quinta-feira, 17 de setembro de 2026

NOVO SINGLE DE BISPO

 



















Bispo ft. AD
Mais Vida

O novo single do rapper de Algueirão-Mem Martins, que conta com a participação do artista guineense AD, marca o primeiro lançamento em nome próprio desde a estreia do seu último álbum a solo.

"Mais Vida" argumenta a favor das escolhas certeiras em prol de uma vida norteada pelo que realmente importa. E, em boa verdade, essa tem sido a tónica superlativa na consolidada discografia de Bispo.

 

 

ANA LUA CAIANO LANÇA NOVO SINGLE “UM MAIS UM”





















Ana Lua Caiano caminha de passo cada vez mais acelerado para o seu próximo longa-duração. Depois de "Uma Vida A Menos" chega-nos "Um Mais Um", canção que reflete sobre a morte através de uma sonoridade carregada de energia, uma dicotomia que se transforma em catarse.

A canção “Um Mais Um” é densa na sua abordagem temática, explora o tema da inevitabilidade da morte — a ideia de que “o pé que anda no chão cava cova”. Mas é também um tema rítmico e energético, profundamente enraizado em sons tradicionais portugueses e em sons eletrónicos. A ideia da canção é de uma certa forma, através do ritmo e da música, exorcizar as partes mais sombrias da vida.

O videoclip que estreia em conjunto com o single, serve para dar imagem e retratar a letra de Ana Lua Caiano. Uma representação muito marcante das fortes (quase sinistras) palavras que vamos ouvindo ao longo da canção: um círculo desenhado em areia que se vai entrincheirando; um dominó humano que não pára de cair até chegar à nossa própria queda. No meio, um interlúdio "Ai, oh meu senhor / Se nos salvasses, meu senhor?" respondido com a inviabilidade do fim.

O video procura assim refletir sobre essa dimensão inevitável de todas as vidas: “Ai, da vida a morte, a morte é noiva. E todos que estão em pé têm véu branco.”

Devagar Que A Vida É Curta chega em novembro de 2026, numa edição internacional Glitterbeat Records, um disco que promete ser de letras mais afiadas e de protesto a um mundo cada vez mais inquietante. Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano prepara um álbum de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

Devagar Que A Vida É Curta subirá a palco nas duas grandes cidades portuguesas no início do próximo ano. Estes espetáculos que passam no Lux Frágil (21/01) e na Casa da Música (28/01) fazem parte de uma digressão maior a arrancar a partir de novembro de 2026 e que promete muitas mais datas tanto em Portugal como em vários países Europeus, tudo a anunciar em breve.

Estes dois concertos contarão com novo alinhamento e uma nova mise en scene que contará com renovadas abordagens cénicas, de luz e de arranjos. Entre drum machines, gravações de campo e sons do quotidiano, o novo concerto torna-se um espaço de tensão e descoberta, onde a música se abre a temas sociais urgentes e a uma abordagem simultaneamente progressiva e transgressora. A nova música de Ana Lua Caiano é simultaneamente ancestral e futurista, íntima e política, inquietante e viva.

Os bilhetes dos concertos de apresentação de Ana Lua Caiano já estão disponíveis aqui.

Capa de Devagar Que A Vida É Curta, segundo álbum de Ana Lua Caiano e que tem data de lançamento a 6 de novembro de 2026, uma edição Glitterbeat Records. A capa surge de uma fotografia tirada por Joana Caiano.

A partir dessa data o disco estará disponível na sua versão digital em todas as plataformas, como também nas versões físicas em CD e Vinil nas lojas habituais.

MANILA ANTECIPAM "SAUNA"

Os MANILA revelam “Rosa”, uma das suas canções mais despidas e emotivas até à data.

Construída apenas sobre o diálogo entre o piano Rhodes de Gerard Torres e a voz de Carmo Braga da Costa, a faixa foi gravada num único take, preservando toda a sua fragilidade e espontaneidade.

Envolta numa atmosfera de mistério e melancolia, “Rosa” aborda a história de uma mulher que escolhe a própria companhia, explorando a solidão feminina a partir de um olhar de curiosidade e admiração. A canção reforça a identidade da banda, que tem vindo a afirmar-se no universo do alt-pop português através de uma escrita direta e emocional, onde convivem influências de soul, jazz e R&B.

Gravado em live take nos lendários Namouche Studios, palco de gravações de nomes como Buraka Som Sistema, Xutos & Pontapés e Orelha Negra, com letra de Carmo Braga da Costa, produção a cargo de João Sampayo, e a masterização feita por Miguel Sá Pessoa.

MANILA é uma banda portuguesa de alt-pop que cruza soul, jazz e R&B com uma escrita emotiva e contemporânea. Formada por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria) a banda destaca-se pelo equilíbrio entre a introspeção das letras e a energia das suas canções. Depois do EP Domingo à Tarde e dos singles Formigas, e Tou Mal, os MANILA, a banda dá continuidade ao processo de afirmação do seu primeiro álbum de longa duração, SAUNA.


“Rosa” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, com videoclipe de Rodrigo Pedras:

FALA POVO FALA EDITAM DISCO DE ESTREIA





















Os Fala Povo Fala editam hoje, 17 de setembro, “Punks Populares”, o disco de estreia do projeto formado por Senhor Vulcão, Jacaréu e A Culpa do Joni. Depois da edição do single “O Povo Já Não Tem” e de uma passagem pela Festa do Avante! no início do mês, o coletivo apresenta agora o primeiro longa-duração, acompanhado pelo novo single “Travessa”. O álbum será apresentado ao vivo esta noite na Casa Capitão, em Lisboa.

“Punks Populares” nasce do encontro entre tradição e contemporaneidade que tem orientado os Fala Povo Fala desde a sua formação. O próprio título recupera uma expressão utilizada para caracterizar o grupo e que os músicos reconhecem como representativa daquilo que fazem: música profundamente ligada às raízes portuguesas, mas atravessada por uma atitude crua, direta e, por vezes, punk.

Essa relação manifesta-se antes de mais na instrumentação. Cerca de 90% das bases do álbum foram gravadas apenas com instrumentos acústicos, recorrendo a cordofones e bombo para construir uma fundação sonora próxima da tradição. É sobretudo na forma de tocar, na interpretação e na ausência de grandes artifícios que surge o outro lado dessa identidade, aproximando a fisicalidade das canções de uma postura associada ao punk.

Mas “Punks Populares” não se esgota nesse contraste. Ao longo do disco encontram-se também ironia, amor e partilha, numa escrita que procura inspiração no povo, no campo e numa tradição observada a partir do presente. Os Fala Povo Fala trabalham precisamente a distância entre esses dois tempos: o mundo herdado das gerações anteriores e a aceleração que transformou radicalmente a experiência quotidiana das gerações seguintes.

É nessa clivagem entre os avós e o presente que o projeto encontra parte da sua matéria criativa. Em vez de reproduzir a tradição enquanto objeto estático, “Punks Populares” coloca-a em confronto com a contemporaneidade, procurando perceber aquilo que permanece, aquilo que desapareceu e aquilo que adquiriu novas formas.

A palavra ocupa, nesse processo, uma posição central. Os Fala Povo Fala nasceram do encontro de três cantautores portugueses - Senhor Vulcão, Jacaréu e A Culpa do Joni - e assumem-se enquanto espaço de expressão onde música, poesia cantada e palavra falada coexistem. O dossier de apresentação do projeto descreve-o como uma “manifestação da palavra em modo livre”, dimensão que se prolonga diretamente para os concertos. 

“Travessa”, novo single que acompanha hoje o lançamento do álbum, integra este universo e sucede a “O Povo Já Não Tem”, tema anteriormente apresentado pelo coletivo. As duas canções ajudam a revelar diferentes dimensões de um disco construído a partir da relação entre identidade popular, transformação social e experiência contemporânea. Sobre o videoclipe que acompanha o tema, o coletivo sublinha ainda: “Num mundo cada vez mais polarizado, torna-se mais difícil promover a união e a paz. A mesa reserva-se apenas aos que negociam e discutem quais os próximos alvos a eliminar. Este vídeo e esta música, são sobre isso: de como as nossas vidas são servidas de bandeja, àqueles que tudo podem e tudo querem; por outro lado, é também um apelo ao convívio, à união, ao fortalecimento dos laços que constroem comunidades e fortificam a soberania e a emancipação dos povos, pelo mundo fora”.

A edição de “Punks Populares” acontece depois de os Fala Povo Fala terem passado, no passado dia 5 de setembro, pela Festa do Avante!, antecedendo a apresentação oficial marcada para hoje na Casa Capitão, em Lisboa.

Em palco, o projeto prolonga a dimensão comunitária presente nas canções. Os próprios músicos referem-se aos concertos como “celebrações”, integrando poesia e participação do público através do “Banco do Povo”: um espaço inicialmente ocupado por poetas convidados para declamarem os seus textos e posteriormente aberto a quem, entre o público, queira também tomar a palavra. 

Depois de um percurso desenvolvido em conjunto e em paralelo com os projetos individuais dos três músicos, “Punks Populares” fixa pela primeira vez em disco a identidade dos Fala Povo Fala. Entre cordofones, bombo, palavra, memória e uma interpretação deliberadamente despojada, o álbum procura estabelecer uma ponte entre raízes populares e o presente, transformando a tradição num lugar de confronto, continuidade e criação.

“Punks Populares” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. O disco é apresentado esta noite, 17 de setembro, na Casa Capitão, em Lisboa.
 

PMDS ANUNCIAM 'REDENÇÃO' NOVO ÁLBUM É ANTECIPADO PELOS SINGLES 'INOCÊNCIA' e 'REDENÇÃO'.

 













@Diogo Sousa

Os PMDS estão de regresso aos discos com ‘Redenção’, o seu quarto álbum de estúdio, que tem lançamento marcado para o dia 1 de outubro. Para antecipar o novo trabalho, o duo açoriano formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano lança hoje ‘Inocência’ e ‘Redenção’, dois singles que expõem diferentes faces do seu universo sonoro e que já se encontram disponíveis nas plataformas digitais.

Nascidos e formados na ilha de São Miguel, Açores durante as décadas de 1980 e 1990, os PMDS transportam para o presente a memória de crescer numa ilha, entre a imensidão do Atlântico e as limitações de um território com regras próprias. ‘Redenção’ revisita essa experiência e transforma-a em matéria sonora, através de uma abordagem que cruza electrónica contemplativa e atmosférica com a memória e a identidade insulares.

‘Redenção’ chega também aos palcos a partir de Outubro, com a primeira apresentação em Lisboa, no BOTA, no dia 15, seguindo-se os Maus Hábitos, no Porto, no dia 16. A 24 de janeiro de 2027, o álbum regressa às origens, com uma apresentação nos Açores, no Arquipélago – Centro de Artes. Os bilhetes estão já disponíveis nos locais habituais.

15 Outubro - BOTA, Lisboa
16 Novembro - Maus Hábitos, Porto
24 Janeiro - Arquipélago - Centro de Artes, São Miguel - Açores

Sobre PMDS:

PMDS é um projeto de música electrónica, ambiental e experimental dos açorianos Pedro Sousa e Filipe Caetano.
O primeiro, com formação clássica em piano, e o segundo, com muitos quilómetros de pistas de dança, ambos partilham uma paixão (des)controlada por equipamentos analógicos e sintetizadores.

Ao vivo, fazem questão de aproveitar parte do arsenal de instrumentos que possuem para construir uma viagem sonora ao subconsciente, às memórias apagadas e ao pensamento abstracto, tocando e manipulando os instrumentos no momento, sem rede, permitindo algo cada vez mais raro em espetáculos: o erro humano.

Em 2026, apresentam o seu quarto longa-duração, ‘Redenção’, onde a electrónica contemplativa e atmosférica se cruza com a memória e a identidade insulares.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 16/09/26

1 - O Mau Olhado - Dança d'o mau olhado
2 - Tó Trips e Fake Latinos - Rua escura
3 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
4 - Estaca Zero - Corridinho manouche
5 - Raia - Judith
6 - Rui Fernandes - Amarantango
7 - Cassete Pirata - Sou gente outra vez
8 - Jorge Palma - Dá-me lume

9 - Xico Gaiato - Roda de máscara (c/ Rossana)
entrevista Xico Gaiato
10 - Xico Gaiato - Na raíz (c/ Bia Maria)

BANHOS VELHOS FECHAM TEMPORADA CULTURAL COM DOIS DIAS DE mMSICA





















Club Makumba, PZ e This Penguin Can Fly são alguns dos nomes que marcam o encerramento da temporada 2026, nos dias 18 e 19 de setembro, em Caldas das Taipas. Programa inclui ainda atividades de saúde, sensibilização ambiental e iniciativas dedicadas à história termal da vila.

A 15ª edição dos Banhos Velhos encerra este fim de semana a temporada cultural e balnear de 2026 com dois dias de programação gratuita nas Caldas das Taipas, Guimarães. A iniciativa, promovida pela Taipas Termal em parceria com o Município de Guimarães, decorre a 18 e 19 de setembro.

A música será um dos principais eixos do programa. Na sexta-feira, 18 de setembro, o palco recebe os Club Makumba, às 22h00, seguindo-se, às 23h00, PZ + Banda Pijama. No sábado, a programação musical fica a cargo de dois projetos de Guimarães: Tyroliro, às 22h00, e This Penguin Can Fly, às 23h00. A noite termina com um DJ set de Les Dirty Two, à 00h30.

O programa começa, no entanto, durante o dia. Na sexta-feira, entre as 10h00 e as 13h00, realiza-se um rastreio de enfermagem, seguindo-se uma aula de hidroginástica às 14h30. No sábado, o mesmo horário é ocupado por um workshop Vitrus dedicado à consciencialização para a reciclagem, com nova aula de hidroginástica às 14h30.

A história das Caldas das Taipas e a importância do seu património termal estarão também em destaque no último dia da temporada. Às 11h00, o Átrio das Termas recebe a exposição “Literatura e Documentação à volta do Estabelecimento Termal das Taipas”. Às 14h30, o Auditório “Mário Rodrigues”, na EB 2/3 Caldas das Taipas, acolhe a conferência “A Hidrogeologia das Caldas das Taipas nos 300 Anos do Aquilégio Medicinal (1726–2026)”, promovida em parceria com a Academia Portuguesa da Água.

A entrada nas Piscinas de Verão e no Parque de Campismo será gratuita durante o fim de semana de encerramento.

O programa assinala também o final da 15ª edição dos Banhos Velhos, iniciativa cultural que, ao longo dos últimos quatro meses, tem cruzado música, cinema, teatro, oficinas, visitas e outras atividades com a identidade e o património das Caldas das Taipas.

Para Luís Mota, da organização, a edição deste ano procurou “reforçar a ligação ao território, nomeadamente através da aposta em projetos musicais locais e de novas atividades relacionadas com a natureza e o rio”.

O encerramento da temporada cultural e balnear 2026 reforça a colaboração entre a Taipas Termal e o Município de Guimarães na dinamização cultural e comunitária das Caldas das Taipas, mantendo a aposta num programa de acesso livre e aberto a diferentes públicos.

Mais informações e programa completo em taipastermal.com ou nas páginas de Facebook e Instagram dos Banhos Velhos.

LOVEDUST EDITAM SINGLE NAS PLATAFORMAS DIGITAIS















Fotografia de Lorena Sequeyro

Os Lovedust lançam hoje, 16 de setembro, o seu novo single nas plataformas digitais, depois de uma primeira apresentação em formato físico, em vinil, no concerto que a banda deu a 4 de setembro, no âmbito do programa Verão a Dois Tempos, em Coimbra. Com uma sonoridade marcada pelo pós-punk, pela atmosfera e pela intensidade emocional, o novo tema apresenta uma banda que cruza diferentes percursos da cena independente portuguesa e britânica.

Sediados em Coimbra, os Lovedust constroem a sua identidade a partir das tradições do pós-punk, combinando linhas de baixo pulsantes, guitarras carregadas de reverberação, ritmos enérgicos e vozes que percorrem diferentes territórios entre a melancolia e a harmonia. O resultado é uma sonoridade marcada pelo contraste entre ambientes sombrios e momentos luminosos, mantendo uma dimensão melódica e um sentido de mistério.

O novo single teve uma primeira edição em vinil, apresentada ao público no concerto de 4 de setembro, integrado na programação do Verão a Dois Tempos. A partir de hoje, 16 de setembro, o tema passa também a estar disponível nas plataformas digitais, permitindo que a nova música dos Lovedust chegue a um público mais alargado.

Sem se apoiarem na crueza característica do garage rock, os Lovedust trabalham sobretudo a partir da atmosfera, da intensidade e da dimensão emocional das canções. As suas composições cruzam texturas densas com refrões marcantes, numa abordagem que procura conciliar referências do passado com uma linguagem própria e contemporânea.

A banda reúne quatro músicos com percursos ligados à música independente e alternativa. Na voz e guitarra está Tiago Queiroz, conhecido pelo trabalho com os Thee Eviltones e como ex-membro dos Capitão Fantasma. É também produtor musical nos Hypermonosonic Recordings e técnico principal de som ao vivo na Rough Trade, em Nottingham, no Reino Unido, experiência que se reflecte na abordagem sonora dos Lovedust.

Pedro Chau assume o baixo. Membro dos The Parkinsons e actualmente também integrante dos The Twist Connection, passou ainda por projectos como Blood Safari e Ghost Hunt. O seu baixo constitui uma das bases do som da banda, contribuindo para a componente rítmica e impulsionadora das canções.

Na guitarra, João Delicado, conhecido pelo trabalho nos Cariño Muerto, acrescenta camadas atmosféricas, texturas e diálogos melódicos que ajudam a definir a identidade dos Lovedust. A bateria está a cargo de Samuel Nejati, dos So Dead, cujos ritmos dinâmicos contribuem para a tensão e energia que atravessam a música da banda.

Juntos, os quatro músicos cruzam diferentes experiências e influências acumuladas ao longo de vários anos na cena independente, construindo nos Lovedust uma linguagem própria, assente na atmosfera, na intensidade e na melodia.

O novo single dos Lovedust está disponível nas plataformas digitais a partir de 16 de setembro.

LuIS BITTENCOURT EM LEIRIA















©Miguel Estima 

27 de setembro, 19h | Blackbox, Leiria

Um espetáculo transdisciplinar onde som, imagem, corpo e matéria líquida se encontram, com quatro obras “Water Music”, de alguns dos mais influentes criadores dos séculos XX e XXI: Tan Dun, Joseph Byrd, Toru Takemitsu e John Cage, e uma nova criação de Rui Penha.


Luís Bittencourt apresenta “Arquiteturas da Água” no dia 27 de setembro, às 19h, no espaço Blackbox, em Leiria. A água é o elemento central do novo espetáculo performativo e transdisciplinar de Luís Bittencourt que explora as dimensões sonoras, visuais e simbólicas deste recurso essencial através de uma abordagem artística singular. O projeto reúne num mesmo programa um acontecimento raro na música moderna e contemporânea: a apresentação de quatro obras homónimas, “Water Music”, de alguns dos mais influentes criadores dos séculos XX e XXI: Tan Dun, Joseph Byrd, Toru Takemitsu e John Cage.

Entre experimentação sonora, performance e instalação, “Arquiteturas da Água” propõe uma experiência imersiva onde a água é utilizada tanto como elemento conceptual quanto como instrumento performativo. Ao longo do espetáculo, o público é convidado a descobrir novas possibilidades acústicas e visuais geradas pela interação entre corpos, objetos, instrumentos e água, num percurso artístico que desafia fronteiras entre disciplinas e linguagens.

O programa inclui as primeiras audições nacionais das obras “Water Music” de Joseph Byrd e Toru Takemitsu, compositores fundamentais para o desenvolvimento da música experimental e contemporânea. A estas obras juntam-se as emblemáticas criações de John Cage e Tan Dun, artistas que marcaram profundamente a relação entre som, natureza, ritual e inovação artística.

Como ponto culminante do espetáculo, será apresentada a nova obra intitulada “Water Music”, criada pelo portuense Rui Penha, compositor, artista de novos media e investigador na área das tecnologias musicais. Esta criação inédita, feita sob encomenda para o projeto, caracteriza-se por seu teor colaborativo e de co-criação entre o Rui Penha e Luís Bittencourt. A obra estabelece também uma ponte entre tradição experimental, performance contemporânea e práticas artísticas mediadas pela tecnologia.

Reconhecido como músico, compositor, improvisador, produtor musical, artista-investigador e comunicador de ciência, Luís Bittencourt tem sido apontado como uma das vozes mais inovadoras da criação sonora contemporânea. Descrito pela revista Visão como “um mestre da experimentação sonora” e elogiado internacionalmente pelas suas performances imersivas e de elevada intensidade artística, desenvolve um trabalho que cruza música contemporânea, improvisação, arte sonora e investigação performativa. O seu percurso inclui apresentações em diversos países da Europa, Oceânia, América do Norte e América do Sul, bem como colaborações com figuras incontornáveis da música experimental e contemporânea, entre as quais Lee Ranaldo e Leah Singer (Sonic Youth), Jeffrey Ziegler (ex-Kronos Quartet), Phill Niblock, Jon Rose, Gabriel Prokofiev, David Cossin (Bang on a Can) e Found Sound Nation.

Em outubro o artista levará o espetáculo a Castelo Branco; e em novembro atua no Space Festival, em Mondim de Basto.

Condições de acesso ao público:
Entrada gratuita /sem bilheteira mediante reserva pelo email: blackbox@teatrojlsilva.pt

VOZES DA RÁDIO CELEBRAM 35 ANOS COM NOVO DISCO E CONCERTO NA CASA DA MÚSICA





















Há 35 anos que transformam vozes numa banda inteira. Os Vozes da Rádio celebram, em 2026, três décadas e meia de carreira com a edição de um novo álbum, marcada para 13 de novembro, e um concerto especial de apresentação, a 4 de dezembro, na Casa da Música, no Porto. 

Atualmente em fase de conclusão, o disco reúne 13 temas e um vasto conjunto de convidados, entre os quais Marante, Samuel Úria, Toy, Ágata, Quim Barreiros, Rosinha, José Alberto Reis, Anabela, Augusto Canário, António Sala, Zé Amaro e Mónica Sintra. 

Participam ainda a Tuna Académica da Universidade Portucalense, Transistor, Carlos César da Motta, Marcelo Rúben Aires, José Luís Soares, Marina Pacheco, Mike El Nite, Ser Castro e Tomás Pimentel.

O primeiro avanço do álbum é “O Teu Corpo”, uma balada romântica com Marante e Samuel Úria, que será editada a 1 de outubro, Dia Mundial da Música. Escrita por Jorge Prendas a pensar na voz e na singularidade de Marante, a canção assume-se como uma declaração de amor e uma ode ao corpo despido, cruzando as harmonias dos Vozes da Rádio com a guitarra de Samuel Úria. “É uma canção portuguesa que junta três gerações da música, numa ode ao amor”, explica Jorge Prendas.

O novo trabalho sucede a “Brasil”, editado em 2022, e prolonga um percurso construído entre repertório original, exploração vocal, humor e encontros com diferentes gerações e universos da música portuguesa.

Formados no Porto em 1991, os Vozes da Rádio apresentaram-se pela primeira vez ao público a 20 de abril desse ano, no Salão Paroquial de Perafita, ainda sob o nome Ars Vocis. No final do concerto, adotaram a designação que os acompanharia nas décadas seguintes. 

A entrada no disco aconteceu num momento particularmente marcante da música portuguesa. Em 1994, o grupo participou em “Filhos da Madrugada”, álbum de homenagem a José Afonso, com uma versão de “Índios da Meia-Praia”. Essa participação abriu caminho à edição de “Bruxas, Heróis e Males d’Amor”, lançado pela BMG em 1995 e escolhido pelo jornal Público como um dos dez melhores discos portugueses desse ano.

Desde então, os Vozes da Rádio têm feito da voz o centro de uma linguagem própria. Embora sejam frequentemente associados às interpretações a cappella, uma parte importante da sua identidade reside nas composições originais, nos arranjos vocais e na capacidade de atravessar diferentes territórios musicais sem perder o humor e a proximidade com o público. 

Ao vivo, o rigor das harmonias convive com o improviso e com uma permanente disponibilidade para o inesperado. As canções mudam de forma, as vozes assumem funções normalmente atribuídas aos instrumentos e cada espetáculo é influenciado pela reação da sala. 

Ao longo da carreira, o grupo colaborou, em disco ou em palco, com artistas como Rui Veloso, Sérgio Godinho, Sara Tavares, Paulo de Carvalho, Ivan Lins, António Zambujo, Manuela Azevedo, Rui Reininho, Uxía, Miguel Guedes, Ala dos Namorados, Gaiteiros de Lisboa e Trabalhadores do Comércio.
A Casa da Música ocupa também um lugar relevante na história do quarteto. Em 2013, os Vozes da Rádio apresentaram-se naquele espaço com a Banda Sinfónica Portuguesa. Em 2016, assinalaram os 25 anos de carreira com um concerto esgotado na Sala Suggia e, em 2022, regressaram para apresentar “Brasil”.


O concerto de 4 de dezembro será o momento central das comemorações dos 35 anos e da apresentação ao vivo do novo álbum. O espetáculo cruzará as novas canções com temas que marcaram o percurso do grupo, num reencontro entre a sua história e a vontade de continuar a explorar tudo o que quatro vozes podem fazer em palco. 

Atualmente formados por Jorge Prendas, António Miguel, Rui Vilhena e Tiago Oliveira, os Vozes da Rádio chegam aos 35 anos sem transformar a carreira numa peça de arquivo. O novo disco confirma precisamente o contrário: a história continua a ser escrita, cantada e reinventada.

NOVO ÁLBUM
Título: “As Vozes da Rádio”
Edição: 13 de novembro de 2026

CONCERTO DE APRESENTAÇÃO E CELEBRAÇÃO DOS 35 ANOS
Data: 4 de dezembro de 2026
Local: Casa da Música, Porto
Preço: 15€

RUA COM NOVO SINGLE





















O novo single dos RUA é constituído por dois temas. Ambos se focam na temática da emancipação da mulher, numa época em que se assiste a claros sinais de retrocesso.

Através de diferentes perspetivas, as canções abordam o assunto com humor e boa disposição.

“Vizinha” explora o espírito das marchas de Lisboa, através de uma abordagem mais tradicional e popular. Em “Senhora de Si”, unimos o acústico do cavaquinho à eletrónica dos sintetizadores, numa abordagem assumidamente inspirada pela rebeldia de António Variações.

Próximo concerto:

Palco Principal da Feira de São Mateus, Elvas - 20 Setembro


NOVO SINGLE DE PRIMATA

 

















"Não está tudo bem” é o novo registo de PRIMATA, projeto a solo de Abel Raposo sediado em Setúbal. Com lançamento previsto em CD para meados de Outubro através da editora independente ANTI-DEMOS-CRACIA, o trabalho assinala o regresso de uma das figuras de referência do panorama alternativo e experimental português. 

Abel Raposo fundou em 1981, juntamente com Eurico Coelho, os HIST, grupo amplamente apontado pela crítica e por plataformas independentes como um dos pioneiros da música industrial em Portugal. A identidade sonora dos HIST destacou-se pela fusão de guitarras e batidas mecânicas com ambientes eletrónicos e pontuais influências étnicas, resultando num som cru, orgânico e compulsivo.

O novo trabalho resgata grande parte dessa herança concetual e foi desenvolvido ao longo de alguns meses. O álbum “Não está tudo bem” constrói-se em torno de oratórias e discursos humanitários de figuras como Elie Wiesel, Greta Thunberg, Harvey Milk, John Boyega, José Soeiro, Malala Yousafzai, Martin Luther King, Maya Angelou e Nelson Mandela, aos quais Abel Raposo confere uma nova identidade através do seu universo sonoro.

Para já e como tema de avanço ao álbum, podemos escutar a partir de sexta-feira no Bandcamp da ADC – “How Dare You”? (Oradora: Greta Thunberg).

ANTI-DEMOS-CRACIA
https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/n-o-est-tudo-bem

TIAGO SOUSA COM NOVIDADES





















Há um álbum que está em fase de pré-produção e cujos temas serão estreados no Barreiro, há um novo espectáculo em colaboração com a Orquestra Sem Fronteiras, Joana Patrão e Joana Bértholo e há a estreia de um novo duo com a Aida Rosa que resulta de uma actuação que fizemos em Abril passado.

25 de Setembro
Sala 6, Barreiro

Sala 6, Rua Salvador Correia Sá 6, Barreiro
25 de Setembro
22h
Bilhetes à porta

Sinopse:
Tiago Sousa, pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo em discos como A Thousand Strings (Discrepant), Ripples on the Surface (Holuzam), Insónia (Humming Conch) ou Organic Music Tapes (Sucata Tapes). Este concerto na Sala 6 irá revelar novas composições que farão parte do próximo álbum, a ser editado em Janeiro pela Sucata Tapes com o título Sustained Tones vol 2.

O Tempo dos Rios

Música, cinema e literatura vão encontrar-se para abordar os rios não apenas enquanto elementos da paisagem, mas também como património ecológico, cultural e poético.

O espetáculo “O Tempo dos Rios” está marcado irá acontecer em diferentes palcos do país e terá direção artística do maestro Martim Sousa Tavares e interpretação da Orquestra Sem Fronteiras (OSF).

A proposta passa por criar uma experiência em que diferentes formas de expressão artística se complementam para refletir sobre a ligação entre as pessoas, o território e a natureza.

A componente musical parte da obra de Tiago Sousa, compositor e multi-instrumentista cuja criação tem referências recorrentes à água e aos movimentos naturais. As composições serão reinterpretadas e desenvolvidas pela Orquestra Sem Fronteiras, num processo de cocriação que envolve o próprio compositor e os músicos presentes em palco.

Ao concerto junta-se um filme mudo original da realizadora Joana Patrão, criado especificamente para “O Tempo dos Rios”. As imagens acompanharão a música ao longo da apresentação, estabelecendo uma narrativa visual em diálogo com aquilo que acontece em palco.

A literatura completa o encontro entre disciplinas através da participação da escritora Joana Bértholo, autora de obras como Ecologia. A autora fará a leitura de textos e excertos inéditos relacionados com os rios, a paisagem e a forma como as comunidades se relacionam com o território.

À frente do projeto estará Martim Sousa Tavares, maestro, programador artístico e divulgador cultural. Formado em Ciências Musicais e Direção de Orquestra, estudou em Portugal, Itália e Estados Unidos, onde foi bolseiro Fulbright. É fundador da Orquestra Sem Fronteiras e diretor artístico da Orquestra do Algarve e do Festival de Sintra.

Fundada em 2019 e sediada em Idanha-a-Nova, a Orquestra Sem Fronteiras desenvolve grande parte da sua atividade no interior do país, procurando criar oportunidades para jovens músicos e aproximar populações de territórios de baixa densidade da música e da criação artística.

Com “O Tempo dos Rios”, a NOVA FCT recebe assim um espetáculo que utiliza a criação artística como ponto de partida para colocar a natureza e a consciência ecológica no centro da reflexão.

2 de Outubro às 18h
Grande Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2829-516 Caparica

3 de Outubro
Antiga Cerâmica Arganliense, Rua Cidade do Rio de Janeiro, Bairro Sobreiral, 3300-145 Arganil

10 de Outubro
Alandroal, Local a confirmar

5 de Novembro
Muzeu, Praça Mun. 62, 4700-435 Braga

A Trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia. Fernando Pessoa escreveu que "a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma." Aida Rosa e Tiago Sousa, revisitam e reinventam temas de Fernando Lopes-Graça, Grupo de Acção Cultural, Zeca Afonso, entre outros, de maneira idiossincrática, exploratória e improvisativa. O mote lançado num recente concerto de celebração do 25 de Abril interpreta canções como Acordai, Cantiga Sem Maneiras ou Os Fantoches de Kissinger. Perpassadas por uma intenção fluida e livre, canção em campo aberto, para lá de identidades fixas e formas rígidas. oportunidades para a espraiar a imaginação e criatividade sem peias.

Um concerto entre memória, liberdade e experimentação sonora, este encontro propõe uma reflexão artística sobre o património da cantiga popular portuguesa, cruzando criação contemporânea com repertório de intervenção.

22 de Outubro às 21h
B.O.T.A.
Largo Santa Bárbara 3 D, 1150-287 Lisboa

terça-feira, 15 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 15/09/26

1 - Sci Fi Industries - Diminuendo
2 - The Black Archer - Senka
3 - Necro - Cold cut
4 - Uncanny Chamber - Dark eyes
5 - Wolf X - House of gost
6 - Eden Synthetic Corps - Soothe
7 - Jorge Palma - Eterrnamente tu
8 - Cassete Pirata - Sou gente outra vez

9 - Murro - Bastonada
10 - Bizarra Locomotiva - Volúpia
11 - Kara Konchar - Apocalipse
12 - António Cova & Oko Yono - Linha do oeste
13 - Lisboa Negra - Morremos sós (electro mix)
14 - mARCIANO - Bissetriz
15 - The Dreams Never End - Para me levar

PEDRO CAZANOVA COM NOVO LANÇAMENTO





















Lançamento: 25 de setembro de 2026

Pedro Cazanova prepara-se para lançar “One World”, o seu novo single em colaboração com a cantora Zizy. Com uma produção eletrónica de forte vocação radiofónica, o tema combina energia, emoção e uma mensagem universal de união.

“One World” nasce da ideia de que, apesar das nossas diferenças culturais, sociais e geográficas, partilhamos o mesmo mundo. A interpretação de Zizy dá voz a essa mensagem, enquanto a produção de Pedro Cazanova transporta o tema para uma sonoridade contemporânea, criada tanto para a rádio como para as pistas de dança.

Com uma carreira marcada por sucessos nacionais e internacionais, Pedro Cazanova alcançou o primeiro lugar em nove países europeus com “Selfish Love”, tema licenciado em mais de 20 territórios. O produtor e DJ português conta também com lançamentos associados a editoras como Sony Music, Kontor e Spinnin’ Records.


“One World” será editado oficialmente no dia 25 de setembro de 2026.

NOVO SINGLE DE ÉME JAY






















“Medo de Estrelas Cadentes”
é o terceiro single de Éme Jay. A artista procura transformar um medo de infância numa reflexão sobre o inesperado, a imprevisibilidade da vida e o amor que nasce quando percebemos que não podemos controlar tudo.

A canção parte de um medo de infância de Éme Jay: as estrelas cadentes. Enquanto a família aguardava pelas noites de agosto para observar o céu, Maria Janeiro sentia perante aquele fenómeno uma inquietação provocada pela sua imprevisibilidade e pela impossibilidade de controlar a sua trajetória.

Anos mais tarde, essa memória ganhou um novo significado com a maternidade e a descoberta do autismo no seu filho mais velho. A partir dessa experiência, “Medo de Estrelas Cadentes” transforma o medo do inesperado numa reflexão sobre a vida, a incerteza e a necessidade de aceitar aquilo que não podemos prever ou controlar.

Musicalmente, o tema cruza pop alternativo com alguns traços de jazz, explorando uma sonoridade que acompanha essa dualidade entre fragilidade e intensidade. A interpretação de Éme Jay dá corpo a uma narrativa profundamente pessoal, mas que procura falar de uma experiência universal: aprender a lidar com o desconhecido. 

“Medo de Estrelas Cadentes” representa mais um passo na construção do universo artístico de Éme Jay, onde experiências pessoais, emoção e liberdade estética se encontram para criar canções próximas e honestas.

TONI PERES LANÇA "NOVA ARNICA"





















Quanto mais profunda a sombra, mais perigosa a verdade que nela se esconde. “Uma Verdade Tecida em Sombras” é o livro de estreia do Autor Pedro Subtil, que conta com uma banda sonora original do compositor e produtor musical Toni Peres.

“Nova Arnica”, com a participação especial do Coro da Orquestra Nova de Guitarras, é o hino oficial de uma nação em rota de colapso e o single de avanço do álbum composto por 15 temas que expandem o universo da obra de fantasia Jovem Adulto (YA), num cruzamento entre Steampunk, mistério e intriga política, e que será lançado no dia 21 de setembro.

BATEU MATOU AO VIVO













Faltam 3 dias para a Alameda da Universidade de Lisboa dar as boas-vindas aos estudantes com várias atividades e concertos grátis, incluindo do grupo Bateu Matou.

Ivo Costa, Riot e Quim Albergaria, formam o trio de sucesso, numa linguagem musical que cruza tambores e computadores, e com a experiência de produção onde conferem uma uma abordagem percussiva, fundindo lições do contemporâneo e das raízes. Com dois álbuns lançados desde 2021, a banda tem somado êxitos e participações nos maiores palcos do país.

ANTÓNIO ZAMBUJO E MIGUEL ARAÚJO SOMAM SETE DATAS ESGOTADAS NO REGRESSO AOS COLISEUS EM 2027

 



















Restam apenas os últimos bilhetes para os dias 05 e 06 de janeiro no Porto e 02 de fevereiro em Lisboa.

António Zambujo e Miguel Araújo já esgotaram sete dos dez concertos anunciados para o regresso aos Coliseus, em janeiro e fevereiro de 2027. Aos quatro esgotados registados uma semana após a abertura de vendas, juntam-se agora mais três noites: 07 de janeiro no Porto e 03 e 04 de fevereiro em Lisboa. Restam apenas bilhetes para 05 e 06 de janeiro no Coliseu do Porto AGEAS e 02 de fevereiro no Coliseu dos Recreios. São as últimas oportunidades para assistir a este regresso, que fica limitado às dez noites anunciadas, sem datas extra. Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

Dez anos depois dos históricos 28 Coliseus esgotados de 2016, António Zambujo e Miguel Araújo voltam a confirmar o estatuto de um dos maiores sucessos de bilheteira da música portuguesa. Em 2023, a dupla vendeu mais de 47 mil bilhetes nas Arenas de Lisboa e Porto. Agora, a procura volta a marcar o reencontro nas salas onde os seus concertos em duo ganharam outra dimensão.

É bem conhecida a cumplicidade entre os dois, dentro e fora do palco. Há dez anos era inevitável uma parceria entre ambos, que se traduziu em 28 datas de apenas as suas vozes e guitarras, onde partilharam com o público canções dos respectivos repertórios, algumas das quais compostas e escritas em conjunto, intercaladas com momentos de conversa. Ao longo destes anos, António Zambujo e Miguel Araújo lançaram diversos trabalhos que marcaram e continuam a marcar a música nacional, e que certamente vão enriquecer estes novos concertos em duo.

Para os que não conseguiram estar presentes nas temporadas anteriores, ou para os que querem voltar a viver o que só estes dois proporcionam em palco, o tempo para garantir bilhete é agora.

COLISEU DO PORTO AGEAS

05 de janeiro 2027
06 de janeiro 2027
07 de janeiro 2027- ESGOTADO
08 de janeiro 2027 - ESGOTADO
09 de janeiro 2027 - ESGOTADO

COLISEU DOS RECREIOS, LISBOA

02 de fevereiro 2027
03 de fevereiro 2027- ESGOTADO
04 de fevereiro 2027- ESGOTADO
05 de fevereiro 2027 - ESGOTADO
06 de fevereiro 2027 - ESGOTADO

BILHETES COLISEUS

O REGRESSO DE COELHO RADIOACTIVO





















Quatro anos depois do último lançamento, Coelho Radioactivo, projeto de João Sarnadas, regressa com o primeiro avanço para o seu quarto longa-duração. A canção chega ainda em setembro, antecipando um disco que será revelado posteriormente e marcando o retorno de um projeto iniciado em 2007.

O single inaugura também um novo capítulo num percurso iniciado por João Sarnadas em 2007, quando criou Coelho Radioactivo enquanto projeto de cantautor. Desde então, editou trabalhos como “Estendal” e “Canções Mortas”, além de vários singles e EP, e realizou mais de 150 concertos em Portugal.

Paralelamente, João Sarnadas tem desenvolvido atividade em diferentes territórios da criação musical. Faz parte de Flamingos, Well, Montanha e fundou José Pinhal Post-Mortem Experience. Integrou a Gentle Records e a Favela Discos na qual tem vindo a desenvolver grande parte do seu trabalho relacionado com a música experimental e improvisada. Como membro da Favela Discos fundou Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, participando na gestão da editora, programação e residências do colectivo, nomeadamente a residência no Café Au Lait entre 2015 e 2016. Tem vindo a desenvolver uma série de estratégias de improvisação e de abordagem à electrónica, focando-se na utilização do loop, do drone, da mesa de mistura como instrumento e do dub-master como papel em improvisos coletivos. Ainda com a Favela Discos tem vindo a desenvolver peças das quais se destacam "Desilusão Óptica", apresentada em Serralves em Festa e "2013: O Regresso" uma peça de ficção científica operática apresentada no understage do Rivoli em 2019. Tem participado ainda como compositor e sonoplasta em peças de teatro e dança como o “Espírito do Lugar” 4.0 & 5.0, “Feedback”, “Cratera” e “OU”, da companhia CRL - Central Elétrica, e “Sonâmbulo” de Ramon Lima. Em 2020 e 2021 lançou dois álbuns em nome próprio, The Hum e The Humm. Com Inês Castanheira criou ainda a identidade sonora do “Batalha - Centro de Cinema”.

Com “Fogo Artifício”, João Sarnadas recupera agora Coelho Radioactivo quatro anos depois para abrir caminho ao quarto longa-duração do projeto, começando pela faixa mais luminosa de um disco que deverá chegar já na penumbra.