quinta-feira, 29 de maio de 2025

SAL DE REGRESSO















Fotografia de Filipe Feio

Os SAL estão de regresso às edições com o tema “Um Milhão É Só Um Milhão”, lançado em vídeo no passado dia 15 de Maio e que fica hoje disponível em todas as plataformas digitais. O lançamento inclui também um radio edit, disponível no press kit.

“Um Milhão É Só Um Milhão” segue o caminho da banda na crítica social, seguindo-se a “Mentira Viral” ou “Profeta da Desgraça”, e denuncia os perigos e falácias das mentiras populistas e lembra que somos sempre mais a resistir a cair na armadilha.

«É sempre mais fácil semear o caos e vasculhar nos destroços do que construir pontes e unir.
Alguns dizem a bater no peito que são muitos, nós dizemos que ainda são poucos, muito poucos, aliás, quantos são?» partilha a banda sobre o novo single.

“Um Milhão É Só Um Milhão” tem letra de Sérgio Pires e música de Daniel Mestre, João Pinheiro e SAL, com Sérgio Pires na voz e viola braguesa, João Gil no baixo e voz, João Pinheiro na bateria, percussões e voz, Daniel Mestre na guitarra eléctrica e bandolim e Vicente Santos nos teclados. O vídeo que acompanha a canção foi captado pelos elementos dos SAL e editado por Julia Lombao.

“Um Milhão É Só Um Milhão” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

IOLANDA CONFIRMADA NO NOS ALIVE'25

 



















Depois de ver a sua imagem projetada em Times Square, em Nova Iorque, como parte de uma campanha global do Spotify, iolanda continua a afirmar-se como um dos nomes mais promissores da pop nacional. A artista foi recentemente escolhida como capa da playlist global GLOW, com mais de um milhão de seguidores, e ganhou um hub exclusivo na plataforma — um reconhecimento que chega após um ano de conquistas nacionais e internacionais.

Agora, iolanda é um dos nomes confirmados para a próxima edição do Festival NOS Alive’25, com atuação marcada para o dia 10 de julho, no palco WTF Clubbing. A artista portuguesa junta-se a um cartaz de renome internacional que inclui nomes como Olivia Rodrigo, Nathy Peluso, Noah Kahan, Bad Nerves, Parov Stelar e Benson Boone, entre muitos outros.

O concerto, que está a ser desenhado especialmente para o NOS Alive, promete ser memorável. iolanda prepara uma produção à altura do momento, com a energia arrebatadora que já lhe é reconhecida. O espetáculo irá revisitar os temas dos seus dois EPs e apresentar, em primeira-mão, algumas canções do seu aguardado álbum de estreia.

Este novo capítulo chega na sequência de um dos momentos mais emocionantes da sua carreira: a atuaçāo especial na Eurovisão 2025, onde se tornou na primeira artista portuguesa a ser convidada a atuar fora da representação nacional. Interpretando o clássico “Ne Partez Pas Sans Moi” num tributo a Céline Dion, iolanda conquistou o público europeu e reforçou o reconhecimento que já vinha do seu Top 10 na Eurovisão 2024, e dos EPs Cura (2023) e Olhar P’ra Baixo (2024).

Com uma voz única e magnética, iolanda impõe-se como uma das artistas mais emocionantes da sua geração. A sua pop é delicada e audaz, marcada por uma estética muito própria e uma escrita emocionalmente crua. Esgotou dois concertos no Capitólio, estreou-se com sala cheia na Casa da Música e foi distinguida com o título de “Disco do Ano” pelo Expresso/Blitz e pela Antena 3. Tudo isto com apenas dois EPs editados. Neste momento a artista está a finalizar o seu primeiro longa-duração com o primeiro single a ser revelado muito em breve.

GNTK COM NOVO SINGLE





















"Já me Vi mudar" é um desabafo de auto-afirmação e resiliência, onde se confrontam julgamentos alheios com o assumir os próprios erros sem perder a essência, de alguém que aprendeu com as desilusões e se fortaleceu através dos desafios e das dificuldades. Fala de mudanças feitas por quem não merecia, de sacrifícios invisíveis e de uma luta constante para crescer sem se perder.

No fundo, é um hino à autenticidade, à superação e ao valor de se manter fiel a si mesmo com dignidade, apesar das quedas e das expectativas dos outros.

Já disponível em todas as plataformas digitais

LUÍSA SOBRAL ENCERRA TOUR





















A cantora e compositora anuncia os últimos concertos da digressão intimista "Coisas Pequeninas": dia 7 de Junho, no Espaço Vita, em Braga; a 14, no Auditório Municipal de Gondomar; e 26 de Julho, no Auditório Municipal de Gaia

Recorde-se que "Coisas Pequeninas" arrancou em Janeiro e desde então passou por Ponte de Lima, Fafe, Lousada, Funchal, Porto, Torres Vedras e Lisboa, sempre com casa cheia. Do repertório fazem parte temas dos sete álbuns editados em nome próprio e músicas que Luísa Sobral escreveu para outros artistas, mas também a mais recente “O resto das nossas vidas”.

Paralelamente, Luísa Sobral continua a promover a edição de "Nem Todas as Árvores Morrem de Pé", sobre duas mulheres unidas pela desilusão e pelos 50 anos mais tristes da história da Alemanha. Este romance sucede a publicação dos livros infantis "Quando a Porta Fica Aberta" e "O Peso das Palavras".

JANITA SALOMÉ AO VIVO





















Apresenta álbum "Pássaro Azul" em Coimbra, Lisboa e Porto

15 de Junho no Auditório do Conservatório, dia 20 no Teatro Armando Cortez e dia 6 de Julho na Casa da Música

Janita Salomé ruma a Coimbra, Lisboa e Porto já nos meses de Junho e Julho para apresentar o seu álbum “Pássaro Azul”. Estes concertos celebram o lançamento da edição física do mais recente longa-duração do artista e acontecem dia 15 de Junho no Auditório do Conservatório, em Coimbra, dia 20 de Junho no Teatro Armando Cortez, em Lisboa e dia 6 de Julho na Casa da Música, no Porto. Os bilhetes encontram-se à venda na Ticketline.

Compositor, intérprete e guardião de sonoridades que unem o Alentejo à música do mundo, Janita Salomé apresenta um espectáculo em que dá corpo a textos de autores como Natália Correia, Manuel Alegre ou Hélia Correia, sem esquecer outros marcos incontornáveis da sua carreira ao longo da qual cantou um amplo espectro de autores desde Camilo Pessanha a Charles Bukowsy.

Em palco, Janita Salomé será acompanhado pelo habitual coletivo de músicos cúmplices e de todas as horas: Mário Delgado, Miguel Amaro, Carlos Miguel e Ruben Alves.

Janita Salomé apresentará um espetáculo pleno de momentos únicos em que o público terá a oportunidade de ouvir cantar os grandes poetas com a descrição e o saber que Zeca Afonso lhe ensinou.

Os bilhetes para os espectáculos podem ser adquiridos na Ticketline.

FESTIVAL VAPOR ANUNCIA PRIMEIROS NOMES










Expresso Transatlântico, Mão Morta e Selma Uamusse são os primeiros nomes confirmados para o Festival Vapor, que acontece de 12 a 14 de setembro, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento.

Os Expresso Transatlântico viajam musicalmente entre as influências da tradição portuguesa e as sonoridades contemporâneas globais. O trio composto por Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos lançou este ano Flor de Trovão, primeiro single do álbum previsto para 2026, com produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). Após o álbum de estreia (Ressaca Bailada, 2023), que constou em listas dos melhores álbuns nacionais e após o filme-concerto, escrito e realizado por Sebastião Varela, e várias salas esgotadas, a banda soma territórios e tem conquistado público pelos quatro cantos do globo.

Mão Morta – projeto de Adolfo Luxúria Canibal, Miguel Pedro, António Rafael, Vasco Vaz, Ruca Lacerda e Rui Leal – comemoraram 40 anos de existência no ano em que foram assinalados os 50 anos do 25 de Abril, Inspirados por estas duas efemérides, apresentam no Festival Vapor Viva la Murte!, espetáculo a partir de algumas das referências maiores de músicas revolucionárias, como Zeca Afonso, Zé Mário Branco, Adriano Correia de Oliveira ou Ary dos Santos, entre outros. Na companhia de um coro de vozes masculinas em palco - um simbolismo direto ao hino Grândola, Vila Morena - neste concerto, as referências melódicas e harmónicas da música de intervenção portuguesa pré-25 de Abril cruzam-se com o rock e o experimentalismo próprio da sonoridade dos Mão Morta.

A música de Selma Uamusse acentua uma africanidade que continua a inspirar letras e melodias, mas que se mistura por esse mundo fora, em temas e arranjos, uns mais próximos da tradição do folclore, outros que vagueiam entre o eletrónico, o rock, o afro-beat e o experimental. Com muito ritmo e calor, os seus concertos são um manifesto pela harmonia ao que nos rodeia, um olhar positivo sobre o mundo, sendo também uma forma de luta e de esperança por uma sociedade mais livre, com mais amor.

Organizado pelo Município do Entroncamento e pelo Museu Nacional Ferroviário, o Festival Vapor apresenta - sob o mote Fantasiar o Futuro - uma programação contemporânea, com concertos, filmes, exposições, literatura, feira do livro, oficinas e muitas atividades steampunk para todas as idades.

Artes, tecnologia e ciência como bases de um futuro melhor, mais diverso, inclusivo e sustentável, numa fase de crescimento, com mais programação, novos planos de ação e uma imagem que acompanha esta evolução, o Festival Vapor apresenta mais informações sobre o programa em breve.

Os bilhetes custam, numa primeira fase, 15€ (passe 3 dias) e 6€ (bilhete diário) e já estão à venda nos locais habituais e no Museu Nacional Ferroviário. Mais informações no website https://festivalvapor.entroncamento.pt, no Instagram (instagram.com/festivalvapor) e no Facebook (facebook.com/festivalvapor).

quarta-feira, 28 de maio de 2025

PROGRAMA DE 28/05/2

1 - Sinistro - Elegia
2 - C-mm - Dois vampiros
3 - Moloch - Nervos
4 - Murro - Bastonadas
5 - Bizarra Locomotiva - Vectoor arcano
6 - Order In Chaos - Wickled paradise
7 - Stereo Alligator - Nobody knows
8 - So dead - Roadkill
9 - Mekong - Danse danse
10 - Archétypo 120 - Angel's fall
11 - DRKNSS - Looking for mercy
12 - When The Roses Die - Spirit
13 - Wolf X - Abyss
14 - Bernardo Devlin - 5.45

ROMAIN VALENTM LANÇA "RECADO"

 


















Novo single com a participação de Luca Argel
Data de Edição: 2 de junho

Lançamento do disco de estreia “L'Étoile et le Chariot”  e concerto de apresentação: 20 de junho, 21h – Mafamood, Vila Nova de Gaia

Romain Valentino está a apresentar o segundo single do álbum de estreia que será lançado no dia 20 de junho. A canção “Recado”, que estará disponível nas plataformas digitais no dia 2 de junho, conta com a colaboração do músico brasileiro Luca Argel e reflete sobre a angústia de uma vida medíocre, sobre a vergonha da mesquinhez, e traz a mensagem de que nunca é tarde para inverter caminho, transformar o significado da vida através da partilha e assumir a verdade como apenas o ponto de partida de um processo de criação que ninguém faz sozinho. Composto originalmente como um samba inspirado por compositores clássicos como Paulinho da Viola e Chico Buarque, o tema foi incorporando influências rítmicas do Guaguancó e do Son, num diálogo entre partido alto e música cubana. Conta com a produção artística de Telmo Sousa, arranjos de Romain Valentino e foi gravado por Quico Serrano.

O músico ítalo-francês residente no Porto, Romain Valentino, prepara-se para lançar o seu disco de estreia, “L’Étoile et le Chariot" no dia 20 de junho, num concerto de apresentação que vai acontecer no Mafamood, às 21h, em Vila Nova de Gaia.

Romain Valentino - guitarra, bandolim, voz
Luca Argel - voz
Telmo Sousa - baixo acústico
Andrés ‘Pancho’ Tarabbia - percussão
Teresa Costa - flauta alto
Gravado, misturado e masterizado por Quico Serrano em Aguda entre Fevereiro e Abril 2025

Romain Valentino é cantor, guitarrista e compositor nascido em Itália de pais franceses. A sua trajetória musical alimenta-se de samba, choro, canzone napolitana, jazz-manouche, nueva canción, chanson française, maloya, e outras sonoridades e ritmos.

COBRA AO PESCOÇO LANÇAM NOVO DISCO















Disponível a partir de 29 de maio em todas as plataformas digitais.

A banda portuguesa regressa com toda a fúria e intensidade em "Versus Infernus", o seu mais recente álbum de estúdio. Este novo trabalho marca uma evolução sónica e temática para a banda, mergulhando mais fundo nas sombras da psique humana e da turbulência emocional negativa.

O novo corpo de musica marca uma evolução intensa e brutal, tanto a nível lírico como sonoro. Com influências de punk, hardcore e nu-metal, o disco apresenta-se mais cru, agressivo e pesado do que o seu antecessor “Deus Mastiga”.

“Versus Infernus” é uma viagem abrasiva por entre infernos individuais, pesadelos recorrentes, obsessões e estados mentais à beira do colapso. Cada faixa é um grito vindo das entranhas – distorções afiadas, baterias demolidoras e vocais que oscilam entre o desespero e a raiva. É um disco feito de carne viva, suor, ansiedade e insónia.

“É uma confrontação direta com tudo o que nos assombra."
– Cobra ao Pescoço

Produzido, gravado, misturado e masterizado pela própria banda, “Versus Infernus” assume uma sonoridade suja, visceral e urgente, captando com fidelidade a tensão emocional e a energia bruta que define este novo capítulo.

O álbum vai contar com edições físicas limitadas disponíveis em breve nas plataformas oficiais da banda.

BIOGRAFIA

Diretamente da Figueira da Foz, Cobra ao Pescoço é um projeto de punk rock que promete romper as barreiras da música independente portuguesa.

A essência do grupo está numa dinâmica saturada de riffs temperados por maldade, secções rítmicas vertiginosas, e um domínio de rédea curta por uma imponente barragem vocal. É essa combinação que define o seu estilo único e desafiador, onde cada música se torna um manifesto de intensidade emocional e subversão criativa.

O projeto carrega o espírito da rebeldia punk, adicionando uma complexidade lírica que dialoga com o caos, o absurdo e realidades paralelas, recusando a conformidade e entregando performances puramente selvagens tal campo de batalha.

Gil Morais na Guitarra, Lara Soft na Bateria, Emanuel Charana no Baixo e David Taylor como front man, completam esta energética quadra fundada em Agosto de 2020.

MÃO MORTA SÃO A NOVA CONFIRMAÇÃO DO FESTIVAL N2











A banda Mão Morta atua no dia 31 de julho no Festival N2, em Chaves. O grupo liderado por Adolfo Luxúria Canibal sobe ao Palco N2 como cabeça de cartaz da primeira noite do festival.

Com mais de 40 anos de carreira, Mão Morta é uma das bandas mais marcantes da música portuguesa, com um percurso que atravessa diferentes fases da história do rock nacional. Conhecidos pela intensidade das atuações ao vivo e por uma sonoridade inconfundível, apresentam em Chaves o espetáculo Viva la Muerte!, que combina música, performance e palavra num ambiente de provocação e celebração.

O concerto decorre a 31 de julho e integra a sétima edição do Festival N2, que se realiza de 31 de julho a 3 de agosto de 2025, no Jardim Público de Chaves. Com o quilómetro zero da Estrada Nacional 2 como pano de fundo, o festival destaca-se pela aposta em artistas nacionais e internacionais, num cartaz eclético e de entrada gratuita.

Já foram confirmadas as atuações de Dino D’Santiago, Margarida e Redoma. O alinhamento completo será revelado nas próximas semanas.

IOLANDA É DESTAQUE INTERNACIONAL E CAPA DA PLAYLIST GLOW GLOBAL DO SPOTIFY















iolanda é destaque e capa da playlist global GLOW do Spotify, que conta com mais de um milhão de seguidores. A plataforma está a apoiar a artista portuguesa não só com um hub dedicado e a inclusão na sua principal playlist, mas também com campanhas externas, como os famosos billboards em Times Square, Nova Iorque.

A artista e compositora continua a fazer história em 2025, desta vez com um reconhecimento internacional, depois de ser capa da recém-lançada playlist GLOW Portugal, iniciativa do Spotify que celebra a diversidade e o impacto da comunidade LGBTQIA+ na música e cultura. A perseverança, paixão e talento de iolanda são algumas das razões pelas quais é uma das artistas destacadas pelo Spotify no programa GLOW desta temporada. Esta prestigiada lista inclui nomes consagrados como Nemo, Bruses, LUDMILLA, Urias, LIE NING, JJ, entre outros, colocando iolanda no panorama internacional ao lado de artistas que marcam a cena musical contemporânea.

Este novo marco surge após uma série de conquistas notáveis, incluindo o seu emocionante tributo a Céline Dion na Eurovisão 2025, onde se tornou na primeira artista portuguesa convidada a atuar fora da representação nacional, interpretando "Ne Partez Pas Sans Moi". Este foi um momento que consolidou o seu lugar entre os grandes nomes da música europeia, seguindo o sucesso do seu Top 10 na Eurovisão 2024 e dos EPs "Cura" (2023) e "Olhar P’ra Baixo" (2025).

Com salas cheias, como o Capitólio e a Casa da Música, uma nomeação para "Artista Revelação 2025" nos Prémios PLAY e colaborações com Carolina Deslandes, Karetus e Marisa Liz, iolanda prepara agora o seu próximo álbum de originais, prometendo surpresas ainda maiores este ano.

ELISA APRESENTA NOVO ÁLBUM AO VIVO COM CONCERTOS EM NOME PRÓPRIO EM NOVEMBRO





















Elisa, cantora e compositora madeirense, prepara-se para apresentar o seu segundo álbum de originais, com uma digressão em nome próprio com arranque em novembro. Os concertos passam pelo Porto, a 20 de novembro, com Ricardo Liz Almeida e Nena como convidados; por Coimbra a 27 de novembro, com Tiago Nogueira, Bárbara Tinoco e Nena; pelo Funchal a 18 de dezembro; e por fim Lisboa nos dias 22 e 23 de janeiro, com Bárbara Tinoco, Carolina de Deus e Nena. Do novo álbum, ainda sem data de edição anunciada, já são conhecidos os singles "Asas" e "É a tua vez". Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

"É com muito entusiasmo e felicidade que anuncio estas datas. O meu início na música foi sempre ligado com um palco e será sempre o lugar onde me sinto melhor e mais “eu”, por isso mal posso esperar para mostrar tudo de novo que tenho feito nestes últimos anos e apresentar o meu 2º álbum. Prometo muita emoção e sentimento, porque para mim a música só faz sentido assim." partilha a cantora e compositora.

Elisa, que se destaca pela sua voz terna e delicada, prepara-se agora para uma nova fase. Traz neste novo projeto uma sonoridade diferente daquela a que foi habituando o público, mantendo no entanto a sua sensibilidade tão característica na voz e na letra.

A cantautora é natural da Madeira, onde cresceu rodeada de músicas que o seu pai lhe mostrava, que flutuavam entre Beatles, Ray Charles, Queen, ABBA ou The Eagles. Estudou Jazz no Conservatório da Madeira e veio para Lisboa, onde começou a compor músicas originais, venceu em 2020 o Festival da Canção, com o tema “Medo de Sentir”, editou no ano seguinte o seu álbum de estreia "No Meu Canto" e prepara-se agora para o seu novo longa duração.

AGENDA

05 set. — A Anunciar
20 nov. — Passos Manuel, Porto
Convidados: Ricardo Liz Almeida Nena
27 nov. — Auditório do Conservatório de Coimbra, Coimbra
Convidados: Tiago Nogueira Bárbara Tinoco Nena
18 dez. — Auditório do Centro de Congressos do Casino da Madeira, Funchal
10 jan - Coimbra - Convento São Francisco (part. concerto Nena)
01 mar 2026 — A Anunciar
22 e jan 2026 — Auditório Carlos Paredes, Lisboa
Convidados: Bárbara Tinoco e Carolina de Deus
23 jan 2026 — Auditório Carlos Paredes, Lisboa
Convidados: Nena e Carolina de Deus
2 abril - Funchal - Part. Concerto Inaugural 50 anos da Autonomia

A SUL COM NOVIDADES

 



















‘Metáforas’ é a nova canção de A SUL - depois de nos brindar com o seu ‘Gin’ e a pintura sonora ‘Tela’, chegam-nos as metáforas que pintam o corpo e prenunciam o que poderá chegar. O terceiro tema lançado pela artista neste seguimento fará também parte do álbum de estreia ‘Quer Quer Quer’ com lançamento previsto para Outubro de 2025.

Depois de nos apresentar um lado mais escuro, a artista traz o complemento da angústia mas com uma sonoridade dançável para que o momento “antes da morte chegar” não seja tão pesado. Não temos todos maior certeza do que essa, resta-nos só saber como lidar com o que vivemos antes dela chegar.

Nestas ‘Metáforas’ cantadas, A SUL traz-nos o bater à porta da morte, pura e dura. “O nome Metáforas veio a partir duma expressão que o meu avô me tinha contado, já com alguma dificuldade em comunicar - ‘disseram-me que tinha metáforas na cabeça ou lá o que era..’”.

Assim nasceu este tema, quando da maior dor extraímos o maior dos ensinamentos e dentro da metáfora a própria metáfora surgiu.

A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.

Em 2025, a artista prepara-se para mostrar todo o novo repertório ao vivo, com concerto marcado no dia 29 de junho nos Jardins do Marquês. Antes disso, poderemos escutar A SUL, dia 5 de junho na Galeria Zé Dos Bois, na abertura do concerto do artista Christopher Owens. Não só de canções já lançadas serão compostos estes concertos, o antecipar do álbum será feito aos poucos sempre que atuar ao vivo até outubro.

Por agora é com ‘Metáforas’ que ficamos, temas escrito e composto por Cláudia Sul. A artista assumiu também a produção da canção e o mix e master ficou a cargo de Nuno Simões.

SFIL COM NOVO SINGLE





















Conhecido por pertencer à “team” de Van Zee e por ser back vocalist do artista, SfiL tem vindo a mostrar que o seu caminho também é na frente de palco com lançamentos desde 2021. Foi em 2024 que consolidou esta certeza com ‘Raíz’ um EP de três temas onde o artista mostra um lado mais sombrio ds sua sonoridade.

‘Se Eu Pudesse’ foi a primeira canção a ser escrita após o lançamento do EP de estreia de SfiL, e surge de uma vontade de explorar um lado mais excêntrico e ousado do artista.

Nascido e criado na Madeira, foi em 2021 que decidiu mudar-se para Lisboa e dedicar-se à sua paixão de sempre, a música.

Esta nova canção, talvez “nova era” de SfiL, aborda o quão inevitáveis são algumas pessoas - a possibilidade irrealista de evitar certos encontros, como se houvesse uma força superior que fizesse cruzar caminhos. O tão falado “pré-destinado”.

Como nos seus temas anteriores, o novo single contou também com a colaboração de Nort, também madeirense, na mistura e masterização. Na produção, Gonçalo Seruca, letra composta por SfiL e ainda baixo de André Moreira e captação de Dminor. Equipa de peso unida para o regresso de SfiL aos lançamentos a solo.

Sair da ilha para ver a ilha tem sido o mindset do artista. Sempre com ela no coração, é na construção da sua carreira que está focado e é com ‘Se Eu Pudesse’ que inicia uma nova jornada, explorando sonoridades novas numa linha muito mais Indie Rock, e até Pop. O objetivo foi esse mesmo: “fugir um pouco ao que já havia explorado na minha discografia” afirma o artists.

Foi nesta procura que fundiu ainda algumas inspirações Pop-Rock dos anos 2000, aplicou guitarras melódicas e uma entrega vocal intensa para que tudo soasse a este “novo” universo. Com arranjos atmosféricos, a ideia foi criar uma energia nostálgica e contemporânea, ao mesmo tempo.

“Esta música conquistou-me naturalmente, foi um processo de sedução que durou da fase de produção ao produto final.” afirma SfiL.

Não se prevê um novo Ep ou Álbum para já, mas a promessa de novos temas a surgir ainda em 2025 fica no ar. ‘Se Eu Pudesse’ sai da ilha, do continente, para o mundo e encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais

MANEL CRUZ LANÇA NOVA CANÇÃO

 













“A paixão mutua, a perspectiva do contacto físico, a sensação mágica de antever a visita a um universo maravilhosamente estranho” – assim dita Manel Cruz, sobre “Constelação”, a nova música que edita, digitalmente, na próxima sexta-feira, dia 30 de maio. Parte integrante do alinhamento da digressão “Cru”, que tem percorrido o país, “Constelação” marca o regresso às edições de Manel Cruz, seis anos depois do álbum de estreia em nome próprio, “Vida Nova”.

Com o novo tema, o músico anuncia também três novos concertos: dia 17 de setembro no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa; 28 de outubro, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto; e 22 de novembro, no CAE da Figueira da Foz. Os bilhetes estão à venda a partir desta quarta-feira, nos locais habituais e on-line.

Em digressão a solo há três anos, num formato que conquistou o público, Manel Cruz continua a apresentar novas canções ao vivo, sem esquecer aqueles que todos querem ouvir. Os próximos concertos são dia 30 de maio, no Teatro Municipal da Lousã, e 12 de julho, no Artes à Vila, na Batalha.

Novidade é também a parceria com a indiemusic.pt que agrega o catálogo de Manel Cruz através do selo Miolo Lindo – nome repescado das produções juvenis do músico que assinava com uma label fictícia, contando inclusive com o manifesto Miolo Lindo datado de 1991.

INÊS APENAS LANÇA VERSÃO AO VIVO DO TEMA 'CÉREBRO', GRAVADA NO TEATRO MARIA MATOS





















Fotografia: Lucas Coelho

Filmada durante o primeiro concerto de apresentação do álbum “ÉTER”, esta interpretação ao vivo revela a intensidade e energia que habitam o universo sonoro da artista.   

INÊS APENAS apresenta uma versão ao vivo de ‘Cérebro’, gravada no emblemático Teatro Maria Matos, em Lisboa, durante o espetáculo inaugural da apresentação do álbum de estreia, “ÉTER”, de 2024. A faixa, que integra o alinhamento do disco e está a votação no top A3.30 da rádio Antena 3, ganha uma camada ainda mais visceral e expansiva, imortalizando a ligação íntima entre a artista e o público.  

"Sinto que a canção cresce muito ao vivo. Acho que se estranha numa primeira audição e depois se entranha no corpo, como se o público estivesse dentro do meu próprio cérebro", afirma INÊS APENAS, que acrescenta: "este tema tem uma sonoridade histérica, ofegante - diria até que reflete a ansiedade que sinto na minha cabeça. O ritmo frenético dos teclados demonstra a quantidade de estímulos que recebemos constantemente. Procurei traduzir cada batida mental e cada sopro de pensamento na pulsação do som".

No estúdio, ‘Cérebro’ foi criada por INÊS APENAS, que assinou a música e letra, e por NED FLANGER, produtor e coautor da melodia. INÊS APENAS conta que a gravação desta canção "foi das sessões mais fixes de sempre com o NED. Tudo era pormenor - o ritmo, as melodias, as vozes adicionais - e tinha que estar perfeito, porque eu tinha uma ideia muito específica. Qualquer segundo fazia a diferença. 'Cérebro' é sobre o frenesim constante do dia a dia, os pensamentos confusos, o corpo que não funciona. Fala, de uma forma bastante objetiva, das nossas células cerebrais e de como obtemos a informação que vem até nós". 

'Cérebro' é uma das faixas de "ÉTER”, o aclamado disco de estreia de INÊS APENAS, eleito um dos Melhores Álbuns de 2024 pela BLITZ/Expresso. Ao longo de 13 canções, a cantora e compositora constrói uma narrativa que oscila entre a tangibilidade do quotidiano e o abstrato do imaginário. Coproduzido por INÊS APENAS com Constantino, NED FLANGER, miguele, LEFT., Luar, DØR e YANAGUI, o álbum explora a relação entre pensamento e emoção, corpo e mente, num registo equilibrado entre o íntimo e o expansivo.

“Este é um álbum sobre a dicotomia entre o real e o ilusório, entre verdadeiro-falso, bem-mal, morte-vida, numa procura sonora constante sobre a perceção da realidade”, revela INÊS APENAS. “O disco espelha as incongruências da vida e os obstáculos constantes que enfrentamos na nossa sociedade, numa dualidade de realidades, sejam elas verdade ou mentira, criadas na nossa mente, observadas ou sentidas com os nossos cinco sentidos. É um constante misto de sensações, muito ligadas ao mundo dos sonhos, iludindo o próprio ouvinte em muitas das faixas”, diz ainda a cantora.

"ÉTER" divide-se entre musicas intensas como ‘Cérebro’, o tema título e 'FAKE' com LEFT., baladas oníricas como ‘Lágrimas Velhas’ com Milhanas, 'Se Ao Menos' com IRMA, 'quase' com MALVA - e 'Requiem' pelo conceituado escritor João Tordo. A versão de ‘Cérebro (Ao Vivo no Teatro Maria Matos)' já está disponível no canal de YouTube de INÊS APENAS.

Cantora, compositora e pianista, INÊS APENAS começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto. Fez parte dos coros de Surma no Festival da Canção 2019 e foi aí que começou a sua descoberta como artista a solo.

Em 2021 lançou os primeiros singles como INÊS APENAS e em 2022 o EP de estreia “um dia destes”. Foi finalista do Festival da Canção 2023, com o tema 'Fim do Mundo' e editou o segundo EP de originais, "Leve(mente)", com canções de ritmos energéticos, dançáveis e intimistas. O lançamento inclui colaborações com LEFT., na faixa-título, com airplay na Rádio Comercial, com MALVA e SOLUNA, em 'Tensa' e 'La Nena' (nomeada na categoria de World Music nos International Portuguese Music Awards 2024), que a tornaram na única artista portuguesa com duas canções em simultâneo na playlist EQUAL Global do Spotify. e 'Shhinfrim', tema premiado com uma menção honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023 e airplay na RFM.

Ainda em 2023, editou o curta-duração "acústico", com versões intimistas a voz e piano de temas dos seus dois primeiros EPs, entre elas uma colaboração com Cláudia Pascoal e o inédito 'LEIRIA NÃO EXISTE', que ganhou airplay diário na Rádio Comercial, RFM e Renascença, entrou no Top 50 da plataforma Shazam, em Portugal, e ocupou o 15º lugar no Top Canções Virais do Spotify Portugal. Como compositora, INÊS APENAS escreveu ainda temas para artistas de renome no panorama musical português como Aurea, IRMA e Blaya, entre outros.

O aguardado álbum de estreia, "ÉTER", já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

EP DE ESTREIA DE LÁZARO





















A viagem tem sido longa, saboreada a cada canção. Da infusão ‘Camomila’ às ‘Flores’ com Rita Rocha, cada aroma tomou o seu lugar no caminho que tem sido a carreira de Lázaro. Os sabores mudaram, a essência é a mesma. Os ritmos são outros, mas o feeling esteve sempre lá. Bem vindos a ‘eu nem queria falar de amor’, o curta-duração que explora o amor como ninguém o devia conhecer.

Depois de revelar os temas ‘Onde É Que Vais?’ e ‘Olhos’, e desvendar aquela que é a sua nova sonoridade e identidade, Lázaro apresenta ‘eu nem queria falar de amor.’, um EP recheado de ritmos entre o Hip-Hop, o Pop e o RnB, culminando num urbano muito seu, tanto na música como no visual.

A juntar aos temas já conhecidos, o artista apresenta “Admite” e “Soldier” dois temas bastante coesos e fortes para rematar este curta-duração, num escudo contra o “desamor”.

“Este EP é finalmente, o ínicio de tudo o que realmente quero fazer, quem sabe o que eu fazia antes da ‘Camomila’, sabe que este é o real caminho que quero levar com a minha arte, o R&B sempre foi a minha maior paixão mas, a partir do “sucesso” que a Camomila teve, senti que tinha de fazer música para as massas e estava totalmente errado, porque antes de qualquer sucesso devem estar a nossa essência e verdade enquanto artistas.” afirma o cantor.

Este é, para Lázaro, um projeto de transição, embora seja o primeiro curta-duração, é a passagem do Pop para a sonoridade que finalmente está de mãos dadas com a sua essência e visão futura.

“Todas as músicas foram feitas no meu quarto e falam sobre o amor como não deve ser conhecido, ou seja, sempre da parte má do mesmo, falo sobre separações, traições e amores não correspondidos, por isso é que o EP se chama “eu nem queria falar de amor.”, porque ninguém o devia conhecer desta forma.” acrescenta Lázaro.

As quatro faixas entregam a alma do artista num R&B Urbano cativante, e bastante introspectivo. Na mesma medida que nos leva ao sentimento mais profundo também nos faz sorrir e até balançar nos ritmos mais mexidos. As letras são todas responsabilidade única de Lázaro, e a mistura e masterização ficaram a cargo de JANGA.

O primeiro EP do artista encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais e conta com o selo da Universal Music Portugal.

NOVO DISCO DE DR. FRANKENSTEIN

 



















Disponível a partir do dia 01 de Junho 2025 em formato digital e em formato vinil 180 gramas, eis que nos chega "Volume II - Destination Unknown".

Conclusão de um ciclo que começou com o disco "Ao Vivo no Armazém" em 2021 que continha o original "Perseguição no Guincho" mais 11 temas revisitados do vasto espólio da banda, em 2022 com edição de lados B e raridades "Diggin' the Trash", em formato K7 e CD e posteriormente "Volume I - Crime no Poço da Morte" que nos trouxe 8 novos temas originais, mostrando os Dr. Frankenstein a navegar nas águas seguras do Surf Punk Instrumental & Garage a que nos habituaram, este novo "Volume II - Destination Unknown" traz-nos os Dr. Frankenstein a arriscar e a trazer novas (velhas) sonoridades no seu mais ambicioso disco.

Com os já conhecidos singles de antecipação "Watch You From Behind (a love letter to The Cramps)" e "Ghosts In the Dark", este novo trabalho traz 9 novos temas, com o lado A a iniciar com o tema vocal "The Frankenstein Bop" em modo Garage Surf, de volta também as introduções de filmes com que a banda sempre nos brindou, a dar o mote a temas como "Destination Unknown", e ao obscuro "One Last Cigarette".

"Repentless '66" um tema Garage Punk com letra de Kerry King dos reis do Thrash Metal - Slayer, o Lounge / Exotica de "Perseguição no Guincho 2099", o Desert Rock de "Perdidos em Alcácer" e a conclusão do lado B do disco batizado de Dark Side com o épico de 9 minutos "4 Cabeças" a mergulhar o Surf Punk em influências de Indie Rock, dos Pixies ao Stoner e Hard Rock.

"Volume II - Destination Unknown" é sem dúvida o mais ambicioso disco dos Dr. Frankenstein até a data.

SOUTO ROCK 2025















Foto: Gonçalo Costa / Souto Rock

O festival Souto Rock vai assinalar 20 anos de apoio à música independente e alternativa a 11 e 12 de julho, na freguesia de Roriz, no concelho de Barcelos. Ideal Victim, Caos Ritual e aMijas são alguns dos destaques do cartaz deste festival já mítico.

Na sexta-feira, 11 de julho, o mais antigo festival da cidade recebe Semivitae, Manito Massala, aMijas e ainda Caos Ritual, numa noite que termina, como é tradição, com o DJ set de Dedos Bionicos + Lovers&Lollypops.

Já no sábado, a noite abre com Caravana, seguindo-se Jupiter, dUAS sEMIcOLCHEIAS iNVERTIDAS e Ideal Victim. O encerramento da noite estará a cargo da dupla Carlos&Custódio num DJ set no Plátano Koberto que contará com vários convidados.

“A celebrar 20 anos, o festival Souto Rock mostra-se igual a si próprio e a cumprir a sua missão de sempre: dar palco e promover a nova música alternativa produzida em Portugal”, referiu Leonel Miranda, da organização do histórico festival de Barcelos que vai para a 19.ª edição.

O Souto Rock é um festival organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz desde 2005, que junta nomes emergentes da música nacional num ambiente de convívio típico das festas do Minho. Conta com o apoio do Município de Barcelos e Junta de Freguesia de Roriz.

Todos os espetáculos do Souto Rock são de entrada livre e o campismo é gratuito.

Sexta-feira, 11 julho

22:00 Semivitae
22:45 Manito Massala
23:50 aMijas
01:00 Caos Ritual
02:00 Dedos Bionicos + Lovers&Lollypops - dj set

Sábado, 12 julho

22:00 Caravana
22:45 Jupiter
23:50 dUAS sEMIcOLCHEIAS iNVERTIDAS
01:00 Ideal Victim
02:00 Carlos&Custódio (em boa companhia) - dj set

PROGRAMA DE 27/57/25

1 - Jardim do Enforcado - Os óculos escuros de Pasolini
2 - Noctivagus - Castelo da morte
3 - Capela das Almas - Mansão da dor
4 - Demokratia - 6.35
5 - Lisboa Negra - Saciar
6 - Espelho Mau - Anónimo ser
7 - Stereo Alligator - Blow away
8 - Order In Chaos - Wicked paradise
9 - Mão Morta - A liberdade
10 - Linda Martini - Meu Deus
11 - Avesso - Se eu pudesse trincar a vida toda