sexta-feira, 25 de setembro de 2020

JUNNO LANÇA EP

 

"Middle” (que está incluído na colectânea "Novos Talentos FNAC 2019") e “Pebble” já se tinham dado a conhecer.

Os cinco temas que fazem parte do disco foram compostos por Marta Falcão e produzidos por Miguel Laureano (SEASE) e Ricardo Nagy (Vaarwell).

O EP “Middle” reflete sobre o processo de crescimento pessoal, dos obstáculos, pensamentos e emoções inerentes a essa procura, misturado com um instrumental em camadas melódicas imprevisíveis com influências indie-pop, dream-pop e synth-pop incorporado com a voz clara e de amplo alcance de Marta Falcão. 

Junno é o projeto de Marta Falcão. A música lisboeta começou a compor, a criar arranjos e letras em 2013, mas apenas em 2018 decidiu partilhar algumas das músicas com o público. A conquista de um prémio da Fundação GDA impulsionou a edição do seu primeiro EP.

O canto sempre foi a paixão de Marta Falcão. Desde a sua infância até à sua idade adulta, esteve integrada em coros, aulas de piano e canto, inclusivamente na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas (Hot Clube de Portugal).

Com um vasto currículo de atuações ao vivo com o seu repertório jazz, participou também em diversos concertos de músicos como Golden Slumbers, Lotus Fever e Monday. 
 

THE SLEEPWALKERS ESTREIAM-SE COM "SUMMER REGRETS"

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Summer Regrets” é o single de apresentação dos The Sleepwalkers, o primeiro de 3 singles com que a banda vai dar a conhecer-se antes de editar o primeiro álbum, no próximo ano. "Summer Regrets" fala de algo que aconteceu durante o Verão e de que nos arrependemos, mas fala também de algo que poderíamos ter feito e não fizemos, ou de um amor de Verão que nunca chegou a ser... A sonoridade de "Summer Regrets" é como uma melancolia de Verão, com um filtro amarelado de Hollywood, e enquadra-se em algo que a banda imagina como sendo um estilo musical ainda inexistente: Sunset Rock. "Summer Regrets" vai ser apresentado ao vivo, dia 7 de Outubro, no Drive In, evento que decorre até dia 10, no Campus da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

O vídeo de "Summer Regrets" retrata uma investigação para tentar encontrar o culpado por um crime que aconteceu no Verão. O inesperado acontece quando uma testemunha aponta o detective encarregue da investigação como o verdadeiro culpado. O crime representa os arrependimentos de Verão do detective que tem dificuldade em confrontá-los e em aceitar que os tem. O detective tenta, então, fugir da responsabilidade e das emoções que esses arrependimentos lhe fazem sentir, tentando arranjar algo ou alguém para ser responsável pelo crime (metaforicamente, os seus arrependimentos). 
 
The Sleepwalkers começaram quando Hugo (vocalista e guitarrista), vindo dos Açores para Lisboa para estudar na área da música, decidiu formar uma banda de originais. A ele juntou-se Inês, de Almada, para ocupar o lugar de baterista, fazendo também coros e teclados no disco. Mais tarde, Chico, do Seixal, um fã confesso de Paul McCartney, e Guilherme, de Alverca, tomaram os seus lugares como baixista e guitarrista, respectivamente. Algumas das principais influências dos The Sleepwalkers que se podem ouvir nas suas músicas provêm de uma mistura da sonoridade dos anos 60’s e do Indie e Pop Rock contemporâneos. Desde 2018 que pisam palcos em Portugal Continental, Açores e Espanha, sempre com boa disposição e muita energia. Ganharam quatro concursos de Música Moderna em 2019 e um, já, em 2020. Pelo meio, ainda fizeram a primeira parte dos The Gift nas festas do Concelho de Belmonte. 

MÃO MORTA NA CASA DA MÚSICA AMANHÂ

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nas palavras de Adolfo Luxúria Canibal, “No Fim Era o Frio” apresenta-se como “uma narrativa distópica onde conceitos como o aquecimento global ou a subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para questionar e decompor diferentes paradigmas do quotidiano”.

Devido à sua omnipresença, tais paradigmas tornam-se familiares. “Mas essa é uma percepção demencial”, alerta o porta-voz do grupo, que no novo álbum procura dar “novas vidas e leituras ao frio cosmológico e à solidão humana”

A ESTREIA DE CURT DAVIS



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Stress é o primeiro tema de Curt Davis composto pelo próprio e produzido por Ricardo Ferreira. 

Um tema de R&B contemporâneo que versa sobre a vulnerabilidade, influenciado por experiências pessoais e relações fracassadas que definem a sonoridade do tema. 

Primando pelo timbre inconfundível e flow cativante, Curt Davis inicia hoje uma jornada que promete ser de sucesso ao trazer o melhor do R&B e soul, numa altura em que as sonoridades urbanas se destacam cada vez mais no mercado musical nacional.

Curt Davis, músico e compositor, vem de uma família com tradição musical de raízes cabo-verdianas e tem como principal influência o universo do R&B/Soul e Hip-Hop.

Nascido em Lisboa, aos 5 anos mudou-se com a família para Albufeira onde passou a infância e adolescência. 

O seu interesse pela música surgiu aos 12 anos quando começou a escrever as suas primeiras rimas e ingressou no conservatório de música de Albufeira tocando piano como instrumento durante 5 anos. 

Com uma breve passagem pela Alemanha para conclusão dos estudos universitários, Curt Davis regressa a Lisboa para explorar a vertente artística, apresentando-se no panorama musical nacional com o seu single de estreia Stress. 
 

TRÊS A SOLO NA POVOA DO VARZIM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Três a Solo é um festival de músicos a solo que acontece anualmente no Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim.

A 5ª edição apresenta S. Pedro, Clara Buser e Dada Garbeck, no dia 16 de Outubro, e Noiserv, MOMO e Pedro Viana, no dia 17 de Outubro, num festival por onde já passaram nomes como Tó Trips, Lula Pena, Peixe, emmy Curl, Luca Argel e Norberto Lobo.

Apostando num conceito que favorece a cumplicidade entre os músicos e os espectadores, todos os anos é desenhada uma cenografia pela Isabel Batista, para que seja reconstruído o ambiente intimista e acolhedor de uma casa. Concertos de 30-45 minutos em que os artistas e a plateia comunicam constantemente, num ambiente de proximidade e tão familiar quanto possível.

O Três a Solo é feito por pessoas da cidade que têm como objectivo dinamizar e contribuir para a diversidade da oferta artística e cultural na região.

A estreia do Três A Solo foi em 2016, com uma noite só, com a participação de Peixe, Homem em Catarse e Turquoise (actualmente, André Júlio Turquesa). Até 2018, manteve-se um festival de um só dia e três músicos por noite.

Em 2019, a relação de 3 músicos por noite manteve-se mas o festival ganhou mais um dia. Perfazendo, dessa forma, 6 músicos por edição.

E é nestes moldes que chegámos à 5º edição, a de 2020, marcada para os dias 16 e 17 de Outubro.

Bilhetes:

€10 | S. Pedro, Dada Garbeck, Clara Buser – 16 Out.
€10 | Noiserv, MOMO, Pedro Viana – 17 Out.
€15 | Passe 2 dias – 16 e 17 out.

Abertura de portas: 21h00
Início de espetáculo: 21h30

Locais de venda de bilhetes:
Cine-Teatro Garrett
Lojas Fnac
BOL.pt

ARTISTAS

Clara Buser

Clara Buser é uma artista portuguesa. Tem desenvolvido o seu trabalho como pintora, cantora de Jazz e, agora, como artista musical a solo. A voz é o seu instrumento primordial com ramificações no piano, passando ainda pela guitarra e pela electrónica. Neste concerto dá-se a conhecer através de originais que constituirão o seu próximo álbum, a editar em 2021, e através de arranjos de outras músicas que moldam a sua identidade musical.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=-2DDMuxHZ9k

Dada Garbeck

Dada Garbeck é o projeto de Rui Souza que, até à data, já desenvolveu inúmeros trabalhos artísticos um pouco por todo o mundo. Em 2019 foi anunciado pela Antena 3 como “o concerto mais surpreendente” do ZigurFest e pelo jornal Público como um artista a ter em conta nos próximos anos. Ainda na Jazz.pt sobre o novo álbum pelo crítico Rui Eduardo Paes “Ou seja, o jazz indeferido que há por estes temas vai mais longe, para diante e para trás, do que a maior parte do jazz vocal que vai sendo criado nos nossos dias, fechado sobre si mesmo, dogmático e surdo para o mundo – importante é afirmá-lo”. Na crítica internacional é destacado pela Mindies (Madrid), como “uno de los músicos experimentales portugueses más interesantes de la actualidad” conseguindo assim entrar na tabela dos melhores álbuns do ano.

Dada Garbeck apresenta o seu mais recente trabalho The Ever Coming - Vox Humana editado em 2020 pela Discos de Platão, naquilo que se pode chamar um álbum dedicado à voz humana. A voz e os sintetizadores ou a voz como sintetizador são a chave deste concerto. E talvez seja isto que torne este álbum tão belo – a comunhão ancestral da perenidade da voz, da nossa voz, sacrílega. Uma ode de redenção. Uma voz onde cabe todo o linguajar do mundo. 


Vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=WKZDJgF6kTY&t=515s
https://www.youtube.com/watch?v=pPkrFbA1LAo


S. Pedro


Pedro Pode já foi MC de hip-hop e até baterista de uma banda de metal, mas trocou o rap pelo canto e a bateria pela guitarra, e começou a compor canções. Ganhou notoriedade enquanto líder dos doismileoito, e agora reinventa-se como S. Pedro.

A resposta às muitas ideias soltas que se acumulavam no computador e no telemóvel e que tinham de ser concretizadas. Um conjunto de canções que foi escrevendo, guardando, deixando crescer. Estavam presas como pássaros numa gaiola ou balões numa rede. E precisavam de voar.

Construiu um estúdio analógico, uma oficina de artesão. E foi gravando com tempo, em fita magnética, aperfeiçoando arranjos, acrescentando instrumentos, e convidando amigos para colaborarem.

Assim nasceu o disco O Fim, editado em 2017, um trabalho pessoal e transmissível, feito de canções simples, histórias quotidianas e letras que nos fazem sorrir e pensar. Canções nas quais nos reconhecemos, com versos que ficam a ressoar, alguns na ponta da língua. Métrica redonda, recorte clássico e pop diletante onde se busca o essencial, até porque «é o bis, encore que torna feia a canção».

Em 2018 regressou com um novo single, "Apanhar Sol". Pop alegre, elegante e sofisticada, uma letra crítica e atenta à espuma dos dias. De um dia para o outro, o país inteiro acordou a cantar «Estás preso a um cabo USB / Tens dedos só para comunicar / Conversas só a escrever / Viajas sem sair do lugar». O contacto e os olhos nos olhos ao invés da mediação digital e do ecrã como espelho fosco da alma, no fundo, o conhecimento adquirido pela prática, pela tentativa e erro, é uma das temáticas caras a S.Pedro.

O regresso faz-se com a edição do novo disco em Setembro de 2019, com selo NorteSul/Valentim de Carvalho. Neste trabalho, canta-nos pequenas histórias, invariavelmente atravessadas por uma ponta de ironia e humor, mas sempre com princípio, meio e fim. Mas teremos tempo para saborear as novas canções de S. Pedro.

"Passarinhos" é o single de apresentação. Um ternurento e poético relato do quotidiano e das surpresas que a vida nos revela. «Sem tempo para pensar / Em tudo o que está para vir / Se ao teu lado é o melhor lugar / Então hoje eu só fico aqui / Podia ser sempre assim».

https://www.facebook.com/S.PEDRObanda/
https://www.instagram.com/spedro_banda/
https://open.spotify.com/artist/5k3R2vdBtoL88QHXGqZN56?si=SOkkrQ5qRN65HlEdWl1wSA https://www.youtube.com/channel/UCEbtT1Epo88t4v2saquSwAw https://www.youtube.com/watch?v=TIr7VRpNey4&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=TIr7VRpNey4&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=s5bxdBme7sU&feature=youtu.be

Pedro Viana

A paixão pela tradição instrumental ibérica levou Pedro Viana a criar um reportório original para violão, viola braguesa e sanfona. Essa é a base do seu novo álbum a solo que cruza sonoridades antigas com múltiplas influências contemporâneas, pretendendo transmitir a sensação de uma música intemporal.

Pedro Viana iniciou a carreira em 2001 no grupo Mandrágora com o qual viria a gravar 2 álbuns de música folk, um deles, vencedor do Prémio Carlos Paredes em 2006. Seguiu-se a criação de um duo de música mediterrânica com o nome aCordaPele.

http://www.facebook.com/pedrovianainstrumentalmusic/
https://www.youtube.com/watch?v=zXm7hoYR1a4


MOMO.

O cantor e compositor MOMO, alcunha musical de Marcelo Frota, tem no seu grupo de seguidores nomes como Patti Smith e David Byrne, que chegaram a partilhar a sua música em playlists e murais de facebook. Camané é um dos mais recentes fãs confessos deste brasileiro que escolheu Portugal para viver: “Para além de amigo do Marcelo, fiquei fã da música do Momo. Passei a ouvir os seus discos em casa e a assistir aos seus concertos. É um excelente letrista, com sensibilidade para retratar o quotidiano, em especial, o de Alfama, onde viveu nos últimos anos. É esse bairro – pelo qual o MOMO é mais apaixonado do que a maioria dos portugueses – que dá nome à canção que me convidou para cantar com ele”, conta o fadista.

Voá foi editado pela Universal em 2017. “Pensando Nele”, em parceria com o escritor e poeta Thiago Camelo, acabou por ser escolhido como primeiro single de um disco produzido por Marcelo Camelo. O quinto trabalho de originais inclui ainda colaborações com Rita Redshoes no tema “Mimo” e do compositor brasileiro Wado em “Nanã”.

MOMO lançou A Estética do Rabisco (2006), Buscador (2008), Serenade of a Sailor (2011) e Cadafalso (2013). Os quatro mereceram o aplauso da imprensa internacional e o reconhecimento de publicações de referência do Brasil. A Estética do Rabisco, com influências da psicodelia nordestina dos anos 1970, figurou entre os melhores discos do ano no jornal Chicago Reader. Cadafalso recebeu elogios da cantora Patti Smith. O Globo escolheu Serenade of a Sailor para ombrear com discos de Chico Buarque e Criolo nas escolhas para melhores trabalhos de 2011. O canal de televisão Multishow também distinguiu MOMO com um prémio revelação no mesmo ano e Voá foi citado pelo consagrado músico David Byrne.

O artista integra a colectânea A Tribute to Caetano Veloso com a música “Alguém Cantando”, ao lado de nomes como Rodrigo Amarante, Beck, Ana Moura e Marcelo Camelo, entre outros. Juntamente com Wado e Cícero, MOMO gravou em Lisboa em 2013 o trabalho O Clube que celebrou o encontro dos três brasileiros com os artistas portugueses Fred Ferreira (Banda do Mar, Orelha Negra), Diego Armés (Feromona, Chibazqui), Bernardo Barata (Diabo na Cruz) e Alexandre Bernardo (Laia).

O novo disco chegou em Outubro de 2019. I Was Told To Be Quiet foi gravado e produzido na Califórnia por Tom Biller (Sean Lennon, Warpaint, Liars, Silversun Pickups e Kate Nash).

O disco reúne a herança calorosa e afectiva das sonoridades tupiniquins, como bossa nova e samba, com a estética arrojada do indie contemporâneo. O resultado é um repertório que prima pela originalidade e recebe a voz e a interpretação de um artista sempre celebrado pela crítica. Trata-se de uma obra que pretende ser uma resposta sensível ao mundo atribulado que vivemos.

No disco, Marcelo Frota exibe diversas nuances de sua musicalidade ao longo das dez faixas. Entre composições em português, inglês e francês, contactamos com o seu lado mais sonhador (em “Higher Ground”), com um MOMO. confessional (“For I Am Just a Reckless Child”) e outro que aponta a um horizonte mais ensolarado (“Diz a Verdade”). Estas foram exactamente as canções desvendadas nos meses que antecederam o seu lançamento a 25 de Outubro de 2019.

Enquanto “Vida” redescobre elementos do psicadelismo brasileiro (de Os Mutantes a Clube da Esquina), “Mon Neant”, “Marigold” e “Lillies for Eyes” revelam-se “baladas agitadas”, cada uma com a sua inquietude presente nos arranjos. “Stupid Lullaby” e “Sereno Canto” são músicas que desenvolvem as suas progressões aos poucos, na medida que o ouvinte se deixa conquistar pela voz e os sentimentos que Frota coloca nas músicas.

Como habitualmente, MOMO. apresenta uma lista primorosa de colaboradores. Entre as parcerias nas composições, encontram-se Wado, Thiago Camelo e Ana Lomelino (Mãeana). Nas gravações, Régis Damasceno (baixo) e Marco Benevento (piano, polli synth, cordas synth) marcam presença, além do americano Tom Biller, que assina a produção do álbum.

A parceria entre Frota e Biller concretizou-se em I Was Told to Be Quiet após quase uma década de planos para os dois trabalharem em conjunto. A viverem juntos durante um mês em Los Angeles, os dois somaram a experiência de produção do norte-americano (que já trabalhou com Fiona Apple, Sean Lennon, Elliot Smith, Kanye West e Warpaint, entre outros) e a maturidade que MOMO. desenvolveu ao trabalhar as suas próprias composições e arranjos ao longo dos cinco álbuns anteriores - vivência essa que permite que o artista entenda que é hora de cantar, mesmo se disserem que ele precisa ficar calado, como sugere o título da obra.

I Was Told to Be Quiet foi lançado no Brasil pela editora LAB344, nos Estados Unidos pela Yellow Racket Records e em Itália através da Deusamora Records.

Links:
https://momomusic.net/

www.facebook.com/momooficial

www.momomusica.bandcamp.com

Vídeos:
Diz a Verdade
Higher Ground
Nanã

Pensando Nele

Uu

Cadafalso

Sozinho


Noiserv

Noiserv, multi-instrumentista a quem já chamaram "o homem-orquestra" ou "banda de um homem só", conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia One Hundred miles from thoughtlessness (2008), o EP A day in the day of the days (2010) e o galardoado Almost Visible Orchestra que foi distiguido como melhor disco de 2013 pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Em Novembro de 2014, noiserv edita o primeiro registo ao vivo, um DVD com o título Everything should be perfect even if no one's there. Com mais de quatro centenas de concertos por Portugal e fora de portas e uma série colaborações em teatro e cinema, é em 2015 que acontece a internacionalização mais séria para noiserv com a reedição do álbum Almost Visible Orchestra para todo o mundo através da editora francesa Naive, casa mãe de M83, Yann Tiersen, entre outros artistas.

2016 é o ano do lançamento de 00:00:00:00 que é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. A orquestra de sons que o caracteriza deu lugar a um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.

O ano seguinte revelou-se de novo muito forte na internacionalização do projecto continuando os concertos por França, mas também chegando a novos países entre os quais a destacar, Itália e Lituânia. Já em Portugal, muitos foram os concertos de apresentação do disco 00:00:00:00, e no que toca a colaborações convém destacar o filme de Laurence Ferreira Barbosa Todos os Sonhos do Mundo e várias bandas sonoras para teatro.

2018 começou com a composição da música original para os separadores da RTP1 e terminou

com Labirinto da Saudade, distinguido como melhor documentário do ano nos Prémios Sophia de 2019. O novo disco de noiserv será editado em Setembro de 2020 e é inteiramente composto por temas em português.

DISCOGRAFIA:

2005 – 56010-92 (EP)
2008 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP)
2010 – A day in the day of the days (EP)
2011 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP) + A day in the day of the days (EP) [double edition] 

2013 – Almost Visible Orchestra (LP) 2014 – Everything should be perfect even if no one's there (DVD)
2015 – Re-edição internacional de Almost Visible Orchestra (LP)
2016 – 00:00:00:00 (LP)
2020 – Uma Palavra Começada Por N

LINKS:

www.noiserv.net
www.facebook.com/noiserv
www.noiserv.bandcamp.com

NOVO SINGLE DE CARLUZ BELO

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Menino da Praia, é o novo single do cantor/compositor português Carluz Belo. O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e, o vídeo pode ser visto no YouTube.

Nas palavras do músico Carluz Belo, este tema "foca-se essencialmente no afeto que emana dos laços familiares. E é também uma forma de prestar homenagem aos serões musicais em família, conduzidos pelo meu saudoso avô Mário Belo, guitarrista de Fado".

No que diz respeito ao vídeo, podemos ver que o mesmo foi gravado no exterior (após o confinamento obrigatório) e... com um aspeto muito particular como nos explica o cantor "o videoclipe conta com o meu irmão Joel nas teclas, a minha irmã Raquel na guitarra e nos coros, e ainda com o meu sobrinho e afilhado Duarte - um menino explorador à procura dum misterioso tesouro".

Menino da Praia é o single que antecede o álbum de estreia de Carluz Belo (chamado MENINO DA PRAIA) que estará disponível até final de 2020.

FILIPE KARLSSON APRESENTA NOVO SINGLE

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Filipe Karlsson regressa com o novo teledisco "Razão", apenas 4 meses após o lançamento do seu EP pioneiro "Teorias do Bem Estar". É este o primeiro single que antecipa o seu próximo EP com data de lançamento prevista para Novembro.

A canção evidência uma disco em tons pastel, dá-nos a conhecer uma atualização do groove elétrico dos anos 80 dando origem a uma moderna disco suave. 

Inteiramente ligado à melodia contagiosa está o videoclipe, onde vemos Karlsson a contracenar consigo mesmo, no meio de uma mixórdia de objetos num fundo azul vibrante, que nos hipnotiza e nos deixa agarrados desde o primeiro momento. Conta com a realização de Ricardo Pereira e edição do protagonista Filipe Karlsson. 


SARA VIDAL COM NOVO SINGLE



BAILE DO LADRÃO é o segundo single de apresentação do novo disco "Matriz" de Sara Vidal, com data de lançamento prevista para Novembro deste ano. Com um vasto e reconhecido percurso na música tradicional e folk, galega e portuguesa, Sara Vidal pretende com este novo trabalho a divulgação e a valorização da música tradicional portuguesa, enquanto nossa matriz cultural, actualizando- a para os dias de hoje através dos arranjos e produção musical de Manuel Maio e Rui Ferreira.

Concretamente sobre este novo single BAILE DO LADRÃO, trata-se de um tema tradicional de Porto Santo (Madeira), aqui recriado apenas com duas estrofes a partir da versão do grupo madeirense Xarabanda, que refere que até meados do séc. XX, era possível encontrar referências desta dança na zona norte da ilha da Madeira.

Já em distribuição digital!
https://links.altafonte.com/vp2n1rv

SINGLE DE ESTREIA DE JP COIMBRA



JP Coimbra é-nos mais conhecido por ter sido o mentor de um dos projetos pop com mais sucesso em Portugal, os Mesa assim como ser colaborador habitual dos Três Tristes Tigres. Contudo, nesta sua primeira aventura a solo, todo o universo pop é retirado para acedermos a um novo classicismo aliado à eletrónica. From Afar é o single de avanço.

Nas palavras de JP Coimbra "este single é realmente diferente de tudo aquilo que fiz no passado, no entanto, vai de encontro a algo que eu sempre procurei fazer que é utilizar várias sonoridades em cada canção e, essa ideia pude levar mais longe com o Vibra".

From Afar (assim como o restante álbum Vibra), pode ser catalogado como Modern Classic. Categoria que JP Coimbra não rejeita por inteiro mas "acho que toda a música é difícil de catalogar. É algo completamente abstrato. Mais abstrato que a pintura por exemplo. No caso deste tema, não é uma canção mas tem uma narrativa, não tem uma voz mas tem instrumentos que transportam as melodias... E depois, existem elementos que vou buscar à música clássica, à eletrónica e que tento conjugar num bolo sonoro que seja coerente."

Quanto à inspiração para o From Afar? O compositor JP Coimbra diz-nos que "surgiu da própria introdução do tema que foi feita com o silenciador que os pianos verticais trazem. Esse silenciador tem um feltro que abafa o som para podermos tocar em casa sem incomodar os vizinhos. Mas eu gosto muito desse som. Escolhi este single como primeira amostra do disco porque é representativo da minha ideia de agregar vários géneros musicais num só tema. Foi a partir dele que percebi que tinha encontrado uma linguagem e, que essa linguagem me iria permitir construir todo um disco."

From Afar já está disponível em todas as plataformas digitais.

VATSUN - "VIDA SANTA"

“THE LA SOUND IS BACK – 1979” EDITADO HOJE EM CD E VINIL

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Excelente. É um verdadeiro pot pourri de sons e cores que vão desde Herbie, Steely, Crusaders, Marvin, Chicago, a outros sons dos anos 80 que surgiram dos anos 70. Verdadeiramente interessante". - Professor Keith Lambert, Head of Contemporary Music da Royal Academy Of Music

"O álbum de estreia dos Chameleon Collective toca em todos os pontos certos...é a fusão do jazz rock com o melhor som dos anos 70, feita como ninguém". - DJ Rui Da Silva, detentor do hit mundial 'Touch Me'

Os Chameleon Collective, grupo anglo-português, composto pelos veteranos Jonathan Miller, Jed Allen e Maria Leon, acabam de lançar o álbum “The LA Sound is Back – 1979”, o primeiro disco do trio enquanto disco, que pretende homenagear a música dos anos 70 da Costa Oeste. O álbum será publicado no formato digital e físico (com edição em CD e vinil), com o selo da Sony Music.

O longa-duração “The LA Sound is Back – 1979” nasce da forte ligação entre o músico, produtor e compositor inglês, Jonathan Miller, com Portugal, graças a trabalhos que realizou no passado com artistas como Repórter Estrábico, Vítor Rua – “Telectu”, Madredeus, Resistência, Delfins – “Ser Maior” e Rui Da Silva – “Touch Me”). Anos mais tarde Miller desafia a cantora Maria Leon (Ravel/2 CD a solo Caminhando até ti e Coisas Simples/Ar de Rock) na escrita dos temas e a dar voz às 10 faixas que compõem o disco e convida o seu amigo compositor e teclista Jed Allen (Abbey Road, Air Studios, Led Zeppelin, Steve Winwood, Peter Gabriel, Massive Attack), para fechar o trio que posteriormente se viria a chamar Chameleon Collective.

Este trabalho, editado em Portugal pela Sony Music, combina as diferentes influências do rock e pop português com a melhor produção musical londrina, por músicos que partilharam palco e estúdio com nomes como Van Morrison, Bob Dylan e Steve Hackett, Roger Daltrey, Burt Bacharach e Ray Charles, entre outros. O resultado é uma homenagem impressionante à música da costa oeste dos anos 70, com as influências de Steely Dan, Fleetwood Mac e Sergio Mendes. O álbum foi escrito e gravado ao longo de três anos entre Londres e Lisboa, misturado por Andy Bradfield (Bebel Gilberto, Elbow, Everything But the Girl) e masterizado por David Roman em Nova Iorque.

O produtor Jonathan Miller explica que "este álbum é para mim muito mais do que uma colecção de canções com sonoridades dos anos 70. Este trabalho ilumina uma parceria criativa com os meus extraordinários amigos músicos portugueses. Estes tempos sombrios de Brexit e covid são uma prova de que os laços entre as pessoas de diferentes países não se quebram, desde que a música continue a bater no coração de todos”.

CHARLES BUKOWSKI EM SOM E IMAGENS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poemas de Charles Bukowski
Música
de Guilherme Lucas
Ilustrações
de Pedro Sousa Pereira
Prefácio
de Jonathan Shaw
Livro de capa dura com um CD (edição bilingue português/inglês)

48 páginas
   

CHARLES BUKOWSKI dispensa apresentação!

O cunho inovador do seu legado literário “gonzo” é imenso e indisputado.

Dono de um estilo de carácter extremamente autobiográfico, Bukowski sonhou a vida inteira em ser reconhecido pelo seu trabalho como escritor. De estilo agressivo e inconformado e, na maioria das vezes ébrio, sentava-se na sua máquina de escrever e, com uma subtileza surpreendente, deixava fluir seus pensamentos sem censura alguma.

Bukowski vivia num mundo atormentado e distorcido, totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade da sua época. O escritor nunca fez questão de esconder que os seus trabalhos eram, quase sempre, autobiográficos.

E a sua falta de discrição era tão grande que, durante toda a vida, teve de lidar com a quebra de laços de amizade. Ele citava, sem qualquer preocupação, nomes e, quando muito inspirado, fazia duras críticas às pessoas que o cercavam. Repulsa, nojo, ódio, amor, paixão e melancolia. Esses são alguns dos sentimentos que mais inspiraram Charles Bukowski, que passou a vida nos becos dos Estados Unidos, na composição de toda a sua obra. Cada poesia, cada romance e cada conto do escritor traz um pouco da vida do “Velho Safado”, como ficou conhecido no mundo inteiro.

GUILHERME LUCAS

Nasceu em Portugal em 1964. É músico e frequentador de concertos, com opinião escrita. Guitarrista em bandas rock portuguesas desde os anos 80, como Martinis, Cães Vadios, Dead Singer & GG Ramone. É músico e compositor em Radio Bukwski, projecto lo-fi dedicado à construção de cenários sonoros, com guitarra eléctrica, para a poesia recitada pelo falecido escritos Charles Bukowski.

PEDRO SOUSA PEREIRA 

Nascido em Angola em 1966. É jornalista e ilustrador de poetas mortos. Autor das ilustrações de “Mensagem”, “Ode Marítima”, “Tabacaria”, “Ode Triunfal” e “Lisbon Revisited”, de Fernando Pessoa: “Livro de Cesário Verde”, de Cesário Verde; “Só”, de António Nobre e encontra-se neste momento a desenhar “Guerra e Paz” de Tolstoy e “Desenhos Desanimados” para texto de Pedro Khron.

JONATHAN SHAW

Nasceu em 1953 nos Estados Unidos. Tatuador, fundou nos anos 70 o mais antigo atelier de tatuagens da cidade de Nova Iorque e a revista Internacional Tattoo Art. Escritor – considerado pela revista Rolling Stone “o novo Bukowski. Autor do livro “Narcisa:Our Lady of Ashes” publicou em 2017 a autobiografia “Scab Vendor”. É filho do clarinetista e maestro da banda de Swing, Artie Shaw e da actriz Doris Dowling.

Alinhamento:

1-THE GENIUS OF THE CROWD
2-CONSUMMATION OF GRIEF

3-DONT COME AROUND
4-THE MOCKINGBIRD

5-FREEDO
6-EVIL

7-A RADIO WITH GUTS
8-MAN IN THE SUN

9-CONFESSION
10-THE TRAGEDY OF THE LEAVES

11-FRIENDLY ADVICE TO A LOT OF YOUNG MEN
12-GRAMMAR OF LIFE

13-THE PLEASURES
14-ART

Soundcloud: https://soundcloud.com/radiobukowski
https://tradisom.com/produto/radio-bukowski-livrocd/

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

PROGRAMA DE 24/09/20

1 – The Black Owl – Life in prison
2 – Grand Sun – Filing tired
3 – The Twist Connection – Bring me the storm
4 – Sunflowers – Dreamwever
5 – Gator, The Alligator – Gumba lumba world
6 – The Dirty Coaltrain - Blue jean baby bop
7 - Ermo – Ctrl+c ctrl+v
8 – Pantanal – Plano de fuga

9 – Barbara Tinoco – Barco negro
10 – Animais – Sede e morte
11 – Cristina Branco – A doutora
12 - Madalena Palmeirim – Teus braços de embalar
13 – Silente – Em espera
14 – Rita Onofre – Ao pé de mim
15 – Lena d’Água – Grande festa

VINIL DE MIGUEL ANGELO NO RECORD STORE DAY

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na data da segunda leva de edições do Record Store Day 2020 - 26 de Setembro - Miguel Angelo lança NOVA (pop) em vinil branco (180g) e vai estar à conversa com Isilda Sanches (Antena 3) na FNAC com transmissão directa online no Facebook e Youtube da FNAC Portugal.


A conversa incidirá sobre a música e os videos de NOVA (pop), destacando as colaborações com Filipe Sambado, Chinaskee, Surma e D'Alva, mas também abordará a iniciativa Record Store Day e o futuro próximo da música ao vivo e da vida dos profissionais do espectáculo.
NOVA(pop) regressou à estrada no início de Setembro, em Braga, depois da interrupção da Tour em Março e terá uma nova data a 3 de Outubro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo

JOÃO DA ILHA A PREPARAR EP

 

 

''Outonal Constatação'' é o primeiro tema que antevê o novo EP do cantautor terceirense João da Ilha, que será editado até ao final deste ano 2020.

Estas novas gravações foram totalmente produzidas na ilha Terceira - Açores, terra natal do artista e onde voltou a residir desde o ano passado, após quase 20 anos de vivência em Setúbal – Portugal Continental. Se a açorianidade já integrava o seu reportório, o sentimento insular é, neste trabalho em concreto, uma verdadeira pedra basilar.

“Quatro Estações Num Dia”, um a vivência plenamente experienciada em qualquer das nove ilhas do arquipélago, é o título deste trabalho que surge um ano e meio depois do lançamento do seu terceiro álbum, “Mares da Indecisão”.

Esta nova canção que é apresentada com a chegada do Outono, traz uma expressividade emocional própria da estação, com a colheita, a queda das folhas, a mudança e o apelo ao recolhimento e à reflexão.