sexta-feira, 26 de maio de 2023

LUÍS SEQUEIRA APRESENTA DISCO DE ESTREIA





















Luís Sequeira apresenta finalmente o seu disco de estreia: “Ensaio Sobre o Sequeira”. Em simultâneo lança também o novo single “Toda a Gente Mente”. Este tema, da autoria do cantor, foi inspirado no primeiro episódio da série "Dr. House", onde o protagonista profere umas das suas mais icónicas frases e directrizes: "everybody lies" (toda a gente mente). Segundo Luís Sequeira "inspirado nisso, escrevi sobre a inevitabilidade da mentira nas nossas vidas, que pode matar ou salvar, contemplando neste tema que nunca a escapamos, por mais pequena que seja."

A sua aptidão e dedicação como artista, compositor e cantor levaram-no a atingir, em 2014, a final do programa The Voice Portugal onde teve como mentora Marisa Liz e durante o qual se destacou, não só pela sua versatilidade vocal, como também pelas suas atuações memoráveis.

O primeiro trabalho do cantautor, produzido pelo músico Tiago Pais Dias, celebra a auto descoberta artística, explorando as forças e fragilidades que nos intrigam a todos, com o objetivo de fazer sentido ao maior número de ouvintes possível, por ser o sentido da sua expressão criativa. É uma viagem cuja ambição maior, no fundo, é chegar onde nos sentimos mais humanos.

“Ensaio Sobre o Sequeira” inclui temas da autoria do jovem músico e ainda de Jorge Cruz, Tiago Pais Dias, entre outros. De sublinhar as versões de “Todo o Tempo do Mundo” de Rui Veloso e “Laços” de Tiago Bettencourt.

O músico destaca-se pela sua voz poderosa e é nas canções que revela um lado mais profundo e sincero. Sequeira traz ao Pop-Rock português uma forma diferente de sentir a música.

Disco com apoio de SPA - Sociedade Portuguesa de Autores
(Edição apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores)

SILLY A PREPARAR ÁLBUM DE ESTREIA


 










“Coisas Fracas” é o ponto de partida na viagem até “Miguela”, o disco de estreia de Silly, planeado para o início de 2024. O novo tema da artista é acompanhado de um visualizer, e foi produzido em conjunto com Fred

Silly apresentou-se ao mundo com 5 faixas em novembro de 2021 no EP “Viver

Sensivelmente”. Em 2022 estreou o single “Água Doce”, e em 2023 foi a única

colaboração no álbum “Jony Driver” de Papillon, no tema “Tenta.” e participou no tema "Assim, Sem Fim" dos NAPA. Desde então, temos sido embalados por canções tão leves quanto intensas, repletas de metáforas que nos mostram o mundo pelos olhos da artista, numa mescla perfeita de instrumentos, como o piano e a guitarra, abraçados por uma voz doce mas incomparável, que se mistura com sonoridades eletrónicas, de forma muito orgânica e experimental, e que a colocam numa gaveta só dela no mundo dos géneros musicais

Desde o verão passado que Silly entrou no novo desafio de criar o primeiro longa

duração da sua carreira. Nas palavras da artista, “na segunda semana de janeiro deste ano, zarpei uma semana para uma casa alugada num monte alentejano onde fiquei sozinha a criar.” Desse retiro, resultou “Coisas Fracas” que “começou por ser uma maquete salva sob o nome ́miguela_dia3 ́. Depois trouxe-a para o estúdio e comecei a esculpir melhor a canção com o Fred até chegarmos ao sítio onde a ouvimos agora.”

“Coisas Fracas” pode ser sobre tudo, ou sobre nada, mas quando a escreveu Silly

pensou “nesta ilusão de proximidade que se cria, fruto de uma adição aos telemóveis.” Por isso mesmo, fala “dessa sensação de ter largado as coisas que não são para mim”. Escrito pela própria, uniu forças com Fred, músico e produtor integrante de projetos como Banda do Mar, Buraka Som Sistema e Orelha Negra, para produzir o tema e o próprio disco. A faixa conta ainda com o baixo de José Garcia e a mistura e masterização irrepreensível de Charlie Beats.

A 26 de Maio, a trajetória até “Miguela”, o lugar imaginário de Silly onde tudo começou e onde tudo culminará, começa. O single fica disponível em todas as plataformas digitais habituais e conta com um visualizer no YouTube.

FAUZER "FAZ DE CONTA"



A canção, de titulo “Faz De Conta”, tem letra e musica de Fauzer e a produção esteve a cargo de Agir.

Hoje mesmo ficou também disponível no YouTube o vídeo do tema realizado por Gonçalo Carvoeiras que é também o Director de Fotografia.

Uma canção que promete vir a ser um dos êxitos deste ano.

Fauzer é cantor e compositor e nasceu para o mundo da música. Detentor de uma voz única escreve canções cujas letras nos tocam e nas quais muitas pessoas se vão rever certamente.
íveis canções.

Para mais informações:

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Sobre Fauzer:
Fauzer Denner Menezes Leal nasce em São Paulo, Butantã, em 1991.

Filho de Rosimeri Gomes de Menezes e Faustino Queiroz Leal, muito cedo revela o seu gosto pela música, herança de toda uma família que gosta de cantar. O futebol quase nos roubou este maravilhoso artista que passou grande parte da infância com a bola no pé, mas as atuações, mesmo que tímidas, mas sempre afinadas e carregadas de elogios, para família e amigos, foram o motor para a expressão da sua arte.

A adolescência vem vincar o seu – cada vez maior – gosto pela música, com referências como Leandro & Leonardo, Zezé dI Camargo & Luciano, Bruno & Marrone, João Paulo & Daniel, Rionegro & Solimões, Chitãozinho & Xororó e Rick & Renner. Aos 13 anos, com o violão que ganhou do seu tio Francisco Ernande – a quem sempre chamou de pai pela criação – cantava pelas ruas e brindava quem consigo se cruzava com as suas primeiras composições, aprendendo sozinho alguns acordes.
Mais tarde, aos 15 anos, começa a cantar em alguns restaurantes e bares da cidade e concretiza os primeiros projetos com banda, que dão lugar a concertos para públicos maiores em eventos na região do interior de São Paulo.

Fauzer chega a Portugal com 18 anos, e é em Vila Viçosa que, sentando-se num café, canta uma música e alcança a sua primeira oportunidade de se apresentar a um público que o acolhe com extremo carinho, no famoso William’s Bar, do Sr. David e Sra. Maria, a quem é grato pela primeira oportunidade em Portugal.

Sempre em busca do seu sonho, com muito trabalho e uma musicalidade inata, ganha o afeto e a atenção de todas as terras em volta, onde soma atuações em eventos.

Aos 20 anos – com as dificuldades próprias de quem percorre um sonho – chega a Lisboa em busca de novas oportunidades e conhece Miguel Marceliano, a quem teve a oportunidade de mostrar um pouco do seu trabalho. Sem desistir, após um ano, acontece o reencontro e Miguel oferece a Fauzer o apoio material e emocional que lhe permitem seguir em busca do grande objetivo: novas oportunidades no mercado da música brasileira em Lisboa.

Ao tornar-se mais popular surge então um momento marcante na sua carreira, quando em 2013 canta no Brasilian Day Lisboa, onde faz um show de abertura para artistas como Zezé de Camargo & Luciano e a Banda Calypso, aliando a oportunidade com a grande honra de conhecer essa dupla, sua referência de infância.

Grava então o seu primeiro CD com 10 faixas – sendo 8 as músicas de sua autoria – e o vídeoclipe da música “Pra te conquistar”, produção de Fernando Baron com o apoio do empresário Alexandre, da Box Express.

Na sua incessante busca por novos horizontes e sem nunca desistir, regressa ao Brasil em 2015 e no ano seguinte dá-se um novo marco na sua carreira com a oportunidade de cantar no maior evento da América Latina, a Festa do Peão de Barretos, através do amigo Kleber Pinheiro, jogador do Porto que conheceu em Lisboa e o apresentou ao seu empresário Neto Menberg, sem medir esforços para ajudar o artista a conquistar a chance de atuar com a sua banda nesse evento.
Fauzer grava 2 anos mais tarde o seu primeiro DVD, com 10 faixas, 6 de sua autoria, com apoio do empresário Honorato.

Em 2022, já de volta a Portugal e na procura de uma nova experiência, participa no programa Ídolos e conhece o seu atual empresário e manager Miguel Garcia, da Lisboa Amsterdam, com quem lança agora um novo e ambicioso projeto juntamente com a Warner Music Portugal: o single “Faz de conta” e o seu primeiro videoclipe.

Exemplo de resiliência, Fauzer continuará, com a simplicidade de quem ama o que faz, a escrever e a cantar, habilmente, o que nos faz acreditar que serão incontáveis os seus sucessos.

SINGLE NOVO DE PERSONA 77

 



















Os Persona 77, banda de indie rock do Montijo, lançaram no dia 26 de Maio o novo single “Porta Aberta”. É o terceiro avanço para o primeiro disco da banda, a editar em 2024.

Nas palavras de Henrique Vitorino, baterista do grupo, “é um tema que abraça as nossas influências de música brasileira, particularmente do bossa nova, e que as funde ao nosso indie. Foi um desafio unir esses dois lados, mantendo a nossa identidade sonora, mas acho que conseguimos alcançá-lo e estamos muito satisfeitos com o resultado. Agrada-me também a atmosfera optimista da letra e da ideia de que teremos sempre uma segunda oportunidade. Basta escolher a porta certa.”

A banda apresentará ao vivo este novo tema com datas já confirmadas em Lisboa, Coimbra, Corroios, Montijo e Almada.

Sobre Persona 77:

Afirmando-se como uma banda indie a navegar nas águas do rock alternativo, os Persona 77 fundem estas influências com um conjunto díspar de sonoridades, como bossa nova, a pop moderna ou mesmo o punk.

A banda prepara agora o 1.º álbum de originais, 100% composto, criado e produzido pelos seus elementos. Os primeiros avanços, os singles “Odisseia” e “Amanhecer (O Teu Mundo é o Meu)” foram apresentados ao vivo de norte ao sul do país, de Belmonte e Vizela até Cascais e Portimão, culminando em concertos em Lisboa (Titanic Sur Mer) e Coimbra (Salão Brazil).

O nome e data de lançamento do 1.º disco do grupo serão anunciados em breve

NOVO TEMA DE FERNANDO CUNHA


 

















Fernando Cunha
“Do Mar Ao Cais”
(Single extraído de A Linha do Tempo – Ao Vivo em Lisboa)

Fernando Cunha é uma daquelas figuras sem as quais é impossível contar a rica história do pop-rock em Portugal. O seu novo single, “Do Mar ao Cais” – extraído do seu mais recente trabalho, A Linha do Tempo – Ao Vivo em Lisboa -, conta, na verdade, a sua particular história que nasce nos Delfins, passa pela Resistência e pelo colectivo Ar de Rock e desagua em 25 anos de percurso a solo.

Neste tema, que conta com letra de Joana Alegre e melodia da sua autoria, Fernando revela que conseguiu “uma vida cheia” e que agora segue “livre como um rio”. E conclui: “Hoje lembro quem eu sou / De onde vim, pra onde vou / Sei que tornei real tudo o que sonhei”. A Linha do Tempo é, afinal de contas, a sua história de vida traduzida em canções. Nas que fez suas, nas que escreveu para os Delfins, nas que de uma forma ou outra se foi envolvendo ao longo da sua carreira.

Gravado para celebrar 25 recheados anos de canções em nome próprio, esse álbum A Linha do Tempo foi também um pretexto para reunir à sua volta novos e velhos amigos: João Gomes (sintetizadores e coros), João Alves (guitarra eléctrica 12 cordas, guitarra eléctrica e coros), Tiago Maia (baixo), Francisco Cunha (bateria) e ainda João Campos (coros e guitarra acústica) completam a banda que o acompanha.

Pelo palco do Maria Matos onde esse trabalho foi registado passaram ainda vários convidados como Diogo Campos, Maria León, Pedro Jóia, Paulo Costa e Olavo Bilac. Mas é Fernando Cunha que assume, sem outro apoio que não o da banda que juntou para este projecto, o tema “Do Mar ao Cais”. É uma história pessoal, como já sublinhado, que precisa dessa primeira pessoa, um retrato franco e transparente do artista que Portugal aplaude há já várias décadas. Porque, como explica também na canção, Fernando Cunha teve sempre “a força de acreditar” naquilo que mais ama: ou seja, na música como fonte de vida, como forma de partilhar histórias e segredos, como ferramenta para construir um mundo melhor e veículo para chegar às pessoas.

Fernando Cunha fez tudo isso. Do mar ao cais e mais além.

JÜRA LANÇA ÚLTIMA FAIXA DA TRILOGIA

 



















Créditos: Joanna Correia

Jüra, acaba de lançar a faixa "querumtempo", terceira e última da trilogia que leva a artista a explorar novas sonoridades urbanas. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming, sendo acompanhado por um vídeo no YouTube da artista, com assinatura do colectivo Mana a Mana (Joanna Correia e Ana Ladislau).

Esta trilogia fica marcada pelas novas colaborações e sonoridades, com diferentes produtores e artistas. Depois de no tema "ameio", com produção de DØR, em que fez a primeira colaboração com Icaro, e na faixa "milagre" que contou com a produção de Blaeckfull, surge na música "querumtempo", com o músico e produtor NED FLANGER.

"Para fechar esta trilogia, que para mim é o sair da minha bolha, cruzar de identidades, chega o "querumtempo" produzido por NED FLANGER. Um desabafo sincero de uma cabeça e coração cansados. O desejo do silêncio que não chega porque as perguntas não se calam. E o coração, que quando sente, sente, e eu estava a senti-lo em tudo. O input do NED foi perfeito para me fazer falar, para racionalizar o loop hipnótico em que me sentia.", partilha a Jüra.

Jüra, é já uma das principais artistas emergentes em Portugal, prova disso foi o concerto em nome próprio no passado dia 21 de maio no Capitólio em Lisboa, que contou com casa cheia, e conquistou o público e a crítica, que se refere à artista e compositora como "o presente da música urbana portguesa" (Hip Hop Rádio).

A atenção do outro lado do Atlântico também já se faz notar, com o convite para fazer a primeira parte em Lisboa, no passado domingo, da artista Pop do momento no Brasil, Marina Sena.

Jüra continua a sua digressão nacional, já dia 06 de maio está na Quinta do Conde, a 29 de Julho no Festival de Lavre, no dia 19 de agosto está confirmada no Festival Sol da Caparica, e mais datas serão anunciadas brevemente.

06 jun 23 — Quinta do Conde
29 jul 23 — Festival de Lavre
19 ago 23 — Festival Sol Da Caparica
24 nov — TBA

NEIVA COM NOVO SINGLE





















“Demais” fala sobre a necessidade que sentimos em nos integrar num grupo ou simplesmente causar uma boa impressão no outro. Por vezes essa necessidade, leva a uma mudança na nossa atitude, de forma a conseguirmos realmente fazer com que a outra pessoa goste de nós. Quando nos afastamos da nossa personalidade, do que somos, do nosso eu, essa barreira é ultrapassada e há que saber parar, porque senão vai parecer que estamos a tentar demasiado.

Com um ritmo contagiante e uma melodia orelhuda, este tema aborda essencialmente isso: não precisamos fingir ser uma pessoa diferente para conseguir que alguém goste de nós. Têm de gostar pela nossa autenticidade.
Uma canção escrita e composta por NEIVA, e que conta com a produção, mix e master de Paulo Araújo, captado nos Sky Studios.

NEIVA é o nome artístico de Ricardo Neiva e surge na vontade de investir em si mesmo numa carreira a solo. Começou o seu percurso musical em 2009, com aulas de guitarra na escola "Estúdio ETC e Tal", em Benavente. Nesse ano apresentou-se ao público cantando pela primeira vez em galas de Natal e Final de Ano Letivo. Em 2014, dedica-se à aprendizagem do piano na Academia de Artes, Cultura e Formação "O Batuque", onde é atualmente professor e coordenador geral. Ao longo do seu percurso, integrou variados projetos musicais enquanto vocalista e intérprete, destacando a banda FIVE, o primeiro de originais. Inicia o seu caminho artístico, através da sua participação em programas televisivos tais como: RTP – “The Voice Portugal" em 2017, e TVI -"All Together Now" em 2021.
É Licenciado em Música na Comunidade, pela Escola Superior de Educação de Lisboa e Escola Superior de Música de Lisboa. Formou-se tecnicamente no curso de Formação de Atores de Teatro Musical na EDSAE, em Lisboa, de 2019 a 2022. Divide a sua vida profissional entre as aulas de música e concertos.

Em 2022, edita como NEIVA o primeiro single "Saída". Em setembro do mesmo ano, lança o seu segundo single “Ânsia de Viver”.

2023 é o ano da edição do seu terceiro single “Demais”.

NEIVA pretende conquistar o público e chegar ao número máximo de pessoas possível, conquistando oportunidades de difundir a sua música com o objetivo de uma carreira musical sólida e duradoura.

Para NEIVA, esta é uma ambição que não é DEMAIS tentar.
 

HUMAN NATURES LANÇAM VÌDEO















Fotografia: Tiago Cerveira

LANÇAMENTO DO VIDEO | 25 DE MAIO
LANÇAMENTO DO SINGLE | 1 DE JUNHO
SINGLE | THE NOW

Foi publicado ontem (25 de maio) o último video de 2022, criado no âmbito da convocatória MIC | Música Independente de Coimbra, projecto da Blue House. O video foi realizado por Tiago Cerveira e está disponível no Youtube da Blue House. O single chega a todas as plataformas digitais no dia 1 de Junho.

THE NOW é o single de apresentação do supergrupo Human Natures. Liderado por João Ribeiro, o projecto partiu das ideias sonoras que o músico criou ao longo dos últimos 12 anos – encontrando na música, um amor e forma de expressar as suas vivências e emoções. Culminando com a conclusão das suas canções com um novo grupo de músicos provenientes de projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, dos quais se lhe juntaram: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi e Maria Roque.

O tema selecionado relata a sensação inata que é viver o presente de forma inabalável e profundamente sentida, constantemente desafiando o futuro desconhecido, um passado vivido e em face à inundação de sentimentos e acontecimentos que experienciámos diariamente nas nossas vidas. Todos os elementos da banda adicionaram a sua voz para oferecer corpo a THE NOW.

Human Natures explora a dualidade emocional da vida sob a forma de texturas sonoras: a alegria e a tristeza; o medo e a confiança; o êxtase e a apatia. O single agora lançado é a porta de entrada no álbum de estreia “Electric Dreams”, através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream-rock progressivo, música ambiental e indietronica – repleto de texturas criadas através de guitarras elétricas, vozes moduladas, pianos e sintetizadores, entre outros de instrumentos de sopro ou cordas.

NOVO TEMA DE THE LEGENDARY TIGERMAN COM RAY. E SEAN RILEY

The Legendary Tigerman apresenta mais um tema do seu próximo álbum. Depois do primeiro avanço - “Good Girl” com Asia Argento -, chega-nos hoje “Bright Lights, Big City”, onde Ray e Sean Riley se juntaram ao artista para uma canção enérgica e poderosa.

Este tema é também fruto dos mais de 3 meses que passou em Paris, à procura de uma nova maneira de criar Rock'n'roll. Escreveu, pela primeira vez, canções com sintetizadores modulares e não guitarras.

Nas palavras de The Legendary Tigerman: «A minha viagem no novo álbum é uma espécie de experiência de salvação. Senti que precisava de mudar, muito e não apenas musicalmente, para me manter vivo e relevante.
Precisava que o amor, a arte e a música me indicassem o caminho para um sítio bonito e seguro dentro de todas as tempestades que vivi, e também de todas as que vivemos globalmente. Acho que, de certa maneira, todos precisámos de encontrar esse sítio seguro.
“Bright Lights, Big City”, fala sobre uma noite de tempestade, deliciosamente caótica em Paris. Fala de sem abrigo, de punks a lutar na rua, de olhos tristes no metro e de rir como se não houvesse amanhã.
Para me ajudar a construir uma ponte de Rock’N’Roll entre Paris e Lisboa chamei os meus mais queridos amigos e talentosos artistas Ray e Sean Riley.
O sax do João Cabrita é o cimento que cola tudo, guitarras, beats, synths modulares.
"Bright Lights, Big City" está nas ruas e é vosso.»

The Legendary Tigerman irá apresentar o seu novo álbum dia 13 de julho, no festival Super Bock Super Rock.

O GAJO NO PORTO

 

















É já neste próximo domingo dia 28 que acontece o concerto de apresentação do novo disco "Não Lugar" na cidade do Porto.

A sala é o NOVO ÁTICO (sala 2 do coliseu) e O GAJO estará com o Isaac Achega na bateria, Francesco no baixo e o convidado especial Luis Simões (Saturnia) no Sítar Indiano.

O concerto começa às 18h e o bilhete custa 10€

quinta-feira, 25 de maio de 2023

PROGRAMA DE 25/05/23

1 - Blaya - Ninja
2 - Azart - Sufoco
3 - Riça - Canção das maias
4 - Mila Dores - Limão e jasmim
5 - Cláudia Pascoal - Precaução (ft Manuela Azevedo)
6 - Orelha Negra - Futurama
7 - Human Natures - The now
8 - Ruben Portinha ft Ana Laíns - Saudades da minha aldeia
entrevista Ruben Portinha
9 - Ruben Portinha com Amélia Muge - A voz da solidão
10 - Ricardo Gordo & Samuel Lupi - Coimbra e o mondego
11 - Tó Trips - O Deus do vento

FESTIVAL CAUSA EFEITO - O NOVO JAZZ NA NOVA





















Festival Causa|Efeito – o Novo Jazz na Nova

PROGRAMA
28 junho, quarta-feira

17:30 – Mesa redonda “Jazz – que presente”
Com Stewart Smith, Pedro Costa, Guy Peters, Pedro Rôxo

19:30 Escadarias – Sérgio Carolino
Sérgio Carolino – Lusofone “Lúcifer” solo e pedaleira eletrónica

21:30 Auditório - Carlos Bica “Playing with Beethoven”
Carlos Bica – contrabaixo
DJ Ilvibe – gira-discos
Daniel Erdmann – saxofone tenor
João Barradas – acordeão

29 junho, quinta-feira

19:00 Auditório – Luís Lopes Abyss Mirrors
Luís Lopes – guitarra elétrica
Flak - guitarra elétrica
Jari Marjamaki - eletrónicas
Travassos - eletrónicas
Felipe Zenicola – baixo elétrico
Yedo Gibson - saxofones tenor, alto e soprano
Bruno Parrinha – saxofones alto e soprano
Helena Espvall - violoncelo
Maria da Rocha - violino
Ernesto Rodrigues – viola

21:30 Auditório – Susan Alcorn/José Lencastre/Hernâni Faustino
Susan Alcorn – guitarra pedal steel
José Lencastre – saxofone alto
Hernâni Faustino – contrabaixo

30 junho, sexta-feira

18:00 Auditório - João Barradas/Hugo Carvalhais
João Barradas – acordeão
Hugo Carvalhais – contrabaixo

19:30 Auditório – The Selva
Ricardo Jacinto - violoncelo e eletrónicas
Gonçalo Almeida - contrabaixo e eletrónicas
Nuno Morão - bateria e percussão

22:00 1/2 Auditório – Susana Santos Silva/Carlos Bica
Susana Santos Silva – trompete
Carlos Bica – contrabaixo

23:30 Páteo – Move (Yedo Gibson/Felipe Zenicola/João Valinho)
Yedo Gibson – saxofones tenor e soprano

Felipe Zenicola – baixo elétrico
João Valinho – bateria

1 julho, sábado

16:00 Auditório – Concerto pedagógico comentado Isabel Rato Quinteto (famílias)
Isabel Rato - piano
João David Almeida - voz
João Capinha - saxofone alto
João Custódio - contrabaixo
Alexandre Alves – bateria

18:00 Auditório – One Small Step
Janne Eraker - sapateado
Vegar Vårdal – violino e voz
Roger Arntzen – contrabaixo

19:30 Auditório – Margaux Oswald / Jesper Zeuthen Duo
Margaux Oswald – piano
Jesper Zeuthen – saxofone alto

22:00 Auditório – Sophie Agnel/John Edwards/Steve Noble
Sophie Agnel – piano
John Edwards – contrabaixo
Steve Noble – bateria

23:30 Páteo – Luís Vicente Trio + Tony Malaby
Luís Vicente – trompete
Tony Malaby – saxofones tenor e soprano
Gonçalo Almeida – contrabaixo
Pedro Melo Alves – bateria

No âmbito das celebrações dos seus 50 anos, entendidas como um momento para comemorar meio século de inovação que nos projecta para o futuro, e do lançamento do Programa Nova Cultura com a criação de uma Pró-Reitoria para esta área, a Universidade Nova organiza no Campus de Campolide um festival de quatro dias apresentando uma criteriosa selecção dos mais inovadores músicos de jazz da cena portuguesa e internacional, programada por Pedro Costa. Pensado com a dupla função de diagnóstico dos caminhos do novo jazz e de montra do jazz de experimentação nacional para críticos e curadores nacionais e estrangeiros, o Festival terá lugar nos espaços da Universidade – Reitoria e Colégio Almada Negreiros – e propõe-se como catalisador do diálogo entre a cultura de inovação própria da NOVA e da sua investigação e a experimentação na prática artística. O Festival contempla actividades com jornalistas e programadores nacionais e internacionais, especialmente convidados para acompanhar o festival, e com estudiosos do Jazz, envolvendo a investigação da NOVA, para que o futuro seja estudado no presente. Inclui ainda um concerto didáctico, pensado para o público mais jovem e famílias, potenciando a descoberta de sonoridades desconhecidas. Causa e efeito, o princípio da improvisação: deste Festival virão pistas para o futuro, inovação, descoberta, surpresa.

Apresentação – Pedro Costa

Ao contrário do pensamento conservador de que o jazz deverá obedecer a uma só forma sob o jugo do swing, existem cada vez mais músicos de jazz a procurar novas linguagens ou micro linguagens para expressarem a sua identidade. Para caracterizar o Jazz no seculo XXI, podem- se encontrar numerosas linhas de evolução no que toca à forma, ao conteúdo e até ao cada vez mais abrangente leque de instrumentos utilizados ou à forma como se utilizam os instrumentos convencionais.

Se no início do Jazz sobressaíam os clarinetes, trompetes, trombones e tubas, logo se lhes juntaram no primeiro plano os saxofones (primeiro o alto e depois o tenor), o piano, contrabaixo, guitarra e bateria. Com estes instrumentos, basicamente, foi escrita a história do jazz dos 100 anos seguintes.

Quanto à sua forma, o Jazz foi “escravo” do ritmo sincopado do swing até aos anos de 1960 quando mestres como John Coltrane, Miles Davis, Albert Ayler, Ornette Coleman o libertaram desse jugo e abriram a caixa de pandora que veio realçar o papel da improvisação. Quando na mesma década, beneficiando das descobertas do free, o jazz veio em força para a europa, rapidamente o submergiu na chamada nova música ou música contemporânea. Isto, resultou na ausência de tonalidade ou a total abertura da forma e da linguagem convencional do jazz.

Curioso como foi um americano a maior inspiração na criação do modelo europeu. John Cage foi um pioneiro da utilização do espaço (ou do silêncio), da música aleatória e da música eletroacústica, utilizando instrumentos não convencionais ou dando uso não convencional aos
instrumentos convencionais.

Assim, a maior contribuição da Europa ao jazz foi o advento da improvisação não idiomática. Seguindo a abertura criada primeiro pelo jazz modal e depois pelo free jazz (especialmente o de Cecil Taylor), juntou-se o abandono de uma linguagem ligada ao espectro do jazz. Músicos como Evan Parker, Peter Brötzmann, John Stevens, Derek Bailey, Trevor Watts, Alexander Von Schlippenbach, Tony Oxley, Paul Lovens, Han Bennink abandonaram o uso de qualquer linguagem na improvisação total que exerciam. Assim, o largo espectro oferecido por esta nova música foi largamente explorado e os cânones do jazz completamente abalados.

Enquanto o free jazz americano extrapolava as melodias ancestrais do gospel e dos blues mantendo a música ligada à terra e à tradição afro americana, a improvisação não idiomática europeia libertava a forma, o conteúdo e o ritmo.

Com o passar das décadas, o não idiomático acabou por se transformar num idioma e, contra todas as premissas, a ausência de linguagem transformou-se numa linguagem em si.

Numa tentativa de caracterizar o jazz do seculo XXI, podemos afirmar que não só as novidades de Cage continuam presentes como se nos deparam hoje em ambos os lados do Atlântico.

Chegou a vez de o jazz europeu influenciar o modelo original americano. No contínuo ideal de cada músico um jazz, ou um género de jazz, temos atualmente várias linhas de evolução desta música. O seu cruzamento com outras músicas (da chamada world music ao rock, da música eletrónica ao hip hop, etc), a criação de micro linguagens dentro de uma unidade ou de um grupo de improvisação, desenvolvimento da composição para fora da caixa suprimindo os clássicos arranjos e fugindo aos padrões rítmicos do jazz, a utilização de instrumentos e técnicas não convencionais (eletrónica, sapateado, instrumentos preparados, técnicas extensivas, reducionismo, etc) até à impensável ausência de solos.

A cada vez maior inclusão de mulheres/improvisadoras no Jazz é também algo que contribui sobremaneira a definir um presente para esta música. Como nunca, com o precioso auxílio das políticas de igualdade de género a que assistimos na Europa e nos EUA, constatamos não só a um novo percurso de democratização no jazz contemporâneo, mas até a uma redefinição no conteúdo do mesmo. A sensibilidade feminina e a sua forma de interpretar os vastos caminhos da improvisação são, talvez, a nota de maior inovação no Jazz do seculo XXI.

Como se pode constatar, o jazz nunca foi uma música de museu e a sua constante mutação continua a sugerir pistas para podermos afirmar que tudo é possível nesta música como em nenhuma outra. As premissas que criaram o jazz não são, de forma alguma, indispensáveis à sua definição atual. Hoje, é possível fazer jazz sem forma, sem swing, sem solos e sem idioma mas dificilmente já sem a presença feminina.

Que raio de música é esta afinal?

LUÍSA SOBRAL + LUCIA FUMERO + RITA PAYÉS ESTREIAM ESPECTÁCULO INÉDITO NO FESTIVAL GREC BARCELONA





















No dia 20 de julho, Luísa Sobral, Lucia Fumero e Rita Payés atuam juntas pela primeira vez, num espetáculo inédito que acontecerá no Paral.lel 62, em Barcelona.

Luísa Sobral, Lucia Fumero e Rita Payés, três das artistas mais cativantes da Península Ibérica, juntam-se para um espetáculo inédito que estreará no Festival Grec, em Barcelona, no dia 20 de julho. O espetáculo promete fundir os diferentes estilos e influências das três artistas numa viagem entre Portugal e a Catalunha, cruzando a música e a identidade de cada uma.

Luísa Sobral é uma das cantoras-compositoras mais importantes da nova geração de músicos portugueses. Ao longo da sua carreira, editou seis álbuns de originais e compôs para nomes como Ana Moura, Carminho, António Zambujo e Mayra Andrade. Em 2017, assinou ‘Amar Pelos Dois’ que, pela voz de Salvador Sobral, resultou na primeira vitória portuguesa na Eurovisão. Luísa é também regular colaboradora com artistas espanhóis, tendo já trabalhado com o multi-instrumentista Raul Refree, que produziu ‘Rosa’ (2018), o seu quinto álbum originais, e com a cantora Zahara (“Tudo Lo Que No Está", 2020). No final de 2022, Luísa editou o seu mais recente álbum, ‘DanSando’, um trabalho que reúne canções mais luminosas e nas quais o amor é a matéria-prima.

Lucia Fumero é uma promissora jovem pianista nascida em Barcelona, de raízes argentinas e suíças. Terminou recentemente a digressão europeia do seu aclamado álbum de estreia 'Universo Normal', um disco apresentado em vários grandes festivais europeus, como o Athens Jazz Festival, o Jazzaldía, o Getxo Jazz Festival e o Madrid Jazz Festival. Colabora frequentemente com a nova geração de músicos de Barcelona, tais como Rita Payés, Nico Roig, Pol Batlle e Martín Meléndez, entre outros.

Rita Payés, trombonista e cantora catalã de 22 anos, lançou, em 2021, o seu primeiro álbum de originais, 'Como La Piel', gravado com a mãe, a guitarrista clássica Elisabeth Roma. Ao longo da sua carreira, já colaborou com nomes prestigiados como Chamorro, Scott Hamilton, Scott Robinson e Toni Belenguer, e atuou em grandes palcos por toda a Europa. Em 2022, revelou ‘Salt Mortal’, um projeto colaborativo com o cantor e guitarrista catalão Pol Battle, estreado ao vivo na plataforma COLORS.

Juntas, chegam ao Paral.lel 62, em Barcelona, no dia 20 de julho, para um espetáculo inédito. A não perder!

EM BARCELOS


 

















A dupla Rafael Durão & Theo de Blasis, em conjunto com músicos locais, vai apresentar um espetáculo inédito inspirado no reportório de Carlos Paredes. O concerto realiza-se na sexta-feira, às 22:00, no Theatro Gil Vicente, em Barcelos.

Ao longo de uma semana, um grupo de músicos selecionados a partir de uma 'open call' esteve a trabalhar com a dupla radicada nos Países Baixos no Theatro Gil Vicente. Inspirados no reportório de Carlos Paredes, vão apresentar reinterpretações, mas também originais.

Rafael Durão & Theo de Blasis têm um projeto que junta um vibrafone e uma guitarra elétrica aos sons do fado ou da música tradicional, combinando-os com o jazz ou música de câmara.

Para além do duo, este 'ensemble' é formado ainda por Beatriz Caravana (guitarra e voz), Hugo Carvalho (baixo), Nuno Silva (guitarra), Rita Roselho (teclado e voz) e Tiago Matos (bateria).

Será o resultado de uma residência artística promovida no âmbito do programa serviço educativo do triciclo, que conta com o apoio da Tirion - Works Management.

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

SUSANA FELIX EDITA "AMAR É MESMO ASSIM"













“Amar é Mesmo Assim” marca o regresso da cantora a estúdio, neste que é o primeiro single do novo disco de originais, com lançamento previsto ainda para este ano. Com mais de duas décadas desde a sua estreia, Susana Félix inicia com “Amar é Mesmo Assim” um novo capítulo na sua carreira discográfica.

A versão de “Amar é Mesmo Assim”, que chega sexta-feira às rádios e plataformas digitais, é o resultado de um trabalho que a cantora e compositora Susana Félix iniciou em 2017. Numa primeira fase, apenas em momentos de criação e composição com voz e guitarra e, posteriormente, já com arranjos de João Cabrita, o tema ganha espaço nos seus concertos ao vivo.

Do palco para o estúdio, “Amar é Mesmo Assim” aguardou pacientemente pela vontade da artista regressar às gravações, sendo esta canção a primeira escolha da cantora para single de avanço do seu novo disco de originais.

O tema contou com produção de Vítor Silva que lhe deu uma nova abordagem e visão. Sobre o mesmo, a cantora e compositora acrescenta ainda que “É a primeira vez que escreve de forma direta sobre amor” e que “É bom estar de volta às gravações!”

“Amar é Mesmo Assim”, com letra de Susana Félix e música de Susana Félix, João Cabrita e Vítor Silva é um justo elo de ligação entre o prazer e a vontade de fazer o que a artista faz desde sempre. 

NOVO SINGLE DE COBRAFUMA

 













Já está disponível online mais um dos temas que integrará o disco de estreia homónimo dos Cobrafuma. A banda portuense apresentam-nos hoje Buraco, lançando também o pré-order para o disco no bandcamp.

O lançamento do LP acontece a dia 7 de junho, data na qual se apresentam ao vivo no Woodstock 69 no Porto. Os bilhetes para o concerto custam 5 euros e poderão ser adquiridos, a partir de hoje, na Louie Louie, no WS69, na Bunker e na Matéria Prima. Marcada está também a primeira data em Lisboa. Dia 7 de julho a banda fará troar as paredes da Musa de Marvila.

Cobrafuma é um elenco de proto-veteranos do Porto que ouviram o chamamento da Cobra entre shoppings manhosos e bares de chão pegajoso. Membros de bandas como Plus Ultra, Greengo e Killimanjaro são eles: José Roberto Gomes, Luís Chaka, Azevedo e Rui Pedro Martelo.

PROGRAMA DE 24/03/23

 














Entrevista Human Natures
1 - Human Natures - The now
2 – Orelha Negra – M.I.R.I.A.M
3 – Paulo Bragança – Minha mãe
4 - Cantigas de Maio – Tenho barcos, tenho remos
5 – Daniel Pereira Cristo – No país de Alice
6 – Canto dos Lírios – Bela, doce e descalça
7 – Retimbrar – Coisas da minha terá
8 – Criatura – Bem bonda
9 – Luta livre – Fruta da época

quarta-feira, 24 de maio de 2023

aBAND'onados AO VIVO

ALVES DOS SANTOS E OS FAZEDORES DE SONHOS APRESENRAM LIVRO CD















Clã é uma poderosa canção que convida os ouvintes à criação de um novo paradigma e a embarcar numa viagem de transformação de tudo o que seja uma realidade redutora e insatisfatória.

Composto por uma letra marcante e cheia de imagens fortes, Clã é uma chamada para a construção de uma ponte metafórica para um futuro melhor, no qual se desafia tudo o que sejam ideias pré-concebidas e de enfrentar barreiras que impeçam a formação de uma sociedade mais justa e humana.

Com uma melodia envolvente e um refrão marcante, deixe-se envolver por esta canção que transmite uma energia contagiante e nos desafia a participar dessa jornada épica de redefinição e renascimento.

Prepare-se para soprar ventos de mudança e assim se unir a esta inovadora revolução sonora que irá certamente deixar a sua marca.

DISCO DE ESTREIA DE COMODORO AMIGO

 



















Depois de ter desvendado os singles “Bretton Woods” e “Polaroid Android”, Comodoro Amigo lançará o seu disco de estreia “Atari Hanzo” no próximo dia 26 de Maio de 2023, data que coincidirá com a sua apresentação ao vivo, que terá lugar na Associação LAC (Laboratório de Actividades Criativas), na antiga cadeia de Lagos, transformada num hub de residências artísticas.

Como o selo de Moreia Elétrica, Atari Hanzo é a celebração de um imaginário geek convertido à cultura pop. Não disfarçando o seu flirt para com um mundo tecnológico na idade dos “porquês”, Comodoro Amigo usa e abusa de uma electrónica pueril, lo-fi, mas cruzada com instrumentos orgânicos, para colorir o seu disco de estreia.

Apesar de algumas aproximações a uma estética retro, este não é projecto de saudade, apenas um projecto com memória. Talvez por isso, a linguagem tem “efeitos retroactivos”, mas com aplicabilidade contemporânea, não só pela produção personalizada, mas sobretudo pelo escrutínio social das palavras, que assumem lugar central neste projecto.
Ficha Técnica:
Letra e Música: Rui Dinis
Mistura: Miguel Vilhena e Rui Dinis
Masterização: Pierre de Wagter e Rui Dinis
Edição: Moreia Elétrica, 2023,
Distribuição: One Level Up
Publishing: Moreia Elétrica
Cover Art: António Pereira (Toy)


Comodoro Amigo serve-nos Kitsch Dark Pop em modo descaradamente confessional. Aviva-nos a memória que trazemos de vários lugares da língua portuguesa, com uma linguagem actual, digital, descomplexada, que tanto pode vaguear entre o noir e o cheesy, encontrando-se por isso, sempre que pode, com alguns covers inesperados.

O Comodoro navega sem fronteiras na geografia de um mundo completamente interligado, tendo na palavra o seu quadrante, enquanto bolina nas suas próprias experiências, concedendo que ir mais longe que em cada viagem, é ir mais adentro.

Apresentação do álbum “Atari Hanzo” no próximo dia 26 de Maio na Associação LAC (Laboratório de Actividades Criativas), na antiga cadeia de Lagos, transformada num hub de residências artísticas.