sexta-feira, 2 de outubro de 2020

COMPANHIA DO CANTO POPULAR GANHA PRÉMIO CARLOS PAREDES




 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O álbum REBENTO, do grupo de música tradicional portuguesa Companhia do Canto Popular, venceu o Prémio Carlos Paredes, anunciou a Câmara de Vila Franca de Xira, que promove o galardão.

Como uma força da natureza, REBENTO é o trabalho colectivo da Companhia do Canto Popular, que reúne músicos com reconhecido percurso na música nacional: André Sousa Machado (diversos projectos de Jazz), Artur Fernandes (Danças Ocultas), José Barros (Navegante, 4aoSul), José Manuel David (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Manuel Rocha (Brigada Victor Jara), Manuel Tentúgal (Vai de Roda), Rui Costa (Silence4), Rui Vaz (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Sara Louraço Vidal (Luar na Lubre, A Presença das Formigas, Diabo a Sete), com a produção sonoplasta de Tó Pinheiro da Silva (Banda do Casaco).
 
Rebento apresenta «uma riqueza musical muito grande, com elementos que trabalham há décadas em Portugal, sendo um exemplo de um trabalho de colaboração e partilha», refere o júri, remetendo para o percurso dos seus músicos e para os projectos de onde provêm.

Da confluência de experiências e vivências de cada um, nasce um ponto comum: os ritmos e as polifonias da música tradicional e popular portuguesa, que se evidenciam neste trabalho discográfico REBENTO, editado em Novembro de 2019. Por outro lado, é precisamente este património musical que diferencia e destaca a Companhia do Canto Popular no panorama musical português, como receptores e transmissores da herança cultural, em forma de canto, para os dias de hoje, dando-lhe novas formas e cores. Gravado nos estúdios do Musibéria (Serpa), o resultado é um disco ecléctico, tanto pelas texturas sonoras multi-tímbricas, como pelas cadências rítmicas que se vão desenhando ao longo de uma hora de música popular com novos e inspirados arranjos.

Esta é uma edição Sons Vadios com o apoio institucional do Município de Serpa, Sociedade Portuguesa de Autores e Antena 1. 

www.sonsvadios.pt/companhiadocantopopul 

EP DE ESTREIA DE SOLITÁRIO




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Segundo single do Ep "Temporal", "Golias" fala dos tempos estranhos que passamos, a magnitude desta pandemia e esperança de encontrar todas pessoas próximas bem, do outro lado da luta com este gigante.

Temporal

O primeiro Ep do projecto Solitário, está agora disponível nos serviços de streaming através da distribuidora digital Level:UP.

Este trabalho move-se entre o pop sombrio e industrial, ambientes negros contrastados com melodias pop.
6 reflexões sobre o que é viver no ano mais estranho que a humanidade alguma vez experienciou - A actual pandemia, as redes sociais, o passado e o quão negro o futuro pode parecer.

Sobre o projecto

Solitário é o alter-ego de João Campos (Gula, Her name was fire) criado durante a quarenta como necessidade de tentar fazer sentido desta estranha nova realidade, através de novos caminhos musicais fora da sua zona da conforto.

Deixando as guitarras de lado, mergulhou no mundo dos sintetizadores, até agora pouco explorados pelo mesmo, numa tentativa de reinvenção artística e reconexão com o prazer de descobrir novos sons e fazer música apenas pelo prazer de faze-la.

 

PRIMEIRA DAMA EM TODAS AS PLATAFIORMAS


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Primeira Dama é uma das figuras mais presentes do nosso panorama musical. Com 23 anos, tem o mérito do seu nome, com os LPs Histórias por contar e Primeira Dama, não se sustentar apenas pela preponderância que teve na revitalização de Lena d'Água em concertos de repertório repartido, com a banda que agora o acompanha, no estúdio e palco com Filipe Sambado ou na produção do último álbum de Sreya. 
 
Das primeiras histórias de 2016, assentes num som escuro, chegou com o homónimo de 2017 à luminosidade e confiança, revelando o seu esplendor na escrita de canções.

Superstar Desilusão traz uma outra faceta: a do indie-rock de Julian Casablancas e o lado mais garageiro das Pega Monstro ou dos Veenho, com que cresceu. Precisamente por isso, a produção em banda foi entregue a Gonçalo Formiga, cabecilha dos Cave Story e um dos produtores da nova vaga do garage-rock português.

No entanto, nunca esquecendo a sua essência pop, entregou a produção das vozes ao jovem Bejaflor, um verdadeiro visionário na produção electrónica nacional. Leonardo Bindilatti, entre Iguanas, Rabu Mazda e Putas Bêbadas, é talvez a pessoa que melhor entende essa dualidade, conciliando estas duas vertentes na masterização.

Após 3 intensos anos de trabalho com músicos tão diferentes entre si - Martim Brito (bateria), António Queiroz (baixo), João Raposo (guitarra e sintetizador) e Inês Matos (guitarra-solo) -, Superstar Desilusão de Primeira Dama surge como um disco visceral e exploratório, sempre com um apurado sentido pop, evidenciando nas canções o crescimento e auto-reflexão crítica: ri-se de si próprio com o dedo na consciência. 

O GAJO EM LOULÉ

XUTOS EM LIVRO




 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo volume da autobiografia dos Xutos & Pontapés é editado dia 20 de outubro com a chancela Showtime Books

No rock, encontrando o bonito, é de fazer o bonito para o resto da vida”. – Gui

“Não basta o talento, é preciso haver um bocadinho de sorte para se terem juntado aquelas pessoas e essas pessoas serem amigas”. – João Cabeleira

“Nunca fomos uma banda consensual. Uns achavam que a malta era boa, outros achavam que éramos uma grande porcaria, que não valíamos nada”. – Kalú

“Isto é só um bando de amigos que anda aqui a curtir”. – Tim

“Somos cinco pessoas completamente diferentes uns dos outros mas, de certa forma, dentro dos Xutos, completamo-nos”. – Zé Pedro

À Minha Maneira é a autobiografia dos Xutos & Pontapés.

Pela primeira vez, os cinco músicos contam, na primeira pessoa, as histórias que os tornaram a mais importante instituição do rock português.

Em discurso directo com a jornalista Ana Ventura, Gui, João Cabeleira, Kalú, Tim e Zé Pedro traçam o seu percurso mas também descrevem o país onde cresceram, que os moldou e tornou um ímpar caso de sucesso. Tudo isto faz desta obra um testemunho histórico da cultura musical contemporânea em Portugal.

Este desafio foi lançado por Zé Pedro à jornalista Ana Ventura, numa conversa em 2008 e, a partir, daí foram recolhidos testemunhos e relatos inéditos, na primeira pessoa, para contar a história da maior banda portuguesa de todos os tempos.

À Minha Maneira Vol. I - 1979-1999, lançado em outubro de 2019 marcou o arranque desta obra, contando a história dos primeiro 20 anos do percurso pessoal e profissional dos Xutos & Pontapés, incluindo revelações inéditas e memórias inesquecíveis.

Um ano depois, surge À Minha Maneira Vol. II - 2000-2020.

e no primeiro volume de À Minha Maneira se narrava a escalada rumo ao sucesso, na obra agora publicada assiste-se à consagração da banda, começando nas comemorações dos 20 anos de carreira e caminhando rumo a uma aventura que, há muito, se tornou inigualável.

Esta é a história dos Xutos & Pontapés, com todos os altos e baixos, as derrotas e as conquistas, o passado e o presente, com os olhos postos no futuro. Há muitos risos e outras tantas lágrimas, há momentos nunca antes contados e há acontecimentos que vão ficar, para sempre, guardados na memória do que é ser Portugal – e há as canções, aquelas que se tornaram património de uma cultura e de um país. Em discurso directo porque é assim que as melhores vidas se tornam lenda.

São os Xutos pelos Xutos, na primeira pessoa, em formato Livro.

FICHA DO LIVRO

Título:
À Minha Maneira, Vol. II, 2000-2020

Sinopse:

À Minha Maneira é a autobiografia dos Xutos & Pontapés. Pela primeira vez, os cinco músicos contam, na primeira pessoa, as histórias que os tornaram a mais importante instituição do rock português. Em discurso directo com a jornalista Ana Ventura, Gui, João Cabeleira, Kalú, Tim e Zé Pedro traçam o seu percurso mas também descrevem o país onde cresceram, que os moldou e tornou um ímpar caso de sucesso.

Nº de Páginas: 696

Capa: Capa Mole

PVP: 25€

SHOWTIME BOOKS

Com sede em Lisboa e filial em São Paulo a SHOWTIME BOOKS é uma nova chancela do Break Media Publishing Group, especializada na publicação de Livros e Autores do universo das Artes do Espectáculo em Língua Portuguesa.

Integram um conjunto eclético, ousado e democrático de Autores no seu catálogo de conteúdos de alta qualidade.

Publicam Criatividade. Publicam Memória. Publicam Espectáculo. 

Querem que os seus livros enriqueçam a memória e a criação artística em língua portuguesa, em todos os territórios onde a mesma é falada, escrita, lida e pensada.

Os livros da SHOWTIME BOOKS estão disponíveis online à escala global e podem ser encontrados a todo o momento nas melhores livrarias de Portugal e Brasil.

AS DEMOS DOS GANSO



Um ano após o lançamento de Não Tarda, os Ganso disponibilizam as demos que lhe deram origem no Bandcamp e no YouTube, acompanhadas por um vídeo realizado por Gonçalo Perestrelo e Domingos Coimbra. As versões finais poderão ser ouvidas ao vivo no SBSR.FM Em Sintonia
 
"No Verão de 2017, poucos meses depois do lançamento do Pá Pá Pá, fizemos um retiro em Mogofores onde ganharam vida as primeiras músicas do Não Tarda. Num gravador de 4 pistas, registaram-se as primeiras demos de Os Meus Vizinhos, O Teu Riso e outras jams obscuras. No seguimento desse ano e ao longo do seguinte, já em Lisboa (e numa ida esporádica a Porto Covo), foram nascendo muitas outras. Ainda sem qualquer voz, podemos ouvir nestas demos cinco ideias que ficaram e outras cinco que passaram, em pé de igualdade, com o mesmo nível de esperança depositado." 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

PROGRAMA DE 01/10/20

1 - Cabrita - Caravan (feat The Legendary Tigerman)
2 - Septeto Interregional - Para que te sorprendas
3 - Palmers - One more day 
4 - Conan Castro and the Moonshine Piñatas - Mohawk valley formula
5 - Cut Arine - Why
6 - Cristóvam - Setting sun
7 - Romeu - Time now
8 - Caixa de Pandora - Deuses menores
9 - JP Coimbra - From afar
10 - Filipe da Graça & João Gambino - Kashmir
11 - João da Ilha - Outonal constatação
12 - Anfiguri - 40ena
13 - Sarnadas - B3 S Ildefonso detail

ANFIGURI DESAFIA A RAZÃO E PROVOCA A IMAGINAÇÃO



 
 
 
 
 
 
O sentido lúdico das palavras e as imagens contraditórias que provocam, desafiando a razão e provocando a imaginação, foi o mote do novo projecto de música portuguesa intitulado “Anfiguri”, que tem conceito, arranjos e produção de Eduardo Paes Mamede. Este projecto conta com um total de 10 temas, 8 dos quais são originais e 2 são canções tradicionais portuguesas revisitadas com novos arranjos. Carlos Guerreiro e Amélia Muge, participaram também, como autores, nesta viagem pelo universo do “Anfiguri”. Estes dois músicos aceitaram o desafio de escrever letras para 4 canções, num “discurso propositadamente ininteligível, de caráter burlesco ou paródico”, subordinado à intenção do autor de criar uma “obra de sentido confuso ou obscuro”, que ilustra os atuais tempos conturbados.

Esta obra inscreve-se no contexto da actividade musical de longos anos de Eduardo Paes Mamede dedicada à música popular portuguesa, de que se destaca uma especial linha de trabalho sobre as harmonias vocais femininas tradicionais, e pretende contribuir para a dinamização e disseminação deste género vocal.
 
Iniciado nos meses finais de 2019, este projecto sofreu com o confinamento a que todos fomos sujeitos, tendo o trabalho sido limitado aos possíveis contactos online. Finalmente, já em Julho de 2020, e ainda com todas as precauções, foi possível materializá-lo em estúdio.

Para além das vozes, o projecto conta com a participação de 8 músicos: Miguel Cruz (teclados), Carlos Falcão (guitarras), Raul Peralta (baixo), Cláudio Zacarias (bateria), João Balão (percussão), Vera Pereira (flauta), Paula Garcia (clarinete) e Irina Moscovciuc (violino).

Com apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, o Anfiguri é editado pela Ocarina que, ao longo de mais de duas décadas contribui para a divulgação nacional e internacional da música portuguesa. 

MANUEL DORIDO APRESENTA DOR



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após ter lançado o primeiro álbum a solo - Dor - no período de confinamento, Manuel Dordio apresenta-o agora ao vivo, num concerto acompanhado por um filme de Joana Linda, realizado propositadamente para esta ocasião. Dia 13 de Outubro, às 22:00, no Cinema Ideal, em Lisboa.

Editado com o apoio da Fundação GDA, em Dor, Manuel Dordio explora territórios sonoros íntimos e ambientais à guitarra. Com composição, guitarras, electrónica e gravação de Manuel Dordio, a mistura e masterização do disco foram da responsabilidade de Pedro Faro, do Silver Donkey Studio. Os dois primeiros videoclips, realizados por Joana Linda, são Caldo e Layla, feitos a partir de imagens de duas viagens, que fazem parte do arquivo da realizadora.

Tanto os vídeos como a imagem gráfica de Dor são da autoria da fotógrafa e realizadora Joana Linda. A linha condutora é uma polaroid escolhida por Manuel Dordio para capa do disco. Uma imagem abstracta e pouco nítida onde se vislumbra parte de uma estrada e alguns ramos de árvores. A partir daí foi criado um universo onírico que junta imagens de natureza e animais, retiradas do arquivo pessoal da realizadora, e a manipulação digital, da mesma forma que no disco se juntam as guitarras e os sintetizadores.

Os bilhetes para o filme-concerto custam 8€ (preço único) e estão à venda no Cinema Ideal.

O disco está à venda em formato CD e digital, disponível no Bandcamp e demais plataformas.

Ficha artística:
Guitarra - Manuel Dordio
Vídeo arte - Joana Linda

Links:
Evento de Facebook
Bandcamp
Videoclip Caldo
Videoclip Layla
Instagram Manuel Dordio 

SONOSCOPIA COM NOVIDADES NO DIA MUNDIAL DA MÚSICA



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dia Mundial da Música = Duas Novas Edições

01 de Outubro, Dia Mundial da Música. Em tom de celebração, a Sonoscopia assinala a data com duas novas edições que recuperam trabalhos de anos anteriores. A primeira é “Lastro”, uma composição de Gustavo Costa que serviu de banda sonora à peça da coreógrafa e bailarina Né Barros estreada em 2015 - um único e longo tema onde predomina a electrónica e que conta ainda com Angélica Salvi na harpa e Cristina Mateus na percussão. A segunda edição, intitulada “Matriz”, é um exercício sonoro em torno dos paradigmas relacionados com sinais digitais e redes de difusão de música, assim como uma tentativa de desenvolver software que permita a gestão de múltiplos canais áudio e a sua relação com a Internet; “Matriz”, gravado em 2016, resulta dessa exploração e da interacção entre três ensembles em três cidades diferentes - Lisboa, Montemor-o-Novo e Porto; num esforço para manter a dimensão de imersão e colaboração apesar da distância física existente. Contribuíram para esta criação os músicos João Bastos, João Sofio, Rodolfo Pimenta, Tiago Fróis, Gustavo Costa, Henrique Fernandes, Nuno Torres e Ricardo Jacinto. Esta edição é também o resultado da cooperação entre as Oficinas do Convento, Osso, Sonoscopia e a rádio Stress.fm.

“Lastro” e “Matriz” estão disponíveis a partir de hoje em formato CD e digital e podem ser escutadas e adquiridas no Bandcamp da Sonoscopia.
 

TIM AO VIVO



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20-20-20, um novo trabalho para celebrar os 60 anos do Artista. 


Tim juntamente com Nuno Espírito Santo, Moz Carrapa, Sebastião Santos e Vicente Santos, estreará o seu novíssimo trabalho no palco da Culturgest, no próximo dia 03 de outubro. 


Um espetáculo a não perder!

MEMA. EDITA EP DE ESTREIA "CIDADE DE SAL" DIA 09 DE OUTUBRO COM PRÉ-VENDA A PARTIR DE AMANHÃ


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Cidade de Sal”, o EP de estreia da compositora, guitarrista e cantora portuguesa mema. vai finalmente ser editado dia 09 de outubro em formato físico e digital, em pré-venda a partir de amanhã. Deste primeiro registo de estúdio já são conhecidos os singles “O Devedor”, “Perdi o Norte” e “Outro Lado”. No dia do lançamento vai ainda ser possível assistir à apresentação oficial do EP através de um showcase transmitido em exclusivo no YouTube oficial da FNAC, às 19h00.

Já amanhã, dia 02 de outubro, mema. vai ter oportunidade de voltar a saborear um espetáculo ao vivo fora de casa, com um concerto em Praga no Festival Lusófona, organizado pelo Instituto Camões dessa cidade. O evento que acontece todos os anos para promover a língua e a cultura lusófona, decorre durante três dias e conta com vários artistas e actividades. Este será o primeiro concerto fora enquanto mema. e contam-se com novas datas para 2021.

mema. representa a desconstrução do folk, assim como a sua colisão com o indie eletrónico e a música pop através de uma busca pela cultura e música tradicional portuguesa, conseguida graças à fusão de instrumentos como o adufe, a guitarra portuguesa e a flauta. A eletrónica influenciada por Berlim e por artistas como Röyksopp, Fever Ray, Azam Ali, Baiuca, a pop entranhada pelas palavras sofridas de Lykke Li, pelo experimentalismo apelativo de Björk, por fortes artistas nacionais como Madredeus e António Variações.
 
SHOWCASE DE APRESENTAÇÃO DO EP EM EXCLUSIVO NO YOUTUBE DA FNAC DIA 09 DE OUTUBRO ÀS 19H00 

ARTISTA ESTREIA-SE AMANHÃ EM PRAGA COM UM CONCERTO AO VIVO NO FESTIVAL LUSÓFONA 
 

PALMERS LANÇAM NOVOS TEMAS


'

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As novas músicas terão edição física em cassete e já estão disponíveis nas plataformas digitais

Depois de um longo período sem concertos, os Palmers voltaram à sala de ensaios para gravar dois temas escritos na altura do último EP “Running Thoughts” (lançado em 2019 pela Ciudad Oásis). 

GLA’ e ‘One More Day’ continuam o legado de ritmos contagiantes da banda caldense, adicionando agora temática nostálgica aos sons rasgados a que já nos habituaram. 

GLA’ é sobre a primeira viagem que o grupo realizou, à cidade de Glasgow, na Escócia, e reflete “o sentimento de procura por um lugar onde realmente nos sentimos confortáveis e com o qual nos identificamos”.
Já ‘One More Day’ teve origem em bloqueios criativos e falta de motivação e “expressa o quotidiano e a acomodação mas também o desejo de não desistir porque no fundo todos os dias são uma nova oportunidade”.

Os dois temas são agora lançados em conjunto por se complementarem ao serem antagónicos: um fala da procura constante pela novidade e o outro reflete a prisão da rotina apesar de haver uma vontade de a ultrapassar.

A banda gravou as duas novas músicas na sua sala de ensaio e é também responsável pela produção das mesmas. A masterização ficou a cargo de Pedro Adelino. A fotografia de capa do lançamento foi tirada por Raquel Custódio em Kelvingrove Park, Glasgow.


Os Palmers formaram-se nas Caldas da Rainha em 2017 e são compostos por Cláudia Brás (baixo, voz), Raquel Custódio (voz, bateria) e Vasco Cavalheiro (guitarra). Com dois EPs já lançados - “Younger Days” em 2018 e “Running Thoughts” (pela editora espanhola Ciudad Oásis em 2019) - passaram por salas e festivais como o Sabotage, Maus Hábitos, Musicbox, Barreiro Rocks e Black Bass, partilhando palcos com bandas como Iceage, The Last Internationale, The Parkinsons e Los Nastys. 
 
Ouvir:

O BARCO DE FADO LELÉ DEU À COSTA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabor aveludado embala-se agora n'"O Barco Deu À Costa", o tema de abertura de Pop Gourmet.

Qual tropa especial
Relembrámos o chão
A recruta animal
Corpos de intervenção
Qual hino nacional
Mas qual revolução
Abanámos Portugal
Na hora, na hora da invasão.

Pop Gourmet - o segundo álbum de Fado Lelé - foi editado a 21 de Março. 

O tempo de reclusão foi aproveitado para a realização do vídeo de "Tuga de Gema", realizado no melhor espírito stay at home e produzido em casa a partir de uma atribulada sessão de fotos, bem à maneira de FADO LELÉ, com Ana Castelo (voz) e Miguel Castro (ukulele), o videoclip conta ainda com a participação especial de Maggie, uma cadela irrequieta e brincalhona e pelos vistos com qualidades canino- artísticas. A captação das imagens ficou a cargo da jovem Maria Ferreira ( filha da Ana/ prata da casa) e a edição foi feita por Paulo A.M. Oliveira, também de quarentena a vários km de distância, que anteriormente realizou alguns videoclips do grupo.

Ingredientes : 1 telemóvel, alguns ukuleles, inspiração lelé q.b., uma boa dose de amor ao público. E está pronto a servir.

NOVO SINGLE DE RANATO JÚNIOR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Renato Júnior lança novo single e anuncia para 25 de Novembro concerto no Teatro Maria Matos em Lisboa. O músico, produtor e compositor terá entre os convidados as cantoras que participaram no disco “Uma Mulher Não Chora” editado no final do ano passado. Uma delas é Katia Guerreiro com este “Quando Morre o Amor”

Depois de “Vou” com Rita Redshoes, de “Queria” com Lúcia Moniz, de “Para Lá da Pele” com Soraia Tavares, de “A Vida Que Eu Quiser” com Sofia Escobar , e de “O Dia Que Aí Vem” com Ana Bacalhau, é a agora a vez de ser apresentado o vídeo de “Quando Morre o Amor” com Katia Guerreiro.

A 25 de Novembro no Teatro Maria Matos em Lisboa a não perder todas estas talentosas cantoras num concerto único que assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres.

Renato Júnior – “Uma Mulher Não Chora”
Teatro Maria Matos – Lisboa
25 de Novembro – 21:00H

BILHETES À VENDA AQUI!

MARIA EMILIA NO CCB




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em concerto no Centro Cultural de Belém, no próximo dia 9 de Outubro.

Bilheteira (link) | Evento oficial (link)

Maria Emília regressa aos palcos já no próximo dia 9 de Outubro.

O concerto acontece no Centro Cultural de Belém, numa noite em que Maria Emília levará à sala lisboeta a emoção que se vive nas típicas casas de fado.

Foi ainda muito jovem que Maria Emília se revelou um dos mais promissores talentos do fado, tornando a música sua companheira de viagem, enquanto vivia quer em Portugal, quer no Brasil, onde nasceu.

Depois de 15 anos dedicados a esta arte, em 2018 editou o seu disco de estreia com selo Valentim de Carvalho. "Casa de Fado" é ainda distribuído na Alemanha, Áustria, Suíça, Holanda, Bélgica, Luxemburgo e Espanha.

2018 foi também o ano dos seus primeiros concertos internacionais na Argélia, Espanha, Reino Unido, França, Itália e Brasil; seguindo-se um 2019 onde Maria Emília viu estrear a sua voz em Nova Iorque (NY Fado Festival), África do Sul, Suécia, Holanda e Lituânia.

Os bilhetes para o concerto de 9 de Outubro no Centro Cultural de Belém estão já disponíveis (link).

Mais informações no evento oficial: www.ccb.pt/evento/maria-emilia.


Álbum "Casa de Fado" já disponível em CD e plataformas digitais:
Spotify »
iTunes / Apple Music »
Tidal »
Todas as plataformas »


Redes Sociais:
YouTube »
Instagram »
Facebook »
 

MIGUEL MOUTA - "AMOE ESFERATO"

DISCO DE ESTREIA DE CABRITA



CABRITA - "Caravan" (feat. The Legenday Tigerman) é o terceiro de quatro videos realizados por Miguel Leão e retrata uma "Lisboa noturna e misteriosa à procura de um universo utópico", refere Fernando Nobre aka Silk, protagonista da curta-metragem, acompanhado de Mauro Herminio, Érica Rodrigues e João Cabrita.

Em trinta anos, o saxofonista João Cabrita passou por formações como Sitiados, Kussundulola, The Legendary Tigerman, Dead Combo, Sérgio Godinho, Orelha Negra ou Cais Sodré Funk Connection e gravou mais de cem discos na música nacional. 

CABRITA é a estreia a solo, explorando fronteiras entre géneros musicais e convocando muitos dos parceiros a colaborarem, como Sam The Kid, Legendary Tigerman, Tó Trips, Selma Uamusse, Gui, Ivo Costa, Hélio Morais, João Gomes, Sandra Baptista, David Pessoa, Milton Gulli, João Baptista .. 

“VENTO NORTE” É O PRIMEIRO SINGLE DO NOVO ÁLBUM DE MANUEL DE OLIVEIRA


 



 
 
 
 
 
 
 
O Dia Internacional da música (1 de Outubro) foi a data escolhida para o lançamento de “Vento Norte”, o primeiro single do novo álbum do guitarrista Manuel de Oliveira.

“Entre - Lugar” chega no dia 30 de Outubro e sucede a “Ibéria” (2002), Amarte (2006) e “Ibéria Live” (2016).

Com um vasto percurso internacional, Manuel de Oliveira é considerado unanimemente, pela crítica e pelo público como um dos melhores e mais prolíficos guitarristas compositores da actualidade. O seu desenvolvimento artístico tem-se sempre norteado, quer por uma busca interminável de influências, quer por uma eclética partilha de experiências.

Para “Entre-Lugar”, Manuel de Oliveira partiu da sua reconhecida identidade ibérica, acrescentando-lhe cores e sabores de outras paragens, cruzando o étnico com o urbano, a música africana com o fado, o flamenco com o tango, numa vasta simbiose multicultural.

A viola Braguesa desempenha nesta multiculturalidade um papel determinante, já anteriormente explorada no disco “Ibéria” mas aqui e agora com uma presença mais vincada e decisiva. A Braguesa, graças à sua sonoridade algures entre a dolência da Guitarra portuguesa e o exotismo da Mandola árabe, confere a “Entre-Lugar” o seu verdadeiro sentido, de identidade inquieta, sem preconceitos e ao mesmo tempo repleto de autenticidade de entre os lugares da identidade portuguesa.

AGENDA LADOOPOSTO



 

 

 

 

 

 

 Frankie Chavez

Dia 1, Casinha c/ Xutos e Pontapés | Livestream
+info 

Dia 25, Village Underground | Lisboa
+ info


Vila Martel

Dia 10, Final EDP Live Bands | Lisboa

Dia 24, Showcase FNAC | Streaming Facebook FNAC

The Legendary Tigerman

Dia 10, BB Blues Fest | Moita
+info


Dia 17, Westway LAB | Guimarães
+info