O Orgão da Sé Catedral de Évora
O Orgão de Santa Maria de Óbidos
O Orgão Barroco da Sé Catedral do Porto
Em 2026, ano em que se registam três décadas passadas desde o desaparecimento de Joaquim Simões da Hora (1941-1996), organista português de maior destaque no século XX, a Valentim de Carvalho reedita os primeiros três álbuns desse exímio intérprete de música antiga.
Originalmente publicados na icónica etiqueta A Voz do Dono (EMI), estas gravações agora remasterizadas e publicadas em formato digital, trazem de volta à memória sonora coletiva do público melómano a sonoridade única de uma importante parte do património musical histórico português, com registos únicos levados a cabo na Sé de Évora (1975), na Igreja de Santa Maria de Óbidos (1981) e na Sé do Porto (1985), lançados originalmente na coleção "Lusitana Musica", um marco pioneiro na discografia portuguesa de música antiga do século XX.
Joaquim Simões da Hora (1941-1996) destacou-se durante o último quartel do século XX como o maior intérprete português de música antiga ibérica para órgão. Nesse domínio a sua qualidade como intérprete assumiu reconhecimento internacional, tanto em diversos países europeus como nos Estados Unidos da América. Foi professor de órgão no Conservatório Nacional, entre 1977 e 1995. Ao longo da sua carreira esteve profundamente envolvido na divulgação do património musical português, especialmente no que diz respeito ao órgão, bem como na produção e supervisão musical de grande parte das edições discográficas de música erudita publicadas em Portugal nas últimas três décadas do século XX.
A reedição agora levada a cabo, sob a direção do musicólogo e produtor Tiago Manuel da Hora, permite preservar, recuperar e divulgar o legado desse grande organista, que foi também um destacado produtor das edições de música erudita da Valentim de Carvalho entre 1974 e 1985.
Spotify »
Apple Music »
Originalmente publicados na icónica etiqueta A Voz do Dono (EMI), estas gravações agora remasterizadas e publicadas em formato digital, trazem de volta à memória sonora coletiva do público melómano a sonoridade única de uma importante parte do património musical histórico português, com registos únicos levados a cabo na Sé de Évora (1975), na Igreja de Santa Maria de Óbidos (1981) e na Sé do Porto (1985), lançados originalmente na coleção "Lusitana Musica", um marco pioneiro na discografia portuguesa de música antiga do século XX.
Joaquim Simões da Hora (1941-1996) destacou-se durante o último quartel do século XX como o maior intérprete português de música antiga ibérica para órgão. Nesse domínio a sua qualidade como intérprete assumiu reconhecimento internacional, tanto em diversos países europeus como nos Estados Unidos da América. Foi professor de órgão no Conservatório Nacional, entre 1977 e 1995. Ao longo da sua carreira esteve profundamente envolvido na divulgação do património musical português, especialmente no que diz respeito ao órgão, bem como na produção e supervisão musical de grande parte das edições discográficas de música erudita publicadas em Portugal nas últimas três décadas do século XX.
A reedição agora levada a cabo, sob a direção do musicólogo e produtor Tiago Manuel da Hora, permite preservar, recuperar e divulgar o legado desse grande organista, que foi também um destacado produtor das edições de música erudita da Valentim de Carvalho entre 1974 e 1985.
Spotify »
Apple Music »

Sem comentários:
Enviar um comentário