O novo single dá também nome à editora criada pela banda, cujo novo disco, sucessor do aclamado “Plástico” (2018), será o primeiro lançamento.
“Vida Vã” não é um single. É muito mais. O tema de avanço do futuro disco da banda, não só abre portas para um novo capítulo, como assinala a estreia do seu selo editorial e celebra o regresso do conjunto de Barcelos ao registo independente. Disponível a partir da meia noite de hoje nas plataformas de streaming, “Vida Vã” vem acompanhado de um lyric video realizado por Irina Pereira, a partir de fotografias de Renato Cruz Santos.
“Vida Vã” foi gravado pelos Glockenwise no Porto, no verão de 2022, tendo a banda contado neste tema com a participação especial de Sérgio Bastos (EVOLS) no piano.
Os Glockenwise irão fazer uma pré-apresentação do seu próximo disco ao vivo em Barcelos, no dia 4 de Novembro, às 22h30, no âmbito do Triciclo. Os bilhetes já se encontram à venda na BOL e nos lugares habituais.
Com um garage rock despretensioso e enérgico, os Glockenwise estreiam-se com o disco Building Waves (2011), explorando as ideias nesta linguagem musical em Leeches (2013) e Heat (2015), todos com o selo independente da Lovers & Lollypops.
O anseio por novos horizontes levou ao abrandamento da urgência punk e, em 2018, os Glockenwise passam por um processo de metamorfose que os leva a assumir a língua portuguesa e na escrita de canções. Investidos em criar canções capazes de descrever o espaço que vai entre os gestos prosaicos do quotidiano e o devir da vida contemporânea, a banda escreve o PLÁSTICO, editado pela Valentim de Carvalho e considerado melhor disco nacional do ano para publicações diversas.
Uma outra colaboração histórica acontece em 2020: os Glockenwise convidaram Rui Reininho a dar nova vida ao seu já clássico "Heat", que agora é cantado em português e ganha o título de "Calor".
“Vida Vã” assinala o primeiro passo do novo capítulo da banda de Barcelos, que agora se assume como quarteto, com Nuno Rodrigues (voz e guitarras), Rafael Ferreira (guitarras), Rui Fiusa (baixo elétrico) e Cláudio Tavares (bateria).
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
O REGRESSO DOS GLOCKENWISE
NOVO SINGLE DE MARTIM SEABRA
Após se ter apresentado ao mundo em 2021 com o disco “The Days Are just Packed”, Martim Seabra prepara agora o lançamento do seu primeiro single em língua portuguesa, “Tudo O Que Disseste”, avanço do novo longa-duração “Movimentos”, a ser editado no início de 2023.
Com raízes na capital portuguesa, mais concretamente em São João do Estoril, Martim Seabra, de vinte e seis anos é um talentoso multi-instrumentista e cantautor, que tem nos últimos anos dado passos importantes naquilo que é provavelmente o seu maior contributo a nível pessoal e profissional: a música. Com todos estes ingredientes, e juntamente com amigos de longa data, reuniram-se as condições necessárias para que Martim começasse a deixar marcas no seio da música portuguesa, dando o seu contributo para vários projetos musicais, com destaque para a guitarra em Zanibar Aliens.
Se fora antes conhecido enquanto Fisherman, um dos seus projetos a solo, acabara por colocar a vida de pescador de lado, para se passar a apresentar sob a simplicidade e honestidade do seu próprio nome. Com esta notícia, chegou também o anúncio de um primeiro álbum, “The Days Are Just Packed”, editado em final de abril de 2021, contando com 3 singles, “Rosalie”, “I’ll Follow The Sun” e “When You’re Mad At Me”, distanciando-se assim da sonoridade “rough” do seu primeiro EP “And The Crowd Goes...Mild”. Neste novo trabalho, Martim estica a corda com canções quase country, apelando a temas sonoros retro e a um dip saudável numa piscina cheia de sintetizadores e baixos modelados.
O resultado é uma excelente base para aquela que é, sem dúvida, uma das vozes mais importantes da nova geração de cantautores nacionais. Agora, depois de algum tempo de brainstorming caseiro (também proporcionado pela pandemia), assume o seu “eu” e apresenta-se em nome próprio e em português, pretendendo ocupar um lugar definitivo na música nacional.
No novo álbum, Movimentos, a ser editado no próximo ano, o artista assina não só a composição de todas as faixas, como também a sua produção e a gravação de todos os instrumentos. A sonoridade do disco marca uma conciliação do artista com a herança do rock ‘n’ roll e blues feitos em Portugal nos anos 70 e 80, depois de uma adolescência passada com ouvidos além-fronteiras em busca das mesmas referências. Como resultado, obtemos um trabalho marcadamente diferente daquilo a que Martim nos habituou nos vários projetos em que tem estado envolvido ao longo dos anos: uma celebração de identidade muito própria, que não deixa de tirar o chapéu a heróis como Palma ou Veloso.
É assim que com "Tudo O Que Disseste" se apresenta na sua língua, com um vídeo arrebatador num estilo descontraído, “quase-country”. Com letra, composição e produção do artista, está disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 28 de outubro.
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
PROGRAMA DE 27/10/22
2 - Nadia Schilling - Morning
LENA D'ÀGUA AO VIVO
Até dezembro há ainda programação para descobrir na região do Douro, Tâmega e Sousa. O Festival Inventa continua com as exposições literárias itinerantes e um concerto de Lena D'água, a 29 outubro, no Marco de Canaveses.
Com continuidade até dezembro, o Festival Inventa assinala a Festa em cena, com um concerto único de Lena D’água, a 29 de outubro, no Emergente – Centro Cultural, no Marco de Canaveses. Dos regressos mais festejados da música nacional, a artista voltou aos discos em 2019 com “Desalmadamente”, que lhe valeu o reconhecimento do público e da crítica, com a conquista de diversos prémios.
Continua ainda a exposição literária itinerante Escrita d’Aqui, de 24 de outubro a 27 de novembro em Paços de Ferreira e Resende e ainda de 28 de novembro a 30 de dezembro a Lousada e Castelo de Paiva.
Todos os eventos previstos na programação do Inventa são gratuitos, sendo que mais informações estão disponíveis no seu site oficial, em: www.festivalinventa.pt
NOVO SINGLE DE NOIATT
“Presença Inócua” fala sobre um caminho sem causar dano ao próximo, seguindo uma trajetória recta e individual, focando-se no interior e não no exterior. Fala sobre a importância do livre-arbítrio e de não ser sugado por forças exteriores. A hipocrisia e o cinismo daqueles que nos rodeiam por vezes podem influenciar-nos a fazer coisas que não estavam destinadas a acontecer.
Ao finalizar o instrumental, notei logo que não poderia ser um tema a sós e que a presença de um convidado iria trazer outra dinâmica ao som, e acima de tudo, outra perspectiva sobre o tema em questão. Convidei o Ferry porque, além de acompanhar o trabalho dele há alguns anos, senti que a sua escrita encaixaria na perfeição no tema. Eu prezo bastante a diferença e a possibilidade de criar algo com ela. Mesmo estando ligado a um rap mais de rua, o Ferry mostrou-se versátil neste tema, e era essa mesma versatilidade que eu procurava.
(NOIATT)
Gravado por Sara Cunha, o vídeo de "Presença Inócua" foi editado por NOIATT e dirigido por ambos. No vídeo existe uma personagem “aprisionada” a tentar libertar-se. A ideia por trás seria que essa pessoa estaria presa às ideias que tinham dela, restringindo os seus movimentos, capacidade de falar e agir, e mantendo-a literalmente presa. No final, a personagem liberta-se, resultando também numa libertação interior. Para chegar a este resultado, NOIATT decidiu dividir o ecrã em dois, não só para dar dinamismo ao vídeo, como também para dar uma ideia de dualidade de personalidade.
Com mais de 10 anos de presença assídua no universo do punk/ hardcore em Portugal, como vocalista e guitarrista, NOIATT (Nuno Cruz) acompanha o hip-hop de perto desde criança. As suas letras constituem histórias autênticas, deambulando por entre quadras dinâmicas e recheadas de acontecimentos narrados na primeira pessoa. Um dos pilares existenciais de NOIATT é a descrição, pura e dura, do que vê e sente, em si e no sistema social que o rodeia. Em paralelo, a sua paixão pelo beatmaking reforça a importância no expressar das emoções de forma genuína e sem filtro.
Sem qualquer medo de criar pontes entre géneros musicais, as produções arrojadas são outro factor que diferencia NOIATT dentro do espectro do hip-hop. Uma sonoridade de fusão, madura e com uma lírica anexada à nova realidade que vivemos.
A partir de 2020 tem tido uma presença assídua em projetos da Sons da Lusofonia, mais precisamente na Oficina Portátil de Artes e no JAZZOPA, que visa a mistura entre o Jazz e o hip-hop, tendo a possibilidade de tocar em salas como as do CCB, Teatro Municipal de Bragança, Titanic Sur Mer, Casa Capitão, e Palácio Pimenta (Museu de Lisboa), por exemplo.
NOVO SINGLE DE NOBLE AMANHÃ
A rebuscar elementos de dream pop aprimorados por sintetizadores etéreos que se fazem ecoar e sonoridades de teor bem-disposto e inspirador, o mais recente tema da autoria do cantautor de Amarante figura-se envolto num contexto apaixonante. Trocam-se as influências melancólicas associadas ao piano e ao enquadramento acústico por uma nova camada de melodias jubilosas e cativantes, com direito a um refrão altamente inflamável que promete viciar os demais ouvintes. Com uma voz atrevida e charmosa como poucas outras o são, NOBLE explora aqui o lado mais quente das suas qualidades musicais.
“Lost In You” recapitula numa temática familiar ao trabalho emotivo a que NOBLE já nos acostumou: o tema recaptura as memórias de momentos idílicos em que um amor se acende e reacende e o pedido de que tais sentimentos se voltem a reviver, esses mesmos que, apesar de efémeros, sempre desejamos que se eternizem. Mais que uma narrativa mágica e sedutora, é uma história sobre as relações afetuosas que queremos congelar no tempo, e sobre a pura felicidade e encanto que só a paixão e o poder da atração conseguem proporcionar.
Disponível em todas as plataformas digitais dia 28 de outubro.
Sobre NOBLE:
Com apenas dois álbuns debaixo do braço, NOBLE – designação artística de Pedro Fidalgo – apresenta-se desde já como um dos artistas mais proeminentes em território nacional, como se tem vindo a comprovar através sucesso monumental de êxitos como “Honey”, faixa que rapidamente se tornou num hit perto das grandes rádios portuguesas e que atuou ainda como genérico da telenovela “Amar Depois de Amar”; ou “Beautiful”, faixa de abertura do mais recente Secrets, uma nova etapa na carreira do artista que ambicionou mostrar a sua gratidão por todos aqueles que, sempre o apoiaram durante a sua jornada até ao topo das tabelas nacionais de vendas. Com “Lost In You”, NOBLE procura debater as mesmas temáticas amorosas à luz de novas frentes sónicas, assentes em ritmos e passadas de um arrojo mais palpável e dançável.
NA ZDB EM NOVEMBRO
QUARTA 9 / 22h
TONE (UK) ⟡ nëss (PT)
A palavra que mais vezes surge ao ouvir "So I Can See You", primeiro álbum de TONE, nome artístico de Basil Anthony Harewood, editado neste ano pela Rhythm Section International, é transformativo. Ligado ao colectivo CURL onde militam Mica Levi e Coby Sey, TONE constrói uma série de melodias familiares com uma voz própria, que informa das origens afro-caribenhas e britânicas. O transformativo vem com a ideia de limbo que deixa a navegar em cada riff de guitarra, a cada beat descontraído ou no meloso cadente da sua voz. Na primeira parte, nëss, singer-songwriter autodidata, performer, mostra sem medos todas as fragilidades, medos, anseios da sua identidade não-binária, queer e negra em canções carregadas de gente e vida.
SEXTA 11 / 22h
Pedro Melo Alves (PT) & Audrey Chen (US) – Ciclo ‘Conundrum’
A fechar esta travessia de cartografia dispersa em seis pontos cardeais, Pedro Melo Alves convida Audrey Chen para um último(?) duo nascido da vontade em sondar o desconhecido. Norte-americana com origens na China e em Taiwan, Chen é uma artista de formação clássica no violoncelo que muito tem alavancado trabalho exploratório, não só nesse instrumento, como também através da voz e do uso pontual de electrónicas analógicas. Duas décadas em curso maioritariamente solitário e de busca incessante por novas formas de expressão pura, recorrendo ao lirismo, extended techniques, à repetição e à hipnose por via do som.
SÁBADO 12 / 22h
Swamp #2 c/ Namasenda (SE) ⟡ Desiludildo (UK) ⟡ Ecstasya (PT)
Escutando o mais recente álbum "Unlimited Ammo" é óbvia a paixão profunda de Namasenda pelo R&B, eurodance, trap, metal ou EDM. Um complexo cadáver-esquisito sonoro em que se maximiza o improvável e se alimenta a surpresa, resultando em composições genuínamente exploratórias. Vocalizações delicadas em fusão com cenários multi-coloridos tingidos por convulsões rítmicas e mutações digitais. Entre explosões estelares e introspecções sci-fi, Desiludildo fará a primeira parte. Ecstasya, a fechar a noite, reúne uma combinação de diferentes elementos de todos os géneros musicais, como o hardcore, o trance ou mesmo o hyperpop.
QUARTA 16 / 22h
Astrid Sonne (DK) ⟡ Maria do Mar (PT)
A compositora Astrid Sonne é um astro em ascensão. Com um passado em redor do estudo clássico, é na ambiguidade benigna da electrónica que Astrid Sonne encontrou um eco maior para as suas composições. É nos terrenos incertos ou na penumbra da luz que Sonne extrai cor e forma. A expressividade emocional e a exploração sensorial do seu trabalho unem-se numa dimensão imensamente pessoal. A delicadeza das cordas acústicas revela-se sob complexos mantos de sintetizadores e melodias enviesadas, em busca de uma certa vibração eterna. Na primeira parte, Maria do Mar, violinista, compositora, professora e activista, apresentará o solo "ÁGUAS TORTAS".
DOMINGO 20 / 19h
Sister Ray (CA) ⟡ Raw Forest (PT)
Com o gospel bluegrass e o country dos anos 90 a tocar na sua juventude, foi a música tradicional Métis tocada em casa que ensinou Sister Ray (Ella Coyes) uma forma de contar histórias enraizada no valor colectivo, na resiliência e na segurança. Ao longo das dez canções de “Communion”, o seu álbum de estreia, Coyes transforma a dor no banal e numa coisa que se pode experienciar como permanente. Ao ouvi-la, não se quer sair de lá. Raw Forest, alter-ego de Margarida Magalhães, é um magnífico cenário escapista, traz a perfeita comunhão entre found sounds cibernéticos e melodias ascendentes rumo a uma terra prometida que é de todos.
QUARTA 23 / 22h
Bola de Cristal c/ Maral (US) ⟡ Fantasia Radical (PT)
Maral, produtora de Los Angeles, é uma viajante pelos tempos, geografias e diásporas dispersas pelo tempo presente. Traça coordenadas inusitadas entre a folk iraniana, memórias dub, reggaeton distorcido ou house enevoada. Em Outubro chega o terceiro disco Ground Groove. Com o selo da inquestionável Leaving Records, é de esperar uma nova instalação etnográfica sem precedentes. No início e fim da noite, Fantasia Radical, duas das mentes que conduzem a Príncipe, aqui em conluio de visão e força motriz para a dança.
QUINTA 24 / 22h
piglet (UK) ⟡ Maripool (PT)
Charlie Loane, produtor e songwriter irlandês actualmente sediado no sul de Londres, começou a dar cartas enquanto membro dos Great Dad, aventuroso projecto de electrónica DIY pós-moderno. Participou na NTS Work In Progress em 2021, programa de mentoria e apoio à criação artística da célebre rádio londrina NTS, colaborou com a banda inglesa de indie rock Porridge Radio e entrou na editora londrina Blue Flowers Music, relação que já resultou no lançamento do single «it isn’t fair» no passado Julho. Na primeira parte, Maripool contará com banda para executar a totalidade da instrumentação das suas canções.
QUARTA 30 / 22h
Super Ballet c/ Puce Mary (DK) ⟡ Emma DJ (FR) ⟡ Falésia (PT)
A ZDB e a Super Bock apresentam mais uma noite Super Ballet. Membro do colectivo Posh Isolation, um dos epicentros da nova música europeia, Puce Mary reúne-se de um campo magnético de ruído e electricidade estática como habitat de uma música, que há falta de outro termo, simplesmente se definiria como transgressora. Emma DJ tem vindo a forjar discretamente uma estética própria após uma década de música electrónica em todos os cantos da indústria. Falésia é o alter-ego criativo a solo de Nuno Afonso, muitas das suas improvisações e composições pautam-se pela aproximação ao minimalismo e ao espectro sonoro de cariz mais exploratório.
CONCERTO DE VIRGEM SUTA ADIADO DEVIDO AO MAU TEMPO
Em virtude das condições meteorológicas adversas previstas para o último concerto do ciclo Sons no Património, com Virgem Suta, em Arouca, previsto para a próxima sexta-feira, 28 de outubro, e integrado no Festival da Castanha, foi adiado, à semelhança das restantes atividades a decorrer ao ar livre, por decisão conjunta da Área Metropolitana do Porto e do Município de Arouca, parceiro da iniciativa.
A nova data será anunciada em breve!
quarta-feira, 26 de outubro de 2022
PROGRAMA DE 26/10/22
1 - Benjamim / B Fachada - Olá, então como vais?
2 - Canto dos Lírios - Bela, doce e descalça
3 - Valter Lobo - Canção para t
4 - Tiroliro & Vladimir - Hoje é o dia
5 - Sebastião Antunes & Quadrilha - Coração digital
6 - Cassete Pirata - Ser diferente
7 - Dead Combo - Um homem atravessa Lisboa na sua querida bicicleta
8 - Palankalama - Chulaná
9 - Manuel de Oliveira - O céu de figueira
10 - Manel Ferreira - Estrela da tarde
11 - Filho da Mãe - A um osso
12 - Miramar - Recolher (c/ Mário Laginha)
13 - First Breath After Coma - Mercado da batata
14 - Storm Factory - Maltemi
15 - JP Coimbra - Invincible summer
O GAJO EM TRIO NO SEIXAL
O GAJO estará no sábado dia 5 de Novembro, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, em concerto com Carlos Barretto no Contrabaixo e José Salgueiro na percussão.
O concerto arranca às 21h30 e os bilhetes já estão á venda na Ticketline.
MAIS INFORMAÇÃO AQUI!
PLUTO EM ÉVORA
O projecto ganhou vida no início de 2021 pelas mãos de Ricardo Sá e Paulo Escaleira.
Oriundos de Viana do castelo, esta banda apresenta um som ao estilo dirtyRock devido a toda a experiência que os músicos adquiriram no seu longo percurso no meio undergrund Português em bandas como mr.miyagi, Larkin, on Equal, fools die, Pedaço Mau, Pledge etc...
Com o seu ep de estreia lançado em Outubro de 2021 e um segundo trabalho prestes a ser editado em Fevereiro do próximo ano pela editora Demon's Owl. Este duo do norte de Portugal promete.
SÉTIMA LEGIÃO REGREESA AOS PALCOS EM DEZEMBRO EM LISBOA
A Sétima Legião vai voltar aos palcos para dois concertos, em Lisboa, em dezembro, que assinalam os 40 anos do início da carreira do grupo e homenageiam o músico Ricardo Camacho, que morreu em 2018.
De acordo com a promotora Uguru, os espetáculos estão marcados para 01 e 02 de dezembro na Culturgest, “40 anos depois do arranque da sua particular história que é, justamente, uma das mais celebradas do pop-rock nacional”.
“Estes espetáculos servem também para homenagear Ricardo Camacho, produtor e teclista do grupo desaparecido em 2018”, lê-se num comunicado enviado à agência Lusa.
Nestes dois concertos, a Sétima Legião “pretende revisitar os seus mais aplaudidos clássicos e dar nova vida a temas como ‘Sete Mares’ ou ‘Por Quem Não Esqueci’, sucessos de grande impacto que ainda hoje têm lugar garantido na programação de muitas rádios”.
Neste regresso aos palcos, a Pedro Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria, percussão), Gabriel Gomes (acordeão), Paulo Marinho (gaita de foles, flautas), Paulo Abelho (percussão, ‘samplers’) e Francisco Menezes (letras, coros), junta-se João Euleutério, “experimentado músico que tem corrido mundo como parte da banda de Rodrigo Leão”, nos teclados.
O grupo foi criado por Rodrigo Leão, Pedro Oliveira e Nuno Cruz em 1982, numa altura em se vivia um momento de expansão do rock português, com nomes como Rui Veloso, UHF, GNR e Xutos & Pontapés.
A sonoridade da Sétima Legião denunciava influências da música pop rock inglesa, em particular o ambiente de Manchester e de bandas como Joy Divison. Os primeiros temas ainda foram escritos em inglês, mas foi com as letras em português, quase todas de Francisco Ribeiro de Menezes, com a introdução de bombos e da gaita de foles, que conquistaram uma marca na música portuguesa.
No total, o grupo editou seis álbuns, de “A um deus desconhecido” (1984) a “Sexto Sentido” (1999), e nunca anunciou oficialmente um fim, com os músicos a tocarem informalmente ao longo dos anos.
Em 2012, assinalaram os 30 anos de existência do grupo com uma série de concertos. Em 2017, já Ricardo Camacho estava doente, voltaram a reunir-se num concerto no Liceu Passos Manuel, em Lisboa, “para matar saudades”, recordou na altura Rodrigo Leão.
Os músicos da Sétima Legião estão ligados a projetos como Madredeus, Gaiteiros de Lisboa e Cindi Kat.
JRS (SS) // TDI
Lusa/Fim
PROGRAMA MELLOW DA RUC CELEBRA 10 ANOS
Amaura é uma das vozes mais promissoras da música Soul e R&B feita em Portugal. Foi, por esse motivo, a escolha natural para a festa do programa, que gira em volta dos mesmos géneros todas as quartas-feiras à noite, na RUC.
Os bilhetes têm o preço de 6€, já estão à venda na BOL
LINHA TGV REGRESSA AO THEATRO GIL VICENTE
A Linha TGV está de volta ao Theatro Gil Vicente com concertos de Gala Drop, Piglet(uk) e Inês Malheiro, Maripool, entre outros.
Na sua terceira edição, a Linha TGV torna-se um festival transdisciplinar, com eventos a decorrer entre a Blackbox do Theatro Gil Vicente e o Centro Comercial Barlos. Para além da música, que continua a ser o foco do festival, esta edição aposta numa programação pontuada por outras expressões artísticas: uma exposição de Inês Tartaruga Água e Xavier Paes - a dupla Dies Lexic, que apresentará também um concerto -; exposição do colectivo de artistas sediado no Porto, Ócio, ambas patentes durante os três dias do evento; no dia 26 os Ócio apresentam uma instalação performática na blackbox do Theatro Gil Vicente.
As noites do fim-de-semana terminarão com Dj sets de Stasera e Tiago.
A Linha TGV é uma iniciativa realizada em parceria com o Município de Barcelos.
Programa completo:
24 de Novembro (Entrada Livre)
21:30 - Inês Tartaruga Água e Xavier Paes // Exposição*
21:30 - Ócio // Exposição*
22:30 - Dies Lexic // Música*
25 de Novembro
21:00 - Inês Malheiro // Música*
22:00 - Gala Drop // Música
23:00 - Stasera // Música*
26 de Novembro
16:30 - Maripool // Música
18:30 - Ócio // Instalação Performática
22:00 - Piglet // Música
23:00 - Tiago // Música*
*Eventos a decorrer no Centro Comercial Barlos.
Bilhete geral: 12€
Dia 24 de Novembro - Entrada Livre
Dia 25 de Novembro - 7€
Dia 26 de Novembro - 7€
Toda a informação em www.linhatgv.com
DURA MATER EDITA EP
(c)Marina Marques
"1996" nasceu da vontade de fazer um trabalho que homenageasse as minhas influências musicais e um pouco da minha história pessoal também. Juntar um pouco de todas as minhas influências, desde as mais antigas - o rock dos anos 90 como Smashing Pumpkins ou Alanis Morissette - a referências mais recentes de Midwest Emo (American Football, The Promise Ring, etc), post-hardcore, ou bandas com um lado mais shoegaze como Nothing ou Turnover. Todas estas influências foram moldando a música de Dura Mater, até surgir o EP "1996", gravado no Ducktape Melodies e produzido por André Isidro (Tekuno) que entendeu todas as ideias que pus na mesa e as materializou na perfeição. O André foi uma parte essencial para passar as minhas ideias ou canções inacabadas para o produto final que era exatamente o que tinha em mente desde o início.
(Ana de Barros)
"1996" sai sob a alçada da ANXT, uma casa criativa cujo lema é fazer da arte um lugar melhor.
Sobre Dura Mater
Dura Mater é o projecto a solo de Ana de Barros que conta sempre com a ajuda de músicos ou produtores que se encaixam na direcção musical de cada trabalho. O primeiro EP, homónimo, foi gravado em 2016, na HAUS, com a ajuda de Makoto, Fábio Jevelim e Miguel Abelaira. Enquanto "Dura Mater" tinha uma sonoridade mais indie rock psicadélico, o novo "1996" vira um pouco a direcção e envereda por caminhos mais emo e 90’s rock. Gravado na Ducktape Melodies e produzido por André Isidro, são estas músicas que mais refletem Dura Mater enquanto um todo.
terça-feira, 25 de outubro de 2022
PROGRAMA DE 25/10/22
1 - Luís Trigacheiro - Meu nome é saudade
2 - Daniel Pereira Cristo - No país de Alice
3 - Seres - Santa terra do Dão
4 - Rogério Charraz - A romaria
5 - Dulce Pontes - Laranjinha
7 - Cristina Clara - Vira do Mondego
8 - Dead Combo - Electrica cadente
9 - Palankalama - Chulaná
10 - The Black Archer - Blood memories
11 - U.M.M. - Máquinas de guerra
12 - Metadivice - Deflagração
13 - Conferência Inferno - Sol
14 - The Dreams Never End - Tu chegas ao fim
15 - Her G meets Fuel 2 Fight - Lisboa Só (c/ JH Almeida e Mário Resende)
16 - La Chanson Noire - Cruz credo
17 - Tiago Velez - Silêncio
PSICOTRONICS EM COIMBRA
Os Psicotronics regressam à Tabacaria com melodias que cruzam a eletrónica e o rock n’ roll. Um trio carismático que conta com a excentricidade dançante de Marquis Cha Cha, com Victor Torpedo na guitarra elétrica e Pedro “Calhau” Antunes no baixo. Talvez seja por isso que alguns contornos rock acabem por vir à tona, tal como reparava Nuno Ávila (Santos da Casa, Rádio Universidade de Coimbra) em meados de 2015, num concerto da banda no Salão Brazil, acrescentando que “a atitude é provocar. E resulta, que o povo adere. Três pesos pesados da cena musical em Coimbra a encher o palco da tabacaria.
Música na Tabacaria | Psicotronics | 28 out | 23h | entrada: 6 euros | Informações e reservas: 239 714 013, Telm: 912 511 302, info@oteatrao.com
ATR A BATER UMAS BOLAS
AMANHÃ (quarta-feira | 26 de Outubro) a partir das 19h a ATR regressa ao Disgraça para apresentar a estreia em Lisboa de 3 projectos oriundos de França: Octopoulpe, one-man-noise-band de math-rock-hardcore-punk; OD Bongo, dupla de tecno-dub-industrial-noise e Untel, solo de noise geométrico e preciso! (+ info em baixo e aqui)
E “卌“, o novo EP dos dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) que foi lançado no início da Piknik Tour, está disponível a partir desta semana em vinil transparente de 12” (por encomenda através do bandcamp dos próprios e do e-mail: terapiadoruido@gmail.com ou brevemente num concerto perto de si) numa parceria entre a ATR e as editoras Bar Marfil Records, Experimentáculo Records, Gaffer Records, Lepers Produtcions, Neonparalleli, Red Wig, TECNOFOSSIL e Wallace Records (e entretanto continua disponível digitalmente através da netlabel Enough Records)!
E entretanto também continua disponível "Amanhã", o novo single e vídeo do terapeuta do ruído (e membro dos dSCi) Zé Trigueiros, terceiro de uma série de singles na qual explora uma faceta mais melódica e intimista!
26 de Outubro | quarta-feira | a partir das 19h
Octopoulpe (fr)
OD Bongo (fr)
Untel (fr)
Disgraça
Rua da Penha de França, 217 - Lisboa
entrada: contribuições livres - mínimo 3 DIYs | jantar vegano
Octopoulpe é a one-man-band de JP Lejal, músico francês que depois de ter vivido muitos anos na Coreia do Sul está actualmente radicado no México. Nascido num viveiro de peixes em Seoul em 2014, Octopoulpe é uma criatura semi-nua que toca música tentacular, de math-rock a hardcore-punk. Graças aos seus muitos tentáculos consegue tocar bateria e simultaneamente controlar outros instrumentos, luzes e projecções de vídeo, o que lhe permite interagir não só com o seu eu digital, mas também com muitos outros convidados virtuais.
OD Bongo é o resultado do encontro entre os beats sólidos de Somaticae e os grooves ruidosos de C-C, noisemaker que a ATR teve o prazer de receber em 2016. O duo de músicos sediados em Ambert e Saint-Étienne (França) serve-se de diversas drum machines para construir paisagens sonoras de ritmos contínuos onde se fundem géneros como o tecno, o dub, o industrial e o noise, mergulhando o público numa bolha selvagem de bass music.
A música que Untel gera é estranha, um limiar para alguns mundos afundados, poder-se-ia dizer, ou então a celebração do casamento de uma divindade desconhecida. Meio-ambiental meio-sangrento, noise com geometria precisa.
dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS - 卌
“卌“ foi gravado e misturado no estúdio HAUS em Lisboa por Pedro Ferreira, masterizado no estúdio Hukot em Barcelona por Milo Gomberoff e conta com artwork da autoria de Ivan Heidel e com as participações vocais de G.W. Sok, o ex-vocalista dos The Ex e de muitas outras bandas e projetos) e de Denis Siggi Alekseev, o condutor da mítica carrinha Gazelle of Death, com quem os dSCi atravessaram a Rússia na Balalouka Tour em 2019.
DA WEASEL DE NOVO EM PALCO
Os Da Weasel comunicaram hoje em Conferência de Imprensa que irão regressar a palco no próximo dia 14 de Julho de 2023 no festival Meo Marés Vivas para um concerto único!
Recorde-se que esta é a segunda vez que o grupo regressa a palco, após o seu término em 2010, a sua passagem no passeio marítimo de Algés em julho deste ano resultou numa reunião de grande sucesso e muito emocional com os fãs. agora será a vez do publico a norte também ter a possibilidade de assistir e matar saudades da doninha com mais um grande espetáculo da banda de Almada.
A satisfação dos Da Weasel é enorme por poder proporcionar este espetáculo aos seus antigos fãs a norte e a quem queira estar presente.
Respect!
Doninha na área!
















