quinta-feira, 7 de novembro de 2019

PROGRAMA DE 07/11/19
















1 - Tape Junk - General population
entrevista João Correia e Frankie Chavez (Tape Junk)
2 - Tape Junk - Only son
3 - Djamal - Fora de jogo
4 - Capicua - Madrepérola com Carol Conka
5 - Silly Boy  Blue - By the window
entrevista Miguel Vaz (Silly Boy Blue)
6 - Silly Boy Blue - Run, now run
7 - Miguel Ramos - Para deixar respirar
8 - Emmy Curl - De que é feito
9 - Susana Travassos - O corpo

CERCAL ROCK 2019



















 
Cercal Rock, realizado pela 1ª vez em 1997, é visto, cada vez mais, como “um festival de música para gente crescida”, pelo que a aposta para esta edição teria de passar por incluir no cartaz um nome com inequívoca história na música portuguesa e que de alguma forma se integrasse no espírito da nossa festa. O 1º e único nome em cima da mesa foi: UHF.

A presença de uma banda como os UHF no Cercal Rock 2019, no dia 16 de Novembro de 2019, é, na nossa expectativa, uma forma de potencialização do associativismo do concelho de Soure, mostrando assim a sua vontade e força de fazer mais, e melhor a cada ano.

Para além dos consagrados UHF, teremos ainda os anfitriões Balbúrdia a comemorarem 23 anos de carreira, e os Paradigma, jovens promissores que em 2018 editaram o albúm "Eixo do Mal"

Será uma noite de rock cantado na língua de Camões, como já vem sendo apanágio do Cercal Rock.

UMA CANçÂO PARA JONI MITCHEL DE MARINHO












Marinho homenageia Joni Mitchell com o lançamento da performance ao vivo da música “Joni”, no dia de aniversário da artista canadiana.

A 24 de Outubro, Marinho apresentou o álbum de estreia, "~", na ZDB, em Lisboa. Durante o concerto, que esteve lotado, foi gravada a canção “Joni”, que faz parte do disco e como o nome sugere, foi escrita por Marinho a pensar em Joni Mitchell.

No dia em que a artista canadiana celebra o seu septuagésimo sexto aniversário, 07 de Novembro, Marinho decide homenageá-la com o lançamento do vídeo dessa actuação na ZDB.

Sobre a canção e a cantora, compositora e artista plástica que lhe dá o nome, Marinho explica:

"Lembro-me quando os Counting Crows lançaram a 'Big Yellow Tax'” com a Vanessa Carlton, a música teve imenso airplay e eu costumava cantá-la lá por casa. Um dia, o meu pai disse-me «ah, então gostas de Joni Mitchell» e eu não fazia ideia de quem ele estava a falar. Foi aí que me sentei a ver o documentário 'Woman of Heart and Mind' sobre a Joni Mitchell e se deu o clique. Amor à primeira vista. Uns anos mais tarde, escrevi esta canção e é a única que, das canções que escrevi durante a adolescência, ainda consigo verdadeiramente ouvir e tocar. Ainda se mantém verdadeira. E é também uma das minhas favoritas do meu álbum, a linha de baixo que o meu irmão fez derrete-me totalmente."

"Joni" está disponível nas plataformas digitais através da Street Mission Records e [PIAS].

A captação ao vivo e mistura esteve a cargo de Hugo Valverde. O vídeo foi registado por Filipa Simão e Henrique Montalvão, com montagem de Filipa Simão.

Em palco, ao lado da (Filipa) Marinho, esteve o Pedro Branco (guitarra), Diogo Sousa (bateria), Guilha Marinho (baixo e coros) e Francisco Dias Pereira (piano e teclados).
 
'MARINHO'

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MARTA CARVALHO NO FESTIVAL DA CANÇÃO
















Marta Carvalho, umas das cantoras e compositoras mais promissoras do r&b/pop cantado em português, foi convidada pela RTP a participar como autora na edição de 2020 do Festival da Canção.

Marta Carvalho começou por se destacar no panorama musical português como compositora e letrista para artistas como Fernando Daniel, April Ivy, SEA, entre outros, tendo integrado com apenas 19 anos o Estúdio de Produção e Composição Great Dane Studios.

Em 2020 dará assim mais um passo importante no seu percurso como uma das compositoras mais revigorantes da atualidade com a sua participação no Festival da Canção.

Recentemente, Marta Carvalho revelou o seu talento em nome próprio com o single “Deslizes”, que conta não só com letra e música da sua autoria, mas também produção sua com Suaveyouknow, além da produção adicional de wndrlst.

O vídeo de “Deslizes”, realizado por Cláudia Batalhão, está disponível no YouTube .

Marta Carvalho conta já com milhares de seguidores nas redes sociais (30 mil no Facebook, 26,5 mil no YouTube, 14,7 mil no Instagram) e mais de 1,9 milhões de visualizações dos seus vídeos no YouTube.

As semifinais do Festival da Canção 2020 ocorrerão nos dias 22 e 29 de fevereiro, na RTP, e a grande final realizar-se-á a 7 de março.
 

IVO LUCAS COM NOVO SINGLE

Depois do sucesso dos temas ‘Amor Desleixado’, que conta com mais de 650.000 streams no Spotify, e de ‘Inverno de 2003’, que está perto dos 300.000 streams, Ivo Lucas apresenta-nos agora o seu novo single intitulado ‘Não Faz Mal’.

Segundo as palavras do Ivo Lucas, “este tema surgiu numa conversa entre amigos, onde se falava da sinceridade e simplicidade em assumir que duas pessoas podem não funcionar por serem diferentes, mas ligarem-se bem.

A cada argumento, a cada ponto de vista, eu ia defendendo o meu, usando a frase ‘mas não faz mal’. Fui trauteando o que viria a ser o refrão, e a letra surgiu no momento, sem grandes floreados, apenas a relatar a minha forma de ver as coisas e de como devem ser levadas as relações e as ligações entre as pessoas.

A partir daí, pré-produzi toda a música no meu estúdio de casa, e terminei o tema com o meu braço direito e co-produtor, Francesco Meoli, que a tornou no que agora ouvimos.

Ouvir o novo single 'Não Faz Mal', aqui:
https://open.spotify.com/album/0GJvx0qoJQh2xfb4Vm9Fzi?highlight=spotify:track:2ymVWVv96j4lYSH7w4PRWY 

KATIA GUERREIRO NO COLISEU DO ORTO









KATIA GUERREIRO
Uma Fadista de Corpo Inteiro (E Alma Imensa)
“SEMPRE” - AO VIVO NO COLISEU DO PORTO| 21 DE NOVEMBRO, 21:30

Sempre, e para sempre, fadista… O mais recente álbum de Katia Guerreiro chama-se, inevitavelmente, “Sempre”. E surpreende com um trunfo inesperado: a produção sábia, cirúrgica e imaculada de José Mário Branco.

“Sempre” foi gravado com Pedro de Castro e Luís Guerreiro na guitarra portuguesa, João Veiga e André Ramos na viola de fado e Francisco Gaspar na viola baixo, músicos e companheiros de tantas viagens e aventuras pelo mundo fora, acompanhando-a naquela que é a sua principal missão: com o seu fado, representar a música, a poesia e a alma portuguesa.

“Sempre” é o 10.º álbum de Katia Guerreiro. Unanimemente reconhecida como uma das mais importantes fadistas do novo milénio é, acima de tudo, uma embaixadora do fado e de Portugal nos mais variados círculos culturais internacionais. O seu percurso tem sido feito em palcos como o Coliseu dos Recreios, a Ópera de Lyon, a Ópera de Rennes, a Ópera de Vichy, a Ópera de Ancara, o Olympia de Paris, a Filarmónica de Berlim, a Catedral de Luxemburgo, o Palais-de-Beaux-Artes em Bruxelas, o Teatro Romano de Mérida e nos mais variados festivais de músicas do mundo, tendo já passado por países como África do Sul, México, Tailândia, França, Japão, Líbano, Noruega, Arábia Saudita, Nova Caledónia, Marrocos, Espanha, Brasil, Tunísia, Turquia, China, Canadá e muitos mais.

Tal trajecto tornou-se fulcral na divulgação do fado, abrindo caminho para o sucesso que hoje regista nas constantes visitas e digressões de vozes nacionais a palcos e públicos estrangeiros. Katia Guerreiro recebeu já duas condecorações oficiais: em Portugal, a Ordem do Infante D. Henrique e, em França, o Grau Chevalier da Ordem das Artes e Letras.

Esta apresentação do seu mais recente álbum no Coliseu do Porto será, certamente, inesquecível.

Músicos:
Pedro de Castro e Luis Guerreiro - Guitarra portuguesa
João Veiga e André Ramos - Viola de fado
Francisco Gaspar – Baixo acústico

BILHETES AQUI

NOVO CLIP DE MÁRCIA

Dia 18 de Dezembro estreia-se ao vivo no emblemático Coliseu dos Recreios em Lisboa.

“Corredor” constitui o mais recente vídeo de Márcia que contou com a realização de Filipe Cunha Monteiro e de Márcia. A Direcção de fotografia é de Ricardo Magalhães

O tema consta do seu último trabalho de originais, “Vai e Vem” (Warner Music Portugal), que foi recentemente distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores com o Prémio José da Ponte 2019.

Letra e Música de Márcia.

Márcia tem estado em digressão este ano de 2019, com passagens um pouco por todo o país e também pelo Brasil. Isto no ano em que se assinalam os 10 anos de carreira da reconhecida compositora.

Dia 18 de Dezembro subirá pela primeira vez ao palco da sala do Coliseu Dos Recreios.

Márcia é hoje considerada como uma das melhores autoras da música Portuguesa, não só pelas composições que escreve para os seus discos, mas também pelas canções que tem escrito para outros artistas do panorama nacional, como Ana Moura, Sérgio Godinho, entre outros.

Para mais informações, por favor, visite:
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ESTÁ A CHEGAR O REBENTO DOS CANTO POPULAR
















Como uma força da natureza, REBENTO é o trabalho colectivo da Companhia do Canto Popular, novo projecto transversal da música de raiz portuguesa, que reúne músicos com reconhecido percurso na música nacional: André Sousa Machado (diversos projectos de Jazz), Artur Fernandes (Danças Ocultas), José Barros (Navegante, 4aoSul), José Manuel David (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Manuel Rocha (Brigada Victor Jara), Manuel Tentúgal (Vai de Roda), Rui Costa (Silence4), Rui Vaz (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Sara Louraço Vidal (Luar na Lubre, A Presença das Formigas, Diabo a Sete), com a produção sonoplasta de Tó Pinheiro da Silva (Banda do Casaco).

Da confluência de experiências e vivências de cada um, nasce um ponto comum: os ritmos e as polifonias da música tradicional e popular portuguesa, que se evidenciam neste novo trabalho discográfico, com lançamento a 15 de Novembro. Por outro lado, é precisamente este património musical que diferencia e destaca a Companhia do Canto Popular no panorama musical português, como receptores e transmissores da herança cultural, em forma de canto, para os dias de hoje, dando-lhe novas formas e cores.

O resultado é um disco ecléctico, tanto pelas texturas sonoras multi-tímbricas, como pelas cadências rítmicas que se vão desenhando ao longo de uma hora de música popular com novos e inspirados arranjos.

Esta é uma edição Sons Vadios com o apoio institucional do Município de Serpa, Sociedade Portuguesa de Autores e Antena 1.
 

MARA JOÃO COM NOVIDADES




















Maria João & OGRE novo disco com edição prevista para Fevereiro de 2020 e brevemente estará disponivel o single de apresentação.
 
AGENDA MARIA JOÃO/ NOV

08 Nov | 22:00 - Maria João - OGRE (electric trio) @ São João da Madeira

09 Nov | 21:30 - Maria João e Moçoilas @ Lagoa

10 Nov | 20:00 - Maria João & OJM @ CaixaForum Madrid, Espanha

15 Nov | 21:00 - Maria João & Carlos Bica Quartet @ Badajoz, Espanha

23 Nov | 21:30 - Maria João - OGRE (electric trio) @ Marinha Grande

29 Nov| hora a anunciar - Maria João "A Poesia de Aldir Blanc" @ Maiorca, Espanha

30 Nov | 21:30 - Maria João - OGRE (electric trio) @ Templo da Poesia, Oeiras

OMIE WISE AO VIVO












Omie Wise é a designação que foi dada ao grupo que é composto por um quinteto de exímio rigor técnico. Este projecto de Braga foi, recentemente, chamado para abrigar uma das mais fraternas entidades de divulgação, com grande foco na contratação de autênticos projectos, a Gig..

Uma vez mais, a Seteoitocinco invoca um novo convite para a estreia de uma magnífica performance na nossa Cidade do Porto. Mantendo a tradição de dar relevo à descoberta pela autenticidade, de dar uma abraço às variadas vozes entre os diversos álbuns que em Portugal se vai estreando e de procurar escolher, aqueles que são os donos de uma criação única e individual para o enriquecimento da diversidade de géneros. Com esta nova estreia no Porto, pretendem saudar a apresentação do primeiro álbum 'To Know Thyself', recém-editado no final do mês de Setembro e que irá ocorrer no FERRO BAR.

É com o Progressivo dos anos 70 a libertar todos os meios do psicadélico, uma sonoridade de quem é amigo do neto dos King Crimson e afilhado despenteado do Pós-Psicadélico que habita a Pop dos Mansun, que são dadas as boas vindas ao mundo dos Omie Wise.

https://www.youtube.com/channel/UCb1WuYi8GcwKRHQAcvsO9Ng
https://omiewise.bandcamp.com/album/to-know-thyself

MISFIT TRAUMA QUEEN PREPARA LANÇAMENTO DO NOVO LP




















O novo LP intitulado Violent Blue, com data de lançamento a 16 de Dezembro, invoca construções mais sólidas e lineares do projecto musical. Povoado por emergentes pulsos de EDM, provocantes acelerações rítmicas e influências de Dark Techno, Violet Blue afigura-se como a banda sonora perfeita para explorações automobilísticas nocturnas, ou ponderados assaltos a bancos. Consciente dos ambientes enigmáticos e turbulentos que arquitecta / engendra, prende o ouvinte, conduzido-o por impetuosas viagens até um destino ainda por explorar.
GlassJaw será o primeiro de quatro singles, com data de lançamento a 25 de Novembro e acompanhado por video oficial.
“Mantendo-se fiel ao cânon musical, GlassJaw apresenta a dualidade sonora que irá marcar o LP: o familiar e o peculiar. Por outro lado, Connective Death 300 dá-nos a conhecer a faceta mais violenta das composições, emergindo como a música apropriada para ouvintes frustrados com o quotidiano. A encerrar o álbum surge um diálogo entre a estranheza que é ser-se músico e a clarividência da actividade sob a forma de The Collector. A onírica composição dificulta a inevitável despedida a um dos álbuns mais originais a ser produzido em Portugal.”
 
Sediado em Portugal, Misfit Trauma Queen é a fuga a solo do baterista e produtor David Taylor. A música de Misfit Trauma Queen combina elementos provenientes da electrónica hardcore e assertivas baterias e secções rítmicas, formulando imaginários que relembram antigos mitos, como se os instrumentais de Death Grips fossem produzidos por Gesaffelstein. Influências de Pertubator e Colossal Squid alicerçam um marcante live act - bateria acústica em duelo com electrónica alternativa.
Enquanto adolescente rendeu-se à bateria e ao heavy metal, desenvolvendo desde logo um gosto pela composição de música experimental e avant- garde. Mais tarde interessar-se-ia pelo panorama do Hard Rock, e nesse sentido seria um agente estruturante do sucesso da sua banda, Bad Pig.

Em 2017, confrontado com o fim da banda, começaria a experimentar composições electrónicas a solo, criando Misfit Trauma Queen ainda no mesmo ano.
O seu EP de estreia, External, seria lançado na recta final de 2018, apresentado influências díspares, tal como hip-hop, breakbeat e Industrial.
As composições cinematográficas de David Lynch são maior fonte de inspiração, conciliando os segmentos mais teatrais, surreais e sombrios dos discos. (Link EP External: https://open.spotify.com/album/21UODTYsdpJz9QhJbw5ndO?si=W_vs29NzSiGfzQOxGGWz6A)

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

PROGRAMA DE 06/11/19

1 - Xinobi & Mistery Affair - Criatura
2 - Ângela Polícia - Babilónia
3 - Djamal - Revolução (agora!)
4 - Capicua - Madrepérola com Carol Conka
5 - Sensible Soccers - Luziamar
6 - Dirty Bungalows - Makin luv
7 - Neev - Lie you love it (ao vivo na RUC)
entrevista Neev
8 - Neev - Calling out


O GAJO AO VIVO

NO FUNDÃO

HENRIQUE FRAGA E A GUITARRA DE COIMBRA NA CASA DA MUSICA

´


















Henrique Fraga é um guitarrista formado no universo cultural académico de Coimbra. Solista de forte impulso criativo, o seu trabalho nasce no eco transgeracional da Guitarra de Coimbra e afirma a sua identidade num encontro único entre tradição e evolução.

No dia 19 de Novembro, pelas 19:30h, apresenta-se na Casa da Música do Porto, no âmbito do ciclo “Novos talentos da Guitarra Portuguesa”, como intérprete da obra de Carlos Paredes - a mais icónica alguma vez composta para a Guitarra de Coimbra - e também como autor, incluindo neste concerto alguns dos seus temas originais.

Será acompanhado à guitarra clássica por Tiago Santos, um guitarrista virtuoso que integra o projecto A Nossa Guitarra, dedicado ao estudo e divulgação da Guitarra de Coimbra.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

PROGRAMA DE 05/11/12

1 – Pedro Janela – We remember moments
2 - Júlio Resende – Fado cyborg
3 – Ricardo Ribeiro – Depois de ti
4 – Animais – Canto do rio
5 – Aldina Duarte – Vendaval
6 – Stereossauro – Flor de maracujá (c/ Camané)
7 – Djamal – Abram espaço
8 - Capicua - Madrepérola com Karol Conka

9 – Antes Dementes – Awareness
10 - Sal Grosso – Ir, foi, ido
11 – Joseph K – Perfect prince
12 – The Black Archer – Oporto
13 – Rodrigo Leão – Hipocampo
14 - Astronauta Desaparecido - Dead astronauts
15 – Dullmea – Absentia

PAULO SOUSA LANÇA NOVO SINGLE




















Link digital: https://PauloSousaSeAmanha.lnk.to/HRerB9ssPR

Já está disponível em todas as plataformas digitais o novo single de Paulo Sousa, “Se Amanhã”, com a participação de Pedro Gonçalves. Depois de “Sou Pra Ti”, este é o segundo single a ser apresentado daquele que será o seu próximo álbum.

“Se Amanhã” retrata a ideia de que, numa relação, duas vidas nunca se cruzam por acaso e fala também do sofrimento que a ausência de uma das partes pode causar. Esta música ganha vida num videoclip protagonizado pela youtuber Carly Santos e pelos dois artistas, Paulo Sousa e Pedro Gonçalves. O tema está no segundo lugar das tendências do Youtube.

Facebook: https://www.facebook.com/PauloSousaMusic/
Instagram: https://www.instagram.com/paulonsousa/
Twitter: https://twitter.com/paulosousaYT
Youtube: https://www.youtube.com/paulosousayt

HÉBER MARQUES COM DISCO A SOLO




















Héber Marques, o talentoso cantor e autor dos HMB, assina com a etiqueta Warner Music Portugal e lança nova canção e vídeo a solo no dia 8 de Novembro.

“Amor Perfeito” fará parte de um EP, com o título “Amanhã”, com data de lançamento já marcada para 29 de Novembro.
 
“Amor Perfeito” é o primeiro single do novo EP, “Amanhã”, de Héber Marques, que será lançado a 29 de Novembro pela editora Warner Music Portugal com quem assinou recentemente para a edição dos seus trabalhos a solo.

Nas suas próprias palavras, “Esta canção sempre esteve no meu imaginário. Nela consigo encontrar um pouco de todas as minhas raízes. A mensagem de amor, o ritmo ‘swingado’ que evoca África, e a poesia que é tão portuguesa”, revela Héber Marques.

“Amor Perfeito” surge como primeiro single deste projecto a solo e não é por acaso. “Escolhi esta canção juntamente com a minha equipa para primeiro single por duas razões: acreditamos muito no potencial dela. E porque mostra uma faceta minha muito diferente, enquanto compositor e intérprete, o que me distância daquilo que faço com os HMB.”

Mais conhecido por ser vocalista de umas das melhores bandas portuguesas da atualidade, os HMB, Héber Marques é também um incansável compositor.
 
“Os HMB surgiram porque as canções que tinha na gaveta não se encaixavam nos meus discos gospel. Este projecto acontece, primeiramente, por essa mesma razão. Depois, no centro destas canções está a guitarra acústica, o meu instrumento principal de composição e que não uso de todo nos HMB”, explica.

“Rouco, anasalado, completamente exposto, foi a maneira mais honesta que encontrei para traduzir as músicas que nasceram ao som de uma guitarra e voz. Há muito que queria partilhar estas canções com quem gosta de me ouvir. Chegou a hora de finalmente as revelar”, conta.
 
“Amor Perfeito” faz parte do último disco da fadista Mariza. “Poder ter uma canção minha no repertório de uma artista internacional como é a nossa Mariza, é um sonho. Não podia por isso deixar escapar essa oportunidade. Foi uma honra”, diz Héber Marques, para depois acrescentar “a versão da Mariza está perfeita para a Mariza cantar. Mas esta é daquelas canções que me conquista todas as vezes que a canto e por isso não resisti a ter uma versão minha.”
 
“O Amor Perfeito é uma eterna procura. Perfeito vem do latim perfectum, que significa ‘feito até ao fim’. A Humanidade terá sempre uma jornada muito grande para aprender esse amor em toda a sua plenitude, daí eu referir a voz dos avós. Nesta canção eu levanto uma questão que pode ser interpretada como retórica ou não, mas gostava que as pessoas tirassem as suas próprias conclusões. Gostava também que fossem até ao fim com esta questão que coloco.”

Sobre a equipa que colaborou neste novo trabalho, Héber Marques diz que “ tenho o privilégio de contar com pessoas que são como família. A minha equipa de management (Primo 360) dá a vida por mim e pelos meus projectos. O meu técnico de som (Sassá Nascimento) é muito mais do que um amigo, é um irmão. Ivo Costa, que partilha comigo a produção deste disco e de quem sou fã, além de um músico incrível é um ser muito generoso, alguém que sem dúvida gostarias de ter na família. Enfim... faço muito gosto em trabalhar com pessoas que estimo e trabalhar com família é uma bênção”, completa.
 
Este é o quarto trabalho a solo de Héber Marques, somando-se a três discos gospel: Motivações (2006), Mais perto (2008) e O teu nome (2016).
 
Com HMB, banda que venceu os Globos de Ouro para Melhor Música (2017) e Melhor Grupo (2018), o músico lançou outros três discos: HMB (2011), Sente (2014) e + (2017).

Enquanto compositor e intérprete, Héber Marques já colaborou com diversos nomes da música lusófona, entre os quais Mariza, Aurea, Filipe Gonçalves, Carminho e Matias Damásio.

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SILÊNCIO QUE SE VAI CANTAR O FADO











Compilações da década de 1970 estão agora disponíveis em Apple Music, Spotify, Google Play e restantes serviços de streaming e download.
 
Silêncio, que se vai cantar o fado em 3 tons e quatro estilos.

Filipe Pinto, o mestre de cerimónias que introduziu os grandes nomes do Fado nas salas e casas de espectáculo portugueses, avisava a ansiedade expectante do público.
 
Filipe Pinto, o mestre de cerimónias que introduziu os grandes nomes do Fado nas salas e casas de espectáculo portugueses, avisava a ansiedade expectante do público que o momento que antecedia a actuação era de silêncio. A voz a escutar-se era a do Fado.
 
À desgarrada, em 3 tons ou quatro estilos, nesta Casa o Fado tem sempre voz e escuta-se (em) todos os géneros.
 
Desde as baladas nostálgicas de António dos Santos ao fado-canção do sedutor Carlos Ramos, desde o timbre virtuoso de Maria Teresa de Noronha à elegância poética de Teresa Silva Carvalho e entrementes a voz clara de Helena Tavares e a vivacidade de Maria do Espírito Santo.
 
Reunindo alguns dos grandes sucessos dos anos 60 e finais de 50, eis duas compilações que cruzam vozes e estilos não deixando esquecer algumas das edições e dos fados mais marcantes dessas décadas como 'Amar', de Teresa Silva Carvalho com poema de Florbela Espanca; 'Rosa de Alfama', composição do incontornável Frederico Valério interpretada por Helena Tavares; ou 'Mas sou fadista', obra da dupla Artur Ribeiro e Ferrer Trindade cantada por Carlos Ramos.
 
Editadas originalmente em vinil, 'Fado em Quatro Estilos' (1974) e 'Fado em 3 Tons' (1977) chegaram às plataformas digitais esta semana. 
 
FADO EM QUATRO ESTILOS (1974)

Alinhamento do disco:
Carlos Ramos - O amor é louco
Helena Tavares - Rosa de Alfama
Carlos Ramos - Biografia do fado
Helena Tavares - Pistarim, pistarim
Carlos Ramos - Mas sou fadista
Helena Tavares - Boa nova
António dos Santos - Minha alma de amor sedenta
Maria do Espírito Santo - Lisboa do fado
António dos Santos - Recordando
Maria do Espírito Santo - Ai se eu pudesse
António dos Santos - Nostalgia de Alfama
Maria do Espírito Santo - Deixa-me em paz
 
FADO EM 3 TONS (1977)

Alinhamento do disco:
Teresa Silva Carvalho - Amar
Maria Teresa de Noronha - Triste fado
Helena Tavares - Amor cigano
Teresa Silva Carvalho - Fadista louco
Maria Teresa de Noronha - Minha luz
Helena Tavares - Fado Moçambique
Maria Teresa de Noronha - Fado Vianinha
Teresa Silva Carvalho - Amor tornado momento
Helena Tavares - Rua triste
Maria Teresa de Noronha - Sina
Teresa Silva Carvalho - Frustração
Helena Tavares - Pistarim, pistarim

ASSIM CHEGA "O PAÍS A ARDER", O DISCO DE ESTREIA DOS SEREIAS












Chega hoje às plataformas online O País a Arder, o disco de estreia dos Sereias. Com selo Lovers & Lollypops, o LP tem será apresentado ao vivo no Understage do Rivoli - Teatro Municipal do Porto, a 29 de Novembro, no âmbito do Porto/Post/Doc, e em Lisboa a 5 de Dezembro, no Sabotage. Os concertos serão acompanhados pelo vídeo de Francisco Laranjeira, que usará imagens dos filmes "Porto Abril 1975", "O 11 de Março de 1975" e "O 25 de Novembro depois…" de José Alves de Sousa, realizados nas ruas do Porto durante o PREC. Os discos físicos estarão disponíveis para compra em ambas as datas.

Os Sereias são: António Pedro Ribeiro (voz), Arianna Casellas (voz), João Pires (bateria), Julius Gabriel (saxofone), Nils Meisel (sintetizadores), Sérgio Rocha (guitarra) e Tommy Luther Hughes (baixo), Celestino Monteiro (documentação) e Francisco Laranjeira (vídeo).

Um protesto avant-garde!

Está tudo bem, certo? Está sempre tudo. Neste cantinho à beira mar plantado, templo de Sol, escravo de praia e volúpia entregue aos humores do destino, impotente face ao constante azedume e indignação do nosso queixume. Ginásio da berra lá no bairro durante a semana, clube da moda ao sábado e shopping ao domingo (repetir a fórmula a doses cavalares). Odiar a mudança, ter horror à rotura, bajular a norma, radicalizar o centro. “Tão humildezinho, coitadinho!” Nunca atrair as atenções porque somos um “colectivo”. Rasgar o ventre do individualismo e pacificar a revolta primordial que parte das tripas. Conter, conter sempre o confronto. “Vais-te chatear para quê?”
Respeitar a estabilidade e exorcizar os três anjos negros da “demagogia”, do populismo” e do “reacionarismo”.

De certa forma, “O País a Arder” é àquele elo de ligação (perdido) entre as gerações pós-25 de Abril e o novo milénio made in EU, de um “país” que foi forçado a crescer da mesma forma que o filho varão teve de tomar conta da família, nos tempos da outra senhora. Todo o álbum atravessa esses diálogos metafóricos, entre o niilismo, a tentativa de redenção, a ausência de comunicação e as consequências desse vácuo nos últimos 40 anos. Fala dos vícios e da herança pesada de um conjunto de costumes pavlovianos, deixados por uma espécie de “Laranja Mecânica” à Portuguesa. A psicanálise de um trauma nacional, que por vezes é regional e outras Europeu – sempre complexado em ser as três coisas, simultaneamente. Numa época em que grande parte das bandas se tornam caricaturas delas próprias, wannabes de uma qualquer cena, respostas aos maneirismos do momento e completamente reféns do voyeurismo social, as “Sereias” levam o país ao divã. E como o Portugal artístico precisava disso. Este é um tratado político, social e filosófico, num tempo em que tudo isso corresponde a uma afronta ao status quo, ao grande mestre. Escrito com uma violência enganadora, nas entrelinhas da provocação, na epiderme de uma couraça onde se pode bater à vontade.

Não só nas letras, mas também na música. Neste formato avantgarde, punk, free jazz e post-rock (não na aceção da etiqueta, mas no sentido literal de algo após o rock) que casa com essa mensagem, na erupção voluntária de sentidos, na liberdade da execução e na negação dessa mesma postura convencional. Uma (in)disciplina “zappliana” que nos leva para os territórios de This Heat, Pere Ubu ou The Fall. E se o disco representa uma audácia aviltante nessa multiplicidade de perfis, a praxis ao vivo é não só direta, intempestiva como canibal e exasperante. O equilíbrio mantém-se à base dos extremos e tão desconfortáveis no palco se parecem, que acabam por manter o foco no público. Nos nossos problemas, nas nossas aparências, nas nossas vidinhas! Bem sei que é apenas um álbum, mas desde os Mão Morta que não se via uma banda nacional tão corajosa, original, outsider e estrangeira no seu próprio país.

“Mas porquê tudo isto”, perguntar-me-ão vocês, “afinal toda a gente tem Facebook!” Pois, só que ao contrário do Facebook, “O País a Arder” serve o distinto papel de juiz no ringue de boxe que nos opõe a nós próprios. Não nos oferece a pílula do esquecimento “do nosso perfil”, dentro de uma Matrix amestrada.

Manuel A. Fernandes.