segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

MICROSONS EM GRÂNDOLA COM ENTRADA GRATUTA





















Depois do sucesso do Microsons Palmela no passado fim de semana, o festival desloca-se agora até Grândola, onde acontece nos dias 6 e 7 de fevereiro, com entrada gratuita. A Luckyman Music dá assim continuidade à edição de 2026 do Microsons, numa parceria com o Município de Grândola, mantendo a habitual extensão do festival à vila alentejana, com concertos no Cine Granadeiro – Auditório Municipal.

A programação em Grândola distribui-se por dois dias. No dia 6 de fevereiro, o Microsons recebe Jhon Douglas, às 21h30, seguindo-se Lena d’Água, às 22h30. No dia 7 de fevereiro, sobem ao palco Cristóvam, às 21h30, e Jorge Cruz, às 22h30, encerrando a edição de 2026 do festival em Grândola.

O Microsons, festival de cariz itinerante, afirma-se como um evento de promoção cultural que aposta na diversidade musical e na criação de um espaço de proximidade entre artistas e público. Alternando entre nomes consagrados e valores emergentes, o festival reforça a sua missão de descentralização cultural, contribuindo para a valorização dos espaços e para a formação de novos públicos.

O Microsons Grândola 2026, uma parceria entre o Município de Grândola e a Luckyman Music, reafirma-se assim como um dos festivais de referência na valorização da música de autor, dando continuidade a um percurso que cruza criação contemporânea, território e comunidade, depois da passagem do festival por Palmela.

Microsons Grândola 2026

Cine Granadeiro – Auditório Municipal

6 de Fevereiro

Lena d’Água - 22.30h
Jhon Douglas - 21.30h

07 de Fevereiro

Jorge Cruz - 22.30h
Cristovam - 21.30h

 

DJ OVERULE COM NOVO SINGLE





















DJ Overule apresenta “Som do Silêncio”, o primeiro single integrado no  projeto-album “Frescos da Época”, uma obra independente que cruza criação humana e  entidades artísticas virtuais, desafiando a perceção tradicional de autoria e identidade na música contemporânea.

Mais do que um lançamento isolado, “Som do Silêncio” é uma peça central  de um conceito artístico que explora introspeção, pausa e escuta interior. A  canção aborda o silêncio como presença emocional — o espaço onde vivem a memória, a  saudade e a reflexão — propondo uma experiência sensorial e íntima.
O álbum “Frescos da Época” assume-se como um manifesto cultural sobre o  tempo atual: a origem das vozes é deliberadamente não identificada, colocando  o foco no impacto artístico e não na proveniência. O ouvinte é convidado a ouvir  sem rótulos.

A experiência do projeto estende-se além do digital, com apresentações  ao vivo e live-streams previstos em mercados municipais, reforçando a ideia de  “frescura” cultural — música como produto do agora, consumida em proximidade. Data  de lançamento prevista para o disco completo é 24 de Abril 2026.

ANTÓNIO BASTOS & COMUNIDADE NO ATELIER A FÁBRICA EM COIMBRA





















António Bastos vai revelar ao público o trabalho desenvolvido com a comunidade de Coimbra.

Antonio Bastos & Comunidade De CoimbraSábado, 21 fevereiro às 17:00
Atelier A Fábrica
Rua Simões de Castro 173, 3000-388 Coimbra
bilheteira

António Bastos apresenta "um concerto que é mais do que música: é o resultado da minha residência artística na cidade. Vamos unir a eletrónica à Guitarra Portuguesa de Paulo Bastos e, pela primeira vez, apresentar um tema nascido aqui. O momento especial: vamos gravar o videoclipe oficial ao vivo, com vozes da comunidade de Coimbra e a performance de dança com direção de Tutto Gomes".

Sinopse:

António Bastos apresenta em Coimbra um concerto único que funde a electrónica contemporânea com as raízes da música portuguesa. O espetáculo assenta no diálogo entre a tecnologia e a Guitarra Portuguesa de Paulo Bastos, criando uma atmosfera sonora que une tradição e vanguarda.

Um dos momentos altos, será a estreia absoluta de um tema original composto durante a residência artística na cidade, que contará com a gravação do videoclipe oficial ao vivo. Este momento especial integra as vozes da comunidade local e uma performance de dança com direção artística de Tutto Gomes. Um concerto que transforma o palco num laboratório vivo de som e movimento, celebrando a semente da criação coletiva.

https://www.instagram.com/p/DUGa3eyjCXA/

CARA DE ESPELHO LANÇAM ÁLBUM "B"

 



















20 FEV
LOULÉ
Cineteatro Louletano
21h00

No dia 20, o Cineteatro Louletano tem o privilégio de acolher a estreia ao vivo de "B", o novíssimo álbum de Cara de Espelho. "Cara Podre" é o novo single a reter, num alinhamento que abarcará os igualmente novos "A Seita", "Gigantone" ou "Roda Viva", sem contar com os já conhecidos "D de Denúncia" e "Bem-Vindo".

PEDRO JÓIA TOCA A VIDA DE UMA GUITARRA EM FARO

 



















07 FEV
FARO
Club Farense
18h00

A 7 de fevereiro, no Club Farense, Pedro Jóia assina o espetáculo de aniversário do Ginásio Clube de Faro. Uma atuação única, num ambiente intimista, sob o mote "Vida de uma Guitarra": a história de uma guitarra que vivenciou diversos estilos musicais, da clássica ao flamenco, do fado ao pop/rock. 

MONDAY ANTECIPA SÃO VALENTIM NO BOTA ANJOS

 



















07 FEV
LISBOA
BOTA Anjos
21h00

No espetáculo exclusivo “Love Underwater (voz e piano)”, Monday apresenta um repertório dedicado ao universo do Dia de São Valentim, revisitando alguns dos mais emblemáticos standards de jazz, acompanhada ao piano por João Abelaira. Um concerto para românticos, mas não só. 

CRISTINA BRANCO CANTA COM ORQUESTRA JAZZ DE MATOSINHOS





















No dia 21, em estreia absoluta, a Orquestra Jazz de Matosinhos desafia Cristina Branco a realçar o seu lado mais jazzístico num concerto na Casa das Artes de Famalicão. Sob direção musical de Pedro Guedes, interpretam textos de António Lobo Antunes e Maria do Rosário Pedreira, e temas de Mário Laginha, Sérgio Godinho, Zeca Afonso e Filho da Mãe. Antes, já no dia 6, a artista leva o fado do álbum "Mãe" até Bélgica, atuando na sala Flagey, em Bruxelas.

LUCA ARGEL APRESENTA "O HOMEM TRISTE" AO VIVO





















Em fevereiro, Luca Argel dedica-se à apresentação do novo álbum, "O Homem Triste", que propõe uma reflexão sensível e atual sobre masculinidade e vulnerabilidade. No dia 6, estas canções sobem ao palco do Teatro Viriato (Viseu) e, no dia seguinte, é a vez do Teatro Constantino Nery (Matosinhos) acolher o músico luso-brasileiro. O ciclo de concertos culmina no dia 28, no Theatro Circo (Braga), numa noite especial com a participação de Moreno Veloso, produtor do disco.

NOVO LANÇAMENTO DA COMBUSTÃO LENTA RECORDS

 



















Composições, interpretação e gravação – João Spencer
Mistura - Tatá Seixo Garrucho (excepto “Azul”, por João Romão)
Masterização - Tatá Seixo Garrucho
Artwork - Marta Silva
Design - António M. Silva
Font - Murmure by Jérémy Landes (available at velvetyne.fr)

E eis que de "Vale" sopram ecos ancestrais, que trilham os mesmos caminhos abertos pelo que se tem convencionado chamar de ambient country - com as devidas distâncias, pois claro. Naquele que é o seu álbum de estreia, t.204 (João Spencer, também baixista em Mazarin) aperfeiçoa todas as experiências que canalizou desde o início deste projecto a solo em 2012 e reúne-as numa colecção de canções admiráveis e redondinhas - daquelas que encaixam em todas as estações do ano.

Minimalista, repetitivo e introspectivo, mas simultaneamente solarengo e companheiro, carrega lembranças de Dead Combo, Berlau & AM Ramos, Suss, Steve Gunn e até Jim O'Rourke ou Hayden Pedigo (se este fosse mais paisagístico e menos finger picker). Guitarras contra a ansiedade, paisagens para a eternidade. Vamos ficar aqui por muito tempo.

"Vale" está desde já disponível em edição física e digital no bandcamp da Combustão Lenta Records

O GAJO CELEBRA 10 ANOS COM CONCERTO NO B.LEZA


 
















Em 2026, O Gajo celebra dez anos de percurso artístico com um espetáculo especial no B.leza, em Lisboa, marcado para o dia 23 de abril. O concerto assume-se como um momento de celebração que cruza passado, presente e futuro de um projeto que nasceu em 2016 a partir da viola campaniça e que, ao longo da última década, tem vindo a expandir as fronteiras da música de raiz portuguesa.

A partir da viola campaniça, origem do projeto, o espetáculo expande-se para um universo sonoro mais amplo, integrando sanfonas, gaita de foles, cavaquinho e uma secção rítmica de excelência. Num ambiente de celebração coletiva, o repertório revisita temas marcantes da discografia d’O Gajo e apresenta músicas do álbum “Trovoada”, editado em março de 2025. O concerto contará ainda com convidados especiais, a anunciar, reforçando a dimensão humana, festiva e cúmplice desta data simbólica.

“Trovoada” continuará a ser o foco do presente ano, representando uma viragem total face ao trabalho anterior, em que João Morais atuava sozinho com a viola campaniça. Este novo espetáculo afirma-se como mais dançável, com uma energia diferente e mensagens fortes. Um encontro entre tradição e experimentação que tem vindo a ser recebido com grande entusiasmo pelo público e pela crítica.

O projeto O Gajo nasce na primavera de 2016, quando João Morais, depois de anos dedicado ao punk rock, mergulha nas raízes da música portuguesa e descobre a viola campaniça, instrumento de forte tradição cultural. Desde então, o percurso tem sido marcado por centenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, com presença em festivais como EUROSONIC, Reeperbahn, Folk Alliance, WOMEX, Festival Imaterial, entre muitos outros, bem como por digressões no Brasil, passagens pelo Canadá, Luxemburgo, Macau, Finlândia e Japão.

Ao longo desta década, O Gajo editou “Longe do Chão” (2017), “As 4 Estações do Gajo” (2019), “Subterrâneos” (2021), “Não Lugar” (2023), “Terra Livre” (2024) e, mais recentemente, “Trovoada” (2025), um disco em formato quinteto que introduz a palavra e reforça a dimensão rítmica e coletiva do projeto. Esta inquietação constante e a exploração das potencialidades da viola campaniça valeram-lhe o prémio INATEL Award nos Iberian Festival Awards 2024, pela inovação na música popular.

O concerto de celebração dos 10 anos d’O Gajo no B.leza será, assim, um espaço para cantar, dançar e celebrar a vida, mas também para refletir sobre um mundo marcado por conflitos sociais e pela guerra, num espetáculo que reafirma a identidade de um projeto em permanente reinvenção.

O Gajo & Convidados – 10.º Aniversário realiza-se no dia 23 de abril, às 21h30, no B.leza, em Lisboa. Os bilhetes, com o preço de 10 euros, já se encontram disponíveis na Ticketline.

NOVO SINGLE DE FJORDS PARA BREVE















"Virgilio" é o segundo single de GEHENNA, primeiro LP dos Fjords, que sai já no próximo dia 16 de Fevereiro.

Depois do lançamento de "Purgatório" em Novembro de 2025, os Fjords revelam agora "Virgilio", segundo single do seu primeiro LP. "Virgilio" dá início à narrativa do disco e descreve o personagem principal da viagem densa que é GEHENNA.

O single sai hoje acompanhado de um vídeo feito pela banda. 

Fjords surge em 2019 no distrito de Coimbra. Nasce da união de dois amigos com um mesmo amor em comum: o gosto por viagens sonoras por vales densos e opacos.
É uma banda de stoner doom progressivo que desafia as convenções dos géneros com o seu som poderoso e atmosférico.

A dupla formada por Rafael Borges no baixo e voz e André Figueiredo na bateria, sintetizador, caixa de ritmos e voz, cria paisagens sonoras épicas, fundindo riffs de baixo pesados e ritmos viciantes de bateria com histórias inspiradas numa ampla gama de influências culturais.

A adição de sintetizadores à sua sonoridade elevou a sua música a novas fronteiras, explorando texturas e ambientes únicos que convidam o ouvinte a vivenciar uma jornada de autodescoberta e aventura musical, enquanto continuam a empurrar os limites do rock pesado rumo à transcendência. 

Já com dois EP’s lançados em 2020 (Fjords e Dunes), percorreram vários palcos do país passando por Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Freamunde, Ovar, Porto, Barreiro, Almada, Cadima, Lisboa, Évora, entre outros.

Preparam-se agora para editar o primeiro disco, GEHENNA, com gravação e mistura por André Figueiredo, produção da banda e masterização João Pires dos Hetta. O disco tem lançamento marcado para o dia 16 de Fevereiro em formato CD e cassete e vai ser apresentado no dia 21 de Fevereiro na Cooperativa Mula, no Barreiro.

VEM AÍ NOVO SINGLE DE PUTO BACOCO

 













O projeto puto bacoco, liderado pelo compositor portuense Gil da Costa, prepara o lançamento do novo single “Hoje à Noite na Giesta”, disponível a partir de 13 de Fevereiro. Depois da estreia com “Deus Passou”, o projeto afirma-se como uma das propostas mais singulares da nova produção musical portuguesa, explorando um território onde a tradição popular se cruza com uma estética contemporânea de forte carga narrativa.

“Hoje à Noite na Giesta” aprofunda esta identidade híbrida: uma canção construída sobre ritmos expansivos e melodias que evocam sentimentos elementares em contextos emocionalmente densos. O tema funciona como uma espécie de micro‑etnografia musical, onde a voz assume o papel de testemunho e de catarse — “um grito de uma guerra já há muito perdida”, como descreve o próprio autor.

A letra articula-se entre o real e o simbólico, sublinhando a importância da expressão individual num mundo marcado pela fragmentação:

“Ter voz, ainda interessa Hoje à Noite, na Giesta".

O single antecipa o álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”, com edição prevista 27 de Março, onde se espera que o projeto aprofunde a sua abordagem estética: uma fusão entre elementos da música urbana, ecos da tradição oral portuguesa e uma sensibilidade literária que atravessa todo o trabalho de Gil da Costa.

Com edição e distribuição pela indiemusic.pt, os puto bacoco posicionam-se num espaço de fronteira — entre a canção de autor, a experimentação tímbrica e a crónica social — refletindo o caos, a ironia e a beleza da vida urbana contemporânea. A banda nasce no Porto, mas a sua linguagem aponta para um território mais amplo, onde a memória e a modernidade coexistem em tensão criativa.

Intérpretes da música | Hoje à Noite na Giesta

Gil da Costa – Voz; Guitarras; Ukulele; Palmas; Segundas Vozes
Nuno Mendes – Guitarras; Guitarra Eléctrica; Percussão; Palmas
Edu Silva – Contrabaixo
Ruca Lacerda – Bateria; Percussão; Guitarras
Gileno Santana – Trompetes

27 Março| M.OU.C.O.| Porto| 21h30
28 Março | FNAC - a anunciar
29 Março | Pensão Amor | Lisboa | 18h00

ESTÁ DE VOLTA O CONCURSO DE TALENTOS AGEAS COLLJAZZ BY SMOOTH FM













Em 2026, o festival e a Smooth FM voltam a juntar-se para apresentar mais uma edição do Concurso de Talentos Ageas Cooljazz by Smooth FM, uma iniciativa que tem como objetivo apoiar, promover e dar visibilidade à produção de jazz nacional.

Esta edição conta com novidades importantes na dinâmica do concurso, reforçando o seu impacto junto da comunidade artística. Os três projetos vencedores recebem, cada um, um prémio monetário de 2.000€, atribuído pela Ageas, bem como um troféu oferecido pela Câmara Municipal de Cascais. Está ainda garantida a atuação no festival, assegurada pela Live Experiences, promotora do Ageas Cooljazz, no palco das Cascais Jazz Sessions by Smooth FM. O concurso ganha também uma nova dimensão ao nível das candidaturas, passando a admitir projetos com voz, alargando assim o espectro criativo e artístico dos participantes.

Esta iniciativa reforça o compromisso do Ageas Cooljazz com a sustentabilidade cultural, criando oportunidades reais para artistas de jazz portugueses apresentarem o seu trabalho num contexto profissional e integrado na programação oficial do festival.

Regulamento do concurso disponível para consulta e inscrições aqui

“Organizar esta iniciativa todos os anos, ao lado da Smooth FM, é extremamente gratificante. Em 2026, a Ageas junta-se também a esta ação, ao atribuir um prémio monetário aos vencedores. Poder receber no festival projetos de jazz nacional e dedicar-lhes um espaço para mostrar as suas composições está diretamente ligado a uma das principais missões do Ageas Cooljazz: dar palco ao jazz e aos artistas portugueses. É muito satisfatório ver, ano após ano, o aumento do número de candidaturas, reflexo do investimento e da vitalidade da produção de jazz nacional”
Karla Campos, Diretora da Live Experiences e promotora do Ageas Cooljazz

Coorganizado pela Smooth FM, o concurso tem inscrições abertas de 2 fevereiro a 30 de março, período durante o qual serão avaliadas todas as candidaturas. Serão selecionados três projetos vencedores.

Para Miguel Cruz, Diretor da Smooth FM, “Este concurso traduz aquilo que está no ADN da Smooth FM: dar palco ao jazz e contribuir ativamente para a produção nacional. Ao longo dos anos, temos acompanhado projetos que aqui dão os primeiros passos e que encontram nesta iniciativa uma oportunidade real de visibilidade e reconhecimento. A abertura a projetos com voz vem enriquecer ainda mais o concurso, tornando-o mais diverso e representativo da criatividade do jazz português.”

Os três vencedores serão anunciados no dia 6 de Maio, ficando assim garantida a sua atuação no palco das Cascais Jazz Sessions by Smooth FM, bem como a atribuição do prémio monetário pela Ageas.

“O Concurso de Talentos do Ageas Cooljazz by Smooth FM está totalmente alinhado com a nossa vontade de sermos um parceiro relevante na vida dos portugueses — e isso inclui um compromisso sólido com a cultura e com os seus agentes. A criação de um prémio monetário, atribuído pelo Grupo Ageas Portugal, reforça o nosso contributo para o desenvolvimento do talento nacional e para a criação de oportunidades de grande visibilidade para jovens músicos. É uma iniciativa que muito nos orgulha e que reforça a nossa aposta na dinamização e pluralidade culturais e que se junta aos prémios que já promovemos nas áreas da Música, Teatro, Circo, Dança e Audiovisual.”

Teresa Thöbe, responsável de Marca, Patrocínios e Parcerias do Grupo Ageas Portugal

Criado em 2017, o palco Cascais Jazz Sessions, nasceu com o propósito de destacar novos talentos e promover projetos de jazz nacional. Com quase uma década, esta iniciativa tornou-se num elemento essencial na programação do Ageas Cooljazz, consolidando-se como um espaço de referência à produção de jazz português nos alinhamentos diários do festival.

Na edição de 2026, a Câmara Municipal de Cascais irá entregar um troféu a cada um dos vencedores, após as respetivas atuações no palco das Cascais Jazz Sessions by Smooth FM, em Julho de 2026.

“Sabendo que a cultura é o motor do espírito comunitário, Cascais orgulha-se de receber este concurso num lugar simbólico como o Parque Marechal Carmona. Através desta iniciativa, feita lado a lado com a festival Ageas Cooljazz e a Smooth FM, os artistas portugueses de jazz têm a oportunidade de ganhar projecção nacional e internacional, mostrando a todos a sua capacidade e versatilidade numa realidade musical complexa. Para além disso, ficamos muito satisfeitos por dar a todos os participantes um palco onde se valoriza o seu talento e a sua criatividade, no qual ano após ano se vêem cada vez mais candidatos de enorme qualidade. Acima de tudo, o Concurso de Talentos Ageas Cooljazz by Smooth FM torna Cascais numa vila de cultura vibrante, onde a arte tem um papel fundamental.”

Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes A edição de 2026 do festival Ageas Cooljazz conta ainda com confirmações como Gilberto Gil (08 Julho), David Byrne (14 Julho), Loyle Carner (15 Julho), Jamiroquai (18 julho esgotado), Diana Krall (22 Julho), Franz Ferdinand (25 Julho), Scissor Sisters (29 Julho) e Chet Faker (31 Julho), no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

O Ageas Cooljazz tem 4 Concertos por noite. 

Com abertura de portas às 19h, as Cascais Jazz Sessions by Smooth FM têm início às 20h no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona depois no Palco Ageas, o primeiro Concerto seguindo-se o Grande Concerto no mesmo palco. Após término do grande concerto no palco Ageas, as Late Nights arrancam no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona.

Venha mais cedo e desfrute do Cool Pick & Go, no Parque Marechal Carmona.

Ageas Cooljazz, Cool by Nature

OU.TRA APRESENTA

 



















A sustentação dos Tons

O Tiago Sousa tem novo disco, disco maravilhoso que tem despoletado um certo movimento novo de reconhecimento crítico mais amplo do seu trabalho; não nos surpreende esse reconhecimento, que é há muito devido, mas talvez surpreenda o timing. Porquê agora? Porquê com este disco? É maravilhoso, como maravilhosa é já pelo menos uma dezena de lançamentos na sua discografia. Talvez o segredo esteja no nome: “Sustained Tones” - a sustentada insistência no deslumbramento dos tons, a subtil humildade de mergulhar e aceitar o que a música pede do autor e não a tentativa sempre frustrante de a submeter à premeditação. O fazer música como acto de submissão existencial, a redução da ilusão do controlo ao acto mais essencial de guiar, conduzir, deixar acontecer. O Tiago tornou-se um mestre, tem vindo a tornar-se um mestre. Que incrível é estarmos ao seu lado já há quase duas décadas, a ver tanto caminho desbravado assim de perto.

A micro-residência tekhnē no OUT.FEST 2025 em nova compilação

Quando, no ano passado, desafiámos o amigo e polímata barreirense André Neves a desempenhar o papel de anfitrião da micro-residência tekhnē que decorreu durante o OUT.FEST 2025, sabíamos que a escolha era certeira - pela generosidade, pela curiosidade genuína e pela sua forma muito barreirense de ser barreirense. O que não sabíamos - talvez no máximo desconfiássemos - é que os laços entre os jovens artistas que nos visitaram e o André fossem atar-se de forma tão forte, e que acabasse por sair imortalizada essa semana num lançamento discográfico, que o André, na sua generosidade, acaba de lançar através do seu selo Panama Papers. Vale a pena ouvir estas criações sónicas que têm o Barreiro como protagonista material e espiritual.

sara ao vivo na Noite da Raposa XI

É sempre uma felicidade ver lançados para o Mundo concertos que organizámos. O mais recente é o de sara na última Noite da Raposa, no passado julho na ADAO, sobre o qual escrevemos, na altura, que “partilha o seu mundo de colagens de samples e gravações pessoais, onde beats inspirados pelo universo do hip-hop e do ciberespaço cruzam com um jogo de plasticidade sonora e textural”. Para ouvir aqui.

A "cultura de direita"

Não há cultura de direita nem cultura de esquerda. A frase, no seu todo, faz sentido; mas também faz sentidos se partida em duas - sentidos diferentes claro está. As inenarráveis declarações de uma senhora eleita pelo voto popular na Assembleia Municipal de Lisboa podem até ser um mero episódio de psicose populista, de pequena sociopatia, de mais um pequeno triunfo dos odiosos, mas sabemos que são apenas um prenúncio de ventos que continuam a soprar cada vez mais fortes. E o que podemos fazer? Não ceder, continuar, dar importância ao que é importante, para que estejamos suficientemente investidos quando quiserem vir fechar-nos as portas e janelas que vamos atravessando para os mundos mais complexos e livres que só a Arte nos pode abrir.

A nossa total solidariedade para com a EGEAC e em particular o Teatro do Bairro Alto, uma estrutura importante e de trabalho tão meritório - consultem aqui o seu programa para os próximos tempos: não ceder, continuar, dar importância ao que é importante.

O direito à cultura segura

Parte 2 do texto acima, de certa forma. Porque as declarações odiosas não são a primeira manifestação pública desta deriva populista em Portugal - a Acesso Cultura acaba de publicar um importante manual que dá resposta às questões O que está a acontecer?

O que fazer (antes, durante e depois)?
Quais os nossos direitos e deveres?
Que recursos estão ao nosso dispor?

VIVIANE REVISITA ALFAMA





















O tema é uma nova leitura do original dos Mler Ife Dada, escrito por Nuno Rebelo e editado em 1987. 

Chegada a Portugal no início dos anos 80, Viviane foi profundamente marcada pela música portuguesa da época — da canção de intervenção à pop — e Alfama, que integra o álbum As coisas que fascinam, tornou-se uma referência formativa, escutada repetidamente durante a adolescência. 

A canção descreve o bairro de Alfama através de uma linguagem surrealista, onde o Fado cruza com a Pop, numa abordagem inovadora que influenciou decisivamente o percurso artístico da cantora. 

Nesta nova versão, Viviane traz Alfama para o presente, mantendo o espírito original, mas imprimindo-lhe a sua voz carismática e identidade artística. 

Alfama é o primeiro single de um álbum a sair para o mercado no final de 2026, dedicado a homenagear cantoras que deram voz a bandas marcantes da música portuguesa. 

O videoclipe, foi gravado na Casa de Fados Maria da Mouraria e realizado por Aurélio Vasques.

ONDE ANDAVA O GAJO EM 95?
















Onde andava O GAJO em 1995? Fácil! 

No dia 5 de Junho, estava no Johnny Guitar em Lisboa a dar um concertão com os CORROSÃO!

E agora esse concerto ficará disponível em VINIL, CD e Digital através da editora RASTILHO RECORDS.
Pré-vendas já disponíveis em www.rastilhorecords.com

Captado por Zé Vasco

Masterizado por Rui Dias (Mister Master)

FAZ OUTRA VEZ' É O NOVO SINGLE DOS NO MAKA





















Fotografia: Rafael Martins

A banda galardoada com um Disco de Diamante, um Tripla Platina, quatro de Platina e um de Ouro e reconhecida por colaborações com Madonna, Anitta, Blaya, Calema ou Syro volta com mais uma canção que descrevem como "pop emocional"

Os No Maka disponibilizaram o novo single 'Faz Outra Vez' em todas as plataformas digitais. Editada pela Universal Music Portugal e produzida pela banda, a canção pop aliada a um ritmo groove envolvente foi escrita por Twelve e Duarte Carvalho, com as colaborações de Emanuel Oliveira, Charli Elle, Rafael Martins e Leonor Barreira.

'Faz Outra Vez', afirma o grupo, "capta aquele sentimento contraditório de reviver um amor antigo, de querer alguém de quem sabemos que devíamos afastar-nos. É uma canção sobre a fragilidade humana, sobre o vício das emoções fortes e sobre o quanto é difícil ficar longe daquilo que nos marca pela negativa. No fundo, todos já estivemos ali, entre o querer esquecer e o querer repetir".

Sobre o processo criativo de 'Faz Outra Vez', Duarte Carvalho conta que "do nada, o refrão apareceu-me na cabeça e era demasiado forte para ser ignorado. Acreditei desde o início que havia ali algo especial. No entanto, os arranjos não estavam a funcionar e mais ninguém acreditava verdadeiramente na música, mas eu insisti. Voltei ao estúdio com o Twelve e foi aí que tudo fluiu e a canção ganhou vida. Há verdade, há emoção nas melodias e nos instrumentos. É o tipo de som que tanto faz dançar como parar para sentir. No fundo, é isso que nos define: uma fusão entre energia e emoção".

O vídeo do novo single dos No Maka foi realizado por Rafael Martins. Filmado ao pôr do sol, o visual "documenta a energia entre músicos. Nós queríamos exatamente isso: mostrar a nossa banda, a química que temos e a emoção que sentimos quando tocamos as nossas músicas. Quando escrevemos em estúdio, pensamos sempre em como cada canção vai soar ao vivo, e este vídeo é um reflexo disso", conta o grupo.

'Faz Outra Vez' é o sucessor de 'Estaca Zero', singles que antecipam outros lançamentos previstos para breve. Esta nova fase carrega o simbolismo de um recomeço para os No Maka, que se afirmam agora como banda, com a entrada do vocalista Twelve, cantor, compositor e músico com vários singles editados em nome próprio, também pela Universal Music Portugal. O grupo procura consolidar ainda mais o seu espaço enquanto autores, intérpretes e artistas.

Os No Maka somam mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube e já atuaram ao vivo em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suíça. A banda é reconhecida não só pelas suas canções, como por temas que produziu para outros artistas, nomeadamente a versão de Madonna e Anitta para 'Faz Gostoso', que alcançou o #1 da tabela americana da Billboard e foi galardoada com um Disco de Diamante, o original de Blaya, que é Tripla Platina, e o álbum de estreia de SYRO, "Genesis", que chegou a Disco de Ouro.

Formados em 2013 por Duarte Carvalho e Emanuel Oliveira, os No Maka rapidamente se afirmaram a nível nacional e internacional como uma requisitada dupla de produtores, músicos e DJs, com atuações em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suiça. As produções para outros artistas, como Madonna, Anitta, Blaya, Calema ou SYRO dominaram as rádios e as plataformas digitais, alcançando um Disco Tripla Platina (Blaya - 'Faz Gostoso'), quatro de Platina (No Maka, Laton - 'Nota 100'; Blaya, Laton, No Maka - 'Só Love'; Anjos, Calema - 'Frágil'; Sweet California - 'Loca') e um de Ouro (Syro - "Genesis"). 'Faz Gostoso', o maior êxito até à data dos No Maka, originalmente composto para Blaya e regravado por Madonna e Anitta para o álbum "Madame X", de 2019, tornou-se um fenómeno global ao atingir o #1 da tabela americana da Billboard e foi galardoado com um Disco de Diamante.

Com mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube, sonoridade dos No Maka é marcada por uma liberdade criativa que desafia géneros musicais. Duarte Carvalho, formado em produção musical, e Emanuel Oliveira, que construiu a sua identidade como produtor em paralelo com uma carreira prática e sobretudo autodidata, movimentam-se entre a Pop e a Eletrónica, com influências Africanas e Latinas. Essa versatilidade faz parte da identidade dos No Maka, que está profundamente ligada à filosofia do projeto: fazer música que permita ao público desligar dos problemas, encontrar leveza e celebrar o momento. O próprio nome, No Maka - expressão que significa "sem problemas" em Kimbundu, língua africana falada no noroeste de Angola - traduz exatamente esse propósito.

Desde o o lançamento do primeiro single 'Levanta a Mão', em 2013, os No Maka têm vindo a construir uma discografia diversificada. Entre os temas mais impactantes destacam-se '#Sextou', com ILBF e Favela Lacroix, que já ultrapassou os 2 milhões de streams, só no Spotify; 'Tranquilo', uma colaboração com o músico e compositor Mike Flowers; e o incontornável 'Nota 100', faixa com a participação do músico e produtor Laton - ex-elemento da banda angolana Kalibrados -, que se tornou um dos maiores sucessos do grupo, perto de alcançar os 5 milhões de streams, e distinguido com um Disco de Platina.

A participação no Festival da Canção, em 2024, tornou-se um momento decisivo que confirmou a vontade dos No Maka de evoluir, após mais de uma década a recrutar cantores para os seus lançamentos. O tema 'Aceitar', interpretado por Ana Maria, simbolizou a transição do projeto para o formato de banda.

Em 2025, os No Maka assumem em definitivo essa formação, com a entrada do novo vocalista: o cantor, compositor e músico Bruno Ferreira, conhecido como Twelve, formado em Criação e Composição Musical na ETIC, com vários singles em nome próprio lançados através da Universal Music. Esta nova era da banda, será mais orgânica e com foco na canção como peça central e nos concertos ao vivo como forma de expressão, com presença vocal e instrumental: voz, teclas, guitarras e bateria. Os singles 'Estaca Zero' e 'Faz Outra Vez' marcam o início oficial da nova etapa dos No Maka.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

NOVO SINGLE DE TURNING POINT

 




















O final de Janeiro de 2026 marca o regresso dos Turning Point com o novo single “Imensidão”. Mais do que uma canção, o tema é apresentado como uma visão lúcida da actualidade, e descrito assim pelos próprios: Simão Valinho, Raquel Sousa e Lígia Lebreiro:

“Nestes tempos de divisões e fraturas, o “Mar que nos une” é uma derradeira esperança de aproximação. O Mar é Vida, e a nossa história, cultura e sobrevivência estão-lhe indelevelmente ligadas!

Este tema “Imensidão” é a nossa “Message in a Bottle” do séc.XXI…”

NOVIDADES DA HARM RECORDS

 


















A Harm Records apresenta Underway Refractions, um EP conceptual assinado por Hugo Centúrio, que revisitaa uma das suas composições mais emblemáticas: “Underway”, originalmente lançada em 2012 no álbum Scarcity sob o projeto Inmyths — alter ego artístico de Centúrio.

Na sua versão original, “Underway” destacava-se pela sua estrutura narrativa: começava com uma guitarra acústica solitária e crescia organicamente até integrar orquestração emotiva e uma bateria rara em contextos orquestrais, equilibrando a delicadeza de Rodrigo Leão com a intensidade emocional do alternative rock de bandas como Silverchair e a sonoridade de Seattle.

Agora, mais de uma década depois, Centúrio regressa à peça em Underway Refractions, que oferece cinco variações solitárias da mesma composição, cada uma explorando um estado emocional, uma textura ou um silêncio diferente. São refrações, não remixes: desdobramentos internos de uma ideia que continua viva.

Lançado no dia em que completa 14 anos desde a estreia de Scarcity, este EP é um gesto de escuta lenta, de diálogo com o próprio passado criativo — e uma celebração da ideia de que uma só melodia pode conter mundos múltiplos.

Disponível desde hoje em todas as plataformas digitais.

PROGRAMA DE 31/01/26

1-  Orquestra Popular de Paio Pires - Colateral
2 - Principia Parallax - Let it seed
3 - Miramar - Fado marafado
4 - Orlando Cohen - Lullaby
5 - Rui Fernandes - Ares de milonga
6 - Raia - Neblina
7 - Pedro de Troia - Dias claros
8 - Mateus Verde - Saudades

9 - Dub Station - Raía
10 - The Black Archer - Gena maoa
11 - Sci Fi Industries - TriVial (c/ Abel Raposo)
12 - Low Mak - Eris
13 - Herr G meets Fuel 2 Fight - Espectrus
14 - Alex FX - A turn point