quinta-feira, 2 de outubro de 2025

MAU OLHADO AO VIVO EM COIMBRA

 



















7 outubro, 19h30 |Café Curto, Convento São Francisco, Coimbra

O Mau Olhado, projeto do músico portuense João Cardoso, está a apresentar o seu disco de estreia, “Os Cães Ladram”, e vai atuar no dia 7 de outubro, às 19h30, no Café Curto, Convento de São Francisco, em Coimbra.

“Os Cães Ladram” reúne o percurso já trilhado nas ruas do Porto e em palcos por todo o país, entre temas inéditos e composições que já conquistaram ouvintes em concertos. Gravado e produzido inteiramente por João Cardoso, o álbum será apresentado em diferentes formatos — de atuações a solo a formações em trio — sempre com a mesma energia crua e imprevisível. O Mau Olhado conta com dois músicos convidados: Tiago Barbosa que canta no tema “Romance de D. Fernando” que é uma adaptação "jazzística" de uma canção regional da zona de Viseu; e Manu Díaz que é companheiro de busking e ocasional membro do quarteto de O Mau Olhado, e toca saxofone no tema “Balkan Surf”.

De destacar que a faixa “José José” tem inspiração num standard de gypsy jazz chamado Joseph Joseph; o tema "Depois de te ires" é um arranjo para guitarra solo do standard de jazz “After you've gone”; "Olhos Negros" é uma versão da música folclórica russa/ucraniana "Ochi Chernye".

O Mau Olhado nasceu nas ruas do Porto como uma one man band instrumental em que João Cardoso, armado com guitarra, loopstation e percussões, constrói camadas sonoras onde convivem jazz, fado, flamenco, música latina e ritmos balcânicos. O improviso e a espontaneidade são marcas registadas dos seus concertos, capazes de transformar qualquer espaço numa viagem coletiva. Com dois EPs editados — Advogado do Diabo e II (tiragem limitada de 200 cópias) — o músico transporta agora essa linguagem singular para o seu primeiro longa-duração, afirmando-se como um dos músicos mais originais a emergir da cena independente portuguesa.

AGENDA:
2 Outubro | Quintas de Leitura - Teatro do Campo Alegre | Porto
5 Outubro | Festa do Socorro - Barreirinha Café | Funchal
7 Outubro | Café Curto - Convento de S. Francisco | Coimbra
8 Novembro | Café Concerto Teatro Municipal | Guarda

LUCY VAL COM NOVO SINGLE

 



















Lucy Val regressa com “Calor”, o novo single que chega quando o verão começa a recolher-se, como quem se despede devagar, deixando no ar o cheiro a sal e a pele ainda quente. Depois de “ENFIM”, faixa que revelou o universo sonoro do seu álbum de estreia, “Calor” surge como uma celebração dos dias quentes, do suor que escorre pelas costas e dos beijos roubados entre sombras e sol. É uma canção onde Cumbia, Perreo e Alentejo bailam juntos, seja de portadas fechadas ou sob o céu azul encadeante.

Criado no silêncio das planícies de Serpa, “Calor” mantém a assinatura autoral de Lucy Val, que escreve, compõe, interpreta e produz. A faixa conta com produção de Lucy Val, Pedro da Linha, Benny e Bruno Mota, quatro nomes que se cruzam para dar corpo a uma sonoridade quente, envolvente e profundamente sensorial. O resultado é uma música que pulsa com energia e desejo, mesmo quando o verão já ameaça apagar-se.

“Calor” é mais do que uma faixa de verão: é o retrato de um estado de espírito que resiste à mudança das estações. Lucy Val continua a afirmar-se como alquimista de sons, misturando raízes alentejanas com ritmos latinos, melodias pop e texturas eletrónicas, criando narrativas íntimas que falam em português, mas ecoam no mundo inteiro.

Com colaborações que incluem nomes como Pedro da Linha e Legendary Tiger Man, Lucy Val constrói uma identidade musical singular, onde a festa e o lamento coexistem. Nos palcos, leva o público numa viagem emocional, seja num festival ou num espaço íntimo. “Calor” já está disponível em todas as plataformas digitais e promete aquecer os últimos dias da estação, como quem acende uma fogueira só para não deixar o verão apagar-se por completo.

TARA PERDIDA CELEBRAM 30 ANOS COM CONCERTO





















Os Tara Perdida, banda incontornável do Punk Rock nacional que cumpre este ano 30 anos de existência, leva a sua festa de celebração ao Porto: dia 6 de Dezembro na Casa da Música (Sala 2) às 22h. Os bilhetes encontram-se à venda.


Depois de dois concertos inesquecíveis na República da Música, em Lisboa, onde estrearam ao vivo o mais recente single “Tudo ou Nada” e de um verão com espetáculos de norte a sul do País que culminou no Festival F em Faro, a banda de Alvalade ruma agora à Invicta para uma noite de puro Punk Rock.

Corria o ano de 1995 quando um grupo de jovens inconformados, movidos pelo sonho e pela rebeldia, se uniu sob a liderança carismática de João Ribas. Com uma mensagem direta, guitarras distorcidas e uma atitude sem filtros, os Tara Perdida rapidamente conquistaram uma legião de fãs, tornando-se um verdadeiro símbolo de resistência e autenticidade no panorama musical português.

Desde os primeiros acordes em bares e pequenos palcos até às maiores salas de concerto e festivais do País, os Tara Perdida foram crescendo, sem nunca perderem a essência Punk que os definiu desde o início.

Canções como "Até me Embebedar", "Nasci Hoje", "Desalinhado", "Lisboa", "Nada Me Vai Parar", "Lambe Botas", "O Que É Que Eu Faço Aqui", "Quanto Mais Eu Grito", entre muitas outras, tornaram-se autênticos hinos de uma juventude irreverente, movida pela esperança e pela determinação de enfrentar o Mundo de cabeça erguida.

A morte de João Ribas em 2014 foi um golpe duro para a banda e para os fãs. No entanto, o espírito de Ribas nunca morreu — os Tara Perdida decidiram continuar em frente, honrando o legado do seu líder e mantendo viva a chama do Punk Rock nacional. Com a força de letras honestas e atuações explosivas, a banda manteve-se fiel às suas raízes, sem nunca ceder ao conformismo.

Com 10 discos editados e uma história marcante, os Tara Perdida atravessaram gerações, inspirando milhares de fãs e deixando bem vincada a sua marca no panorama musical nacional.

30 anos depois, os Tara Perdida são um símbolo de resiliência, autenticidade e paixão pela música. Sobrevivendo a perdas, mudanças e tempos difíceis, continuam a gritar com a mesma fúria e verdade de sempre. Os palcos ainda vibram, os fãs ainda levantam os punhos no ar e a mensagem continua clara e a ser passada a novas gerações: o Punk Rock está vivo, e os Tara Perdida são a prova disso.

Os bilhetes estão disponíveis na Casa da Música (bilheteiras e online), com o preço único de 25,00€.

JORDÃO COM NOVO TRABALHO













JORDÃO apresenta improv#ALTE, uma viagem sonora inspirada na aldeia mais cultural de Portugal. Do improviso nascido no festival FUSOS ergueram-se novos temas, onde a incerteza se transforma em luz e o desconhecido nos conduz até, a Chegada.

O EP reúne três peças originais criadas a partir da exploração do contrabaixo. Entre elas, a palavra ganha voz com o poema Tom de Voz, interpretado por José Anjos, e, a despedida ecoa com o saxofone de Filipe Valentim.

Em improv#ALTE, JORDÃO celebra as raízes e as reinvenções da música portuguesa, revelando novos lugares de emoção e silêncio.

Ao vivo, o público é convidado a entrar no “quarto musical” do artista — uma experiência de proximidade e escuta, onde o contrabaixo dialoga com o piano de Eduardo M. Jordão e a sonoplastia de João Hora.

05 outubro | Casa da Cultura, Setúbal | 17h
concerto

07 outubro | Peripécia Teatro, Vila Real | 21h
concerto ´conversa com público

Pre-save EP improv#ALTE
Release date_ 2025-10-03
Ouvir EP.wav
Artista_ JORDÃO
Contrabaixo_ Eduardo G. Jordão
Piano_ Eduardo M. Jordão
Sonoplastia_ João Hora
Convidados_ José Anjos e Filipe Valentim
Capa e vídeo_Frederico Rompante
Design gráfico_ Cláudia Hora
Som, Gravação e Masterização_ João Hora
Produção Musical_ Jordão e João Hora
Produtor fonográfico e executivo_ CultManagement Lda
Assessoria Imprensa __ Inha
Redes sociais _ Rute Soares
Label_ resonance music label

VEELAIN LANÇA NOVA MÚSICA















Veelain lança música carregada de emoção em nova compilação pela Monster Jinx.

Há nova música de Veelain para começar a aceitar a despedida do verão. Depois do primeiro álbum "A Portrait of a Real Villain", chegámos a ouvir o single "RÉVOLTE", várias participações em compilações – como nas ROXO da Monster Jinx, mas também na mais recente Unsound Sounds Of Porto Vol.1 da MiMi Records –, e ainda o mais experimental "AFTER A BUTTERFLY DIES", um EP em 3 actos que abriu a porta para novas sonoridades do artista.

Este percurso mostrou uma metamorfose muito própria de Veelain, membro da Monster Jinx desde 2021 que tem revelado várias facetas criativas muito próprias: díspares, ímpares e com uma identidade demarcada.

"Música para uma falsa tristeza" é o novo trabalho que agrega algumas das explorações sónicas mais recentes do produtor. A veia de beatmaker continua a pulsar, mas o que bombeia o sangue deste álbum são os sintetizadores, as texturas glaciares e as harmonias enevoadas. Este é um trabalho que percorre os campos do IDM, com o objetivo importantíssimo de vaguear sem um só rumo pelos sentimentos de solitude e da melancolia. Veelain aceita todas as suas contradições e escolhe deliberadamante fazer
música que é tão bucólica quanto é brutalista. Se Álvaro de Campos e Alberto Caeiro fossem um duo de eletrónica, se calhar fariam exatamente uma compilação assim. Se tudo isto continuar a parecer uma descrição etérea demais para música tão característica, podemos dizer que há ligações ao que de mais marcante terá a Warp lançado por via de Boards of Canada ou Mira Calix, mas também há vibrações (ou reverberações) de Oneohtrix Point Never e Actress.

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

PROGRAMA DE 01/10/25

1 - Prohanonimo - Maldições
2 - Ecos da Cave - Ser vivo
3 - Jardim do Enforcado - Os óculos escuros de Pasolini
4 - António Cova & Oko Yono - Linha do oeste
5 - Mão Morta - Viva la muerte
6 - Blackout - Fazer de novo
7 - Cais Sodré Funk Connection - Vou viver

8 - Urze de Lume - Cortejo pagão
9 - Bia Maria - Marcha da paridade
10 - Jorge Rivotti - Nossa roda
11 - emmy Curl - Nossa senhora do almortão
12 - a Cantadeira - Senhora das flores
13 - Fala Povo Fala - O povo já não tem
14 - Omiri - Ó ti ó tirititi

NOVO SINGLE DE DIOGO PIÇARRA

 



















Diogo Piçarra celebra em 2025 a primeira década da sua carreira e assinala a data com o lançamento de “D≡Z”, um álbum muito especial que reúne 10 artistas emergentes com novas versões de 10 canções marcantes do seu percurso. O disco já se encontra disponível em pre save e em pré-venda da edição física em CD, com lançamento marcado para 10 de outubro.

Entre os nomes que dão vida a estas recriações estão Bandidos do Cante, Carolina de Deus, Diana Lima, Edmundo Inácio, Latte, Neyna, Peculiar, Soarito, Zarko e Satiro, o primeiro convidado a ser revelado e responsável por apresentar o tema de arranque do projeto.

A canção escolhida foi “Só Existo Contigo”, êxito de 2017 que agora ganha uma nova dimensão na voz e nas palavras de Satiro, jovem rapper do Barreiro que tem vindo a destacar-se na cena urbana nacional. Nesta versão, o artista acrescenta versos originais e a sua interpretação única, oferecendo uma leitura contemporânea que cruza o universo pop de Diogo Piçarra com a frescura de Satiro.

BURAKA SOM SISTEMA VOLTAM PARA O ANO






















Após 10 anos de hiato, a banda portuguesa com maior reconhecimento internacional assinala um regresso exclusivo ao palco do festival NOS Alive. A edição de 2026 recebe os Buraka Som Sistema no dia 11 de Julho (sábado), no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras. Os bilhetes já se encontram à venda.

"From Buraka to the World" (2006), "Black Diamond" (2008), "Komba" (2011) e “Buraka” (2014) são álbuns icónicos dos Buraka Som Sistema que marcam gerações. Temas como “Hangover (BaBaBa)”, “Kalemba (Wegue Wegue)”, “Sound of Kuduro”, “Yah” ou “Stoopid” são hinos de celebração pelo mundo fora, confirmando a sonoridade e identidade única da banda até aos dias de hoje. Branko, Riot, Conductor, Kalaf e Blaya voltam a pisar o palco juntos no próximo dia 11 de Julho de 2026, sábado, no NOS Alive 2026. Um reencontro exclusivo em Portugal para uma apresentação eletrizante no palco NOS.

Um percurso inesquecível que conta com tours nacionais e internacionais (Coachela (EUA), Rock Al Parque (Colombia) ou Fuji Rock (Japão), Montreux Jazz Festival, Pukkelpop, Parklife, Roskilde), artigos de destaque em meios de comunicação mundiais (New York Times, Pitchfork, Billboard, Clash, The Guardian, New Musical Express, The Line of the Best Fit, Globo e El País) mostram a história de um projeto criado para impactar através da celebração conjunta nas pistas de dança.

Os Buraka Som Sistema são a primeira confirmação do NOS Alive 2026, com concerto agendado no palco NOS, dia 11 de Julho de 2026, sábado

EM ARGANIL CONCERTOS PARA SALVAR A FLORESTA





















O Viv'á Floresta é um evento de angariação de fundos para a reflorestação das margens do rio Alva em Arganil.

O Viv’á Floresta! é um festival de música e educação que vai decorrer no dia 18 de Outubro em Barril de Alva, concelho de Arganil. É um evento que tem o principal objetivo de angariar fundos para reflorestar as margens do rio Alva, onde várias aldeias sofreram o impacto dos fogos em Agosto deste ano. É organizado pelo projeto RMTerra sobre a alçada da Associação sem fins lucrativos Earthcare, em colaboração com várias organizações e voluntários locais.

Arte e Educação pelas florestas
O festival reúne dezenas de artistas locais, nacionais e internacionais, oficinas ligadas ao tema da floresta, imaginação, gastronomia e economia local. 70% das receitas revertem diretamente para ações de reflorestação que irão decorrer entre Novembro de 2025 e Abril de 2026, na região de Barril de Alva, Vila Cova de Alva, Anseriz e aldeias de proximidade, do concelho de Arganil. Os restantes 30% destinam-se a cobrir gastos com logística do próprio evento.

Porquê este festival?
Portugal arde todos os anos. As florestas resilientes e nativas são cada vez mais escassas no território nacional. As comunidades locais envolvem-se diretamente no combate dos fogos e são essenciais à sua preservação. Este festival contribui diretamente para:
● Recuperar ecossistemas e biodiversidade
● Promover a sustentabilidade das comunidades locais
● Recuperar a economia local baseada em turismo sustentável

Este festival é uma celebração da floresta, que promete levantar ânimos e plantar futuro, afirma Pedro Marques, organizador do festival e fundador do projecto RMTerra.

Programa
10h - 12h | Visita ao mundo Mágico da Sintropia e Floresta, com Filipe Cardinal. Barril de Alva
14h - 20h | Mercado e praça de alimentação (opções vegan e vegetarianas)
14h - 20h | Oficinas (circo, showcooking com alimentos do bosque, artesanato e outras atividades florestais)
18:00h | Concerto Canto d’Eira (PT) - Jardim
19:00h | Concerto Boris dos Bosques (PT) - Jardim
21:00h | Concerto BRODU (MLT) - Auditório
22h30 | Concerto Retimbrar (PT) - Auditório

Informações Úteis
Data: 18 de Outubro
Local: Auditório e jardim da Filarmónica Barrilense, concelho de Arganil
Horário: 10h às 00h
Bilhetes: atividades no jardim serão gratuitas ou por donativo e os concertos no auditório pagos, com bilhetes vendidos à porta com três valores solidários: 5€, 7€ e 10€

Organização
A RMTerra/ Earthcare é uma associação sem fins lucrativos criada em 2022, com a missão de sensibilizar para as florestas, através da plantação de árvores em Sintropia, imitando os ecossistemas e os padrões que se encontram na Natureza. Já realizou projetos que resultaram na plantação de centenas de árvores e no envolvimento de dezenas de voluntários em todo o país.

ALCABALA LANÇA NOVO SINGLE

 



















Alcabala lança novo single “Encarar o Vendaval” — tema integra a coletânea Novos Talentos Fnac 2025 e antecipa álbum produzido por Makoto Yagyu.

“Encarar o Vendaval” é o novo single de Alcabala, projeto a solo do músico lisboeta João Leal, e integra também a edição de 2025 da coletânea Novos Talentos Fnac. O tema antecipa o segundo álbum de longa duração do artista, “Dinossauro Azul”, com lançamento previsto para o início de 2026. A produção do disco ficou a cargo de Makoto Yagyu (PAUS, Riding Pânico, If Lucy Fell), gravado no HAUS estúdio e masterizado por Steve Kitch.

Com letra e música de João Leal, “Encarar o Vendaval” apresenta-se como um tema de fusão sonora e narrativa conceptual. É também a primeira aparição de uma personagem central — o Dinossauro Azul — que dá nome ao disco e conduz o ouvinte por uma história de alienação, busca de identidade e resistência. A canção reflete o percurso de alguém que, apesar do conformismo inicial, encontra forças para redefinir o seu caminho, enfrentando medos e dúvidas com um propósito renovado. “Será assim tão mau encarar o vendaval?”, ouve-se, entre a tensão da percussão e os ambientes melódicos que misturam eletrónica, rock progressivo e texturas orgânicas.

O single conta ainda com arranjos de João Leal e Makoto Yagyu, com participações de Iuri Oliveira (percussão), Ana Roque (baixo) e Daniel Constantino (teclados). O videoclipe, lançado em simultâneo com a canção, foi realizado pelo artista Daniele Arcuri e recorre à animação para dar corpo ao universo do Dinossauro Azul, numa viagem visual onírica, introspetiva e envolvente.

Alcabala é o nome artístico de João Leal, músico de 25 anos com uma linguagem autoral que cruza fragilidade e experimentação, melodia e ruído, canção e abstração. As suas composições nascem da guitarra e da voz, evoluindo por entre atmosferas imprevisíveis, onde o som revela tanto vulnerabilidade quanto inquietação. Ao vivo, apresenta-se em formato solo ou com banda, tendo passado por salas como Tokyo Lisboa, Cine-Incrível (Almada), Fábrica Braço de Prata e Casa do Comum. Alcabala estreou-se nas edições discográficas no ano passado, com o lançamento do álbum "A Viagem Atrás do Sol".

“Encarar o Vendaval” é o primeiro capítulo do universo de “Dinossauro Azul” — um álbum conceptual que aborda o desconforto do presente e a urgência de encontrar lugar e sentido num mundo em constante colapso.

BAZUUCA INVADE LUSTRE EM BRAGA





















A promotora e agência musical Bazuuca e o espaço cultural bracarense Lustre voltam a unir esforços e apresentam a programação de concertos até ao final do ano com Jay-Jay Johanson, Surma, Pluto, Mirror People, Filipe Karlsson e o evento Santo Gesso.

De outubro a dezembro, a Bazuuca e o Lustre transformam Braga num epicentro de música e celebração, com uma programação que atravessa sonoridades, gerações e estados de espírito.

O arranque faz-se a 11 de outubro com um momento especial: Mirror People apresenta o aguardado disco Desert Island Broadcast, numa noite que continuará ao som dos DJs Señor Pelota e Rui Maia.
A festa prolonga-se a 25 de outubro com o regresso dos Pluto, que sobem ao palco do Lustre para celebrar duas décadas de um clássico absoluto: Bom Dia.

Em novembro, o Lustre recebe uma noite imperdível a 8 de novembro: o sueco Jay-Jay Johanson, mestre das atmosferas eletrónicas, divide a noite com Surma, uma das mais inventivas vozes nacionais. Duas semanas depois, a 22 de novembro, Filipe Karlsson traz frescura e elegância pop com muito groove à programação. Este concerto acontecerá antes de subir ao palco do Coliseu dos Recreios.

O fecho do ciclo é explosivo e inesperado: a 5 de dezembro, em espírito natalício, Santo Gesso – uma noite de alta tensão no Lustre com os concertos de Holocausto Canibal, Nojo e Horrification, garantindo energia pura e irreverência.

A programação no Lustre reafirma a aposta da Bazuuca em promover concertos de artistas nacionais e internacionais, com propostas diversificadas que atravessam géneros musicais distintos.

Os bilhetes já estão disponíveis para compra online e na bilheteira do Lustre nos dias dos eventos.

Para mais informações e atualizações sobre a programação consultar o site oficial e as redes sociais da Bazuuca.

SINGLE DE ESTREIA DE OLIVEIRA

 



















De Oliveira estreia-se com o single “Tens Razão”

Uma fusão irresistível entre tradição e modernidade

Edição a 10 de Outubro

O cantor e compositor português De Oliveira apresenta-se ao mundo com o seu primeiro single, “Tens Razão”, uma proposta musical vibrante e cativante que marca o início de uma carreira pautada pela autenticidade e pela liberdade criativa.

Com uma sonoridade única, “Tens Razão” cruza elementos da música tradicional portuguesa — como a guitarra portuguesa e o adufe — com instrumentos modernos como a guitarra elétrica e o icónico órgão Hammond. O resultado é uma experiência sonora rica, envolvente e surpreendentemente atual.

A canção, com letra de De Oliveira e produção de Pedro Vaz, é um pop-rock leve e bem-humorado que explora os altos e baixos do amor imperfeito. Com uma abordagem descontraída e sincera, “Tens Razão” revela o lado mais humano das relações, com versos que fazem sorrir e refletir.

Mais do que uma estreia, este single é uma declaração de estilo: uma música que une gerações, conquistando tanto os apaixonados pela tradição como os fãs de sonoridades contemporâneas. “Tens Razão” é o primeiro passo de um percurso artístico que promete emocionar, inspirar e criar laços através da música.

De Oliveira

De Oliveira, natural de Guimarães, cidade onde mantém vivas as suas raízes familiares, mudou-se mais tarde para o Porto, onde concluiu os seus estudos académicos, incluindo um Mestrado em Gestão de Marketing. Ao longo do percurso académico, integrou diversos grupos e projetos, destacando-se como fundador da TAIPAM — uma iniciativa que desde cedo revelou a sua dedicação à cultura e à criatividade.

Na música, constrói uma identidade singular que cruza tradição e modernidade. A sua sonoridade nasce da fusão entre a música tradicional portuguesa e o fado, enriquecida por influências pop e arranjos contemporâneos. O resultado é uma expressão artística única, onde o passado e o presente se entrelaçam com naturalidade.

MULHERES DO FADO













Fado sempre deu voz aos grandes poetas deste país. Nesta sessão escolhemos um repertório poético exclusivamente feminino que inclui a poesia de Florbela Espanca, Manuela de Freitas, Sophia de Mello Breyner e Aldina Duarte entre outras pelas vozes de Marta Rosa e Miguel Candeias.

4 de Outubro 2025 | 21:30h

Fado dos Poetas 2 com Marta Rosa (voz), Miguel Candeias (voz), Fernanda Maciel (guitarra portuguesa), Miguel Silva (viola de fado) e Nuno Estevens (curador).

Tempo da Poesia - Parque dos Poetas, Oeiras

Entrada livre mediante inscrição prévia.

A lotação é limitada e as inscrições serão consideradas por ordem de chegada.

Recomendamos chegar com antecedência para garantir o seu lugar.

Esta é uma iniciativa organizada pela associação cultural A Palavra, em co-produção com o Município de Oeiras e com o apoio das Bibliotecas Municipais de Oeiras. Contamos com a vossa presença!




NENA ESGOTA ESPETÁCULO DE ESTREIA NO CAMPO PEQUENO





















Nena acaba de esgotar o espetáculo que marca a sua estreia em nome próprio no Campo Pequeno, em Lisboa. O concerto acontece já este sábado, 04 de outubro, e confirma o estatuto da artista como uma das grandes vozes da nova música portuguesa.

Com apenas alguns anos de carreira, Nena chega pela primeira vez a uma das salas mais emblemáticas do País com bilhetes totalmente esgotados dias antes da apresentação. No espetáculo, a artista vai revelar ao vivo o seu novo álbum “Um Brinde ao Agora”, um trabalho que celebra o presente e marca um novo capítulo no seu percurso.

Dona de sucessos que conquistaram o público e as rádios, como “Os Croquetes Acabam”, “Temos Pena”, “Lembras-te de Mim?” e “É o que É?”, entre muitos outros, Nena promete um concerto inesquecível que sublinha também o carimbo rock que tem vindo a imprimir nas suas canções. Sem dúvida uma das cantautoras mais queridas da sua geração, este Campo Pequeno esgotado é mais uma prova da sua evolução, empenho e dedicação à música.

Este será um momento de afirmação e celebração, com Lisboa a brindar ao agora com Nena.

PEDRO JÓIA ENCANTA BRASIL





















Depois do concerto em Belo Horizonte, que abriu a série de três apresentações no Brasil, Pedro Jóia segue viagem e atua hoje em Brasília, em formato solo. O guitarrista leva consigo a sonoridade singular que o tem distinguido dentro e fora de Portugal, num espetáculo que cruza técnica virtuosa com emoção profunda. A digressão termina a 3 de outubro, em São Paulo, onde o público terá mais uma oportunidade de se deixar envolver pelo seu repertório autoral e pela interpretação de grandes clássicos

CRUA APRESENTA "A CANÇÃO BEIROA"















Disponível hoje, 1 de Outubro 2025, nas plataformas de streaming

Ancorado na tradição e com os pés fincados no agora, CRUA lança A Canção Beiroa, tema de João Lóio, originalmente editado no álbum mais um dia (1987), e que hoje ganha nova vida. Não é uma cover. É antes uma continuação onde o adufe marca o compasso e a voz primal convida ao encontro. Onde a música tradicional ibérica se cruza com os gritos urbanos do feminino contemporâneo.

Com produção de Miguel Simões e CRUA, a nova A Canção Beiroa canta-nos o salto, a guerra, a partida e o regresso. Mantém-se fiel à força poética da canção original, mas convoca um novo olhar. Onde antes se falava da emigração dos anos 80, hoje canta-se a imigração, as fronteiras reais e simbólicas, o preconceito que alastra e a urgência de afirmar que a rua é nossa. De todas e todos.

O videoclipe: a rua, o corpo e a celebração

Realizado por Francisca Marvão e produzido pela Uma Ova Associação, o videoclipe de “A Canção Beiroa” é uma ocupação estética e política do espaço público. 16 pessoas migrantes e/ou refugiadas a residir no Porto emprestam os seus corpos, histórias e objectos pessoais para construir esta narrativa colectiva. Participam: James, Tamy, Manô, Pati, Nicole, Rania, Orlanda, Elina, Filó, Sadek, Gideon, Patrícia, Katherin, Allana, Kritika, e ainda as intérpretes Ana Beiradomar, Bárbara Trabulo, Diana Ferreira Martins, Liliana Abreu, Raquel Melo, Rita Só e Rita Sá.

O vídeo é uma ode ao encontro e um manifesto visual contra o crescimento da extrema-direita e dos discursos de ódio. Por cada preconceito, uma canção. Por cada retrocesso, uma celebração.

“A Canção Beiroa” renasce hoje, 1 de Outubro, não apenas como música, mas como proposta de futuro: um futuro com mais humanidade, mais pluralidade, mais escuta e mais festa. Chega pelas mãos e vozes de CRUA que aqui são Ana Beiradomar, Bárbara Trabulo, Diana Ferreira Martins, Liliana Abreu, Raquel Melo e Rita Só.

Porque no canto, no corpo e na rua se continua a resistir.

Sobre CRUA

CRUA é um colectivo artístico de mulheres que canta com o corpo, com as raízes e com o agora. Nascido do desejo de reencontro com o repertório tradicional ibérico, CRUA parte da música de raiz e do adufe para criar um espaço contemporâneo onde o feminino se expressa sem filtros, cru, político, emotivo e ritual.

É no entrelaçar do rural e do urbano, do passado com o presente, que CRUA constrói a sua linguagem: vozes nuas, por vezes próximas do grito, outras da carícia, sempre em coro. Um cantar afectivo e percussivo, onde a herança musical das mulheres do campo encontra a urgência das mulheres da cidade.

Mais do que um projecto musical, CRUA é uma dramaturgia colectiva, onde a voz é corpo, o adufe é pulsação, e a tradição é questionada e celebrada. O palco ou a rua transforma-se em lugar de encontro, de resistência e de festa. Cada actuação é um ritual. Cada canção, uma oferenda. Cada presença, uma afirmação. Como quem faz da escuta um acto político, com o adufe ao peito e o coração na voz.

20 ANOS DE CARREIRA CELEBRADOS EM QUATRO CONCERTOS ESGOTADOS NAS MAIORES SALAS DO PAÍS





















Depois de três noites esgotadas no Porto, Miguel Araújo repete o feito em Lisboa. A estreia na MEO Arena, marcada para 01 de novembro, está oficialmente esgotada a um mês da data.

A celebrar 20 anos de carreira, o músico soma assim quatro concertos com lotação esgotada em duas das maiores salas do País, consolidando um percurso único na música portuguesa.

Para esta celebração especial, Miguel Araújo contará com a presença de artistas e amigos de longa data: Rui Veloso, António Zambujo, Os Quatro e Meia e João Só. Um alinhamento criado para assinalar duas décadas de música, amizade e canções que fazem parte da vida de várias gerações.

2025 marca também o lançamento de “Cê Barra”, novo EP de colaborações. Depois do single “Saudade” com Os Quatro e Meia, o cantor editou recentemente o tema “Fazer Canções”, um dueto com Rui Veloso que reflete sobre a entrega total a este ofício e sobre o tempo que a música exige a quem a faz. Um tema que junta duas gerações de compositores, num encontro cúmplice e luminoso.

Reconhecido como um dos mais notáveis compositores, guitarristas e intérpretes da música portuguesa, Miguel Araújo construiu uma carreira singular, dos tempos d’Os Azeitonas e projetos como Ujos e Desconcerto, até ao percurso a solo que o levou a encher os palcos mais emblemáticos do País.

Ao longo de 20 anos, editou álbuns como “Cinco Dias e Meio”, “Giesta”, “Peixe Azul”, “As Canções da Esperança” e “Chá Lá Lá", acumulando sucessos e colaborações memoráveis. Em 2024, voltou a esgotar a digressão Casca de Noz e, com Os Quatro e Meia, assinou a maior enchente de sempre no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

02 out – A Anunciar
28 out – Porto – Super Bock Arena - ESGOTADO
29 out – Porto – Super Bock Arena - ESGOTADO
30 out – Porto – Super Bock Arena - ESGOTADO
01 nov – Lisboa – MEO Arena - ESGOTADO
20 nov – Lisboa – Capitólio | com João Só e Tiago Nogueira
21 nov – Lisboa – Capitólio | com João Só e Tiago Nogueira
22 nov – Águeda – Centro de Artes
26 nov – Porto – Casa da Música | part. concerto S. PEDRO
28 nov – Maia – Fórum Maia | com João Só e Tiago Nogueira
06 dez – Viana do Castelo – Centro Cultural
31 dez – A Anunciar

RUMIA EM DIGRESSÃO NA ÁSIA A ARTISTA LEVA O SEU MAIS RECENTE ÁLBUM ATÉ AO JAPÃO E COREIA DO SUL

 



















Na primavera, a cantora e compositora Rumia levou o mais recente álbum 'Old Enough To Save Myself' a mais de vinte palcos em Portugal, Espanha e Alemanha. Hoje temos o prazer de anunciar a sua primeira tour na Ásia, com o regresso à Coreia do Sul e a estreia no Japão.

Lançado no passado mês de Abril, ‘Old Enough to Save Myself’, é uma viagem introspectiva onde a electrónica pulsante dos anos 90 se funde com a delicadeza dos sons orgânicos, criando um universo sonoro tão íntimo quanto expansivo.

Interpretado maioritariamente em inglês, o disco surpreende com uma versão única de 'Desfado', canção icónica de Ana Moura, aqui apresentada com uma nova leitura e um toque profundamente pessoal da artista. A diversidade linguística estende-se ainda ao espanhol, com 'La Chica de Ningún Lugar', onde Blanca Pereira reflecte sobre a escolha de cantar em inglês. 'Emergency', 'Shift in the Air' e 'Role Model' completam o alinhamento de singles que têm vindo a conquistar espaço em várias rádios nacionais e internacionais.

A digressão tem início na Coreia do Sul, com um espetáculo na sala TantumQuantum, em Seul, no dia 23 de outubro, seguindo-se apresentações na sala Song Jung Books, no dia 24, e na sala The X, no dia 25, terminando a visita à Coreia do Sul no dia 26 de outubro, na sala Booza Books, também em Seul.

Rumia segue depois para o Japão, estreando-se no dia 29 de outubro na sala Hoi Poi, em Tóquio, e, no dia 1 de novembro, integrando o cartaz do Club Bagsy, que decorre na sala Milkyway, em Shibuya, Tóquio.

Sobre RUMIA:

Com uma herança cultural que abrange tanto o português quanto o espanhol, Rumia combina elementos electrónicos com instrumentação orgânica, criando um som único que mistura nostalgia e modernidade, com influências que vão dos anos 50 aos 2020.

No currículo tem já vários singles e o álbum de estreia, 'Forget Me Not' (2022), que lhe valeu destaque internacional em meios como Radio 3, RTVE, Radar, Jenesaispop, Earmilk, entre outros.

Ao vivo, o projecto já se apresentou em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça e Coreia do Sul.

Rumia editou no passado mês de Abril o seu segundo álbum, 'Old Enough To Save Myself', do qual se destacam os singles 'Role Model', 'Shift In The Air' e a sua versão de 'Desfado' de Ana Moura.

MON(s)TRA DE BANDAS ASMUSITEC





















A ASMUSITEC irá organizar a "MON(s)TRA DE BANDAS ASMUSITEC", que decorrerá no próximo dia 23 de Novembro, no Salão Brazil em Coimbra.

Este evento visa essencialmente tornar pública a produção musical de bandas e projectos musicais, assim como, estimular a criação artística das bandas em início de carreira.

Optamos por alterar o conceito de concurso para mostra, por entendermos que faz mais sentido proporcionar um momento de partilha dos trabalhos de cada projecto, do que propriamente uma competição entre artistas.


Podem participar todos os projectos colectivos ou individuais, que ainda não tenham sido alvo de qualquer contrato discográfico.

As inscrições estão abertas até ao dia 02/11!!

Regulamento disponível no link:
https://drive.google.com/file/d/1TxH9UpgOYfz7qQ1Kk4RPf1qQ5GBdxaSA/view?usp=sharing

Podem inscrever-se através do link https://forms.gle/dgu5oecc93dX9ZqVA

PROGRAMA DE 30/09/25

1- Floating Ashes - Deceivers
2 - Order In Chaos - Wicked paradise
3 - Electric Man - New wave
4 - When The Roses Die - Spirit
5 - IAMTHESHADOW - This vertigo
6 - Wolf X - Abyss
7 - Blackout - Paixão
8 - Cais Sodré Funk Connection - Vou viver

9 - Ocaso Épico - Asa branca
10 - mARCIANO - Missão amar-te
11 - Corsage - O canto e o gelo
12 -Turning Point - Exergo
13 - The Dreams Never End - Tempo
14 - Smivitaes - Gajo normal