terça-feira, 30 de setembro de 2025

FASTPOON EDITAM PRIMEIRO VINIL

 



















Banda: Fatspoon
Álbum: Pensei Ser Sensei
Editora: Self-released
Composto por: Miguel Pinto
Produzido por: André Indiana
Link: https://fatspoon.bandcamp.com/album/pensei-ser-sensei

Formados em 2018, os Fatspoon são um coletivo em constante mudança de músicos baseados no Porto. No dia 26 de setembro, lançam Pensei Ser Sensei em vinil — uma coleção que junta temas lançados ao longo dos últimos anos com material novo. Produzido por Miguel Pinto e André Indiana, o álbum foi gravado entre 2021 e 2023 nos A.I. Studios de Indiana. Enraizado numa fusão de jazz, funk e rock alternativo, os Fatspoon apresentam, ao longo de oito temas, um soberbo trabalho instrumental. Este é o sucessor de Mushgrooves (2020), o EP de estreia, e inclui letras escritas ou interpretadas por Jake Miagra, David Bruno, Bruna Moreira e Tiago Nacarato, com vozes de Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel) e Helena Neto (Expensive Soul), as mais recentes adições ao grupo.

O Lado A começa com "How I Feel", feat. Jake Miagra. Uma faixa com ecos de blues, D’Angelo e pés a bater no chão. Segue-se "Erótico & Sensual", marcada pelos vocais inconfundíveis de David Bruno. Temas como "Domingo Não Estou" e "Feira" completam a primeira metade com instrumentação precisa e letras que se podem agarrar com as mãos. O Lado B assume um tom mais aéreo e sonhador. O instrumental "Lúdio", "Tecer" feat. Tiago Nacarato e "Pensei Ser Sensei" feat. Edu Mundo flutuam até ao tema final, "Stride [Live]", uma progressão de oito minutos que introduz os instrumentos aos poucos e termina com um trio de sopros que, num bar de jazz, tocariam a noite inteira.

Habituais nas jam sessions do Mr. Bean’s — um espaço de referência na cena musical portuense — os Fatspoon continuam a reinventar-se e têm já dois novos álbuns em desenvolvimento. Para já, Pensei Ser Sensei traz um sabor novo de música portuguesa, nos temas que contém e nos artistas que nele participaram.

Os Fatspoon são:
Miguel Pinto - Baixo
Gonçalo Palmas - Keyboards
Zandré Dinis - Bateria
Zé Nuno - Guitarra
Pedro Nadais - Guitarra
Edu Mundo - Vocais e Percussão
Helena Neto - Vocais

Links Fatspoon

Bandcamp: https://fatspoon.bandcamp.com/
Instagram: https://www.instagram.com/fatspoonmusic/
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/0wwI0jm1QRGroPt9he1lxZ?si=l4NPxF8cQo-JjqEhHHflgA

JAFUMEGA CELEBRAM 45 ANOS

 













24 de novembro: Casa da Música, Porto

12 de dezembro: Centro Cultural de Belém, Lisboa

Depois de quatro décadas a inspirar e a marcar gerações, os Jafumega celebram em 2025 uns impressionantes 45 anos de carreira. Para assinalar esta data tão especial, a banda regressa com novidades: um novo single, “Líquidas Fronteiras”, e dois concertos únicos, em novembro e dezembro, no Porto e em Lisboa.

Mais do que concertos, serão encontros de memórias e afetos. Uma viagem ao coração da música portuguesa, onde não faltarão clássicos como “Latin’America” ou “Nó Cego”, lado a lado com novas sonoridades que mostram que a energia criativa da banda continua tão viva como sempre.

“Líquidas Fronteiras” é a prova disso mesmo: uma canção que combina a intemporalidade poética de Carlos Tê, a composição de Mário Barreiros e a interpretação cúmplice de três músicos que se conhecem como poucos, Luís Portugal, José Nogueira e Mário Barreiros. Já disponível em todas as plataformas digitais, é uma afirmação clara de que a música que nasce da autenticidade não conhece fronteiras nem gerações.

Os Jafumega celebram 45 anos de estrada com o mesmo entusiasmo e curiosidade que os acompanhou desde o início. Uma celebração que promete emocionar quem cresceu com eles e surpreender novos públicos que agora descobrem a sua música. Hoje, quase 5 décadas depois, os Jafumega continuam a mostrar que a música, quando verdadeira, nunca envelhece, apenas ganha novas formas de nos tocar.

Mais de quatro décadas depois da estreia, a banda regressa ao estúdio para compor nova música, reafirmando a sua voz num tempo diferente, mas com a mesma urgência criativa. No dia 21 de maio deste ano lançaram o primeiro single “Líquidas Fronteiras” A nova faixa funde a energia intemporal e o lirismo que tornaram os Jafumega inesquecíveis, com um toque moderno capaz de unir gerações. Mais do que uma canção,  “Líquidas Fronteiras” é uma afirmação clara de que a verdadeira arte nunca desaparece. Com música de Mário Barreiros e letra assinada por Carlos Tê, é interpretada de forma magistralmente simples pelos 3 membros da banda. Uma proposta imperdível, tanto para os que vibraram com os clássicos dos anos 80, como para um novo público pronto para descobrir o som singular dos Jafumega em 2025.

PROGRAMA DE 27/09/25

1 - Maria João - Esperança
2 - A Garota Não - Este país não é para mães
3 - Três Tristes Tigres - Água
4 - Márcia - Manhã bela
5 - Vitória Vermelho - Não me o dês
6 - Iolanda - Quando te fores embora
7 - O Pequeno Aquiles - Praia da Barra
8 - Senhor Vulcão - Rock n roll
9 - Pink Pussycats From Hell - Helton John
10 - The Twist Connection - Concentrate
11 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Friends
12 - Bed Legs - Sixteen
13 - Democrash - The concept of clothin
14 - Them Flying Monkeys - Les gens sont fous, les temps sont flou
15 - Dapunksportif - Rock'n'roll salvation
16 - Nite Chimp - Morning routine

TREMOR "026 JÀ TEM ALGUNS NOMES SELECIONADOS










Entre 24 e 28 de março de 2026, o Tremor volta com propostas que farão da ilha de São Miguel um epicentro de encontros entre música, arte e comunidade, com concertos, experiências performativas e iniciativas que promovem participação, sustentabilidade e inovação cultural. Agora na sua décima-terceira edição, o festival anuncia as atuações de Abdullah Miniawy, Jup do Bairro, La Família Gitana, Maria Carolina, MC Falcona, Mix`Elle, Vaiapraia, Water Damage e Yerai Cortés.

Yerai Cortés transita o flamenco com rara profundidade, afirmando-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea. O seu álbum a solo La Guitarra Flamenca de Yerai Cortés (2024) e o filme homónimo de Antón Álvarez “C. Tangana” refletem a fusão entre história familiar, memória partilhada e virtuosismo técnico, ampliando os horizontes do flamenco e do diálogo com outras formas artísticas.

Rodrigo Vaiapraia transforma cada concerto num universo multifacetado, onde garage, queercore, pop e pós-punk se cruzam com colaborações diversas e experiências coletivas. Entre dramaturgia, baixo acústico, teclados e elementos eletrónicos, a sua música torna-se ritual, combinando voz cantada, gritada ou falada, humor, paixão e crítica social.

Abdullah Miniawy, compositor e cantor egípcio vencedor das Victoires du Jazz 2023, apresenta-se em formato trio com os trombonistas Robinson Khoury e Jules Boittin. Fundindo jazz, paisagens sonoras egípcias e ecos sufis, o projeto propõe experiências transcendentais, onde a força da voz e harmonias ricas inspiram reflexão, cura e unidade.

A multiartista paulistana Jup do Bairro provoca novas corporalidades a partir da fricção entre música, cinema e artes plásticas. Desde o EP Corpo Sem Juízo (2020) até in.corpo.ração (2024), Jup reinventa memórias e celebra as “tecnologias travestis” que sustentam a sua existência, oferecendo experiências artísticas intensas, políticas e transformadoras.

A diversidade desta edição do festival prolonga-se com La Família Gitana, que cruza flamenco, rumba e batidas contemporâneas de rap, reggae, funk, funaná e afro house, transformando diferença em potência criativa; Maria Carolina, cuja poesia musical e espiritualidade criam momentos de simbiose entre o ser e o estar; os mestres da música drone Water Damage; a música de pendor autoral e queer de MC Falcona e as propostas clubbing de Mix`Elle.

Os bilhetes para o festival encontram-se na última fase de vendas, estando disponíveis pelo valor de €100 na 3cket. Mais novidades sobre o cartaz e proposta artística do Tremor serão reveladas nos próximos meses.

BÁRBARA TINOCO ESGOTA CONCERTO NA SUPER BOCK ARENA E ANUNCIA DATA EXTRA A 06 DE MARÇO





















Bárbara Tinoco acaba de esgotar o concerto na Super Bock Arena, a seis meses do espetáculo, e anuncia uma nova data para dia 06 de março de 2026, este será o último concerto da digressão “Curta Vida de Uma Pop Star”. Dois espetáculos consecutivos no Porto depois do triunfo histórico na MEO Arena, em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis nos pontos de venda oficiais.

A 12 de outubro de 2024, Bárbara Tinoco subiu ao palco da maior sala de espetáculos do País pela primeira vez, em nome próprio. Perante cerca de 13.500 mil pessoas, a artista tornou-se a mais jovem, assim como a primeira do género Pop português, a esgotar a MEO Arena. Entregou aos fãs um alinhamento de excelência, repleto dos muitos êxitos que continuam a conquistar os portugueses e não esteve sozinha, brindou os fãs com três convidados de peso: Carolina Deslandes, Buba Espinho e Bispo.

Foi no palco do The Voice Portugal, em 2018, que Bárbara Tinoco pisou o palco pela primeira vez. As cadeiras não viraram, mas a sua canção “Antes dela dizer que sim” conquistou a atenção de todos. Iniciou-se nas edições com o EP “Desalinhados”, em 2021, repleto de colaborações de luxo, nomeadamente com António Zambujo, Bárbara Bandeira, Carlão, Carolina Deslandes, Diana Martinez e Tyoz. Seguiu-se o álbum de estreia “Bárbara”, e o segundo longa duração “Bichinho”, este último já com uma versão Deluxe “Bichinho (Para onde vai o amor?)”.

Em 2024 juntamente com a sua amiga e artista Carolina Deslandes, criou o espetáculo “A Madrugada que eu esperava”, uma ode à liberdade e ao feminino que conta com um álbum recentemente editado. A cantora editou ainda, recentemente, o tema "Devia Ter-te Traído", o último do universo "Bichinho", que em apenas um mês alcançou mais de 300 mil streams no Spotify.

Em cinco anos, Bárbara Tinoco tornou-se numa das mais bem sucedidas artistas portuguesas de sempre. Destaca-se pelo timbre singular e doce, pelas canções reais e transparentes e pela consistência inigualável com que edita novos temas, que lhe garantiu o marco impressionante de 19 galardões de platina, com os temas “Sei Lá”, “Antes dela dizer que sim”, “Outras Línguas”, “Chamada Não Atendida”, “Despedida de Solteira”, “Cidade (ft. Bárbara Bandeira)”, “Planeta (ft. Bispo)”, “A Fugir de Ser” e um galardão de ouro com o tema “Ao Teu Ouvido (ft. Buba Espinho)”.

03 de outubro: Pavilhão Multiusos de Fafe
04 de outubro: Crowne Plaza Pool Party, Caparica
11 de outubro: Teatro Municipal de Ourém
14 de outubro: Folio, Óbidos
18 de outubro: Centro de Artes e Espetáculos, Vale de Cambra
25 de outubro: Casino da Póvoa, Póvoa de Varzim
31 de outubro: Centro Cultural de Viana do Castelo, Viana do Castelo
08 de novembro: Cine Teatro Alba, Albergaria-a-Velha
15 de novembro: A anunciar
27 de novembro: Auditório do Conservatório de Coimbra, Coimbra | Part. concerto Elisa
30 de novembro: A Anunciar

DATA EXTRA — 06 de março de 2026: Super Bock Arena, Porto
07 de março de 2026: Super Bock Arena, Porto - ESGOTADO

GISELA JOÃO COM CONCERTOS NO LUXEMBURGO E BÈLGICA





















2025 tem sido um ano marcante para Gisela João: a edição do novo álbum Inquieta em fevereiro, aclamado pela crítica, uma intensa digressão nacional com concertos memoráveis — incluindo a Festa do Avante perante um recinto completamente cheio — e a nomeação para os Globos de Ouro consolidaram-na como uma das vozes mais relevantes da atualidade.

Entre 1 e 10 de outubro, a artista portuguesa apresenta-se ao vivo na Bélgica e no Luxemburgo, levando a energia de Inquieta ao público europeu. Cada concerto será uma oportunidade para redescobrir a essência livre e vibrante que Gisela imprime nas suas interpretações, num espetáculo que cruza tradição e contemporaneidade.

Com uma agenda que se mantém intensa até ao final do ano, Gisela João prepara também dois grandes momentos já confirmados para 2026: a 23 de janeiro, atua no Coliseu Porto Ageas, num concerto único em nome próprio, e em junho marca presença no prestigiado Primavera Sound Barcelona, reforçando a dimensão internacional do seu percurso.

HARD CLUB ABRE AS PORTAS À NOVA VAGA DO ROCK PORTUGUÊS COM O AXISROCK FEST ‘25





















No dia 1 de novembro de 2025, a partir das 20h00, o Hard Club, no Porto, será palco do AXISROCK Fest 25, um festival que promete revelar as novas forças do rock português. Quatro bandas – WILDCHAINS, Wild Puppets, The Quinces e Break Even – unem-se numa noite de música intensa e autêntica, pronta para marcar a cena nacional.

O festival celebra a energia, criatividade e maturidade destas bandas, posicionando-as como referências emergentes mas consolidadas da nova geração do rock em Portugal. Cada grupo traz ao palco a sua identidade única, garantindo um concerto memorável para todos os fãs de música ao vivo.

A organização do evento está a cargo da Axis Agency, que se estreia no panorama do rock nacional com esta iniciativa. Em colaboração com os Break Even, a agência tem como objetivo criar novas oportunidades e proporcionar palcos para bandas que representam o futuro do rock português.

Sobre as bandas do line-up:

WILDCHAINS (Braga, 2021) afirmam-se como uma das forças mais consistentes e influentes do rock português atual. Cada vez mais presentes na cena cultural, têm colecionado sucessos e momentos marcantes, mostrando uma trajetória de crescimento e reconhecimento. A sua sonoridade combina intensidade e melodia, transformando experiências e emoções em música honesta e
poderosa.

Wild Puppets (Póvoa de Varzim, 2019) trazem energia cativante ao palco, combinando elementos de rock, country e blues. Com atuações que conquistam público de todas as idades, têm vindo a afirmar-se como uma presença de destaque na cena musical do norte do país.

The Quinces (Porto, 2024) destacam-se pela versatilidade sonora e personalidade artística, mostrando capacidade de inovação e autenticidade, que os posiciona como uma das novas forças promissoras do rock nacional.

Break Even (Porto, 2024) chegam ao Hard Club após uma Summer Tour, com atuações em festivais como MEO Marés Vivas e Queima das Fitas do Porto. Combinando elementos clássicos e modernos do rock, mantêm o seu estatuto de banda consolidada e continuam a inspirar a nova geração de músicos nacionais.

SARA CRUZ LANÇA PRIMEIRO SINGLE DE EP ACÚSTICO





















Ana Marques

Com "Go-Getter (Live & Acoustic)”, versão crua do tema homónimo do álbum de estreia “Fourteen Forty-Five”, Sara Cruz regressa ao essencial: voz, guitarra e harmónica, num registo folk que sublinha a sua identidade única. O tema, com lançamento a 10 de outubro, já se encontra em pre-save nas plataformas digitais.

Um ano após o lançamento do seu disco de estreia, Sara Cruz dá uma nova vida a “Go-Getter”. O single destaca a escrita honesta e a atmosfera intimista que marcam a identidade da jovem artista.

O lançamento inclui, no Lado B, a versão original do tema e serve como antecipação do novo EP "Live & Acoustic", que chega a 5 de dezembro. O novo trabalho reunirá versões acústicas de outras duas canções já conhecidas do público, além de duas faixas muito especiais que prometem surpreender.

Estas novidades serão relevadas ao vivo já a 11 de outubro, às 21h30, no ÀCapela Live Arts & Bar/MACAM (Lisboa), e a 14 de outubro, em duas sessões (19h00 e 21h30), na Associação Cultural República 14, em Olhão.

Sara Cruz é uma cantora e compositora açoriana que se tem destacado pela voz envolvente e pela escrita honesta, capaz de transportar o ouvinte para uma atmosfera íntima e emocional. Com influências que vão da folk ao pop alternativo, Sara Cruz constrói um universo sonoro delicado mas cheio de intensidade, onde cada canção revela fragmentos da sua identidade e experiências pessoais.

Desde que foi distinguida como Novo Talento FNAC, em 2019, Sara Cruz tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais promissoras da nova geração. Vencedora do concurso "NiT New Talent", protagonista do documentário “House of Talents” (Yamaha Music Europe) e integrante da Bolsa de Grupos do 28º OuTonalidades, a artista açoriana já marcou presença em palcos de destaque como os festivais IKFEM, MEO Monte Verde, Maré de Agosto, Ovar Expande e Montepio Às Vezes o Amor, para além de 12 FNAC Sessions em várias cidades do país. Esteve entre os três finalistas na votação "O Segredo Mais Bem Guardado", no âmbito dos recentes PLAY - Prémios da Música Portuguesa.

TIAGO SOUSA E O CORO DAS VONTADES EM COIMBRA















Este sábado irá acontecer uma reinvenção do Coro das Vontades. Um concerto muito especial em colaboração com o coro Baixa A Voz, um ensemble de Cordas, Metais, Piano e Órgão Eléctrico e uma turma da Escola EB1 Silva Gaio. Os textos surigram a partir de uma oficina com orientação de João Pedro Mésseder e Joana Ferrajão e tiveram a colaboração de Marisa da Anunciação na fase final de composição das canções.

O Coro das Vontades
dia 4 de Outubro, às 19h,
Teatro da Cerca de São Bernardo

Pátio Inquisição, 3000-097 COIMBRA
TELF: 239 718 238 | 966 302 488

RESERVAS

O Coro das Vontades é um projeto que partiu da criação do compositor e pianista Tiago Sousa, a convite do Teatro Maria Matos, e aí apresentado, em Julho de 2012. Essa criação teve como base o Complaint Choir - Coro das Queixas - uma ideia original de dois finlandeses, nascida na cidade de Birmigham. Em Portugal, as queixas transformaram-se em vontades, passando da queixa à exigência, do descontentamento ao pensamento e formulação de alternativas e da afirmação de todas as vontades, em equilíbrio e igualdade.

O BAIXaVOZ, coro da Baixa de Coimbra, é um coro amador plural (cerca 50 participantes), feito de vozes e plasticidades diversas. Esta proposta de criação de um 'Coro das Vontades', sob direcção artística do compositor e pianista Tiago Sousa, dá continuidade ao trabalho que o colectivo Há Baixa tem vindo a desenvolver, no cruzamento entre a participação cívica e a criação artística. Propõe-se, com esta criação artística colectiva, uma reflexão sobre como cada pessoa pode exercer a sua individualidade cívica, livre e plenamente, mantendo presente a consciência da importância do coletivo para a emancipação social.

Assente na co-criação entre o compositor, um ensemble de 9 jovens músicos profissionais (cordas e sopros), cantores amadores e um grupo de crianças S/surdas da Escola Silva Gaio - um encontro entre diversas gerações e sensibilidades estéticas diversas - esta proposta define-se pela abertura à experimentação artística e est(ética) enquanto 'acto político'.

A oficina de escrita, dirigida pelo escritor João Pedro Mésseder, com o apoio de Joana Ferrajão, foi o chão para uma criação colectiva que deu corpo a um repertório original, enquanto processo compartilhado entre adultos e crianças, profissionais e amadores.

A experiência coreográfica das crianças S/surdas com as coreógrafas Madalena Victorino e Noeli Kikuchi trazem para o palco a Língua Gestual enquanto movimento desenhado, ampliado através das imagens em movimento do videasta Zhang Qinzhe.

A componente de acessibilidade, através da criação de uma plateia de Escuta Tátil, garante uma experiência que cruza a competência artística e técnica, abrindo espaço para a experimentação de sistemas inovadores dirigidos, em especial, a pessoas com dificuldades auditivas e surdas, adaptáveis a plateias de teatros e salas de espectáculo. A possibilidade de explorar visualmente a Língua Gestual Portuguesa, a partir do trabalho das artistas-artesãs do projecto Saco da Baixa, adiciona uma outra camada de comunicação, acessibilidade e sensibilização.

FICHA ARTÍSTICA

Direcção
Catarina Pires

Direção Musical e Composição
Tiago Sousa

Regentes
Catarina Moura
Luís Pedro Madeira

Intérpretes
Coro BAIXaVOZ (lista de nomes individuais)

Ensemble de Cordas/Violoncelo
Tiago Anjinho
Teresa Soares
Luís Nogueira
Pamela santos
Ana Yoas
José Miguel Teixeira

Ensemble de Sopros / Trombone
Diogo Andrade
Emanuel Rocha
Tiago Nunes

Participação Especial
Escola EB1 Silva Gaio*
sob orientação da Professora Maria José Pereira

Oficina de Escrita
João Pedro Mésseder (coord.)
Joana Ferrajão

Consultoria na Composição das Letras
Marisa da Anunicação

Criação Coreográfica
Madalena Victorino (coord.)
Noeli Kikuchi

Escuta Táctil
Simão Costa / MãoSiMão

APOIOS
República Portuguesa - DGArtes
Comissão 50A25A
Câmara Municipal de Coimbra
Universidade de Coimbra (?)

PARCERIA ESTRATÉGICA
Escola da Noite / Teatro da Cerca de São Bernardo

PARCERIA DE PROJECTO
Jazz ao Centro Clube

APOIOS
MãoSimMão
Associação À Corda

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

PROGRAMA DE 29/09/25

1 - Rei Bruxo - Entra lucky
2 - Mirror People - Any color u like
3 - Supa Squad x Kussondulola - Pim pam pum
4 - Neon Soho - Bills & bills
5 - Carminho - Balada do país que dói
6 - Black Out - Sinfonia do amor
7 - Cais Sodré Funk Connection - Vou viver
8 - Calcutá - Over night
entrevista Teresa Castro (Calcutá) e João Hasselberg
9 - João Hasselberg & Pedro Branco - Far far away
10 - Inês Sousa - Ainda
11 - Lituo - Estrondoso fim




O GAJO AO VIVO





















No dia 15 de Outubro, O GAJO estará em Santo Tirso para apresentar ao vivo o disco "Trovoada".

O evento é inserido no Festival internacional de Guitarra de Santo Tirso e conta com a participação de Isaac Achega na percussão, Francesco Valente no Baixo, João Martins na Sanfona e Diana Ferreira na Sanfona e na Gaita de Foles.

O concerto acontece na Fábrica de Santo Thyrso, começa às 21h30 e o bilhete custa 5€.

FESTIVAL EMERGENTE ABRE OPEN CALL PARA A SUA 7.ª EDIÇÃO





















A 7.ª edição do Festival Emergente realiza-se pela segunda vez na BOTA, nos dias 27, 28 e 29 de dezembro. As inscrições para a open call de artistas emergentes já se encontra aberta.

O Festival Emergente é, desde a sua primeira edição, o “festival da nova geração da música portuguesa” independente. Um festival centrado naquilo que melhor define a música emergente nacional: a profusão de sonoridades muito diversas e ecléticas, que por sua vez resultam de uma enorme diversidade de misturas entre o indie-rock, a música tradicional, a música eletrónica de dança, o jazz e a música autoral cantada em português.

Pelo Festival Emergente, como convidados, já passaram nomes como Filipe Sambado, Surma, Maria Reis, Pedro Mafama, Solar Corona, Unsafe Space Garden e Bandua; e selecionados pela Open Call, projetos como Lana Gasparøtti, Humana Taranja, Marquise, Malva, IBSXJAUR, Líquen, entre muitos outros.

A Open Call de 2024 reuniu mais de 90 candidaturas, estando agora aberta a da edição de 2025, direcionada a todos os projetos que estejam a aparecer na música portuguesa e que queiram ganhar no Festival Emergente um dos primeiros palcos para se apresentarem ao vivo. O regulamento pode ser consultado no Instagram do Emergente.

Desta Open Call serão selecionados os projetos que irão atuar na edição de 2025, depois de avaliados por um júri formado por um conjunto de profissionais do meio musical: músicos, produtores, radialistas, jornalistas, managers e bookers, todos eles verdadeiros melómanos e amantes da música, que asseguram a exigente tarefa de fazer a melhor seleção a cada ano.

No total, serão 10 slots destinadas aos nomes Super Emergentes 2025: nove (9) a ocupar por seleção via Open Call e uma (1) a ocupar pela banda mais votada pelo público das Sessões NEXT. As sessões NEXT, acontecem uma vez por mês, desde março de 2025 ( a última programada para o dia 1 de novembro).

Aos 10 Super Emergentes, juntam-se 6 bandas e artistas em percurso ascendente e que são desde já anunciadas como parte do cartaz 2025: Inóspita, Divã, Malva, bbb hairdryer, Chat GRP e Máquina.

Mantendo a tradição de nunca ter havido nenhuma edição do Emergente igual a outra, o festival mantém os 3 dias de festa natalícia na BOTA, mas este ano acrescenta mais uma sessão de matiné. Assim, a programação da edição 2025, abrirá no dia 26, com o concerto de Inóspita ao final da tarde e prosseguirá com 5 sessões de 3 concertos cada: Sexta 26, depois da abertura, com sessão noturna; Sábado 27 e Domingo 28 com matiné e soirée. Ao todo, serão 16 concertos.

Malva abrirá o segundo dia com o seu segundo disco, “Poros”. Álbum que resultou do Prémio Melhor Projeto Musical Super Emergente, que lhe foi atribuído em 2023, depois de um concerto de sucesso num Musicbox totalmente em silêncio para a ouvir. Já Inóspita, a paradoxal guitarrista, cuja música não tem nada de inóspito, abrirá o festival depois de esgotar um Lux Frágil com a apresentação do seu disco de estreia no início deste ano.

Divã, a banda pós-punk que abriu para a banda britânica Maruja nas suas duas datas portuguesas em 2024, fecham a primeira noite com a irreverência, experimentalismo e energia catártica que os caracteriza. Já a segunda noite é fechada por bbbhairdryer que encarnam a liberdade em palco “rasgando ouvidos e dilacerando caras e corações”.

O último dia promete deitar a BOTA abaixo. Abre com Chat GRP e a sua intensidade ao vivo e finalmente MÁQUINA., que aterram no festival depois de uma omnipresença em palcos nacionais ao longo dos últimos 2 anos, fechando esta edição com chave de ouro.

A 7.ª edição do Emergente promete.

HISTÓRICO FESTIVAL EMERGENTE

Pelo Open Call do Emergente já passaram mais de 300 bandas da novíssima música portuguesa (sendo que só o ano passado o festival contou com 92 candidaturas) e dessas, 42 subiram aos diversos palcos do Emergente desde 2020, uma vez que na primeira edição, em 2019, não houve Open Call.

Cartazes (em negrito – bandas selecionadas por Open Call):

2019 – Cosmic Mass / Sun Blossoms / Time for T / Tourjets / Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo / Pedro Mafama / Venga Venga / Môrus / Elephante Maze / Palmers / Ossos D’Ouvido / Cave Story / Sunflowers / Dji Jays;

2020 – Dream People / Meta_/ Hause Plants / Fugue. / Rui Rosa / Cíntia / Vila Martel / Lana Gasparøtti;

2021 - Chinaskee / Sreya / Gator The Alligator / Mike Vhiles / Caio / Eva Cigana / Los Chapos / Mikee Shite / Conjunto Júlio / Too Many Suns / Solar Corona / Humana Taranja / Biloba / April Marmara / Bia Maria / Falso Nove / Quase Nicolau / Madalena Palmeirim;

2022 – Moma T / Black Lavender / Javisol / O Marta / BANDUA / Themanus / Ana de Llor / A Sul / Siwo / Sfistikated / Unsafe Space Garden / James Flower;

2023 (todos os premiados nos anos anteriores como convidados): Meta / Lana Gasparøtti / Falso Nove / Humana Taranja /Javisol / O Marta / Ricardo Crávidá / Royal Bermuda / Human Natures / Marquise / Marianne 7Redoma / Malva / Evaya / X IT.

2024 – Agressive Girls / Líquen / IBSXJAUR / Surma / Bea Bandeirinha / Pato Bernardo / Maria Reis / Francisco Fontes / Catarina Carvalho Gomes / Hal Still Echoes / Ya Sin / Baleia Baleia Baleia

Bandas e Projetos Premiados:
Melhor Concerto ( MC - por votação do público)
Melhor Projeto Musical ( MPM - por votação do Júri)
Mencões Honrosas (MH – por menção do festival)

2020 MC – Lana Gasparøtti
2020 MPM – Meta_
2021 MC – Los Chapos
2021 MPM – Falso Nove
2021 MH – Humana Taranja
2022 MC – Javisol
2022 MPM – O Marta
2023 MC – Marquise
2023 MPM – Malva
2023 MH – Marianne
2024 MC – Catarina Carvalho Gomes
2024 MPM – Líquen

JUNKBREED COM NOVO SINGLE













"51% Gone” é uma música que fala sobre alguém à beira de desistir de tudo. É um retrato cru de quem se encontra no limite, dividido entre continuar a lutar ou simplesmente abandonar. Uma reflexão sobre a dúvidas que todos, em algum momento, enfrentamos sobre a própria vida e o seu sentido. O caos e a falta de força instalam-se e podem quebrar o ser humano.

Este é o segundo single da banda e sucede a "Faulty Stereo" lançado a 5 de Setembro.

Os JUNKBREED apareceram como um escape criativo durante o confinamento de 2020 quando Miranda (Primal Attack) começou a compor músicas sem um objectivo definido. 

Após convidar Pica (Primal Attack, Seven Stitches) para dar voz aos temas, a ideia de um projecto mais ambicioso começou a ganhar forma. Pouco tempo depois, Karia (Switchtense) juntou-se à banda, seguido de Pedro Mau (Wells Valley) e Pardal (Switchtense).

Ainda durante a pandemia, os JUNKBREED gravaram o seu álbum de estreia Music For Cool Kids lançado em Novembro de 2021 pela Raging Planet. 

A sua sonoridade é um cocktail de texturas que vai do rock ao punk com uma forte carga de post-hardcore. 

Assim que foi possível, de acordo com as restrições, os JUNKBREED foram para a estrada, percorrendo palcos de norte a sul do país e conquistando elogios pelas suas atuações intensas e cheias de energia.

Em 2023, a banda altera a sua formação e entra Antero (Baleia Piloto) e Tiago (Primal Attack), passando a formação a ser com Pica (voz), Karia (baixo), Antero (Bateria), Miranda e Tiago (Guitarras). 

Em Outubro desse ano lançam o EP Cheap Composure, que abriu novos horizontes ao projecto.

Sick Of The Scene é o segundo disco da banda, foi gravado nos estúdios SinWav, teve mistura e masterização por parte de Mau e sai no próximo dia 10 de Outubro de 2025 com o selo da Raging Planet.

OS GANSO LEVANTAM VOO ATÉ AO COLISEU DOS RECREIOS, A 6 MARÇO 2026





















Em 2026 os Ganso celebram o seu 10.º ano de vida. Para assinalar esta data e os diversos hits da sua carreira, a banda levanta voo e confirma a sua primeira data numa das mais icónicas salas nacionais: o Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Depois de apresentarem e esgotarem salas com o mais recente disco “Vice Versa” e passado por festivais de verão um pouco por todo o país, avizinha-se um novo desafio para os Ganso: o primeiro Coliseu da carreira da banda, no dia 6 de março de 2026.

Uma década de Ganso, João Sala, vocalista e letrista da banda reflete um pouco sobre esta simbólica data: ”para além da nossa paixão por fazer música, o nosso público é uma grande potência que nos leva a cumprir estes 10 anos de banda. Ao longo desta década, sempre sentimos vontade de ser ouvidos e isso motiva-nos imenso. Temos 3 álbuns e um EP muito diferentes uns dos outros e ainda há muita margem para continuar a experimentar outras sonoridades.”

Este voo dos Ganso até a uma das salas mais emblemáticas do país não acontece por acaso, segue-se ao lançamento de “Vice Versa”, disco que se tem tornado bastante popular junto dos fãs mais jovens de música portuguesa, público que se tem renovado a cada novo lançamento da banda. Além dos sucessos no TikTok português de “Sorte a Minha” (perto de 4 milhões de audições) e “Fetiche Fonético”, o novo disco já ultrapassa o primeiro milhão e meio de audições no Spotify.

“Vice Versa” ganhou vida própria nos ouvidos e sensibilidades dos seus ouvintes desde o seu lançamento. Esgotou 3 noites no B.Leza em Lisboa no final de 2024 e recentemente encheu os Jardins do Museu de Lisboa ao encabeçarem a segunda noite do Festival Cuca Monga . O disco foi destacado na imprensa nacional e tocado em várias das principais estações de rádio portuguesas, figurando em algumas das listas do ano mais consagradas da imprensa portuguesa: a Antena 3 apelidou a “Papel de Jornal” como a quarta melhor canção nacional de 2024, o disco figurou na lista de Melhores Discos do Ano (#7) na mesma rádio e em oitavo lugar no Top de melhores álbuns portugueses de 2024 para os leitores da BLITZ.

Mas o concerto do Coliseu dos Recreios a 6 de março promete extravasar o último disco dos Ganso, visitando hits de outros lançamentos como “Sorte a Minha”, “Gino (O Menino Bolha)” e “Não Te Aborreças”, do primeiro longa-duração da banda, “Não Tarda” (2019) que também fará parte do alinhamento deste espetáculo único.

Até março de 2026 serão anunciados convidados especiais, surpresas e mais detalhes desta performance inédita na carreira dos Ganso. Até lá, pode esperar-se o lançamento de música nova que o quinteto alfacinha já deixou em lume brando desde a criação de “Vice Versa”.

CRISTINA BRANCO LANÇA NOVO SINGLE E ANUNCIA ÁLBUM "MULHERES DE ABRIL" PARA 24 DE OUTUBRO





















 Augusto Brázio

Depois de "Teresa Torga" e “Canção da Paciência”, Cristina Branco dá continuidade à homenagem a José Afonso iniciada com o álbum “Abril” (2007), apresentando o single “De Não Saber o Que Me Espera”. O novo tema antecede o disco "Mulheres de Abril", com edição exclusiva em CD e vinil a 24 de outubro, já disponível para pre-order online. A versão digital, com lançamento a 28 de novembro, já pode ser garantida em pre-save.

"Mulheres de Abril" ilumina as mulheres que José Afonso cantou, as suas narrativas íntimas e a visão progressista que o compositor revelou sobre o papel feminino numa sociedade em transformação.

Estas canções ganharão vida em palco no espetáculo “Mulheres de Abril - Cristina Branco canta José Afonso”, cuja digressão nacional terá como momentos altos os concertos de 29 de novembro, no Auditório Municipal Carlos do Carmo (Lagoa), e de 17 de dezembro, na Casa da Música (Porto).

Em disco e ao vivo, a intérprete é acompanhada por cúmplices musicais de excelência, que consolidam a sua sonoridade: Ricardo Dias (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), Alexandre Frazão (bateria) e Mário Delgado (guitarras) e Tomás Marques (saxofone soprano).

"De Não Saber o Que Me Espera"

«Dentro desta canção só cabe a incerteza e a insegurança, o não ter escolha, vagamente fala da linha ténue e “torta” entre o bem e o mal, e neste momento é urgente falar disto também.

É urgente que em todo o nosso raio de ação se recuse o ódio, a agressão, a ofensa, a discriminação por ignorância ou para proveito próprio. É urgente relembrar e exaltar a empatia pela condição humana.»

Cristina Branco

Cristina Branco é uma aclamada artista portuguesa de fado que tem encantado plateias em todo o mundo com a sua voz emotiva e a sua profunda musicalidade. Com uma carreira que já se estende por quase três décadas, Branco lançou 18 álbuns de sucesso, cativando ouvintes com as suas interpretações únicas do fado tradicional e a sua exploração de expressões musicais contemporâneas. Reconhecida pela sua arte excecional, Cristina conquistou aclamação internacional e estabeleceu-se como uma das principais figuras do universo do fado.

Ao longo da sua trajetória, Cristina Branco colaborou com alguns dos mais prestigiados músicos e compositores nacionais e internacionais, expandindo constantemente as fronteiras do género e renovando a tradição fadista com frescura e modernidade. A sua capacidade de unir o respeito pela herança cultural a uma abordagem inovadora valeu-lhe prémios, nomeações e uma presença assídua nos mais conceituados palcos e festivais de música do mundo. O seu trabalho reflete uma busca contínua por autenticidade e pela partilha de emoções universais através da música, consolidando o seu lugar como embaixadora do fado no panorama global.

05 OUT LUGO (ES) Festas de San Froilán
10 OUT NEW YORK (EUA) Carnegie Hall ("Amália in America")
29 NOV LAGOA (PT) Auditório Municipal Carlos do Carmo
("Mulheres de Abril - Cristina Branco canta José Afonso")
17 DEZ PORTO (PT) Casa da Música
("Mulheres de Abril - Cristina Branco canta José Afonso")

BIG GUIMARÃES RECEBE LIVE ACT INÉDITO COM RODRIGO LEÃO E DESENHOS AO VIVO DE ANTÓNIO JORGE GONÇALVES promolow.jpg





















© Susana Paiva

“Desenhar os sons com a luz dos dedos” é o mais recente projeto do músico e compositor Rodrigo Leão, do multi-instrumentista Gabriel Gomes, com o ilustrador António Jorge Gonçalves. Esta fusão inédita da música e a ilustração digital ao vivo foi criada especialmente para a inauguração da 5ª edição da Bienal de Ilustração de Guimarães, que se inicia a 25 de outubro e termina a 31 de dezembro.

O espetáculo acontece no primeiro dia da BIG Guimarães, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor. Rodrigo Leão e Gabriel Gomes estreiam este novo projeto, em dueto, que contará com o desenho digital ao vivo de António Jorge Gonçalves. A música, com uma parte mais abstrata e eletrónica composta especialmente para este evento, terá também no alinhamento canções que Rodrigo Leão compôs para projetos como a "Sétima Legião", "Madredeus" ou "Os Poetas".

Durante o concerto, António Jorge Gonçalves desenhará numa mesa digitalizadora e, através do computador, o seu trabalho será projetado no espaço cenográfico. Seguindo um método de composição espontânea que permite integrar a inspiração do local, o espetáculo desenvolve-se em registo site-specific. O artista cria um fluxo de desenhos em permanente metamorfose: personagens, ambientes, pulsações. O suporte tecnológico (caneta digital+computador+projetor) permite que a invisibilidade do desenhador confira às imagens uma sensação de imaterialidade que se funde na perfeição com a música.

Os bilhetes estão à venda e custam entre 10 a 15 euros. Podem ser adquiridos online na BOL (link bilheteira) e nos balcões do Centro Cultural Vila Flor, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Casa da Memória e Loja Oficina. Também disponíveis nas lojas: Fnac, Worten e El Corte Inglés.

Rodrigo Leão: «Este é um projeto novo que surgiu há cerca de um ano com o convite do Tiago Manuel [diretor artístico da Bienal de Guimarães]. Ao fim de 40 anos a trabalharmos juntos e a partilharmos tantos palcos com os Sétima Legião, Os Poetas e os Madredeus, em boa hora surgiu este desafio artístico com o qual podemos colaborar em dupla, eu e o Gabriel Gomes. E, neste caso em particular, também com a participação do ilustrador António Jorge Gonçalves. O espetáculo é composto por duas partes (sem intervalo): uma mais etérea, abstrata e livre, com uma eletrónica muito discreta, notas mais longas, e uma segunda parte do espetáculo na qual iremos tocar temas da nossa autoria. Estamos de facto entusiasmados com o resultado final deste espetáculo».

António Jorge Gonçalves: «O espetáculo com o Rodrigo Leão e o Gabriel Gomes é um encontro entre o desenho e a música. Haverá ideias e conhecimento do alinhamento do que irá acontecer musicalmente, mas para mim haverá uma liberdade completa de estar a desenhar, a compor e a improvisar em tempo real consoante o que estiver a acontecer também com a presença do público, pela atmosfera. Gosto desse tipo de abertura, porque faz de cada espetáculo algo irrepetível. As pessoas que estão a ver o espetáculo estarão a ter também um contacto com aqueles desenhos que vão acontecer no mesmo momento que eu. Será uma viagem para ambos os lados. Também vejo muito esta minha atividade de desenho ao vivo como uma forma de música visual e, de alguma maneira, o meu lápis e os desenhos digitais que irão aparecendo em palco irão ser mais um instrumento só que em vez de ser musical, será visual».

Sobre a BIG

A diversidade de perfis e as obras selecionadas na 5ª edição da Bienal de Guimarães, que decorre entre 25 de outubro e 31 de dezembro, reforçam a missão deste evento na divulgação e promoção do diálogo crítico entre ilustradores de várias gerações e expressões artísticas. O corpo artístico presente – 191 obras de 95 ilustradores nacionais e internacionais – poderá ser apreciado nas várias exposições patentes nos principais espaços culturais da cidade de Guimarães (mais informações neste link).

A BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães é uma iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães, com a organização da cooperativa MOTOR - Produção Cultural. Esta iniciativa conta com a Direção Artística do artista plástico Tiago Manuel e de Rui Bandeira Ramos na Direção Técnica.

Site > https://big.guimaraes.pt 
Instagram > https://www.instagram.com/big.guimaraes 
Facebook > https://www.facebook.com/big.guimaraes

NOVO LANÇAMENTO DA LOVERS & LOLLYPOPS

 



















Fica hoje disponível Doriav Kali, um registo que compila em formato K7 os sete singles previamente editados do coletivo La Familia Gitana agora parte da lista de bandas integradas na editora portuense Lovers & Lollypops.

O som da La Família Gitana cruza flamenco, rumba e tradição cigana e os elementos da banda partilham como influências algumas das batidas modernas do rap, pop, reggae, funk, funaná e até afro house. Cada concerto é vivido como um ritual de intensidade emocional: “um cigano quando canta, mostra tudo o que sente, sem vergonha de expor a alma”, comenta o fundador da banda, Ari Monteiro.

La Família Gitana é formada por primos de vários ramos das famílias que se fixaram há quatro gerações no Bairro do Fim do Mundo. As suas origens cruzam caminhos vindos do Norte de Portugal, da Ajuda, em Lisboa, e de Espanha. A expressão cultural desta banda reflete uma história de mobilidade, encontros e resistência. “É uma pena que em Espanha todos querem ser ciganos, há orgulho do país na etnia, mas em Portugal é diferente, há pessoas que não aceitam as suas origens. Nós temos orgulho em quem somos e queremos partilhar isso”.

Nesse território socialmente marcado pela exclusão, mas culturalmente fértil, nasceu o grupo que segue as pegadas dos seus mais velhos, que já traziam no sangue o amor pela música. Alguns dos pais e tios e avós dos elementos da La Família Gitana já tinham bandas como os Soul Gypsy, que animaram festas e circuitos locais nos anos 2000. Hoje, os filhos retomam esse legado, transformando-o com uma rajada de ar fresco e irreverência da geração Z.

Para La Família Gitana, estar em palco é assumir um papel de representação e orgulho. O sonho coletivo é levar a cultura cigana aos grandes palcos internacionais e afirmar a sua voz no panorama musical nacional. Cada concerto é uma oportunidade de mostrar que a sua diferença é a sua força: “Na nossa cultura está a nossa diferença, o nosso valor e a nossa força”.


JP COIMBRA DOS MESA APRESENTA NOVO ÁLBUM EM LISBOA E NO PORTO





















Produzido pelo britânico Leo Abrahams (Florence + the Machine, ANOHNI), "Revealing" chega a 17 de outubro e será apresentado ao vivo na Casa da Música, dia 6 de novembro, e no Coliseu Club, a 6 de dezembro. 'Les Enfants' é o novo single.

JP Coimbra dos MESA vai apresentar o novo álbum a solo, “Revealing”, em dois concertos no Porto e em Lisboa, a 6 de novembro e 6 de dezembro, respetivamente, anunciou o multi-instrumentista, compositor e produtor. Com lançamento a 17 de outubro, o segundo disco do artista será tocado na integra, na Casa da Música, e no Coliseu Club, respetivamente, pelas...

Gravado entre o Porto e Londres, o longa duração explora um registo mais direto, íntimo e emocional, assinalando o reencontro do artista com o formato canção, em contraposição com o disco de estreia, "VIBRA", projeto mais experimental editado em 2021. O segundo álbum em nome próprio do elemento fundador da banda MESA foi produzido por Leo Abrahams, músico e produtor britânico com créditos firmados ao lado de nomes como Brian Eno, ANOHNI, Florence + the Machine, Pulp ou David Byrne, entre outros. "Revealing" mantem a sofisticação harmónica e rítmica, agora aliadas à palavra e à voz, numa abordagem mais minimalista e orgânica, com o piano no centro da narrativa sonora, envolto em sintetizadores, processamentos analógicos e timbres que espelham estados de alma.

"Sabia que o disco precisava de uma energia diferente e, por isso, quis alguém para o produzir. O Leo Abrahams pareceu-me logo a escolha natural e o processo foi super fixe desde o início: combinámos trabalhar em dois temas e, se funcionasse artisticamente, avançaríamos para o disco. Foi exatamente o que aconteceu", afirma JP Coimbra. O álbum é uma reflexão “sobre o papel da tecnologia na sociedade e, por consequência, na Música e na Arte. Dentro desse olhar mais amplo, há também a descoberta de uma faceta meu eu artístico, com o qual nunca me senti totalmente à vontade. "Revealing" é também isso: ultrapassar as inseguranças. É uma escuta atenta à textura e ao detalhe, à minha própria ressonância, numa paisagem sonora íntima e vulnerável. Queria afastar-me do computador nas fases iniciais, focando-me em processos mais orgânicos, mais intuitivos", conta o artista.

O álbum é antecipado pelos singles ‘Lost in the Moment’ e o mais recente 'Les Enfants'. Com letra e música da autoria de JP Coimbra, a faixa apresenta uma sonoridade que o músico descreve como "intemporal". O tema conta com produção e guitarra de Leo Abrahams e as participações do baterista e percussionista norte-americano Chris Vatalaro – colaborador habitual de Mark Ronson, Jarvis Cocker, Bat For Lashes, Florence + The Machine e Foals, entre outros – e da violoncelista croata Klara Romac - que tem trabalhado com artistas como Nick Cave & Warren Ellis e Roger Waters.

"Os meus temas surgem normalmente do acaso, ao experimentar diferentes sons que podem vir da eletrónica ou do piano. Gravo o que toco, depois ouço e recolho ideias que me parecem poder resultar em canções. A 'Les Enfants' surgiu de um desses momentos. Tem um lado intemporal", afirma JP Coimbra.

"Por outro lado", acrescenta o artista, "há qualquer coisa na canção que me faz pensar num quadro do pintor francês Seurat - "Bathers at Asnières" - no qual vários rapazes relaxam no Sena, em Asnières, um subúrbio industrial no norte de Paris. Ao longe, veem-se as chaminés das fábricas. Gosto especialmente desse contraste entre a natureza e a paisagem industrial ao fundo. 'Les Enfants' traz isso também, com a mistura da eletrónica, no início, e, depois, os elementos orgânicos trazidos pela guitarra do Leo Abrahams, o violoncelo da Klara Romac e a bateria do Chris Vatalaro. Os pormenores acústicos da faixa reforçam essa dualidade entre a eletrónica e os instrumentos".

Com lançamento a 17 de outubro, "Revealing", o segundo álbum a solo de JP Coimbra dos MESA inclui os singles ‘Lost in the Moment’ e o novo 'Les Enfants', já disponíveis em todas as plataformas digitais. 

OS AZEITONAS CELEBRAM 20 ANOS DE CARREIRA COM CONCERTO ESPECIAL NO COLISEU DO PORTO





















2 de outubro, 21h

Uma noite única para celebrar duas décadas de música, histórias e emoções, com convidados especiais que fazem parte da História dos 20 anos - Já confirmado: RUI VELOSO!

No próximo dia 2 de outubro, às 21h, o Coliseu do Porto recebe uma noite memorável: o concerto de celebração dos 20 anos de carreira de Os Azeitonas. A banda vai contar com alguns convidados, entre eles Rui Veloso, que ao escutar a maquete do primeiro álbum dos Azeitonas, há 20 anos, "Um Tanto ou quanto Atarantado" disse, de imediato, que queria editar o álbum e tornou-se o padrinho acarinhado da banda.

Durante cerca de duas horas, Marlon, Nena e Salsa vão revisitar o vasto repertório da banda, trazendo ao palco êxitos incontornáveis como “Quem és Tu Miúda”, “Tonto de Ti”, “Ray Dee Oh”, “Guitarrista do Liceu” e o hino geracional “Anda Comigo ver os Aviões”. A noite contará ainda com surpresas, canções há muito afastadas do alinhamento e outras que nunca chegaram a ser tocadas ao vivo. Para tornar a celebração ainda mais especial, o espetáculo terá a presença de convidados que marcaram a história do grupo desde a sua formação em 2005.

A celebração não fica por aqui: antes do final do ano, a banda prepara também o lançamento de um Best-Of em vinil duplo, edição limitada, reunindo as canções mais emblemáticas da sua carreira com novas versões exclusivas e o single lançado este ano, “20 Anos”.

Foi em 2005 que Os Azeitonas apresentaram ao mundo o seu primeiro álbum, “Um Tanto ou Quanto Atarantado” — o carinhosamente apelidado “álbum zerø”. Duas décadas depois, continuam a escrever uma história de sucesso com milhares de fãs e canções que se tornaram parte da memória coletiva da música portuguesa

Bilhetes para o Coliseu do Porto em:
https://ticketline.sapo.pt/evento/os-azeitonas-20-anos-8962

JOSÉ PEIXOTO & NUNO CINTRÃO ANUNCIAM ÁLBUM "VISITA: DIÁLOGOS COM CARLOS PAREDES” COM O ANTECIPADO SINGLE DUPLO “VERDES ANOS” E “CANTO DE ALCIPE”
















foto: Rafael Gonçalves

Artistas: José Peixoto & Nuno Cintrão
Single duplo: Verdes Anos / Canto de Alcipe
Data de lançamento do single duplo: 5 de setembro de 2025
Single duplo antecipa o álbum: VISITA - Diálogos com Carlos Paredes (10
de outubro 2025)
Editora: Galileo Music
Género musical: Instrumental

No ano em que se assinala o centenário do nascimento do aclamado compositor português Carlos Paredes, os guitarristas e compositores José Peixoto e Nuno Cintrão prestam homenagem ao legado imortal da sua música. Partindo das referências, inspirações e cumplicidades do trabalho que desenvolveram no duo Combinatorium, com o qual lançaram o álbum Fragmentos Imaginários (2023), os nmúsicos propõem-se agora a explorar e reinventar o universo sonoro do mestre da guitarra portuguesa no álbum VISITA: Diálogos com Carlos Paredes que terá edição a 10 de outubro pela Galileo Music.

Dividido em duas partes: VISITAS e DIÁLOGOS (cada uma com cinco temas), esta obra contém um primeiro conjunto de peças originais de Carlos Paredes com arranjos criativos, resultantes da identidade enquanto duo. O segundo conjunto apresenta peças compostas a partir da música de Carlos Paredes ou popularizadas pelo compositor. O primeiro avanço desta obra é o single duplo “Verdes Anos” e
“Canto de Alcipe”, que será lançado a 5 de setembro. “Verdes Anos”.

Naquela que é a peça que inicia o disco, “Verdes Anos” é uma das obras mais emblemáticas do repertório de Carlos Paredes. Mantendo a melodia original, o duo trabalhou uma abordagem rítmica que gera uma sensação de flutuação sobre o tema, explorando o diálogo melódico entre as duas guitarras elétricas, que lhe conferem um ambiente de introspeção. “Sendo uma peça muito interpretada, optámos por usar guitarras elétricas, procurando uma liberdade tímbrica que abrisse espaço para o nosso arranjo”, refere Nuno Cintrão. “Canto de Alcipe” “Canto de Alcipe” pertence ao segundo capítulo do disco. Inspirada na “Canção de Alcipe”, da autoria de Afonso Correa Leite e Armando da Câmara Rodrigues e popularizada por Carlos Paredes, a base rítmica de sete tempos por compasso coloca o tema num lugar naturalmente diferente do original.

“A partir de uma ideia de arranjo do Nuno Cintrão, criámos uma ‘história melódica’ com rédea curta à vista da melodia original. O desafio e a motivação foram recisamente esse lugar diferente que convidou toda a progressão deste tema”, efere José Peixoto.

Estes dois temas fazem parte de VISITA: Diálogos com Carlos Paredes, que será apresentado ao vivo no Misty Fest nos dias 14 de novembro (São Luiz Teatro Municipal, Lisboa) e 1 de dezembro (Casa da Música, Porto).

José Peixoto: Guitarra clássica e guitarra elétrica
Nuno Cintrão: Guitarra clássica e guitarra elétrica
Gravado por Sons Portáteis Invisible Studios no Monte do Cabaço, Alentejo
Mistura e masterização por Luís Delgado
Fotografia: Rafael Gonçalves
Design gráfico: João Nuno Represas
Produção: José Peixoto e Nuno Cintrão

Sobre José Peixoto

José Peixoto é um guitarrista, compositor e produtor de renome de Portugal, celebrado pela sua habilidade excecional e abordagem inovadora à música. Com um passado mergulhado na guitarra clássica, Peixoto criou um nicho para si próprio na cena musical contemporânea, misturando estilos tradicionais portugueses com influências modernas. Com uma vasta discografia, as suas composições refletem frequentemente uma profunda ressonância emocional, mostrando a sua capacidade de transmitir sentimentos complexos através da melodia e do ritmo. A sua dedicação ao ofício e o seu som distinto continuam a inspirar tanto o público como os aspirantes a músicos. Para além do seu premiado grupo LST - Lisboa String Trio, José Peixoto tem colaborado com uma variedade de artistas notáveis, com destaque para o famoso grupo português Madredeus. O seu trabalho com o grupo foi fundamental na fusão da música tradicional portuguesa com elementos contemporâneos, realçando o som único do grupo. Para além disso, Peixoto fez parceria com a cantora de Jazz de renome internacional Maria João e com José Mário Branco, Janita Salomé, Carlos Zíngaro, João Monge, Nuno Cintrão para citar apenas alguns exemplos. Estas colaborações permitiram-lhe explorar diferentes estilos musicais e expandir os seus horizontes artísticos.

A capacidade de Peixoto em trabalhar com diversos músicos demonstra a sua versatilidade e o seu empenho em enriquecer o panorama musical português, tornando-o uma figura importante na música contemporânea.

Sobre Nuno Cintrão

Guitarrista, compositor e artista multidisciplinar, Nuno Cintrão é um músico multifacetado que se dedica à experimentação e construção de objetos sonoros, bem como à criação de espetáculos multidisciplinares. Compõe regularmente para dança e teatro, contando com mais de 50 bandas sonoras originais. Cintrão é conhecido pelas suas atuações dinâmicas e pela sua abordagem inovadora à música, que integra uma fusão única de géneros, incorporando elementos de rock, jazz e sons tradicionais portugueses. Como guitarrista, acompanhou Teresa Salgueiro (ex-Madredeus) na digressão do álbum Horizonte e formou o duo Combinatorium com o guitarrista José Peixoto, com quem lançou o álbum Fragmentos Imaginários (2023). Tem marcado presença assídua na programação cultural de teatros, auditórios e serviços educativos por todo o país (Fundação Calouste Gulbenkian, CCB, entre outros), tanto no continente quanto nas ilhas, além de ter tido frequentes oportunidades de apresentar os seus projetos em palcos e festivais internacionais de renome, em países como Bélgica, Hungria, Alemanha, Itália, Espanha, Brasil, Macau e Cabo Verde.


domingo, 28 de setembro de 2025

CHOKEPOINT COM NOVO SINGLE





















Lançado a 26 de setembro, este é um tema intenso e cinematográfico, cantado em português e que cruza rock e metal alternativo com uma atmosfera dreamcore. A música mergulha no desejo e na noite, pensada para ganhar vida em palco e espaço na rádio.

Este lançamento marca o início de uma nova fase da banda, agora em português, sem perder a intensidade que lhes valeu reconhecimento como Sleep Therapy: um álbum (Nothing, Nowhere); vários singles e mais de 100.000 streams; presença na lista dos 50 Melhores Álbuns de 2023 da Música Sem Capa; concertos em festivais como Aqui ao Lado e Laurus Nobilis e em palcos icónicos como o Maus Hábitos e o Tokyo. Mais recentemente, foram entrevistados por Ana Isabel Arroja no programa Rock Star da Rádio Comercial.

“Quisemos escrever uma canção de contrastes - luz e escuridão, amor e fuga. Ganhou forma através da energia crua e da vibe do metal alternativo dos CHOKEPOINT. ” - Luís Peliteiro (vocalista e produtor)

Formados no Porto, os CHOKEPOINT exploram um universo sonoro e visual próprio, marcado por energia, vulnerabilidade e referências digitais. Com ‘Lua Vermelha’, a banda que vive entre o peso e a melodia, reforça o seu lugar no panorama alternativo nacional do rock moderno.

NOVA EDIÇÂO DA ANTI-DEMOS-CRACIA

 





















A ANTI-DEMOS-CRACIA, tem mais um registo nos escaparates!

Trata-se da edição com o número de catálogo 144 e pertence aos covilhanenses Aftervoid.

“Negative Space”, é o segundo álbum da banda e este novo trabalho, explora sonoridades mais obscuras, minimalistas e até intimistas, mostra a banda a regressar às suas raízes de dark ambient.

É um álbum que celebra o vazio, os fantasmas do quotidiano, o ruído que permanece após se instalar o silêncio, as horas ocultas de dias difusos. Para além de sintetizadores e da guitarra eléctrica, agora predominante na primeira parte do disco, a banda dá agora uso ao que de mais estranho se pode encontrar nas ondas hertzianas e aos dispositivos de comunicação de décadas pretéritas.

Os Aftervoid nasceram em 2012 e têm já no currículo o EP “Limits of Infinity” (2024) e o álbum “Infamy” (2023). 

Os seus membros são:

Pedro Guilherme - Sintetizador, guitarra, sampler 
Hugo Meruje - Sintetizador, guitarra e sampler 
David Gonçalves - Guitarra 
Flávio Almeida - Bateria e sampler 
Sandro Gonçalves - Videoarte

Posto de escuta / download gratuito / CD: 
https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/negative-space

sábado, 27 de setembro de 2025

MIRAMAR AO VIVO

 










Concertos de Apresentação de Miramar III:

21 de outubro, Casa Capitão, Lisboa 
22 de outubro, Casa da Música (Sala 2), Porto

Há um nítido e bem definido fio condutor no caminho que os dois guitarristas Frankie Chavez e Peixe têm vindo a percorrer desde 2019, através do seu projeto Miramar, pintando histórias sem orecurso às palavras, apoiando-se tão somente na força evocativa das melodias.

Se o primeiro álbum homónimo, de 2019, pode ser olhado como um diário de viagem numa “estrada que se percorre de forma contemplativa” (Pedro Tenreiro, 2019), e se virmos no segundo, “Miramar II” (2022), o mapa de um espaço que se estende a partir do anterior, como “um laboratório de lugares, um tipo de viagem à volta de um quarto, e o seu desdobramento cénico uma virtude da sua tensão” (Daniel Jonas, 2022), o novo registo, “Miramar III”, a editar a 3 de outubro, é assumido como um álbum de memórias de uma outra natureza.

Em “Miramar III” as memórias efetivamente persistem, no mesmo espaço que, no entanto, se encontra agora habitado. Há visitas, há ruído, há vizinhos, há interferências, … há possíveis sequelas – como é o caso do tema “I’m Leaving – Cap. II”, que sucede a “I’m Leaving”, incluido no primeiro álbum do grupo.

Desta forma, Frankie Chavez e Peixe abordam em “Miramar III” as memórias sob novos ângulos, numa tentativa de regresso ao tempo e espaço onde foram felizes, na esperança de que esse local tenha mudado, como para eles inevitavelmente mudou.
“Miramar III” será, assim, o terceiro volume de uma história contada a dois, onde as partidas e os regressos fazem parte de uma infinita viagem que se simula no tempo.

Assinalando a edição de “Miramar III”, o grupo irá realizar dois concertos de apresentação deste novo álbum, em duas importantes salas do país: a nova Casa Capitão, em Lisboa, no dia 21 de outubro, e a Casa da Música (Sala 2), no Porto, no dia 22 de outubro.
Próximos concertos:
27 de setembro - Teatro-cine de Torres Vedras (Torres Vedras)
21 de outubro - Casa do Capitão (Lisboa)
22 de outubro - Casa da Música - Sala II (Porto)
28 de novembro - Black Box da Central do Caldeirão (Torres Novas)

NOVO SINGLE DE ANA SANTOS



Ana Santos, compositora e multi-instrumentista, lança “Almocreve”, o primeiro single que antecipa a chegada do seu disco de estreia a solo, “Água e tudo o que ressoa”, com edição marcada para outubro. Com música composta por Ana Santos, “Almocreve” conta uma história narrada através do som dos instrumentos (violino barítono e viola campaniça) e paisagens sonoras “caçadas” num pequeno lugar sem nome, ao Sul. Conta ainda com um videoclipe ilustrado, editado e animado por Diogo Bessa a partir de ilustrações de Susa Monteiro e Isaclino Palma, seu avô. Neste tema juntam-se ainda Sebastião Santos (percussões) e Isaclino Palma (voz).

“Água e tudo o que ressoa” é um disco com produção conjunta de Ana Santos, Sebastião Santos e Celina da Piedade e conta com colaborações especiais que vão desde músicos a contadoras de histórias e poetas, incluindo amigos e familiares próximos da compositora.

“Almocreve” já está disponível nas plataformas digitais e videoclipe disponível no YouTube.

www.youtube.com/@anasantosmusician
www.facebook.com/anasantosmusician

www.instagram.com/anasantosmusician

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

PROGRAMA DE 26/09/25

 














1 - Lindu Mona - Fado e nostalgia
2 - Mike El Nite - Existencisensual (é complicado)
entrevista Davi Santiago
3 - Davi Santiago - Foi só amor (ao vivo na ruc)
4 - O Pequeno Aquiles - Praia da Barra
5 - Senhor Vulcão - Rock n roll
6 - Cara de Espelho - D de denúncia
7 - Jorge Rivotti - Vent froid
8 - Miguel Araújo e Rui Veloso - Fazer canções
9 - Carlos Peninha - Fronteira
entrevista Carlos Peninha
10 - Carlos Peninha - O ter e o  dar


CATARINA GUINOT LANÇA EP DE ESTREIA "ODE AO DES(AMOR)"





















Fotografia: Ricky Creative

O curta duração inclui as colaborações de INÊS APENAS, Choro, LEFT., Clara Duailibi e NED FLANGER e será apresentado ao vivo dia 24 de outubro no Tokyo, em Lisboa​

"Ode ao Des(amor)" é o primeiro EP de Catarina Guinot, já disponível em todas as plataformas digitais. O curta duração retrata o final de um relacionamento, sempre de uma perspetiva positiva. A cantora e compositora recrutou Choro (Rita Onofre, Inês Monstro), LEFT. (Diogo Piçarra, Rita Redshoes) e NED FLANGER (iolanda, JÜRA) para a produção e INÊS APENAS (Blaya, Catarina Filipe) e Clara Duailibi (Tomás Adrião, Elisa) para colaborarem nas letras e melodias.

Nas palavras de Catarina Guinot, "este EP é um abraço para quem precisa de se reerguer após uma situação de desamor. Representa as várias fases do fim de um relacionamento, sempre de uma perspetiva de superação e valorização pessoal. Espero que esta "Ode ao Des(amor)" chegue a quem precisa de ouvir estas músicas e possa libertar-se de alguma forma".

A artista acrescenta que escreveu "estas canções como forma de terapia, são as palavras e melodias que precisei de ouvir em cada momento de uma situação de desamor. É a minha verdade, porque um fim não tem sempre de ser melancólico ou triste, pode ser e é uma aprendizagem e a procura de felicidade".

"Ode ao Des(amor)" é acompanhado pelo novo videoclipe para o tema título, com realização de Ana Viotti e coreografia de Renato Garcia. A canção foi escrita e composta por Catarina Guinot e INÊS APENAS e produzida por Choro.

"'Ode ao Des(amor)', com 'amor' entre parêntesis, porque é uma exaltação ao desamor e ao amor próprio, que coexistem neste universo musical. Um é o meio para voltar a atingir o outro, ou seja, o desamor é o meio para voltar a alcançar o amor próprio", afirma Catarina Guinot. "Desde o início da composição das canções para este projeto, sempre tive o título do EP definido e senti ser esta a faixa certa para lhe dar nome. É adequada pela sua urgência desprovida de limites literários e a métrica acelerada e dançável. É uma canção de libertação, sobre cessar um ciclo e avançar para uma nova era", diz ainda a artista. 

Gravado no Barreiro, a cidade Natal de Catarina Guinot, o vídeo que acompanha o single 'Ode ao Des(amor)' foi realizado por Ana Viotti. A fotógrafa e videógrafa conta que o clipe "é a interpretação visual e sensorial de um percurso de superação: do caos interno à libertação emocional, do peso de uma relação à leveza de seguir em frente. Inspirado nos quatro elementos - água, fogo, terra e ar - que simbolizam cada um deles um pilar essencial da vida e do equilíbrio alcançado após a dor".

Além do tema título, "Ode ao Des(amor)" inclui os singles 'Não Corro Atrás’ e 'Metade de Mim', coescritos com Clara Duailibi; e 'Orações’, cuja letra e música são resultado de uma parceria criativa da artista com INÊS APENAS.

‘Não Corro Atrás’, diz Catarina Guinot, é sobre “a urgência de parar para avaliar o que nos está a fazer menos bem e agir sobre isso"; 'Orações' é um "apelo quase religioso de quem deseja que a relação funcione, mesmo quando não há entidade que a possa salvar"; e 'Metade de Mim' é "o outro lado de um fim. É esperançoso e feliz. É sobre amor próprio, sobre não ser 'metade de mim’”.

Já disponível em todas as plataformas digitais, "Ode ao Des(amor)", o EP de estreia de Catarina Guinot, será apresentado ao vivo no Tokyo, em Lisboa, dia 24 de outubro pelas 22h00. A primeira parte estará a cargo da cantora e compositora Dreia que editou, também este ano, o primeiro EP "Ganhar Voz".

Cantora e compositora, Catarina Guinot estudou piano e canto desde cedo. Tem formação artística pela Restart e frequentou um workshop de Teatro Musical na ACT - Escola de Atores. Apaixonada por música desde que se lembra, só na adolescência a artista ganhou coragem para entrar no “Drama Club” da escola. Foi nessa altura que começou a escrever as suas próprias canções.

Em 2016 foi convidada a participar no Eurovision Live Concert, no qual interpretou um tema de Maria Guinot, de quem é parente por parte da avó materna. Já em 2018 completou o curso de Desenvolvimento Artístico na Restart Creative Education, através do qual teve a oportunidade de conhecer os Great Dane Studios, onde regressou em 2022 para um workshop de songwriting com LEFT., Mikkel Solnado e Bárbara Tinoco. Em 2023 fez backing vocals para Herman José e passou a integrar o coro RIMA.

Influenciada sobretudo por Pop e R&B e artistas como Lauryn Hill, Fugges, Slow J, Jüra, Dua Lipa, iolanda, INÊS APENAS, Camila Cabello, Rita Onofre e Melim, entre outros, Catarina Guinot vem para apresentar músicas com as quais as pessoas possam relacionar-se e identificar-se. Tudo o que escreve é autobiográfico e a mensagem que tenta passar com a sua arte é de confiança e valorização pessoal, celebrando o desamor como uma evolução positiva, seja em que forma de relação for: amorosa, amizade ou familiar.

Em 2024 Catarina Guinot deu início ao seu percurso discográfico com o lançamento do single de estreia, ‘Metade de Mim’ , ao qual se seguiu 'Orações' e 'Não Corro Atrás', no início de 2025. Estes temas abriram caminho para o primeiro EP da artista, "Ode ao Des(amor)" já disponível em todas as plataformas digitais. O curta duração explora as diferentes fases do fim de um relacionamento, cada uma com sua sonoridade e emoção próprias, aprofundando uma jornada de superação e valorização pessoal.

MIGUEL CARMONA LANÇA HOJE NOVO SINGLE "NEM EU SEI"





















Depois de “um dia”, Miguel Carmona revela agora “nem eu sei”, o novo single que dá continuidade à reflexão emocional iniciada no verão. A canção antecipa o próximo álbum de originais, sucessor de Fora de Horas, e já está disponível em todas as plataformas digitais.

Se “um dia” celebrava a beleza intuitiva dos começos, “nem eu sei” mergulha no lado mais frágil dessa fase: o da dúvida, da autoanálise excessiva e da sabotagem emocional. O novo tema reflete sobre o momento em que, mesmo no meio do encantamento inicial, surgem comparações com o passado e perguntas que não têm resposta certa. "Como é que é suposto eu sentir isto?”, “estarei a amar da forma certa?”, “estarei a sentir demais ou de menos?”.

A nível musical, “nem eu sei” acompanha essa montanha-russa emocional, com uma estrutura que oscila entre momentos de maior firmeza e outros em que o artista se deixa vulnerável, quase em sussurro, admitindo: talvez nem eu saiba o que é amar.

A estreia ao vivo deste novo ciclo aconteceu n’O Sol da Caparica, num concerto memorável que marcou o regresso de Miguel Carmona aos grandes palcos e revelou já alguns dos temas do próximo álbum. A receção calorosa do público confirmou a ligação única entre o artista e quem o ouve, uma relação construída na base da verdade e de canções que tocam fundo pela forma honesta e desarmada como são escritas.

A escrita e a voz de Miguel Carmona mantêm-se fiéis à sua identidade artística: íntima, direta, sem filtros nem floreados. Com “nem eu sei”, o artista dá mais um passo no seu percurso de canções autobiográficas que expõem o que normalmente é calado.