sexta-feira, 22 de junho de 2018

MAIORGA INDIE

TIAGO BETTENCOURT COM NOVO SINGLE




















O tema “DRAGÃO” é o nome do novo single de Tiago Bettencourt, que é editado hoje.

Depois de ter sido lançado o tema “Se Me Deixasses Ser”, “Partimos a Pedra”, “Diz Sim”, este o é o quarto do disco a ser apresentado.

Nas palavras de Tiago Bettencourt:

“Seja "no Furacão, ou no Dragão, ou na Manhã", a fé confiante em qualquer coisa que realmente existe para além de nós pode ser libertadora. Essa ideia absurda e rebelde que quebra as regras da coerência, essa pergunta constante que desafia a racionalidade, esse “e se” que nos abre o corpo à ideia de infinitude e nos dispara como bala para o vazio onde olhamos do lado de fora e percebemos claramente aquilo que realmente nos é essencial. Uma ideia para nos fazer finalmente despojados, para sermos finalmente livres, nem que seja por breves segundos de voo. Esta canção é um apontamento num post it, e um exercício para a imaginação.”

O vídeo foi filmado, editado e realizado por Martim Torres. O realizador acompanhou a equipa de Tiago Bettencourt em dois dos concertos da tour de apresentação do disco “A PROCURA”. A ideia do vídeo é a de o público poder ficar com a noção do espetáculo que Tiago Bettencourt apresenta pelo país este ano.

LINKS DIGITAIS: https://tiagobettencourtaprocura.lnk.to/EzUbVID
 

SIRAIVA COM NOVIDADES









O Verão está a chegar e Siraiva lança no dia 29 de Junho o álbum Rumo ao Azul, com 13 temas de pop dançável, cheios de cor, frescura, boa onda e conta com diversas parcerias. O álbum têm o apoio da Fundação GDA.

Os primeiros passos de Rumo ao Azul começaram em 2014, com o single “Brinca na Barriga” (com Pacman), a que se seguiu “Dá-me um toque” (com Rui Pregal da Cunha), que aqui surgem como faixas-bónus. Mas outras aventuras de Siraiva se meteram pelo meio, atrasando a finalização deste trabalho.

Primeiro o álbum Gentleman Takes Polaroids (2016), integralmente cantado em inglês e que acumula parcerias com vocalistas internacionais. Depois, surge o convite da participação no Festival RTP da Canção 2017, com o tema “Without You”, interpretado por Lisa Garden.
Mas a notável capacidade de trabalho de Pedro Saraiva levou-o a finalizar, já em 2018, este projeto adiado. O terceiro single, “Tantas Cenas” (com Presto), saiu em Fevereiro. Além dos já referidos Pacman, Rui Pregal da Cunha e Hugo Piteira (Presto, dos Mind da Gap), Rumo ao Azul reúne colaborações com Ben Monteiro/Alex Teixeira (D’Alva), Vítor Silva, Pedro Pode, 1016, Melo D, DJ Slimcutz, João Luís Barreto Guimarães (que já tinha colaborado com Pedro Saraiva em D.R.Sax), Big Papo Reto, Inês Kilpatrick, Bruno Azevedo, Valter Lobo, João Pedro Coimbra, Clavezinhas de Sol, Chamorra e Gabriela Marramaque.

Rumo Azul é o disco deste Verão, ideal para ouvir na ida para a praia mas também na pista de dança, nas noites quentes que se aproximam.
 

quinta-feira, 21 de junho de 2018

PROGRAMA DE 21/06/18

1 - The Manchesters - Camouflage helicopters
2 - Pás de Problème - Trippin' like Johnny
3 - Inércia - Jungleman
4 - Zurrapa - Quando a tua fome aperta
5 - Zorba - Sai de casa
6 - Minx - Love money
7 - Osso - Amanhã
8 - Raze - Culatra dourada com Ruze & Mr Mendez
9 - Slow J x Stereossauro - Nunca pares com Papillon & Plutónio
10 - Mila Dores - Alice
11 - Monda - Vai de centro ao centro
12 - Dany Silva - A banhada com Jorge Palma
13 - Três Bairros - O turno da noite
14 - Cristina Bacelar - Fado de papel
15 - Dear Telephone - Slit
16 - Niki Moss - Soylent green

CRUZ DE FERRO EM FORMATO DIGITAL




















Já se encontra disponível no nosso Bandcamp o EP "Imortal". Este trabalho saiu em Abril apenas em vinil e começa agora a estar disponível nas diversas plataformas digitais.
A versão original em vinil pode ser adquirida no loja da Non Nobis Prod, com portes grátis .

Lado A
1. Imortal – Ed. “Morreremos de Pé”
2. A Lenda de El-Rei D. Sebastião – Original de José Cid, editado em 1967 por Quarteto 1111

Lado B
1. Glória ao Rey – semi-acústica, versão 2016
2. Fúria Divina – demo 2013

Este trabalho tem a particularidade de contar com a cover de 1967 de Quarteto 1111, o épico “A Lenda de El-Rei de D. Sebastião”, para além do tema “Imortal” editado em 2015 no trabalho “Morreremos de pé”. O lado B conta com a versão semi-acústica do tema “Glória ao Rey”, mostrando uma vertente mais melódica e épica a este clássico de Cruz de Ferro. Por último o tema “Fúria Divina” retirado da demo de pré-produção, contém partes que não integraram a versão final.
Uma edição com uma capa de luxo e desenho a cargo do talentoso Samuel Lucas, que também desenhou a capa da reedição do “Guerreiros do Metal”, ed. 2017.

MINX COM NOVO SINGLE




















MINX é um produtor, compositor e escritor de canções, natural de Lisboa. É um dos artistas simultaneamente mais anónimos e profícuos da nova geração de talento nacional.

Multifacetado, metódico e dedicado, assume por vezes ser um pouco perfeccionista e um tanto “control freak”. Ocasionalmente, colabora com outros produtores e instrumentistas, que vêm emprestar a sua arte, técnica e vibe, trazendo um baixo ou uns loops, uma batida, uns acordes ou um toque de produção que o apaixone e partilhe da visão que tem para a canção. Mas na maioria das vezes segue um caminho mais DIY (Do It Yourself), pois escreve, compõe, produz e dá voz aos seus temas.

O projecto MINX surge publicamente a 1 de Junho de 2014 e conta até hoje com quatro temas oficiais lançados entre 2014 e 2017: ‘Worry About Jack’, “Don't Fuck With Me”, “Call the Cops” e “Lil' Bit Woohoo” (feat. Ella Katz).

Em 2018, MINX regressou com “Stay Close To Me”, single e vídeo que foram disponibilizados digitalmente no passado mês de Fevereiro. Ver vídeo: https://youtu.be/Ct9lIPV9pZM

A 21 de Junho, MINX apresenta-nos mais um tema, “Love Money”, que dá as boas-vindas ao Verão e promete ser a banda-sonora de muitos sunsets. Ouvir aqui: https://MINXLoveMoney.lnk.to/mbHaSPR


Info adicional:

Nos últimos anos, MINX tem andado debaixo do radar mas bastante activo profissionalmente, continuando a produzir, escrever, compor ou colaborar com e para outros artistas do panorama musical nacional. O seu trajecto musical já passou pela colaboração com artistas como Richie Campbell, April Ivy, Frankie Chavez, Brass Wires Orchestra, Light Gun Fire, entre outros.

O ecletismo de MINX traduz-se pela influência de várias sonoridades ao longo da sua infância e juventude até à actualidade. Desde que se lembra, viveu rodeado de música (o pai é músico) - da clássica (Beethoven, Schubert, Chopin, Liszt, Prokofiev, Rachmaninoff) a outros estilos, exemplo de nomes como U2, Art of Noise, Bjork, Penguin Café Orchestra, Enya e Egberto Gismonti, entre tantos outros. Era isto que se ouvia em sua casa enquanto criança. Posteriormente, vai descobrindo tantos outros (e distintos) nomes como Queen (a sua primeira K7), Michael Jackson (tinha as cassetes VHS dos videoclips onde tentava aprender a fazer o ‘moonwalk’), Eminem (fase Slim Shady e Marshall Mathers), Ben Harper, Bob Marley, Sublime, Bjork (que descreve como o melhor concerto da sua vida), Incubus, Catch 22, Lagwagon, Millencolin, No Use For A Name, NOFX ou ainda Ben Howard, Nitin Sawhney e Dilated Peoples.

As aulas de solfejo e piano que frequentou em criança ajudavam tanto quanto o limitavam e começou a sentir a necessidade de criar as suas próprias melodias, surgindo nessa altura como auto-didacta, mostrando sempre as suas composições aos progenitores, que o motivavam a continuar. Aos 12, recebeu um sintetizador (cheio de sons) que gravava até 5 pistas. Começou assim a interessar-se também na arte da produção. Aos 17 apaixonou-se pela guitarra e aprendeu a tocar lendo pautas online, começando nesta fase a escrever as próprias letras. O inevitável percurso musical de início de carreira fez-se também pela participação em projectos como as bandas punk/ska/reggae B!rd e Quaiss Kitir (com os quais chegou a actuar em palcos como o Coliseu dos Recreios e vários festivais de Verão) assim como os alter-egos que criou para vários estilos e fases da sua vida.

A relação de MINX com a música é apaixonada mas descomprometida. Uma guitarra, um computador ou um telemóvel, são os elementos de que necessita para compor e criar música. E também do mar. E das viagens. As viagens essas, sozinho ou partilhadas com amigos, sempre foram o mote e serviram de inspiração para gerar algo: a sua própria descoberta, musical e espiritual.

Mas também é no silêncio que MINX procura inspiração.

“Acordo todos os dias com músicas na cabeça e quero muito materializá-las. Umas são para mim, outras oiço-as com a voz de outro artista.” MINX

MINX nas redes sociais:

www.ThisIsMINX.eu
www.instagram.com/ThisIsMINX

www.facebook.com/ThisIsMINX 

OUVIR AQUI: https://MINXLoveMoney.lnk.to/mbHaSPR

O VERÃO DOS EXPENSIVE SOUL




















Capítulo I – A caminho dos 20 anos de carreira!

Com a Primavera chegaram as boas vibrações e com ela chegou também ‘Limbo’, o novo single dos Expensive Soul, em alta rotação nas rádios nacionais e que marca o início do próximo capítulo na história do grupo de Leça da Palmeira que se aproxima, a passos largos, do marco de 20 anos de existência. A vontade permanente de se reinventarem, álbum após álbum, resultou em vários êxitos que se tornaram verdadeiros hinos geracionais.

Os Expensive Soul são hoje uma das grandes bandas nacionais com uma sonoridade única em Portugal que tem conquistado gerações, inúmeros prémios, lugares cimeiros nas tabelas de vendas e airplay nas rádios.

Prestes a iniciar a sua Tour de Verão, a banda prossegue com a produção do seu novo disco de originais.

Capítulo II – Expensive Soul na estrada: o Verão continua a trazer boas vibrações!

New Max e Demo são os protagonistas desta história. Talentosos, arrojados e resilientes, vão continuar a espalhar boas vibrações Verão adentro e a desbravar o território até fazerem de Portugal a verdadeira Soul Nation!

Ao vivo e acompanhados pela grandiosidade de uma banda composta por 10 músicos, a Jaguar Band, os Expensive Soul vão levar as suas mais celebradas canções a todo o país numa extensão digressão de Verão.

Para além dos grandes sucessos da banda, haverá ainda oportunidade para escutar o mais recente single ‘Limbo’, uma fortíssima canção de amor preenchida com o balanço enérgico a que os Expensive Soul sempre nos habituaram.

Angra do Heroísmo abre caminho a uma digressão que começa bem no coração do Atlântico e se estende de norte a sul do país. Aqui ficam as confirmações dos concertos até à data:




















Capítulo III – A história por detrás das câmaras!

Depois do êxito de ‘Limbo’, que continua a passar em alta rotação nas rádios de norte a sul do país, seguiu-se o lançamento do videoclip, da autoria de Rui Afonso, que pretende retratar uma história de amor no seu estado mais puro.

Começa na infância… uma troca de olhares é o bastante para fazer o click e para que ambos saibam que será para toda a vida. Pelo meio, a adolescência, nem sempre serena, por vezes no limbo e sem saber o que aí vem. Termina com um final feliz, juntos na velhice, partilhando um amor tão genuíno que se entranha e que cria raízes para nunca mais se desapegar.
Próximos capítulos – O que vem (d)aí?

Para já a banda anuncia novo agenciamento, nacional e internacional, pela PG Booking (ver contactos abaixo). Mas muitas novidades estão ainda por vir estando previsto, no final de 2018, o lançamento do tão aguardado novo disco que em termos de inspiração e sonoridade promete surpreender.

Certo é que os Expensive Soul estão prontos a abanar pistas, a inundar colunas e auscultadores com a sua música e a espalhar boas vibrações por todo o lado.


BANDA TÁXI TERMINOU E NOME NÃO PODE SER USADO















O Tribunal da Relação de Lisboa considerou que “terminou” a banda Táxi, conhecida por temas como “Cairo”, “Chiclete” ou “Rosete”, impedindo João Grande e Rui Taborda de realizarem “concertos ou qualquer outro tipo de performance sob essa designação”.

Segundo um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa datado deste mês, a que a Lusa teve hoje acesso, os juízes decidiram “julgar parcialmente procedente” uma providência cautelar que ordena que João Grande e Rui Taborda se “abstenham de quaisquer atos de utilização do nome Táxi, nomeadamente abstendo-se de realizar concertos ou qualquer outro tipo de performance sob essa designação, e de editar quaisquer novas obras artísticas sob a mesma designação à revelia” de Henrique Oliveira e Rodrigo Freitas, os outros dois elementos que faziam parte da banda.

Esta providência cautelar interposta por Henrique Oliveira e Rodrigo Freitas surgiu na sequência de João Grande e Rui Taborda terem decidido voltar a atuar sob o nome Táxi sem a sua autorização, dando agora o Tribunal como assente que os quatro elementos tinham acordado, em 2006 - ano em que tentaram retomar a carreira musical -, que todas as decisões respeitantes à banda fossem tomadas por unanimidade e que, “face ao agravamento” de desentendimentos entre eles, em outubro de 2010, os quatro “combinaram extinguir a banda”.

Para os juízes da Relação de Lisboa, “este grupo, a banda Táxi”, constituído desde a sua formação, em 1979, por João Grande, Rui Taborda, Henrique Oliveira e Rodrigo Freitas, “não ficou suspenso, terminou, extinguindo-se enquanto tal reunião” entre os quatro, em finais de 2010, na qual ficou também definido que, pretendendo continuar a sua atividade, João Grande e Rui Taborda “formariam nova banda, o que aliás fizeram”, em 2013, sob a designação de Os Porto, editando o disco de originais “Persícula Cingulata”.

João Grande e Taborda, com outros elementos, atuaram em 2017 sob a designação Táxi e foi já anunciada a sua participação no Festival Remember 80’s, a decorrer nos dias 06 e 07 de julho, na vila do Crato, no Alto Alentejo.

Para os juízes, “apenas o uso conjunto da marca [Táxi] pelos seus contitulares ou o seu uso por apenas alguns, mas com a autorização de todos", protege os direitos de personalidade dos titulares da marca que, para Henrique Oliveira e Rodrigo Freitas, “têm o seu nome e imagem, bem como o seu legado, intimamente ligado à marca”.

“Este nome Táxi está associado a um grupo musical (…) existente desde o final dos anos 70 e com grande visibilidade nos anos 80, embora requerido o registo da marca apenas em 2007, repartido este em cotitularidade pelos quatro membros desta mesma banda”, lê-se no acórdão, que acrescenta que, “o certo é que, pela sua natureza e notoriedade”, a marca Táxi “não pode ser usada indistintamente por cada um dos seus cotitulares, no sentido de que cada um deles pode, por si só e à revelia dos demais, compor músicas, produzir espetáculos, nomeadamente com outros elementos, não titulares da marca e apresentar-se em público” com o mesmo nome.

Os juízes dizem ainda que a constituição de uma nova banda, composta por outros elementos não titulares da marca, mas que se apresentam e atuam com a designação Táxi, “constitui uma cedência não autorizada, nem titulada, da marca a terceiros e pode constituir um uso enganoso dessa mesma marca perante o público final, que identifica os Táxi com a banda Táxi, que sempre conheceu”.

Ao contrário de outras marcas ligadas a produtos e serviços – “sabões, vinhos ou outros” -, salienta o Tribunal, “no campo da composição de músicas e produção de espetáculos, associado a uma banda/grupo musical, não é possível esta diversidade de usos da mesma marca”.

A petição inicial da providência cautelar foi apresentada em novembro do ano passado.

O álbum que a banda lançou o com o seu nome - “Táxi” -, que incluía temas como “Chiclete”, “TV-WC”, "Vida de Cão” e “Lei da Selva”, entre outros, foi o primeiro Disco de Ouro do rock português, tendo a sua apresentação sido feita no Pavilhão Dramático de Cascais, em 1981, na primeira parte do concerto dos britânicos The Clash.

JAP // MAG

Lusa/Fim

O LAGOA WINE SHOW ESTÁ DE VOLTA









O LAGOA WINE SHOW está de volta e este ano num novo formato!

Dias 29, 30 de junho e 1 de julho vão ser marcados pela divulgação vitivinícola de várias regiões nacionais.

A Rua Coronel Figueiredo, também conhecida como “Rua Vermelha”, passa a ser o local onde decorrerá o evento, todos os dias entre as 19H e as 00H e com entrada livre.

Para além de provas de vinhos e representações gastronómicas, o LAGOA WINE SHOW contará também com diversos espectáculos de Fado. Nomes como Marco Rodrigues, Raquel Tavares, Fábia Rebordão, Maria Emília, Fado Lelé e Sangre Ibérico são alguns dos nomes do cartaz que também contará com actuação de vários artistas algarvios.

Do LAGOA WINE SHOW faz ainda parte “Fado à Mesa” (um momento em que dois músicos e dois cantores percorrem os restaurantes do Lagoa Wine Show); “Fado à Janela” (um momento de fado, sem local ou hora marcada) e show cookings diários no Mercado Municipal.

A degustação dos vários vinhos representados envolve a aquisição de um copo comemorativo da data, mediante o pagamento de 3 euros.

Mais informações
Programa completo

FNAC LIVE










 









O festival conhecido como a montra de artistas portugueses emergentes, por onde passaram nomes como os Novos Talentos FNAC Capicua, Deolinda, Filho da Mãe, Mazgani e Samuel Úria, tem a sua 6ª edição marcada para os dias 21 e 22 de setembro, no Capitólio, em Lisboa. A entrada é, como habitualmente, gratuita.

O FNAC Live 2018 está de regresso com uma agenda de dois dias repleta de animação e muitas novidades. O festival promete ser uma explosão cultural que trará ao palco nomes reconhecidos do público e os próximos grandes sucessos do panorama artístico nacional numa celebração de todas as formas de arte. A Pop Up Store da FNAC também estará presente para que os festivaleiros possam encontrar discos, ir a sessões de autógrafos e descobrir outras formas de cultura.

“A 6ª edição do FNAC Live vai surpreender pela diversidade cultural, pelo seu calendário e pelas atividades artísticas abrangentes que vão cativar todos os apreciadores de arte. Vão ser dois dias de festa, com muita cultura e dinamismo”, sublinha Inês Condeço diretora de comunicação da FNAC.

WAVES VIENNA ANUNCIA CINCO ARTISTAS PORTUGUESES


















O Waves Vienna 2018, primeiro festival de showcases da cidade de Viena - Aústria que se realiza de 27 a 29 de setembro recebe Portugal como país de destaque [country focus] e acaba de anunciar os primeiros 5 artistas portugueses presentes nesta edição do Festival: Holy Nothing, Rodrigo Leão, Surma, The Miami Flu e We Bless This Mess.

Este ano, o tema do Waves Vienna é “East Meets West” e, nesse sentido, o evento destaca dois países como convidados especiais - Eslováquia e Portugal. Desta forma, os principais destaques do evento serão dedicados a conteúdos destes dois países tanto no que diz respeito à programação de showcases e espetáculos ao vivo como em relação à programação profissional do evento. Também na conferência - Waves Vienna Music Conference - grande parte da programação será dedicada aos mercados da música na Eslováquia e em Portugal assim como à atualidade em termos de indústria da música, nomeadamente, no âmbito da sua produção e música ao vivo.

Além dos primeiros artistas portugueses anunciados no cartaz do Waves Vienna 2018, outros artistas foram divulgados pela organização: Attic Giant (AT), Blind Butcher (CH), Bowrain (SI), Catastrophe & Cure (AT), Culk (AT), Dramas (AT), Holy Nothing (PT), Jamie Isaac (UK), Len Sander (CH), Love Good Fail (AT), Low Potion (AT), Lukas Lauermann (AT), Masha (AT), Mickey (AT), Nelio (AT), Neuschnee (AT), Plàsi (SE), Pressyes (AT), Rodrigo Leão (PT), Safari (AT), Schönheitsfehler (AT), Sir Tralala (AT), Surma (PT), Tamino (BE), The Miami Flu (PT), Theodore (GR), Vivin (AT), We Bless This Mess (PT), WWWater (BE)

Depois de uma missão inversa em abril, em que o país de destaque no Westway LAB 2018 foi a Áustria com a forte presença de uma comitiva representante do país em Guimarães, é a vez de Portugal ser um de dois dos países em destaque nesta edição do Waves Vienna o que permite aumentar exponencialmente as possibilidades de exportação da indústria da música portuguesa nesta missão organizada em parceria com a WHY Portugal, plataforma de promoção da exportação da indústria da música portuguesa.

O festival Waves Vienna está integrado na rede INES - Innovation Network of European Showcases, rede europeia que contribui para um estreitamento de relações no âmbito da circulação de artistas e profissionais da indústria da música.

MILA DORES APRESENTA “ALICE”




















Mila Dores apresenta o vídeo do seu novo single, "Alice", avanço para um EP a sair ainda este ano, e caminha de volta à intimidade da canção ao piano, instrumento através do qual descobriu a música logo aos cinco anos de idade.

Depois de um percurso académico e profissional construído através do Jazz e da linguagem da música improvisada, a sua canção “Alice” — produzida por Miguel Ferreira, dos Clã — vem assinalar um ponto de viragem na reconquista do que de mais natural e emocional tem a música da Mila.

“Tendo voltado a estudar piano, e tendo passado tanto tempo com ele, descobri uma forma minha de escrever canções, de as interpretar, tudo cingido ao piano e à voz. (…) São histórias escritas a partir de coisas que eu vivi. Para mim escrever uma canção é algo natural.”, explica-nos a cantautora.

Inspirada pela própria vida, a Mila Dores teve numa menina que conheceu durante o seu trabalho como voluntária numa casa de acolhimento e a quem se afeiçoou para sempre, a grande referência para esta canção. “Alice” é o retracto da esperança feito por quem não receia falar do coração, sobre o amor e sobre o medo, ou sobre desamor, que visita outras canções, no desespero mas também no fascínio pela beleza das pequenas coisas.

Para filmar “Alice”, Mila Dores convidou a talentosa Joana Linda que encontrou na diversidade visual do Aquário Vasco da Gama o ambiente certo para ilustrar a narrativa de um videoclip em que se afastou do sentido literal da letra para “usar” a própria Mila Dores como uma mulher que tem na nostalgia o seu grande refúgio emocional. O resultado final é um vídeo de rara beleza visual e sentido artístico.

Será também no formato de voz e piano que Mila Dores estreará este “Alice” em palco, no concerto EA Live a realizar-se no próximo dia 14 de Julho em Évora, no Páteo de São Miguel, em Évora

Sobre Mila Dores:

Vindos directamente do coração, a música e o olhar da Mila Dores são resultado da sua auto descoberta destemida e do seu intenso “espírito livre”, como chegou a mencionar a crítica do Sunday Times, na passagem da artista pelo Reino Unido — Mila Dores estudou no Leeds College of Music e partilhou o palco com músicos de referência da cena jazzística britânica (Matthew Bourne e Evan Parker são alguns dos mestres) — entre 2006 e 2012.

De regresso a Portugal em 2012, Mila aventurou-se para os palcos e para a gravação do seu disco de estreia, em formato banda. Mila Dores & Os Fulminantes era o nome do grupo que contava com a guitarra do João Firmino (Cassete Pirata), o baixo do António Quintino (Samuel Úria, Cassete Pirata), a batida do João Pereira e o vibrafonista Paulo Santo. Misturado por Mário Barreiros, o álbum “A Quem Possa Interessar” sai em 2015 e rapidamente é a canção “Jaula” que se destaca e que salta para o disco dos Novos Talentos FNAC, na edição desse mesmo ano.

Deixando-se reservar lentamente da energia intensa da banda e da complexidade da improvisação jazzística, Mila vem redescobrindo o poder do tempo que passa sozinha a compor.

PROENÇA-A-NOVA ROCK FEST



quarta-feira, 20 de junho de 2018

PROGRAMA 20/06/18

1 – The Gift – Love Without violins (c/ Brian Eno)
2 – Isaura – Closer
3 – Sequin – Queen
4 – Mai Kino - The waves
5 – Surma – Plass
6 – Calcutá – Over nigh
7 - Slow J (c/ Papillon e Plutónio) - Nunca pares
8 – Raze – Parar é morer


Lusotónica – Vitor Nóbrega

9 – Rap/Rap/Rap - Hollywood
10 – Fatigado - Batucos do esgoto
11 –  Xadrez - Volcasm
12 - Blastah  - Páginas

13 – TT Syndicate – No one’s rule the wordd (c/ Marta Ren)
14 – Portuguese Pedro And His Band – Enchilada boogie
15 - Lola Lola - Voodoo man
16 - Mr. Gallini - Bad mood
 

MEGASESSIONS DE VOLTA





















Já no próximo domingo, dia 24 JUNHO - BEAUTIFY JUNKYARDS - vêm para um concerto de músicas frescas!

Com disco novo acabado de sair, Beautify Junkyards começaram um novo ciclo solar e preparam-se para o próximo concerto por aqui. Trazendo músicas do último disco e outras a juntarem-se à matiné.

“The result is less a piece of tropicalia, but rather “tropeculiar”, and it’s this strangeness, the fusion of folk with these more exotic and electronic tones that will make it one of the releases of 2018. (…) Atmospheric, immersive, and arcane, The invisible world of… is a record out of time and as such a natural fit on Ghost Box.”
Shindig

https://beautifyjunkyards.bandcamp.com

ORQUESTRA DE JAZZ DE MATOSINHOS COM SÉRGIO GODINHO














A Orquestra Jazz de Matosinhos volta a partilhar o palco com Sérgio Godinho dia 27 de Julho na Praça Guilhermina Suggia, em Matosinhos. Integrado no Festival Matosinhos em Jazz, este concerto é de entrada gratuita e vai reproduzir o espectáculo estreado há um ano onde o cantautor revisitou algumas das suas músicas mais emblemáticas com arranjos para big band.

“O Primeiro Dia”, “É Terça-Feira”, “Com um Brilhozinho nos Olhos”, “Cuidado com as Imitações”, “Liberdade” e “Coro das Velhas” são algumas das músicas que ganham nova vida sem perder a magia que as distingue.

Recorde-se que o convite lançado a Sérgio Godinho vem no seguimento do trabalho que a OJM tem desenvolvido nos últimos anos com vozes oriundas dos mais variados universos musicais e que contou já com a parcerias com Dee Dee Bridgewater, Maria Rita, Mayra Andrade, Manuela Azevedo e, mais recentemente, com Manel Cruz.

A Orquestra Jazz de Matosinhos volta a partilhar o palco com Sérgio Godinho dia 27 de Julho na Praça Guilhermina Suggia, em Matosinhos. Integrado no Festival Matosinhos em Jazz, este concerto é de entrada gratuita e vai reproduzir o espectáculo estreado há um ano onde o cantautor revisitou algumas das suas músicas mais emblemáticas com arranjos para big band.
“O Primeiro Dia”, “É Terça-Feira”, “Com um Brilhozinho nos Olhos”, “Cuidado com as Imitações”, “Liberdade” e “Coro das Velhas” são algumas das músicas que ganham nova vida sem perder a magia que as distingue.

Recorde-se que o convite lançado a Sérgio Godinho vem no seguimento do trabalho que a OJM tem desenvolvido nos últimos anos com vozes oriundas dos mais variados universos musicais e que contou já com a parcerias com Dee Dee Bridgewater, Maria Rita, Mayra Andrade, Manuela Azevedo e, mais recentemente, com Manel Cruz.

EM LISBOA

JOSÉ CAMILO COM NOVO DISCO




















"Eis que chega mais uma gravação de José Camilo. Desta vez um Ep com quatro temas com o nome Sem Rei nem Rock. Aqui o artista apresenta-se mais desnudo, a bateria rock pujante dos discos anteriores deu lugar à guitarra acústica, conforme se pode ouvir no single “Interrail Love Song”: um dueto com a cantora inglesa Jenny Hayes.

O baixo deu lugar à harmónica e as teclas à melódica. Não se pense que este é um ep com a sonoridade típica de um “cantautor”. Aqui também há lugar para a guitarra eléctrica, afinal de contas José Camilo não é um cantautor mas sim um “punkautor”.

Em Sem Rei nem Rock, José Camilo faz o canto de ave em canções de amor, mas ave de voz grossa com língua de ferro afiado para as canções de cariz social. Apresenta uma versão despida da canção “Queluz está a Arder” da banda punk Guel, Guillul e os Comboio Fantasma, juntamente com três temas compostos e escritos por si.

Por vezes contido e outras a despejar a força das mãos na guitarra, neste EP, José Camilo mostra-se menos como rocker, mas mais com escritor de canções."

O disco para ser descarregado gratuitamente:

https://josecamilo.bandcamp.com/
 

CARLÃO NO ROCK IN RIO




















Carlão faz parte do cartaz oficial do Rock in Rio Lisboa e passa pelo Parque da Bela Vista no próximo dia 30 de junho. Um dos mais aguardados momentos do concerto é a apresentação ao vivo do mais recente single “Contigo” que antecipa o lançamento do disco "Entretenimento?", agendado para setembro.

"Contigo" é o mais recente single de Carlão, que conta com um teledisco oficial realizado por Salomão Figueiredo/Grumpy Panda. A canção integra o novo álbum “Entretenimento?” com edição prevista para setembro, que contará com várias participações de relevo, tais como Slow J, António Zambujo, Manel Cruz, entre outros nomes a anunciar em breve.

O concerto na "Cidade do Rock" começa às 19H00, quando Carlão sobe ao palco do Music Valley, espaço reservado no Rock in Rio Lisboa aos concertos de grandes nomes da música portuguesa. Juntam-se ao artista neste concerto os músicos que o acompanham ao vivo – Bruno Ribeiro (voz) , Dj Glue, Gil Pulido (teclados e Guitarra) e Nuno Espirito Santo (Baixo) e Rui Berton (Bateria).

Este novo espetáculo inclui sucessos como Agulha no Palheiro, Viver Pra Sempre ou Os Tais, contando também com uma forte componente visual da autoria do realizador Fernando Mamede. Um concerto direcionado não apenas para os pés, mas também para a cabeça.
Das entranhas ao coração.

terça-feira, 19 de junho de 2018

PROGRAMA DE 19/06/18

1 - The Happy Mess - Dressed to kill
2 - Dear Telephone - Cut
3 - L Mantra - Indian girl
4 - Brass Wires Orchestra - Trust
5 - Dead Combo - As quica as you can
6 - Birds Are Indie - Endless summer days
7 - Tio Rex - The gods are dying
8 - Slow J x Stereossauro - Nunca pares (ft Papillon ft Plutónio)
9 - Raze - Café
10 - The Black Teddys - Masquerade
11 - Dapunksportif - Ghosttown
12 - Manuel Fúria & Os Náufragos - Canção infinita
13 - Sérgio Godinho - Nação valente
14 - Belle Chase Hotel - Sunset boulevard
15 - Pop Dell'Arte - My funny Ana Lana