segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

NOVO DISCO DOS MOONSPELL É EDITADO A 26 DE FEVEREIRO DE 2021 COM O SELO ALMA MATER RECORDS

 

 

 

 

 

HERMITAGE, o 13º disco de originais dos MOONSPELL, foi gravado e misturado por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost) nos estúdios Orgone em Inglaterra. Tem edição marcada para 26 de fevereiro de 2021 com o selo Alma Mater Records, numa parceria internacional com a Napalm Records.


Em Portugal este disco já se encontra em pré-venda, nomeadamente, através de uma parceria com a FNAC que oferece edições especiais, autografadas pela banda e com oferta de um Tote Bag MOONSPELL exclusivo.

Revelando desde o primeiro tema uma faceta mais progressiva e melodiosa, HERMITAGE remete para uma viagem através dos dias mais negros da Historia da Humanidade e que são, naturalmente, incontornáveis para a banda.

Essa associação é feita, desde logo, no primeiro tema do novo disco a ser revelado.
Voltando aos registos em inglês, THE GREATER GOOD pauta-se por uma crítica e sátira ferozes à sociedade que se encontra subjacente na letra da canção.

Este primeiro single lançado há uma semana já conta com mais de 100.000 streams no Spotify e o lyric video já tem mais de 50.000 visualizações no YOUTUBE, apesar da censura desta plataforma à versão original do vídeo e toda a polémica que tem gerado.

COMMON PRAYERS" é o single & vídeo que se segue a “THE GREATER GOOD”.

Este tema é lançado no dia 10 de dezembro, quinta feira, mas já conta com dois teasers que permitem perceber o imaginário associado a esta música e vídeo.

O vídeo "COMMON PRAYERS", dirigido por Guilherme Henriques, tem uma particularidade muito especial: foi gravado 80 metros abaixo da superfície, nas Grutas de Mira de Aire, uma das sete maravilhas naturais de Portugal.

Tem como protagonista a actriz e performer Aurora Pinho e conta uma história inspirada pelo surto de freiras grávidas no século XVIII, por toda a Europa e em Portugal. As noivas de Deus eram, a maior parte das vezes, mulheres da nobreza cujos pais não consigam casar no “tempo certo” e com a “pessoa certa” e que engravidavam de homens ligados ao clero e à aristocracia local. Em demolições já em pleno século XX , foram encontradas diversas ossadas de crianças: os filhos abandonados de Deus e da Sociedade.

"COMMON PRAYERS é um tema forte, gótico e dark, que irá fazer as delicias dos fãs da banda", acrescenta Fernando Ribeiro.

O disco HERMITAGE é escuro. Revolucionário. Intuitivo e certeiro. Uma caminhada pelo fim dos tempos, um testemunho sentido de uma época triste, confusa e doentia, dado pelo Heavy Metal, pela musicalidade dos MOONSPELL que com este trabalho procuram promover a união nestes tempos de dor e de sombras.

Ainda antes do fim do ano, os MOONSPELL tocam ao vivo na Super Bock Arena, Porto, no dia 17 de dezembro. Este espetáculo está inserido na programação Santa Casa Portugal ao Vivo.

Depois do sucesso nacional e internacional do espetáculo Halloween 2.0, transmitido para o mundo a partir de Beja, esta é a oportunidade de ver a banda a tocar ao vivo ainda em 2020.
BILHETES AQU

MATRIZ O NOVO DISCO DE SARA VIDAL



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após ter sido, entre 2005 e 2011, a voz do grupo galego Luar na Lubre, um dos mais reconhecidos a nível internacional, e de múltiplas participações em diversos grupos portugueses, chega a vez de Sara Vidal se apresentar em nome próprio, com o seu primeiro disco a solo MATRIZ a marcar 15 anos de carreira. O lançamento será no dia 11 e a estreia do videoclip do single "Baile da meia volta" será no mesmo dia, às 21h30, no canal YouTube de Sara Vidal, seguido de um live streaming com dois temas em directo.

Com uma sonoridade acústica e confluência de múltiplos instrumentos, a voz assume-se como o principal veículo condutor por entre uma selecção musical composta na íntegra por temas tradicionais, que aqui ganham novo pulsar e respirar pela direcção musical de Manuel Maio e Rui Ferreira. Em MATRIZ, somos convidados a viajar pela geografia portuguesa e a descobrir o cancioneiro tradicional de cada região sob um denominador comum: a condição feminina nas diferentes etapas da vida.

A pertinência artística deste trabalho assenta na valorização da música tradicional, enquanto veículo cultural e etnográfico da nossa matriz identitária. Ao mesmo tempo que se pretende desconstruir a ideia recorrente de que a música tradicional é pobre e limitada, este disco pretende sensibilizar novos públicos para a cultura popular, através de novas abordagens sonoras, que poderão ser mais atractivas e estimulantes à descoberta.

MATRIZ é o amadurecimento de 15 anos de percurso musical de Sara Vidal, que conta com uma vasta trajectória profissional nas músicas de raiz, entre Galiza e Portugal. Actualmente desenvolve o seu trabalho musical nos grupos Espiral, A Presença das Formigas, Diabo a Sete, Cantos da Quaresma e Companhia do Canto Popular, todos no âmbito das músicas do mundo, sendo reconhecida como uma das vozes de referência da música folk e tradicional portuguesa, tanto a nível nacional, como internacional. 
 
Foto: Rita Carmo

FILIPE KARLSSON EDITA NOVO EP



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ao chegar o fim de um ano cheio de incertezas e frustrações, Filipe Karlsson fecha o seu 2020 de forma otimista e brinda-nos com o seu segundo EP, "Modéstia à Parte".

No seu já habitual tom risonho e jovial, Karlsson desafia as circunstâncias presentes com uma receita de retorno aos tempos em que tudo era perfeito na sua imperfeição.

O disco conta com 5 canções, tendo sido estreado pelos telediscos "Razão" e "A Paragem", que tão majestosamente têm acompanhado o look excêntrico e singular do artista. Gravado no decorrer da quarentena, este trabalho é inteiramente gravado, produzido e masterizado pelo próprio.

O projeto a solo do artista luso-sueco tem estreia ao vivo marcada para dia 18 de Dezembro na Altice Arena, no contexto do Festival Rádio SBSR.fm em Sintonia.

O MONSTRO DOS BIGAMIA


BIGAMIA são um duo de artistas e compositores portugueses (Pedro Maia Lopes e Tatiana Santos) que nasceu em 2019 mas só em 2020, em plena quarentena, se lançaram oficialmente. Foi 2020 o ano que os marcou e foi na primeira vaga que lançaram o single LENÇOS PRETOS. O tema fala de dor, luto e auto superação, relembrando a música portuguesa do final dos anos 80 e 90. Em Dezembro lançaram o segundo single, O MEU MONSTRO, acompanhado de um vídeo do artista plástico alfacinha Telmo Alcobia que nos mostra uma Lisboa vazia convidando à reflexão pessoal.
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O nome Bigamia remete para o duo mas também para a polaridade presente no interior de cada um de nós. Bem e Mal habitam-nos e isso reflecte-se nas letras mais introspectivas da autora Tatiana que também é Psicóloga. Os riffs de Pedro Maia já são característicos, trazendo uma nostalgia da pop rock portuguesa dos seus anos áureos sendo a banda, por isso, já apelidada pelos seus fãs de "os novos Rádio Macau"-

sábado, 5 de dezembro de 2020

VIVIANE - "OH! MEU PEQUENO PAÍS"

PROGRAMA DE 05/12/20

1 – Júlio Resende – Fado das 7 cotovias
2 – Elisa Rodrigues – Estranha forma de vida
3 – Camané & Mário Laginha – Com que voz
4 – Vitorino – O fado da prostituta
5 – Ricardo Ribeiro – Depois de ti
6 – Salvador Sobral – Mano a mano (reprise com António Zambujo)
7 – Caio – Amanhã
8 – Homem em Catarse – Portalegre

9 – Três Tristes Tigres – À tona
10 – Clã – Armário
11 – A Garota Não – No dia do meu casamento
12 – Spicy Noodles – Sensacional
13 – Mancines - Fado
14 – mema. - Perdi o norte
15 – Silente – Ninguém tem de saber
16 - Sreya - Calma coração

NOVO DISCO DE RODRIGO SERRÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não há muitas palavras que possa usar para descrever o resultado de 2020.

Tentei ser artesão na descoberta, aprofundamento e gravação deste repertório e creio que o resultado é bastante transparente. É um trabalho de amor: o melhor de mim, hoje, dedicado ao instrumento que abracei.

Quando perguntei ao Emmett Chapman se me autorizava a utilizar o seu nome e o do Stick como título para este álbum entendeu a simplicidade por detrás da associação: no ano mais atípico de todos, fora do mundo e em distanciamento, encontraram-se um instrumento e um músico - pouco mais houve para além disto.

Uma nota importante: cada um destes temas é uma ínfima parte da obra avassaladora dos seus autores, por quem a minha admiração é ilimitada e dos quais aconselho vivamente a descoberta - nada seria possível sem essas vidas inteiras dedicadas às respectivas culturas e ao aprofundamento da sua arte.
Manda a honestidade, no entanto, que faça a devida ressalva relativamente ao tema número 9, “A song for Emmett” - o compositor será menor, mas não podia deixar de incluir, naturalmente, um tributo repleto de admiração a quem de direito.

Um agradecimento muito especial àquelas pessoas que ouviram o disco de antemão e me agraciaram com ideias, opiniões e alguns comentários: melhor do que as minhas, valem as palavras deles que partilho no final de cada vídeo.

O disco e todos os 10 novos vídeos estarão em pré-escuta gratuita através da plataforma Bandcamp https://rodrigoserrao.bandcamp.com/album/chapman-stick até ao próximo dia 15 de Dezembro, altura em que deixará de ser exclusivo e ficará disponível em todas as restantes plataformas.

Obrigado a todos, por me terem acompanhado na mais extraordinária de todas as viagens.

Rodrigo serrão

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

SOLITÁRIO COM SINGLE E VÍDEO


No ano de uma pandemia que nos empurrou para viver ainda mais digitalmente, "A luta dos filtros” é uma reflexão em formato pop mordaz, de como nos podemos facilmente perder num dia a dia de filtros.

De vidas esculpidas para parecerem perfeitas a scrolls infinitos que nos consomem o dia, as redes sociais estão a mudar profundamente a maneira como vivemos interagimos e nos vemos.

Temporal

O primeiro Ep do projecto Solitário, está agora disponível nos serviços de streaming através da distribuidora digital Level:UP.

Este trabalho move-se entre o pop sombrio e industrial, ambientes negros contrastados com melodias pop.

6 reflexões sobre o que é viver no ano mais estranho que a humanidade alguma vez experienciou - A actual pandemia, as redes sociais, o passado e o quão negro o futuro pode parecer.


Sobre o projecto

Solitário é o alter-ego de João Campos (Gula, Her name was fire) criado durante a quarenta como necessidade de tentar fazer sentido desta estranha nova realidade, através de novos caminhos musicais fora da sua zona da conforto.

Deixando as guitarras de lado, mergulhou no mundo dos sintetizadores, até agora pouco explorados pelo mesmo, numa tentativa de reinvenção artística e reconexão com o prazer de descobrir novos sons e fazer música apenas pelo prazer de faze-la.

RUA DIREITA APRESENTA NOVO SINGLE "BEM ME QUER"


 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bem Me Quer é o lado B do duplo single editado em julho deste ano conta igualmente com a produção de Pedro Pode (S. Pedro).

Desta vez a Rua Direita faz uma introspeção e revisita os melhores momentos, não da tour que foi adiada para 2021, mas de imagens captadas dentro de portas ou em ambiente familiar.

A descoberta do duo de Leiria composto por Donato Rosa e Paulo Ladeiras fez-se em 2017 com a estreia de uma das canções desse Verão, "Mariana". Seguiu-se a edição do disco de estreia, homónimo, e do single "Para Sempre".

Já na altura a banda deixava claro ao que vinha: mostrar canções bem enquadradas num universo pop fresco e directo, com riffs e batidas cheias de personalidade, que serviam de cenário a histórias do quotidiano.


No regresso, este ano, essa premissa está ainda mais definida. Contam desta vez com a ajuda de um dos nomes da música nacional que mais sabe desnudar e descomplicar canções. Depois do encontro dado no final de um concerto de S. Pedro na cidade de Leiria, foi natural o convite a Pedro Pode para produzir estes dois temas.

O resultado deste encontro com o ex-doismileoito são duas belas canções, translúcidas e intensas, que espelham bem as características da banda e do produtor.
 

MOULLINEX COM NOVIDADES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Inner Child” é mais um passo no caminho até ao novo álbum de Moullinex “Requiem for Empathy”. Com o novo single fica também disponível a pré-reserva em formato vinil do disco com data marcada para dia 26 de Março de 2021. “Inner Child” conta novamente com a companhia de GPU Panic, que empresta a sua voz e nos guia nesta viagem.

Depois de “Flora”, “Elsewhere”, e “Hypersex”, “Requiem for Empathy” é o 4º álbum de Moullinex e que o caracteriza tão bem enquanto produtor na sua versatilidade, subtileza e na sua dualidade: desde a ciência e arte, espontaneidade e formalidade, o orgânico e o artificial, ao isolamento e comunhão.

Um trabalho que conta com as vozes de Sara Tavares, Selma Uamusse e Afonso Cabral, e a mistura de David Wrench (Caribou, Frank Ocean, The XX). O disco é ainda enriquecido com uma capa de Bráulio Amado, num jogo de sombras tanto na fotografia como na arte 3D

No seguimento da criação do novo álbum de Moullinex, com o foco principal no conceito e significado de empatia, o artista será o primeiro convidado a fazer parte da residência do projecto Espaldar, de 13 a 20 de Dezembro. Uma residência artística onde Moullinex criará, juntamente com a banda, outros músicos, uma equipa de neurocitentistas e artistas visuais, um laboratório para estudar a empatia.

SRL COM NOVO SINGLE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


SLR - LIT (Lost in thoughts), novo single dos SLR é um fruto proibido da pandemia. A banda portuguesa não parou de produzir, e como resposta a esta ameaça à saúde mental, surge LIT (Lost in Thoughts), música que fala sobre os pensamentos que surgem quando estamos enclausurados numa prisão mental, emocional e física. Quando o isolamento social torna-se a nossa rotina, enchem-nos o pensamento loops de como era o contacto humano. A LIT canta sobre este calor do toque de outra pessoa e sobre a necessidade de amor e paixão.

Lost In Thoughts (LIT) é um tema com uma sonoridade que contraria a melancolia com a qual os SLR nos têm vindo a habituar. Antecipa e abre portas para o primeiro lançamento de média duração da banda, que se prevê para o início de 2021. O tema surge de mais uma parceria com Choro, que toma a produção da mesma em conjunto com Luís Água. Os SLR perdem o medo de serem deixados, como cantavam no seu primeiro single “If You Leave Me” e entram agora pelo universo das dating apps. Entre “crush’s”, “sexting”, “DM’s”, “send nudes” e muitos outras trends a banda guia-nos na antecipação de um encontro que não pode acontecer mas nos faz estremecer.

O vídeo que acompanha este tema é protagonizado pelo actor e influenciador João Jonas e ganha forma numa narrativa que tudo tem a ver com a proibição. Realizado por Bruno Moreira e com direção de fotografia de Luís Água, os dois elementos da banda, trazem o seu universo visual para uma realidade de amor em tempos de pandemia. E como o fruto proibido é o mais apetecido o vídeo tem como protagonista um jovem em quarentena a desesperar com a necessidade de contacto humano, alucinando que quebra as barreiras do isolamento para um mundo sem máscaras. O vídeo recria o ciclo que é estarmos presos às redes sociais e às dating apps como tentativa de fuga ao aborrecimento e à falta de contacto humano, quando tudo o que queremos é amor.

Os SLR são uma banda com várias influências no mundo da música Pop electrónica e no R&B, a partir das quais produzem um som melancólico, fortemente marcado pelos falsetes e as harmonias na união das suas vozes. Lançaram o seu primeiro single, “If You leave Me”, em 2018 que foi abraçado pela crítica ao defini-lo como “Uma sonoridade refrescante a que já não se está habituado na música nacional.“ (Punch magazine); No início deste ano lançam a “Gold” o seu segundo single, onde se solidifica a parceria com o produtor Ben Monteiro. A terminar o primeiro semestre do presente ano e já numa altura em que viviamos confinados devido à realidade pandémica actual, lançam “US” o seu terceiro single. Tema produzido por Choro. A fechar o ano, e a preparar o lançamento do seu primeiro EP em 2021, os SLR lançam agora o single LIT (Lost in thoughts).

NOVO CLIP DE CABRITA



"Never Gonna Give it Up" é o único tema cantado do disco de estreia de Cabrita e ganha agora vídeo e encerra, assim, a saga da curta metragem realizada por Miguel Leão. Em uníssono juntam-se a Cabrita as vozes de Tamin, Silk, Susana Félix e Selma Uamusse, convidados e companheiros de uma vida de estrada, para um tema que acaba por representar tão bem a esperança e resiliência de muitos músicos nos dias de hoje.

Este álbum está disponível para venda no bandcamp, acessível no botão abaixo, na versão cd e em vinil duplo, sendo que o segundo disco extra de 10" inclui as Quarantine Sessions, um conjunto de canções escritas durante a quarentena.

Esta música é de autoria de João Cabrita, com baixo e percussão do próprio, rhodes por Franscisco Cabrita, guitarra por David Pessoa, bateria por Ivo Costa e vozes de João Cabrita, Tamin, Silk, Susana Félix e Selma Uamusse.

BIA MARIA LANÇA EP TRADIÇÃO, EM HOMENAGEM À MÚSICA TRADICIONAL














Bia Maria, a artista oureense que se estreou o ano passado com Mal me queres, bem te quero, lança agora, em parceria com o projeto da MPAGDP, um EP de homenagem à música tradicional portuguesa.

O EP conta com músicas tradicionais interpretadas pela artista, que lhes dá o seu cunho pessoal envolvendo-os em frescura e originalidade, ao mesmo tempo que se mantém fiel à antiguidade, emoção e sentido das canções. Além disso, conta com excertos de gravações de vários projetos da MPAGDP, que fazem a ligação ao que a música tradicional portuguesa tem de mais especial: as histórias passadas de voz em voz ao longo do tempo.

“Tudo tem o seu início nas raízes e é por isso que a música popular portuguesa tanto me vai ensinando a gostar mais dela a cada dia que passa.” - Bia Maria

É essa história cantada que liga Bia Maria a este projeto, contando que através da avó ouviu, realmente, o Alecrim e aprendeu que nesse canto antigo é que o futuro se concretiza. A ideia do EP surge exatamente em homenagem a tudo o que se vai perdendo, mas que não deixando de servir, deve ser renovado. O guitarrista André Mendes chega como braço direito desta ideia, preenchendo com dedilhado as imagens que surgiram no imaginário da artista. Assim, juntando-se à MPAGDP, adiciona a camada de música descentralizada que já dançou o país de ponta à outra, que gosta dela própria sem limitações ou exigências. Tradição fica disponível hoje nas plataformas digitais, sendo também lançados 100 CDs, marcados pela particularidade de cada um vir acompanhado de um postal de um dos projetos da MPAGDP. Os postais serão todos diferentes entre si, fazendo da edição física da obra um objeto único, também.

Ficha técnica

Música
Voz: Bia Maria
Guitarra: André Mendes
Coros: Billy Verdasca, Guilherme Simões, Lara Gésero & Pedro Oliveira
Excertos da MPAGDP
Produção: Beatriz Pereira, André Mendes & Guilherme Simões
Co-produção: Chinfrim Discos
Gravação: António Monteiro (@garage16studio)
Mistura: Rodrigo Domingos
Masterização: Bernardo Ramos

Imagem
Artwork: André Mendes e Inês Graça

VIRGUL LANÇA HOJE NOVO DISCO



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Virgul lança hoje, dia 4 de Dezembro, o seu segundo álbum a solo com o título “Júbilo”. O novo álbum sucede assim a “Saber Aceitar”, de Novembro de 2017, que incluía grandes sucessos como “I Need This Girl” (Platina), “Só Eu Sei” (Platina) ou “Rainha” (Ouro).

“Júbilo” traz-nos 13 novas músicas, algumas que o público já conhece como os singles, “Difícil Demais” (Abril de 2019); “Cada Um No Seu Lugar” (Dez. 2019) e “Dividir Amor” (Setembro 2020). De destacar também a inclusão como Bónus Track de uma versão acústica de “All We Need Is Love”, tema lançado como single em pleno confinamento e que se tornou numa das grandes canções deste ano de 2020. Para este último, Virgul chegou mesmo a lançar um vídeo todo feito em casa, com a ajuda de muitos amigos e que já foi visto mais de 1 milhão de vezes desde o seu lançamento em Abril.

O álbum foi todo gravado nos estúdios da RedMojo com excepção de “All We Need Is Love (Acustico)”, gravado nos Eight Ball Studios, e contou com ilustres participações de Sam The Kid, Dino D’Santiago e Jon Luz.

Sem dúvida um álbum de grandes canções, uma autêntica celebração da música com excelentes letras e muito, muito Groove.

Disponível apenas para Download e Streaming em todas as plataformas digitais.

PRIMEIRO EP DE ZÉ TÓ LEMOS



 

 

 

 

 

 

 

 

 

  


‘Cinematic’
é o primeiro Ep de Zé Tó Lemos, e já está disponível nas plataformas digitais.

Seis temas originais com ambientes e abordagens diferentes, onde o compositor apresenta a sua diversidade quando escreve para cinema.

Zé Tó Lemos convida todos os cineastas a mergulhar no seu Ep, apresentando uma enorme vontade em ajudar o cinema Português.

Masterizado em Londres por João Lebre, gravado em Portugal e concebido na totalidade em altura pandémica, “Cinematic” faz-nos viajar no imaginário.

TEMA DE NATAL DE NOBLE






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chega dezembro e há coisas que temos como garantidas: o frio começa a chegar de mansinho, dias de sol mas com um calor discreto, publicidade a brinquedos, perfumes e chocolates a toda a hora e, claro está... músicas de Natal!

Noble, decidiu que este Natal teria que ser diferente para ele e para todos. Por isso, criou juntamente com o seu produtor Rui Saraiva o tema It's Christmas Everywhere e convidou os amigos Zé Manel, Syro, Meestre e Gabriela Couto para a cantarem com ele. It's Christmas Everywhere está disponível hoje em todas as plataformas digitais. As receitas de streaming ou download revertem na totalidade para a Fundação Infantil Ronald McDonald.

Mas afinal o que tem este tema de tão diferente? É também, o motivo da sua existência: este tema de Natal surge da associação natural do artista à causa da Fundação Infantil Ronald McDonald (FIRM). O trabalho desenvolvido por esta Instituição tem um enorme impacto junto das famílias que têm os seus filhos doentes e em tratamento hospitalar através do apoio das Casas Ronald McDonald de Lisboa e Porto e do Espaço Familiar Ronald McDonald.

No percurso criativo da produção da canção Noble desafiou o seu amigo Júlio Torcado, estilista de renome, para este criar uma t-shirt alusiva ao tema, inspirado em It's Christmas Everywhere.

A t-shirt desenvolvida pelo Diretor Criativo da Decénio, Júlio Torcato, tem por base a letra da música de Noble, escrita em forma de impressão digital. Na frente da t-shirt um QR Code remete para uma landing page com o videoclipe realizado pelo Vasco Mendes e que conta com várias caras conhecidas do meio artístico, amigos da Fundação, que se quiseram associar a esta causa: Ana Marques, Andreia Santos, Cristina Gonçalves Pereira, Diana Pereira, Gabriela Couto, Isaac Alfaiate, Júlio Torcato, Luís de Matos, Meestre, Mónica Jardim, Nilton, Sérgio Oliveira, Syro e Zé Manel.

A embalagem da ‘T-shirt solidária It’s Christmas Everywhere remete para uma caixa de um vinil, fazendo a ligação da peça à música, constituindo uma excelente proposta de um presente solidário neste Natal. A t-shirt pode ser adquirida online ou nas lojas Decenio.

O Noble conta com todos vós para esta campanha especial!!!

Para saber mais: NOBLE (fanlink.to)

O NATAL DE DAVID FONSECA


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O NATAL VAI SER PASSADO NO TEATRO MARIA MATOS
"A CHRISTMAS SPECIAL" | 22 E 23 DE DEZEMBRO | LISBOA

"CHRISTMAS SONGS - VOL.1" É EDITADO DIGITALMENTE HOJE

É inegável reconhecer que David Fonseca é um artista que faz dos seus espectáculos momentos sempre únicos. É assim desde o início da sua carreira, ainda com os Silence 4, mas a experiência tem apurado o seu sentido criativo, sendo as suas apresentações sempre sinónimo de surpresa.

Num ano tão atípico quanto o de 2020, David Fonseca propõe-se subir ao palco do Teatro Maria Matos nos dias 22 e 23 de Dezembro para uma celebração especial – um espectáculo em que, a par das suas canções obrigatórias (e são muitas), proporcione uma viagem aos presentes pela sua profícua colecção de versões de temas natalícios com que anualmente nos vem surpreendendo - ora revelando abordagens musicais inesperadas, ora respeitando o formalismo a que estas sonoridades estão associadas.

“A Christmas Special” marca a estreia de David Fonseca nesta sala lisboeta para duas noites em que, cumprindo todas as regras de segurança, o espírito natalício será imbuído do intimismo e da energia que o músico sempre impõe nas suas prestações ao vivo.

E confetti! Sim, porque não há festa com David Fonseca sem confetti.

Os ingressos, com valores entre os 16€ e os 20€, encontram-se à venda na Ticketline (LINK) e nos locais habituais com a particularidade de existirem descontos na aquisição de bilhetes duplos e triplos.

Ouvir "Christmas Songs - Vol. 1

A par do anúncio destes espectáculos, David Fonseca publicou nas plataformas de streaming, “Christmas Songs – Vol. 1”, um disco com a reinvenção de 13 canções que há muito habitam o nosso imaginário natalício.

“Natal não é Natal sem a versão do David”, é assim que os seguidores de David Fonseca se expressam enquanto aguardam a publicação da tradicional versão natalícia que o músico divulga anualmente nas suas redes.

Em 2020, e porque este período do ano vai ser efectivamente vivido de forma diferente da habitual, a escolha recaiu na junção de todas essas reinterpretações de clássicos de Natal em "Christmas Songs - Vol.1".

O resultado é inevitavelmente surpreendente - dos tradicionais “Jingle Bells” ou “Little Drummer Boy”, aos clássicos contemporâneos como “Last Christmas” ou “Do They Know It’s Christmas?”, David reinterpreta-os sem desvirtuar o espírito da quadra. Ou que dizer da inclusão nesta lista dos improváveis “My Favorite Things”, imortalizado por Julie Andrews em “Música no Coração”, ou “Driving Home For Christmas” de Chris Rea?

Apaixonado por esta época do ano, David Fonseca reúne neste “primeiro volume” algumas das suas canções preferidas, ficando desde já prometida a edição da “sequela” em finais da presente década.

1. Little Drummer Boy

Foi a primeira música que eu fiz a sério para este "postal de Natal" e a primeira vez que filmei também o projecto de fazer música em casa. A maior parte das pessoas não tem a noção de que a maioria destes instrumentos são gravados por uma pessoa só e acho que até aí as pessoas olhavam para mim como cantor. A abordagem é simples, muito caseira, e usa aqueles truques do livro dos Pixies de há 25 anos, que é começar tudo muito lento, ir montanha acima e depois montanha abaixo. É uma fórmula que acaba por funcionar muito bem, porque torna a canção épica na forma como se desenrola.

2. O Come All Ye Faithful

Abordagem radicalmente diferente. Em 2008, estava a fazer a digressão do Dreams in Colour, em que eu entrava com um fato de astronauta em palco para tocar o "Rocket Man". Resolvi fazer uma versão da "O Come All Ye Faithful" do ponto de vista do homem que vem do espaço e que canta uma canção de Natal. Daí a forma espacial como foi produzida, com um coro meio estranho. É a versão mais experimental de todas.

3. Last Christmas

Era muito difícil tocar nela porque é um clássico. Durante muito tempo evitei os clássicos porque achei que as pessoas não iam gostar. É tocada com piano, guitarra a vozes, uma espécie de versão acústica [a que se acrescentam] pequenas percussões e pouco mais. Foi um dos mais vistos de todos os meus "postais de natal". Teve a ver com a popularidade da música e com a abordagem acústica, meio folk.

4. All I Want From Christmas Is You

O original é uma música festiva, com guizos. Quando isolei a letra da música, percebi que era sobre algo difícil, duro, por isso interpretei aquilo à minha forma. Transformou-se numa música melancólica, meio trágica, mas que se cola bem ao Natal - é quentinha, tem qualquer coisa de muito próximo.

5. Happy Xmas (War Is Over)

Essa foi uma das abordagens mais radicais à canção original: é uma espécie de electro/Pet Shop Boys. Deu-me algum prazer a fazer porque é uma produção de estúdio muito maior - estou a gravar uma canção como se fosse para um disco. Elevo a ideia de gravação a um sentido muito mais profissional. Teve um trabalho muito longo. Queria transformar a canção em algo mais dançável, [característica] que não está no original.

6. Do They Know It's Christmas?

Essa canção foi das mais complexas de abordar. Experimentei várias ideias e a que gostei mais era a mais despida. Como a canção original é tão conhecida e tem tantas vozes, achei que seria interessante tocá-la em regime de surdina, no fundo da sala - um tipo com uma guitarra pequenina a tocar da forma mais simples possível. Fi-lo na tentativa de fazer sobreviver a letra, que é efectivamente interessante para a altura do Natal.

7. Oh Christmas Tree

Nasceu por uma razão muito simples: ao navegar na internet encontrei à venda um fato de árvore de Natal. Foi assim que foi decidida a canção. Achei o fato tão estúpido, mas tão estúpido, que pensei assim: "vou comprar este fato e fazer uma versão do "Oh Christmas Tree"". Fiz a versão de uma forma muito egoísta - só porque queria vestir aquele fato.

8. Jingle Bells (featuring Rudolph, the reindeer)

Há uns anos, o director da escola [de um filho] perguntou-me se eu podia fazer uma canção para um CD para oferecer na escola no Natal. Fiz o "Jingle Bells" e na canção eu conto até 10 porque a ideia era que os miúdos aprendessem [os números] em Inglês. Inseri uma personagem diferente, a rena Rodolfo, para tornar o momento caricato. Ao fazer isto, lembrei-me de uma versão do "Hurdy Gurdy Man" pelos Butthole Surfers que está na banda-sonora do Dumb and Dumber.

9. Driving Home For Christmas

É uma das minhas canções preferidas do Natal, mesmo que não seja uma canção típica da quadra. A ideia de voltar a casa para o Natal e ir de encontro às raízes e família desperta uma série de recordações nostálgicas de infância que associei sempre a este original de Chris Rea. No vídeo desta canção, cantada ao vivo em cima de uma Vespa de 1965 a percorrer a orla da zona oeste, adaptei a letra de forma a ir ao encontro da acção.

10. Have yourself A Merry Little Christmas

Uma das coisas mais intrigantes para mim no mundo das canções de Natal é a melancolia gigante que está agarrada a muitas delas. Talvez por isso seja tão interessante desconstruí-las e observá-las mais de perto. Esta canção, cantada pela primeira vez por Judy Garland no musical de 1944 “Meet Me in St. Louis”, fala de uma antecipação do futuro, projectando-o como melhor e livre de problemas. A letra foi alterada algumas vezes ao longo da história para servir melhor o mote de um Natal feliz, mas confesso que adoro a ideia de que uma das canções mais populares de sempre ligadas ao Natal seja tão dramática e pesada. Para evidenciar o que a canção diz, toquei-a e cantei-a ao vivo ao piano para que a letra se destacasse ainda mais.

11. My Favorite Things

Apesar de não ser propriamente uma canção que fale do Natal, está completamente associada a esta quadra para mim. Foi popularizada por Julie Andrews no filme “The Sound of Music” de 1965, filme esse que passou (e ainda passa) quase todos os anos na televisão desde que sou criança. Habituei-me a ouvi-la como uma canção de Natal e por isso resolvi tentar a minha versão deste clássico incrível.

12. Blue Christmas

Popularizada por Elvis Presley em 1957 no disco “Elvis Christmas Album”, esta canção já existia em várias outras versões desde 1948. De novo, a ideia do Natal a carregar uma certa melancolia, desta vez pela ausência de alguém em plena quadra festiva. É uma das que mais gostei de cantar, talvez por ser grande fã do Elvis e da sua voz impressionante.

13. White Christmas

É provavelmente a canção de Natal mais popular de sempre, mas demorei quase 15 anos a pegar nela, isto porque o cenário que descreve é tão distante do nosso. Nunca tive um “White Christmas” na vida, foram sempre mais chuvosos do que cheios de neve. No entanto, gosto da mensagem positiva que transmite e a nostalgia doce que carrega. Trenós, neve, guizos, transformei tudo isso numa festa musical que, quem sabe, pode originar um passo de dança junto à árvore de Natal :)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

PROGRAMA DE 03/12/2020

1 – The Joy Of Nature – Mar eterno
2 – Urze de Lume – Entardece em mim
3 – Karnnos – Remembrance
4 – Mind Reset – Menino do bairro negro
5 – Actvs Tragicvus – Sinais ausentes
6 – Morte Psíquica - O fantasma
7 – Caio – Amanhã
8 - Homem em Catarse – Tua

9 – Metadivice – Dysfuncional cyborg
10 – ET3R - The world outsider
11 - Anywereoutoftheworld – Can’t cross the night
12 – Gee-Aitich – Roots
13 – The Black Archer – Black line
14 – Erros Alternados – Rotina

NOVAS DATAS E LOCAL PARA OS CONCERTOS DE LUÍSA E SALVADOR SOBRAL











Devido à renovação do Estado de Emergência e às novas medidas impostas pelo Governo, os concertos de Luísa e Salvador Sobral agendados para os dias 7, 8 e 9 de Dezembro no Teatro Maria Matos passam para os dias 6 e 7 de Janeiro no Teatro Tivoli BBVA. Deverá efetuar a troca ou pedir o reembolso até ao próximo dia 16 de Dezembro.

TROCA DE BILHETES:
Os bilhetes previamente adquiridos para os dias 7, 8 e 9 de Dezembro têm de ser trocados (nos locais onde foram adquiridos) para os dias 6 e 7 de Janeiro.
A troca deve ser efectuada até ao dia 16 de Dezembro .

Deve trocar o seu ingresso por lugares equivalentes na nova sala – se adquiriu lugar para a plateia, deverá trocar por um bilhete para a plateia e o mesmo para o balcão.

REEMBOLSO:
Se optar por pedir o reembolso deverá fazê-lo também até ao dia 16 de Dezembro , no local onde adquiriu os bilhetes.

BILHETES À VENDA!
O concerto em Lisboa estava esgotado mas como a capacidade do Teatro Tivoli BBVA é superior à do Teatro Maria Matos, foram colocados mais bilhetes à venda. Não perca esta oportunidade!

SONOSCOPIA APRESENTA

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Das Gavetas Nascem Sons / Gustavo Costa, João Ricardo & Ján Solčáni / Grupo Operário do Ruído / Som Desorganizado: Ake Parmerud / Ana Veloso / Anthony Pateras / Francisco Lopéz / Ignaz Schick / Ján Solčáni / José Alberto Gomes / Preto Mate - Pedro Melo Alves, Ricardo Jacinto & Joana Guerra / Richard Barrett / Rui Penha / Sarah Angliss / Sonoscopia 

Dezembro: Mês último, num ano que começou e acaba confuso. No entanto, despedimo-nos de 2020 da melhor maneira e com um considerável número de acontecimentos. É já na próxima sexta-feira, dia 4, a inauguração da exposição "O Palácio - 15 Anos de Arte Contemporânea", que conta com a instalação sonora Das Gavetas Nascem Sons; acontece no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e estará patente até 6 de Março do próximo ano. No dia 6 de Dezembro, Gustavo Costa, João Ricardo e Ján Solčáni apresentarão "Coded Time Signals", uma peça radiofónica sobre sistemas de comunicação invisíveis que será transmitida ao vivo no projecto Eira, uma plataforma rádio,distribuída via internet e FM, em 101.0 MHz a partir da aldeia de São Gregório nas Caldas da Rainha. Eira é um projecto eminentemente laboratorial e de envolvimento comunitário criado pela Osso Colectivo. De regresso ao Porto, no dia 16, o Grupo Operário do Ruído fará a sua apresentação pública no Cinema Passos Manuel. Integrado no Cultura em Expansão, esta criação colaborativa de música desenvolvida pela Sonoscopia ao longo de 2020 esteve aberta à participação de todos, fazendo uso de instrumentos musicais insólitos, aborrecidos, divertidos e de execução adaptada a todos os participantes. Neste instrumentário, denominado "Atlas de Instrumentos Utópicos", onde todos os sons são igualmente importantes e passíveis de serem transformados em música e por qualquer pessoa, segue-se apenas uma regra: ouvir! Até ao final do ano, o eslovaco Ján Solčáni, músico, artista visual e co-fundador da editora Skupina, estará em residência artística na Sonoscopia no âmbito do programa Inresidence, com o apoio da C.M. Porto.

A encerrar o ano na Sonoscopia, temos mais uma edição do Som Desorganizado, um encontro que promove o diálogo e a reflexão sobre a exploração sonora contemporânea. Neste seu terceiro ano, o Som Desorganizado acontecerá em formato digital nos dias 11 e 12 de Dezembro, com a participação de Ake Parmerud, Ana Veloso, Anthony Pateras, Francisco Lopéz, Ignaz Schick, Ján Solčáni, José Alberto Gomes, Preto Mate - Pedro Melo Alves, Ricardo Jacinto & Joana Guerra, Richard Barrett, Rui Penha, Sarah Angliss e Sonoscopia. Serão publicados textos, vídeos, imagens e cinco novas edições, que serão anunciadas em detalhe nos próximos dias!

04 DEZ 2020 - 06 MAR 2021
Das Gavetas Nascem Sons
O Palácio - 15 Anos de Arte Contemporânea (2006/2020)
Guimarães / Centro Cultural Vila Flor
EXPOSIÇÃO

06 DEZ 2020
Gustavo Costa, João Ricardo & Ján Solčáni: Coded Time Signals
Eira #3
São Gregório / Osso Colectivo
CONCERTO / PEÇA RADIOFÓNICA 

11 - 12 DEZ 2020
Som Desorganizado 2020: Ake Parmerud / Ana Veloso / Anthony Pateras / Francisco Lopéz / Ignaz Schick / Ján Solčáni / José Alberto Gomes / Preto Mate - Pedro Melo Alves, Ricardo Jacinto & Joana Guerra / Richard Barrett / Rui Penha / Sarah Angliss / Sonoscopia
Porto / Sonoscopia
ENCONTRO, DIÁLOGOS E REFLEXÕES - FORMATO DIGITAL

16 DEZ 2020
Atlas de Instrumentos Utópicos / Grupo Operário do Ruído Cultura em Expansão
Porto / Passos Manuel
CONCERTO

A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, a Colômbia, o Chile, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Das suas criações destacam-se os projectos Phonambient, INsono, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional e Phonopticon. Em Portugal, a Sonoscopia é parceira de entidades como a Fábrica das Artes/CCB, o Teatro Nacional São João, a Fundação de Serralves, o Cine‑Teatro Louletano, o GNRation e o Teatro de Ferro. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com pequenos estúdios equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo. A Sonoscopia é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa - Cultura/Direção-Geral das Artes.

Rua da Prelada 33
4250-376 Porto, Portugal

sonoscopia@gmail.com
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