro promissor. No entanto, o resultado desse esforço acabará por levá-los à sua própria destruição.
O vídeo é da autoria de João Pombeiro, o realizador leiriense responsável por videoclipes de artistas como Nightmares On Wax, Luísa Sobral, Nádia Schilling, Cave Story, entre outros.
Mais do que um videoclipe de elementos visuais construídos sobre a faixa musical, “Wanna Be Basquiat” é uma curta-metragem experimental, de narrativa abstracta, na qual João Pombeiro explora o ambiente industrial e suburbano, sugerido pela sonoridade de Surma, utilizando centenas de recortes de imagens e filmes antigos, para construir um pequeno universo ficcional, onde os cidadãos de uma pequena uma comunidade trabalham em prol do progresso, sonham com prosperidade e rumam em direcção a um futuro promissor. No entanto, o resultado desse esforço acabará por levá-los à sua própria destruição.
sábado, 2 de novembro de 2019
PROGRAMA DE 01/11/19
1 - Cosmic Mass - I’ve became the sun
2 - Dirty Coal Train - Weird shit
3 - Cave Story - Special diners
4 - Trauma Lips - Wild on fire
5 - Gator, The Alligator - Yayaya
6 - The Dust - Life in a cup
7 - Mr. Mojo - Fuel
8 - Neev - Lie you love it
9 - We Trust - Waiting
10 - April Marmara - New home
11 - Mathilda - I don’t like tea
12 - Little Friend - Sombre sog
13 - Allonesong - Rain oh the beach
14 - Old Jerusalem - Black pool of water and sky
15 - Silly Boy Blue - Sad song
16 - Jorge da Rocha - Teardrop
2 - Dirty Coal Train - Weird shit
3 - Cave Story - Special diners
4 - Trauma Lips - Wild on fire
5 - Gator, The Alligator - Yayaya
6 - The Dust - Life in a cup
7 - Mr. Mojo - Fuel
8 - Neev - Lie you love it
9 - We Trust - Waiting
10 - April Marmara - New home
11 - Mathilda - I don’t like tea
12 - Little Friend - Sombre sog
13 - Allonesong - Rain oh the beach
14 - Old Jerusalem - Black pool of water and sky
15 - Silly Boy Blue - Sad song
16 - Jorge da Rocha - Teardrop
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
ALDINA DUARTE - "NOVO ÁLBUM 'ROUBADOS' JÁ DISPONÍVEL
SHOWCASE DE APRESENTAÇÃO NA FNAC CHIADO A 5 DE NOVEMBRO, ÀS 18H30.
Ouvir aqui: https://AldinaDuarteVendaval.lnk.to/juIBQpkmPR
Alina Duarte faz um disco improvável, no ano em que celebra 25 de carreira. Este novo trabalho não tem nenhuma letra escrita por ou para si e não inclui nenhuma melodia do Fado Tradicional, matéria poética e musical exclusiva em todos os seus discos anteriores. A capa do CD é uma fotografia sua com 21 anos, idade em que se encantou pela arte que se tornou na segunda grande revolução da sua vida.
A produção musical, que passa pelo conceito, arranjos e sonoridade, são da sua inteira responsabilidade. Aldina Duarte assume a reconstrução e desconstrução de doze fados originais feitos para alguns dos fadistas mais importantes da história do fado, aos quais chama versões, fazendo referência ao nome dos seus criadores na contracapa, neste disco com o título: “Roubados”.
Parte dos temas deste álbum são considerados clássicos, também, por serem desde sempre, os fados mais cantados nas casas de fados e gravados por todas as gerações. Os restantes ficaram perdidos na obra de alguns grandes fadistas e são quase desconhecidos, dentro e fora do mundo do fado. Contudo, são aqueles que Aldina Duarte, mesmo sem nunca os ter cantado, mais ouviu “ao vivo” (e em disco), inclusive na voz dos seus criadores, como é o caso de “Veio a Saudade” de Beatriz da Conceição, “Arraial” de João Ferreira-Rosa ou “Porta Maldita” de Maria da Fé.
Desta vez, a fadista concebe um disco feito com doze das músicas que considera das mais belas, de sempre e para sempre, na história do fado e da música portuguesa. A beleza e a força das melodias é tal que, em alguns temas, a letra é reduzida para segundo plano, quer pela interpretação dos fadistas, quer pelos arranjos orquestrais.
Aldina Duarte cria as suas novas versões, sabendo que estes originais são insuperáveis; arrisca e ousa todas as alterações de modo a trazê-los para a singular autenticidade fadista, numa busca de verdade que é uma constante nas suas interpretações, recorrendo ao jogo rítmico na divisão dos versos, que sempre a fascinou, usando e abusando até do contratempo (o chamado “roubado” na gíria musical dos fadistas), relevando a música das palavras no seu sentido e na sua poesia, afirmando a sua visão destas histórias cantadas. Enquanto intérprete, conta também com a cumplicidade de uma das duplas mais talentosas e singulares nesta arte, Paulo Parreira, guitarra portuguesa, e Rogério Ferreira, viola, que são brilhantes na execução e na sensibilidade interpretativa comovente ao seguirem a voz de Aldina Duarte com uma cumplicidade absoluta. Há uma sonoridade que pertence exclusivamente a este trio, que é inconfundível.
António Zambujo é o convidado especial deste disco, o cantor que criou à viola a versão do clássico “Foi Deus” que Aldina mais gosta; com quem trabalhou muitos anos no Sr. Vinho, para quem escreve desde o primeiro disco. Juntos fazem um dueto improvável e espantoso, improvisando no fado “Rosa Enjeitada”.
Alfredo Cunha, como a própria Aldina diz “um dos melhores do mundo, que ainda por cima é o fotógrafo do meu 25 abril”, é responsável pela fotorreportagem deste disco; uma incursão ao trabalho de estúdio durante o preciso momento da criação destas versões.
“Roubados” é editado pela Sony Music, em formato físico e digital; para além de CD, este trabalho estará disponível em vinil para comemorar os 25 anos de carreira da fadista.
Aldina Duarte nunca se ouviu cantar assim! Abre de novo um caminho por dentro do fado, como sempre, e só seu.
Aldina Duarte - “Roubados” (CD Digipack/Vinil/Digital):
Vendaval (Joaquim Pimentel/António Rodrigues)
Fado da Sina (Amadeu do Vale / Jaime Mendes)
Não Me Conformo (Emilio Vasco / Minz Pereira)
Veio a Saudade (António Campos / Jorge Barradas)
Praia de Outono (David Mourão-Ferreira / Nóbrega e Sousa
Porta Maldita (Jorge Rosa / Fontes Rocha)
Oiça Lá Ó Senhor Vinho (Alberto Janes)
Arraial (João Ferreira Rosa)
Vem (Júlio de Sousa)
Senhora da Nazaré (João Nobre)
Padre Nosso (Frederico de Brito / Armando Freire)
Rosa Enjeitada (José Galhardo / Raul Ferrão)
Voz: Aldina Duarte
Guitarra Portuguesa: Paulo Parreira
Viola: Rogério Ferreira
Convidado Especial: António Zambujo (voz e viola)
[“Participação de António Zambujo no tema “Rosa Enjeitada” por cortesia da Universal Music Portugal, S.A.”]
Produção musical: Aldina Duarte
Gravação e misturas: Joaquim Monte (Estúdio Namouche)
Masterização: Hélder Nelson
Fotografia: Rui Henriques (capa); Alfredo Cunha (estúdio); Arquivo do Museu do Fado (fadistas)
Design: Rui Garrido
Mais informação:
www.facebook.com/aldinaduarteoficial
www.instagram.com/aldinaduarteoficial
IVY DE VOLTA AOS PALCOS
Depois da estreia a solo, no início deste ano, como IVY e de concertos em vários espaços e festivais, Rita Sampaio regressa aos palcos em novembro – acompanhada por Francisco Carvalho (sintetizador e guitarra) e Vítor Silva (sintetizador) – com os temas de "Over and Out".
As próximas datas incluem apresentações nas lojas FNAC de Guimarães e de Braga, no dia 2 de novembro, e no Teatro de Vila Real, no dia 6. A 21 de novembro, no Hard Club Porto, a artista atua na primeira parte do concerto dos belgas SX. No final do mês, IVY sobe também ao palco do Suberbock Underfest que acontece nos dias 22 e 23 de novembro em Vigo, Espanha.
Lançado este ano pela editora bracarense Cosmic Burger, "Over and Out" assume-se como uma obra autobiográfica e extremamente íntima da artista. A música de IVY é descrita como sombria, introspetiva, e catártica. Fechada num mundo ao qual a própria já não consegue aceder, como representação de um ciclo que se fechou, uma metamorfose. O disco, produzido e gravado por Rita Sampaio, João Figueiredo e CASOTA Collective, está disponível nas plataformas digitais e nos concertos.
Próximas datas:
2 Novembro, 17h00 | FNAC - Guimarães
2 Novembro, 22h00 | FNAC - Braga
6 Novembro, 22h30 | Teatro de Vila Real - Vila Real
21 Novembro, 21h30 | Hard Club - Porto
22/23 Novembro | Suberbock Underfest, Vigo
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