sexta-feira, 2 de junho de 2023

NOVO ÁTICO - COLISEU PORTO AGEAS











No mês do primeiro aniversário a primeira proposta é para os mais novos. Dia 4 às 10h30, o NOVO ÁTICO em parceria com O Som do Algodão propõe CIRCONTANDO. Uma sessão de histórias, dedicada a crianças entre os 4 e os 12 anos, que juntam o fantástico, o irreal, lobos que falam espanhol, ursos em horário de expediente e uma lenda que prova como o amor é mesmo eterno. Um circo onde se conta aquilo que nunca se ouviu, onde se servem histórias com risos desmedidos.

Às 18h00, Xabier Díaz & Adufeiras de Salitre. Da Galiza vem um dos nomes mais sonantes da música tradicional galega, ocupando nos últimos três anos um lugar de destaque na recuperação e renovação da música tradicional da região. Com o álbum “As Catedrais Silenciadas” (2020) conclui uma trilogia muito pessoal na companhia das Adufeiras de Salitre. O culminar de um processo iniciado em 2015 com este grupo de vocalistas e percussionistas. Ao vivo, Xabier Díaz & Adufeiras de Salitre serão acompanhados por Roberto Grandal (acordeão), Iván Costa (barreira) e a impecável produção sonora de Tomás Ageitos. Um regresso às festas de aldeia, de outrora, com uma roupagem contemporânea e adaptada aos tempos atuais.

Dia 18 de junho, Zé Ibarra. Uma das maiores revelações da MPB em 2022, apresenta-se a solo em Portugal depois do sucesso de “SIM SIM SIM”, dos Bala Desejo, e do consequente triunfo nos Latin Grammy Awards, cerimónia que premiou o álbum de estreia do supergrupo brasileiro na categoria de “Melhor Álbum Pop em Português”. Depois da estreia em Portugal, no ano passado, Zé Ibarra regressa para apresentar o projeto “Marquês 256”, gravado na escada do prédio da avó apenas com voz e violão. Ao vivo, Zé Ibarra já tocou com Caetano Veloso, Duda Beat, Gal Costa, Ney Matogrosso e Milton Nascimento.

A 25 de junho chega ao NOVO ÁTICO o músico portuense Tiago Abrantes. Os singles “Casal Boss” e “Cedo Pra Casar” deram a conhecer, em 2020, o cantautor e multi-instrumentista. Temas que integram o EP de estreia “Alpha”, produzido por Vitor Teodosio, composto por melodias simples e cativantes com influência Pop/Jazz/Bossa Nova. Ao vivo, Tiago Abrantes faz-se acompanhar por Ivo Costa (percussão), Joaquim Santos (baixo), João Magalhães (guitarra) e Hugo Barbosa (saxofone).

Antes das férias, a 4 de julho, ainda há tempo para as Golden Slumbers apresentarem “I Love You, Crystal” (2022), que marcou o regresso do duo folk, composto pelas irmãs Cat e Margarida Falcão. “I Love You, Crystal” reflete quatro anos de redescoberta de identidade sonora, com o talento, arranjos, produção e mistura de Miguel Nicolau (Memória de Peixe, Bloom) a elevar a intenção artística. Influenciadas por artistas como Simon & Garfunkel, Laura Marling e Fleetwood Mac, o duo faz uso de harmonias vocais e guitarras para criar canções que falam do amor, as dinâmicas de família e o ser mulher.

MESES SÓBRIO REGRESSAM COM NOVO SINGLE "TUDO FAZ O SER"

















"Tudo Faz o Ser" é o single de avanço do segundo disco de Meses Sóbrio"Lua Nova". Depois de uma paragem forçada pela pandemia e uma reinvenção de identidade, a banda Lisboeta volta mais forte e enraizada no que mais lhes faz sentido: melodias psicadélicas e hipnotizantes.

"Tudo Faz o Ser" é uma música sobre a ilusão da ideia de separação com o mundo exterior que todos nós criamos inevitavelmente: "Tudo está em constante mudança e nunca criamos realmente a nossa identidade, é simplesmente tudo um processo de descoberta do que já existe a um nível mais profundo de quem somos." - adianta a banda, sendo que ela própria vive aquilo que escreve. No fundo, será que não andamos todos a viver um sonho no qual as nossas realidades são distintas e cada um cria o seu mundo? Quando nos permitimos desprender desse sonho, percebemos que fazemos parte do mesmo ser.

E é esse universo alternativo que podemos ouvir em "Tudo Faz o Ser", com fortes influências do Rock Psicadélico Australiano, Meses Sóbrio criam o seu próprio pop sonhador, com laivos arrojados de acordes infinitos, a perder de vista no horizonte. Nada aqui é suposto deixar-nos indiferentes, é preciso escutar com pormenor, uma, outra e outra vez. Ouvir em loop talvez seja a melhor opção, e a cada escuta, um novo detalhe precioso.

Toda a composição, gravação e produção da música ficou a cargo da banda, contanto com pós-produção por Metamito e mix por Pedro Ferreira. Estará disponível a partir do dia 16 de Junho em todas as plataformas digitais com o selo Throwing Punches. Sobre o artista: Meses Sóbrio nasceram em Lisboa e em 2018 lançaram o primeiro EP “Folha”, onde foram comparados a The Doors, Pink Floyd e Tame Impala e tiveram a oportunidade de tocar no Festival Termómetro e em salas como Sabotage, Music Box e Titanic Sur Mer. Com o Longa Duração “Amanhã é noite” a surgir já no final de 2019 e bem aclamado pela crítica, juntaram-se à programação do Super Bock in Stock. Após a paragem inesperada de concertos em 2020, começaram o trabalho de estúdio no novo álbum “Lua Nova”. Facebook

MIGUEL CARMONA REVELA HOJE "SORRISO ESCONDIDO"

 



















Depois de dar a conhecer o single de avanço “Quase Igual A Ti”, que abre as hostes ao seu álbum de estreia, Miguel Carmona desvenda agora uma nova canção, "Sorriso Escondido", já disponível em todas as plataformas digitais, com videoclipe no YouTube oficial do artista. A letra foi escrita por Miguel Carmona, em conjunto com os cantores e compositores iolanda e Riic Wolf. Já a produção esteve a cargo da dupla de sucesso Ariel e Migz e a captação foi realizada por Vasco Teodoro, nos Estúdios Plateia D’Ilusões.

Nesta música, o artista debruça-se sobre o tema da vulnerabilidade numa relação amorosa e o quão impactante isso pode ser para amenizar os problemas e as ansiedades da rotina diária. É uma canção que fala não só sobre a importância de comunicar de uma forma transparente como também do alívio que é sentir-se compreendido pela outra pessoa. O próprio videoclip reflete ao pormenor essa mesma mensagem de que, apesar de ser difícil abrir essa porta a 100%, quando acontece essa partilha, todas as dores e problemas são atenuados.

Foi com a conquista do terceiro lugar no The Voice Portugal que angariou uma forte base de fãs, mas pode-se dizer que a entrada no mundo artístico se deu no momento em que começou a criar conteúdos que acabaram por se tornar virais, como são exemplo o mashup das cançōes mais ouvidas do ano, que lhe valeram a atenção das principais rádios nacionais.

"Sorriso Escondido” sucede a “Quase Igual A Ti”, estando previsto o lançamento de novas faixas até ao final do ano.

JORGE GOES COM NOVIDADES

 



















“Essências”
é o quarto álbum de Jorge Goes, cujo nome foi escolhido pelo próprio e Filipe Larsen, seu produtor e baixista, por melhor definir todo o sentimento e diversidade musical que caracteriza o cantor.

Álbum composto por quatorze temas originais e coproduzido em parceria com José Cid, dá a conhecer algumas das essências musicais de Jorge Goes, como intérprete, compositor, assim como na escolha dos poemas que compõem este “Essências”. Também a essência humana de Jorge Goes está neste disco refletida, estando o interprete dividido por duas grandes paixões, o Alentejo, onde vive e a cidade de Lisboa, pela sua paixão pela capital e a sua ligação inigualável com o Fado.

Em “Essências” podemos sentir a ligação ao Fado, combinando-o com baladas, o cante alentejano e a música tradicional, do agrado do público que ao longo dos anos acompanha o percurso de Jorge Goes e onde nestas “Essências”, podemos afirmar que todos os intervenientes que participaram no disco são um autêntico luxo e foram escolhidos minuciosamente. José Cid, Tozé Brito, Mário Rainho, Mário Mata, Manuel Alegre, Carlos Baleia, Daniel Gouveia, Alberto Franco, Soledade Martinho da Costa, José Fernandes Castro e Francisco Rasquilha, são alguns dos nomes com quem Jorge Goes partilhou a sua “essência” e que muito o honrou tornando este álbum heterogêneo.

De realçar igualmente a participação dos magníficos músicos: Bruno Chaveiro e Nuno Cirilo na guitarra portuguesa, Miguel Monteiro na viola de Fado, Filipe Larsen no baixo acústico, Francisco Cardoso nas precursões e Amadeu Magalhães no teclado com sampling de cordas, acordéon, cavaquinho e clarinete.

Jorge Goes apresenta o álbum “Essências” em Elvas a 8 de Junho às 21h30 no Cine-Teatro Municipal.

Ao seu lado no palco do Cine-Teatro Municipal, José Cid, Mário Mata, José Fernandes Castro e um grupo de amigos de Cante Alentejano do Redondo,são os convidados muitos especiais nesta apresentação.

Os músicos que acompanham Jorge Goes são: Nuno Cirilona guitarra portuguesa, Miguel Monteiro na viola de Fado, FilipeLarsen no baixo acústico, Pepin Muñoz na bateria e Amadeu Magalhães no cavaquinho/acordeão e sample de cordas.

Bilhetes à venda na:
Ticketline.pt / Bilheteira do Cine-Teatro(meia hora antes do concerto)
Preço dos bilhetes - 5,00€ e 8,00€

O GAJO NO FUSOS





















O próximo domingo dia 4 de Junho, O GAJO estará em Alte, Loulé para um concerto no Festival FUSOS.

O concerto acontece no palco da Queda do Vigário, começa às 18h20 e contará com uma participação do grupo de cantares da Letónia, Saucejas.

A entrada é LIVRE!

SALVADOR SOBRAL REVELA “PEDRA QUENTE”, NOVO TEMA DO SEU PRÓXIMO ÁLBUM

 



















Enquanto caminhamos a passos largos para o regresso de Salvador Sobral às edições discográficas, o artista continua a oferecer-nos vislumbres do que poderemos encontrar em “TIMBRE”, o seu próximo álbum. À doçura do primeiro avanço de “al llegar” (feat. Jorge Drexler), sucede agora a alegria e irreverência de “pedra quente”.

Com um videoclipe bem exemplificativo do humor fino e certeiro de Salvador Sobral, em que a realização ficou a cargo da produtora audiovisual CASOTA (com quem o artista já colaborara no último vídeo), “pedra quente” é um hino à folia e ao ócio, elementos indissociáveis do Verão e dos momentos que nos proporciona.

A propósito deste novo single, Salvador Sobral começa por evocar algumas memórias do início da sua adolescência.

“pedra quente”, conta o artista, “é um tema que faz uma viagem no tempo que me transporta para a altura em que ia de férias de verão com a minha família para a praia. Era uma altura muito feliz. Eu e os meus amigos íamos todos os dias descalços e os nossos pés ficavam pretos e escaldados por causa do caminho. No dia seguinte fazíamos exactamente a mesma coisa, repetíamos o mesmo erro todos os dias. Adoro essa espécie de leviandade inocente com que vivíamos a vida nessa altura. Foi também aí que descobri a minha sexualidade e dei os primeiros beijos. Esta canção é como uma ode nostálgica a esses tempos, queria que tivesse essa energia alegre, meio juvenil e luminosa.”

Foi então desta forma, explica, que “surgiu a “pedra quente”, que dou agora ao mundo em jeito de antecipação do Verão que está mesmo ao virar da esquina. Para este vídeo desafiei mais uma vez o pessoal da Casota e aconteceu esta loucura.”

“pedra quente” fará parte de “TIMBRE”, quarto álbum de estúdio de Salvador Sobral. O disco, que será lançado a 29 de Setembro, já se encontra em pré-venda, e é composto por 11 originais, 10 criados em parceria com Leo Aldrey, responsável também pela produção. Sobre o título, afirma Salvador Sobral que “surgiu por duas razões principais. A primeira, talvez mais óbvia, é porque antes de tudo nesta vida eu sou cantor, um intérprete e aquilo que mais me define e distingue é a minha voz, o meu timbre. A segunda razão é o facto de me interessar o conceito de timbre enquanto cor, a cor da voz, a cor dos instrumentos. O disco será como uma palete colorida de timbres que disparam claridade. Ah! E há uma terceira motivação para o nome do disco. É que timbre é igual em muitas línguas latinas e germânicas. Escreve-se igual e significa o mesmo. Parece que o conceito de TIMBRE é universal e põe-nos a todos de acordo.” “TIMBRE” será apresentado ao vivo em Lisboa, no CCB, a 27 de Outubro, e no Porto, na Casa da Música, a 15 de Novembro.

Mais datas serão anunciadas brevemente.

Para mais informações, por favor, visite:
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FADO BICHA APRESENTA NOVO SINGLE E VÍDEO: “FOGO NA CASA”





















FOGO NA CASA é uma canção de Fado Bicha, Cigarra e JUDAS, a partir do original "Fogo na Casa", que faz parte do aclamado álbum de estreia da dupla, OCUPAÇÃO. O vídeo foi realizado por Marie Fages durante a sessão fotográfica de Daryan Dornelles, fotógrafo brasileiro que já fotografou figuras de destaque como Chico Buarque, Fernanda Montenegro, Gilberto Gil, Elza Soares ou Maria Bethânia.

Em 2016, a filósofa alemã Bini Adamczak propôs a criação de um neologismo que serve tanto a física e a mecânica como os estudos queer e feministas - circlusão.
Esta nova palavra nomeia uma ação para a qual muitas línguas, como o alemão e o português, não tinham um nome: o antónimo, o oposto ou a ação complementar da penetração. Aquilo que FAZ a coisa ou a pessoa que é penetrada (porque ela faz alguma coisa!). A sua agência, em voz ativa e não apenas o que lhe é feito por outrem - o que é particularmente importante quando pensamos na penetração que ocorre no sexo, uma vez que se espera que todas as pessoas envolvidas tenham parte ativa. Se não, não é sexo.

FOGO NA CASA faz uma reclamação de um lugar de potência na circlusão. Um lugar de fruição do corpo, do prazer e da vontade em se ser penetrade, com verbo ativo. A versão que é lançada hoje, a 2 de junho de 2023, como celebração do primeiro aniversário do álbum, é um remix, uma regravação, uma reinterpretação e uma nova colaboração, tudo ao mesmo tempo. A nova abordagem integra elementos de trap e drum and bass e amplia o jogo de vozes e gemidos e a linha de baixo original - intensificando a sensualidade e o rasganço da música e abrindo-lhe a porta das pistas de dança. Para além de incluir um rap de JUDAS e um refrão a duas vozes, mais punk ainda do que o original.

FOGO NA CASA dá também o pontapé de saída ao novo álbum a lançar pelo Fado Bicha, depois do verão deste ano - REOCUPAÇÃO. Um álbum que reúne releituras e remixes do álbum de 2022, novas colaborações, músicas que ficaram de fora do alinhamento e alguns originais que documentam este primeiro ano de OCUPAÇÃO para as Fado Bicha.

Após dois espetáculos internacionais onde apresentaram OCUPAÇÃO ao vivo em Gijón, Astúrias e Paris, as Fado Bicha sobem ao palco do Coliseu Porto Ageas no próximo dia 14 de junho para um concerto no âmbito das comemorações dos 40 Anos do Balleteatro e no dia 24 de junho tocam ao vivo em Torres Vedras.

Quem são Fado Bicha?

Assumindo-se como um projeto musical, performativo e ativista, Fado Bicha foi criado em 2017 por Lila Fadista, na voz e nas letras, e João Caçador, na composição e instrumentos. Partindo do fado como ferramenta de trabalho, Lila e João exploram livremente esse património musical, superando algumas das barreiras rígidas do fado tradicional, e desafiando a heteronormatividade, o binarismo de género e o apagamento das histórias, das memórias e dos contributos das pessoas LGBTI e queer em Portugal.

Convocando outras vozes, corpos e narrativas, Fado Bicha é um projeto orgulhosamente interventivo, que parte das identidades bichas de Lila e João, e do seu envolvimento nos meios, nas temáticas e nas urgências ativistas que buscam diversidade, pertença e representatividade. Desde 2007, deram mais de 200 concertos em 8 países, lançaram três singles, um EP em 2021 e o seu álbum de estreia em 2022. Participaram em conteúdos de várias áreas artísticas como teatro, cinema e televisão, tendo também concorrido à edição de 2022 do Festival da Canção, com o tema “Povo pequenino”.

A ESTREIA DE TERYL KAIZ

 



















Estreia absoluta de TERYL KAIZ com o single “o meu corpo”, disponível em todas as plataformas.

FUMO NINJA AO VIVO NO PORTO





















Fumo Ninja levam o disco Olhos de Cetim ao palco Primavera Sound Porto, dia 8 de Junho 16:30.

Site do festival.

FEMME FATALE NO SERRALVES EM FESTA















Femme Falafel (aka Raquel Pimpão) é uma rapariga de 27 anos, alfacinha de nascença, caldense de coração, apaixonada por disco, hip-hop, salsa e pastéis de nata. Usa o piano, a voz e o logic para arrancar as amarguras mais profundas debaixo dos glaciares da consciência. Põe as emoções a rimar para parecerem mais legítimas e serve num prato temperado com sarcasmo e coentros para que não se veja a olho nu. Julga-se uma trapalhona com classe e o seu objectivo artístico é o elogio da tolice. Afinal de contas, a fatalidade não é o seu forte.
A banda de luxo gourmet que a acompanha nesta aventura é protagonizada por Francisco Santos na bateria e Tiago Martins no baixo.

Femme Falafel actua no Serralves em Festa, a 4 de Junho pelas 16h no Ténis.

PIPA ESTREIA-SE A SOLO COM “EGOÍSTA”





















Depois do sucesso “Vem” em dupla com Sebastião Oliveira a cantora e compositora Pipa lança hoje o primeiro single de originais a solo. “Egoísta” é o tema que escreveu lado a lado com Mella, produzido por DØR (Miguel Ferrador), nos Estúdios PLANTA Music Lab. A canção chega hoje a todas as plataformas de streaming e conta com videoclipe realizado por Sebas Ferreira.

Foi no The Voice Portugal em 2019 que chamou a atenção com uma muito justa participação na semifinal da equipa da Mariza Liz, com apenas 16 anos. “Vem” foi o single de estreia com que a jovem artista se estreou nas edições ao lado de Sebastião Oliveira, também ele concorrente do programa, ultrapassando mais de 1.000.000 de streams no Spotify com passagens nas principais rádios nacionais.

Como referências aponta H.E.R., Tori Kelly, Jazmine Sullivan, Jacob Collier e todos os artistas de Bossa Nova/Jazz, género que incorpora nas suas músicas. Em casa os seus hábitos passam por ouvir de tudo um pouco. Lança agora o seu primeiro single a solo, "Egoísta", num estilo R&B Pop, e promete mais para breve.

Depois de se apresentar ao vivo na passada edição das Festas do Mar, Pipa vai agora subir ao palco do Espaço Moche, para um concerto ao vivo dia 15 de junho. Os bilhetes encontram-se à venda em MEO em Blueticket.

CONCERTO DE APRESENTAÇÃO DIA 15 DE JUNHO NO ESPAÇO MOCHE

JOANA ALEGRE LANÇA NOVO SINGLE


 











Joana Alegre lançou o novo single ‘Ciclotímica', uma luminosa canção de baroque pop na qual a cantora e compositora faz uma fusão com a eletrónica mais contemporânea. O tema antecede o próximo álbum de originais da artista, “Luas”, com lançamento previsto para o início de 2024. Por definição, ciclotimia é um transtorno de humor em que a pessoa experimenta momentos súbitos de depressão ou euforia e um espírito aberto, sociável e expansivo.

“'Ciclotímica’ começou por ser uma palavra estranha no meio de uma conversa e, da impressão que deixou, o palavrão virou refrão. É que vistos de perto, somos todos um pouco loucos. Saber e aceitar isso com graça é sem dúvida um dos segredos para uma vida mais saudável. Cantar e dançar, também!”, afirma Joana Alegre. “Lembrei-me do exemplo de tantas mulheres brilhantes que ao longo de séculos foram incompreendidas, vistas como loucas, e até marginalizadas e reduzidas a diagnósticos. Inspirei-me numa estética Queirosiana/Fitzgeraldiana e, por causa do meu próprio assobio, imaginei um piano a la Tori Amos, como no tema ‘Cornflake Girl’, chamei o Vicente Palma e, juntamente com o baixo do Choro e a sua produção, a canção ganhou a direção que pretendia”, completa a artista.

Com música e letra da sua autoria, produção de Choro e Vicente Palma no piano, ‘Ciclotímica’ sucede a ‘Nó’, faixas que antecipam “Luas”, o terceiro disco no percurso artístico de Joana Alegre. Esta será uma nova era na carreira da cantora e compositora e uma fase de afirmação da sua persona artística. “Luas“ é descrito pela própria como "um álbum mais feminino e selvagem, visceral, sem preocupações de encaixe normativo e que explora a consolidação de uma sonoridade baroque pop mais eletrónica".

Até à edição do novo álbum, Joana Alegre irá editar diversos singles, acompanhados por vídeos realizados pela dupla Pedro Ivan e Luís Água. As coreografias e direção de movimento estão a cargo de Carlota Rodrigues e guarda roupa da estilista Nata Ryzh.

quinta-feira, 1 de junho de 2023

PROGRAMA DE 01/06/23

1 - Quadra - Solar explosion (ft Miguel Santos)
entrevista Hugo Couto (Quadra)
2 - Quadra - Sahara (ft Miguel Santos)
3 - João Borsch - Nunca consigo recusar
4 - Ornatos Violeta - Coisas
5 - A Garota Não - Magnetização
6 - Paulo Praça - Baloiço (ft Sónia Tavares)
7 - Adfectus - Bate certo
8 - Búfalo Sentado - Revolução

AZART LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA "FOCO" ESTA SEXTA-FEIRA





















Azart, rapper, cantor e compositor, lança esta sexta-feira o disco de estreia "Foco" em todas as plataformas digitais. São 19 as faixas em que Azart mostra não apenas a sua habilidade lírica e musical, mas também a sua capacidade de transmitir emoção através das suas letras. Este trabalho conta com produção de Brunuxu e Monksmith, colaborações de Walez, Tilt, N.Drew e Danny the Dawg, com mistura e masterização de SUPA DUST Man e com produção executiva de Bruno Alfama.

"FOCO" divide-se em três partes, é uma jornada pelo percurso do artista na primeira fase da sua carreira e a sua vontade de conquistar o futuro.

A primeira parte do álbum representa a força de vontade do artista de suceder e manter o foco. Nestas primeiras faixas, Azart demonstra a sua auto-confiança e a sua técnica enquanto rapper.

Na segunda parte do álbum, Azart mostra um lado mais frágil, onde as dúvidas e inseguranças surgem. Esta fase representa a importância para o artista de não se deixar levar pelos holofotes – o foco ganha um novo sentido. A sua introspecção é acompanhada por faixas com uma sonoridade mais suave e melancólica.

Na terceira parte do álbum, ‘’Foco’’ passa a ser sinónimo de clareza. Nesta fase, o artista recupera a sua confiança inata e utiliza a sua experiência para abordar as ultimas faixas com mais equilíbrio.

Com o lançamento do seu primeiro LP, o artista, celebra o momento ao disponibilizar hoje o video do novo single "Voltas" em exclusivo no YouTube.

Azart, nome artístico de Sebastião Oliveira, tem vindo a alimentar grandes expectativas e a destacar-se pela sua versatilidade e uma mão cheia de criatividade. Em 2021 foi eleito pela Rimas e Batidas como um dos novos melhores rappers, mas Azart não se define por um só género, define-se pela mistura e pluralidade, de uma mente aberta e sem barreiras. Inspira-se em grandes nomes do hip hop, como J. Cole e Kendrick Lamar, mas também em outras vertentes musicais como o neosoul e R&B. Azart apresenta agora um álbum versátil que promete deixar a sua marca no panorama musical português.

NO VILLAGE UNDERGROUND





















SEXTA-FEIRA 02.06
CONCERTO 22H00

Sea Angelss
é a banda de rock de 4 irmãs, que sempre tiveram uma enorme conexão com o mar e com tudo o que este envolve. As suas influências variam entre o rock clássico, psicadélico, grunge, punk, blues, electrónica e é através da sua arte que transmitem mensagens variadas de luta pela igualdade, de feminismo, de amor. Com 4 singles lançados, a banda está agora a gravar o seu primeiro álbum.

Du Nothin é o novo projeto de Duarte Appleton, que numa escrita autobiográfica e ingénua descreve as suas vivências e pensamentos entre o mundo da música e da moda. Em setembro de 2022 lançou o seu EP de estreia, “Du Somethin”.

Esta sexta-feira sobem ao palco do Village pelas 22h.

ARTES À VILA FECHA CARTAZ

 











O festival das músicas bonitas está de regresso ao Mosteiro e vila da Batalha, de 23 a 25 de junho, com concertos de David Fonseca, Filipe Sambado, Luca Argel, Cristina Clara e Pedro Jóia, entre outros espetáculos. Nesta edição com dois palcos dedicados aos talentos emergentes, o festival continua a celebrar a cultura popular e os músicos portugueses e associa-se às comemorações dos 40 anos de Património Mundial do Mosteiro.

David Fonseca atua no dia 24 de junho nas Capelas Imperfeitas, espaço que “encaixa na sua inquietude artística e na busca constante de novos desafios musicais”. Um concerto a solo e intimista.

No exterior do Mosteiro, o Palco Emergentes, GDA - que recebe no dia 23 de junho Cristina Clara com espetáculo de raízes no jazz e na música popular portuguesa e brasileira. De seguida, Luca Argel segue o tom do samba num concerto em que apresenta o seu novo álbum - Sabina. A 24 de junho, os SFISTIkATEd ligam a música eletrónica à pop e ao hip-hop com um toque de experimentalismo.

Entrada livre mediante reservas em www.artesavila.pt

23 JUNHO

Luca Argel
Palco Emergentes, GDA | 22h30, Praça Mouzinho de Albuquerque

Cantor e compositor luso-brasileiro, é carioca tijucano, radicado há mais de 10 anos em Portugal. Formou-se em música pela UNIRIO, e é mestre em Literatura pela Universidade do Porto. No Brasil, trabalhou como professor da rede municipal. É em Portugal que inicia a carreira profissional nos palcos, cantando com os grupos Samba Sem Fronteiras e a Orquestra Bamba Social, com quem ainda cultiva e dissemina um grande amor pelo samba, género fundamental em seu percurso. Concilia a atividade musical com a literária, e já publicou livros de poesia no Brasil, Espanha e em Portugal.

Cristina Clara
Palco Emergentes, GDA | 21h30, Praça Mouzinho de Albuquerque

É difícil enquadrar Cristina Clara num género único. O interesse por criar pontes entre diferentes universos musicais, reflete o desejo desta jovem artista, nascida em Famalicão, de promover a partilha e a integração de outras realidades e culturas. Aqui se encontram músicas com raízes no jazz e na música popular portuguesa e brasileira. Esta é também a história da cultura popular; esta forma portuária de criar, dando. Cristina Clara já participou no EDP Fado Café no festival NOS Alive, no festival Oeiras Valley e no CCB, Há Fado no Cais - do Museu do Fado.

Henrique Fraga
Galeria Municipal Mouzinho de Albuquerque | 19h30

Atuação do guitarrista Henrique Fraga acompanhado por João Teixeira à Guitarra Clássica, onde serão interpretados alguns dos seus temas originais, bem como alguns dos mais carismáticos e exigentes temas instrumentais alguma vez compostos para a Guitarra de Coimbra.

Exposição “ Retratos de uma Aldeia”
Galeria Municipal Mouzinho de Albuquerque | 19h

Retratos de uma aldeia, procura através da imagem, utilizando a fotografia como ferramenta de intervenção, a integração de gerações e partilha de experiências através da arte.

O instantâneo capturado é uma reflexão sobre a nossa própria experiência do mundo real e assim, o simples ato de disparar de um momento se transforme num documento que contempla histórias, emoções e relações. Um outro olhar para aquilo que nos rodeia, um processo de aprendizagem e descoberta, conduz-nos por trilhos de história da comunidade, das estórias das suas famílias, das suas vivências, de um quotidiano. Promovido pelo Município da Batalha promovendo a partilha e difusão de uma cultura social e quotidiana, junto das freguesias do concelho.

24 JUNHO

SFISTIkATEd
Palco Emergentes, GDA | 23h, Praça Mouzinho de Albuquerque

SFISTIkATEd nasce da vontade de explorar novas sonoridades e estéticas, do amor pela música e pela amizade. Com mais de uma mão cheia de colaborações feitas além-fronteiras, constroem, de forma original, ligações de música electrónica com a pop e hip-hop, sem fugir aos padrões convencionais, mas desafiando-os com um toque de experimentalismo e rasgos de glitch. É com estes contrastes musicais, com a sonoridade construída de maneira despojada e com traços distintos que definem a sua personalidade.

David Fonseca
Capelas Imperfeitas | 21h30

É difícil catalogar David Fonseca, um dos músicos e compositores mais prolíferos e diversificados da história da música portuguesa. Começou com os Silence 4, um êxito imediato e esmagador que levou as suas canções a milhões de uma só vez. A sua carreira a solo produziu inúmeros singles de sucesso e os seus álbuns estão sempre equilibrados entre o experimentalismo e refrões impossíveis de resistir, seja na língua inglesa ou portuguesa.

O convite do Festival Artes à Vila para a apresentação de um concerto no âmbito do evento com o cenário das Capelas Imperfeitas do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, foi para David Fonseca algo a que foi impossível resistir – o espaço, as suas características físicas e a sua história são um estímulo que encaixa na perfeição na sua inquietude artística e na busca constante de novos desafios artísticos.

Será um concerto a solo, seguramente íntimo com o público presente, mas se a visita a canções como o primordial “Someone That Cannot Love” ou o recente “Falling Out Of Love” pode criar a expectativa de uma noite de carácter contemplativo, temos a certeza de que será a conjugação com temas como “Oh My Heart” ou “Chasing The Light”, entre outros, que farão desta noite algo de memorável e, como é hábito em David Fonseca, surpreendente.

Filipe Sambado
Capelas Imperfeitas | 18h

Filipe Sambado compõe canções notáveis que partem de uma matriz indie pop e consolidam um universo sónico que nos interpela, convoca a memória e projetam-na num exercício de reconfiguração da identidade portuguesa atual. Em 2016, após alguns EPs, estreou o primeiro longa-duração Vida Salgada e em 2018 editou Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo disco nacional do ano pela Antena 3, Radar, Vodafone FM, entre outras publicações, e nomeado para os Prémios SPA 2019 na categoria de Melhor Trabalho de Música Popular. Depois da sua participação no Festival da Canção em 2020, como compositora e intérprete, Filipe Sambado tem vindo a colaborar como música, compositora e produtora em muitos outros projetos musicais, revelando uma artista completa e multifacetada com o seu lugar na história da música nacional.

Meta
Capelas Imperfeitas | 17h

Meta é Mariana Bragada a explorar a essência da raiz. Vem de Trás-os-Montes partilhar a conexão com a memória ancestral e uni-la à música eletrónica. Utilizando a voz como instrumento principal, Meta toca a solo com a loopstation, drum machine, guitarra elétrica e adufe, dando novas forma à música portuguesa. Já atuou no Bons Sons, Festival da Canção, Porta 253 e lançou recentemente La Tormenta e Mujer com Xinobi.

Carmin
16h, Praça Mouzinho de Albuquerque

Vermelho carmim, cor de sangue, de força, coração, de vida e fogo interior. Circo como elemento circular, círculo sagrado, repetição e ciclo. A infância, repleta de herança familiar, que ensina, dá asas e chão, com histórias, brincadeiras, canções e danças, que alimenta as narrativas e a poesia interior do crescer. Uma homenagem à liberdade, às Mulheres de todas as gerações, ao empoderamento feminino.

Visitas Guiadas
Mosteiro da Batalha | 10h-15h

Misteriosas, grotescas e assustadoras, as gárgulas exibem-se como guardiãs do monumento que celebra a Vitória da Batalha de Aljubarrota. Numa visita orientada por Ana Patrícia Alho, autora da obra “As Gárgulas no Mosteiro de Santa Maria da Vitória – Função e Forma”.

25 JUNHO

O Fado, A Canção e O Cante
Capelas Imperfeitas | 18h30

A partir do convite ao grupo coral de Cante Alentejano Os Boinas, para celebrar no Artes à Vila a portugalidade do património material edificado e imaterial da cultural nacional, percebemos a importância do momento de celebrar também nos 40 anos do Mosteiro da Batalha - património da humanidade, a oportunidade de encenar um espetáculo único que abraçasse as várias canções populares e tradicionais do povo português, como o Fado de Lisboa com a fadista Catarina Santos e a Canção de Coimbra com o grupo Inquietação. Encenação por Tobias Monteiro

Pedro Jóia
Capelas Imperfeitas | 17h

Um dos mais aclamados guitarristas e compositor portugûes apresenta a solo alguns dos temas de maior sucesso da sua carreira. Com inúmeros discos editados destacam-se participações e colaborações com Mariza, Resistência, Ney Matogrosso, Gilberto Gil entre outros. O seu último disco é dedicado a Zeca e apresenta-se a solo no Artes à Vila a 25 de Junho 2023.

Batalha Jazz convida GeraJazz
Palco Emergentes, GDA | 16h, Praça Mouzinho de Albuquerque

Batalha Jazz convida a GeraJazz para uma “batalha” de bigbands jazzísticas.

Inclusão pela Arte. A residência artística Batalha Jazz promove oportunidades educativas musicais para o desenvolvimento de capacidades sociais, emocionais e criativas. Nesta primeira edição, dedicada à improvisação jazzística, o maestro Eduardo Lála propõe uma abordagem a temas do cancioneiro de jazz através da prática de conjunto. Direcionado para várias faixas etárias, os participantes são encorajados a experimentar e a desenvolver as suas ideias musicais com técnicas diferenciadoras, permitindo uma melhor capacitação dos mais jovens e promovendo a inclusão através da arte. Tem também o objetivo de expandir o repertório musical dos participantes contribuindo para uma aprendizagem diversificada, culminando numa apresentação ao vivo em conjunto com a orquestra GeraJazz, no âmbito do festival Artes à Vila a 25 de junho de 2023 no Mosteiro da Batalha.

Visitas Guiadas
Mosteiro da Batalha | 10h-15h

Misteriosas, grotescas e assustadoras, as gárgulas exibem-se como guardiãs do monumento que celebra a Vitória da Batalha de Aljubarrota. Numa visita orientada por Ana Patrícia Alho, autora da obra “As Gárgulas no Mosteiro de Santa Maria da Vitória – Função e Forma”.

Yoga para Crianças no Mosteiro
Capelas Imperfeitas | 09h15

O Yoga para Crianças possibilitará uma viagem a outros tempos, em que de forma fluída e lúdica se integra um pouco da história do Mosteiro da Batalha. Procura-se uma escuta sonora atenta ao espaço mas também do "eu" nim contexto das técnicas de yoga no mosteiro, símbolo da paz e harmonia numa vivência enriquecedora e motivadora da união do corpo e mente. Sessão orientada por Melanie Dinis, psicóloga e psicoterapeuta da Universidade de Coimbra, facilitadora certificada de Yoga para crianças e famílias, bem como de meditação e relaxamento.

O Festival Artes à Vila realiza-se no Mosteiro da Batalha com espetáculos que celebram a música popular.

As Capelas Imperfeitas e o Claustro Real do Mosteiro acolhem famílias de todo o país num encontro entre músicos consagrados e artistas emergentes.

Um fim-de-semana com concertos, exposições, workshops e conferências que promovem a cultura portuguesa e as músicas do mundo. No “Palco das músicas bonitas” já passaram músicos como Valter Lobo, Paulo de Carvalho, Benjamim, Dulce Pontes, Manuel Cruz e Júlio Pereira, entre outros.

NOVO TEMA DE GANENO





















A jovem promessa de Leiria, lança o seu novo single "Pé na Estrada".

Um tema contundente e incisivo que emerge num beat característico de hip hop, recheado com uma letra única e rimas impactantes para agarrar plays e streams nas plataformas digitais.

Ganeno recusa rótulos e revela que o seu estilo é uma combinação de influências oriundas da música latina, do hip hop e R&B.

O EP de estreia será editado e lançado brevemente nas plataformas digitais e irá incluir temas como “Ninguém”, “Memo Assim”, “Promise”, “Viver” e “Mi Vida”

OS QUATRO E MEIA ESGOTAM CONCERTO NA ALTICE ARENA EM NOVEMBRO





















O sucesso crescente d’Os Quatro e Meia não tem limites, a praticamente meio ano de subirem ao palco da maior sala de espetáculos do País, a banda acaba de anunciar que o concerto em nome próprio a 04 de novembro na Altice Arena está esgotado.

Depois de em junho de 2022 terem atuado, em casa e e em nome próprio, no Estádio Cidade de Coimbra para mais de 17 mil pessoas, num concerto emotivo que ficará na memória de todos os presentes, Os Quatro e Meia conseguem novo feito semelhante, conquistam agora a maior sala de Lisboa e do País. Foi precisamente em Coimbra, na estreia do sexteto no Estádio Cidade de Coimbra, que foi revelado que iriam subir ao palco da Altice Arena e para surpresa de poucos, a procura de bilhetes para os ver e ouvir foi incrivelmente enorme, levando a que tenha esgotado com uma antecedência raramente vista.

Os Quatro e Meia encontram-se já a trabalhar naquele que será o próximo trabalho de estúdio, com expetativa de lançamento no final de 2023. Para além da Altice Arena, Os Quatro e Meia continuam a tocar de Norte a Sul de Portugal Continental e Ilhas, mas também com os primeiros concertos internacionais, em Londres. São quarenta os concertos já anunciados que tornam esta digressão uma das mais bem sucedidas do sexteto de Coimbra.

Os Quatro e Meia revelaram recentemente no seu canal oficial do YouTube mais uma versão ao vivo no Estádio Cidade de Coimbra, agora do tema “Amanhã”. Depois de “Sentir o Sol” e “Na Escola”, este é o terceiro tema ao vivo já revelado do álbum ao vivo no Estádio Cidade de Coimbra a ser lançando brevemente, ainda durante este verão.  

NUNO CARPINTEIRO NA CASA DA MÚSICA















Ao segundo álbum, músico dá novos mundos e tonalidades à portugalidade do acordeão, com a ajuda de João Novais, Diogo Sousa, David Rodrigues, Sérgio Miendes e João "O Gajo" Morais. Concerto no Porto acontece já a 8 de junho

Quando pretendemos chegar a um determinado lugar na altura certa, sugere-nos o bom senso que avancemos primeiro com as coordenadas. Pois bem, ei-las: 8 de junho (quinta-feira), às 21h30m, na Sala 2 da Casa da Música (Porto).

Não há mistério algum. O que haverá é um instrumento musical insuspeito – e um seu virtuoso - a unir o contrabaixo de João Novais (que nos habituámos a ver nos Melech Mechaya e em Pedro e os Lobos), a bateria de Diogo Sousa (de Moullinex, A Garota Não e Mike El Nite) e a guitarra de David Rodrigues (String Fling ou Fulano, Beltrano & Sicrano). Trata-se do acordeão de Nuno Carpinteiro, cuja “Viagem”, o segundo álbum de originais, recentemente lançado, consegue a proeza de ligar imaginários musicais tão distintos como o (post)folk, pop, indie-rock, e até jazz. E, ainda por cima, chamando até si colaborações como as de Sérgio Miendes (Hands on Approach e João Pedro Pais), na guitarra elétrica e teclados, e, por último, de João Morais.

Conhecido artisticamente como "O Gajo", João Morais tem, aliás, extraído da viola campaniça o mesmo que Nuno Carpinteiro empresta ao acordeão: uma abordagem vanguardista, plena de sonoridades contemporâneas, mas que não deixam de manter intactas a alma e a portugalidade do instrumento. Agora, com muito mais mundo, graças às deambulações do músico.Depois de “A Montanha” (2019), Nuno Carpinteiro faz refletir em “Viagem” algumas das suas memórias mais significativas, bem como a forte relação com a Natureza. Donde filtrou a simplicidade, o silêncio e a complexa harmonia das caminhadas pelo campo para espelhá-las nas nove composições do LP. Para apreciar em plenitude na moldura acústica da Casa da Música

A CELEBRAÇÃO DA MÚSICA PORTUGUESA ESTÁ DE REGRESSO AOS JARDINS DA TORRE DE BELÉM EM LISBOA





















O FNAC Live está de regresso em 2023 para mais uma edição, no ano em que a FNAC assinala 25 anos em Portugal.

Nos dias 2 e 3 de junho, os Jardins da Torre de Belém serão o palco e cenário perfeitos para uma verdadeira celebração da música portuguesa e comunhão entre artistas e público. Depois de uma primeira edição neste espaço, em 2022, que reuniu cerca de 50.000 pessoas ao longo do dia, o FNAC Live propõe agora dois dias de programação num recinto preparado para receber toda a gente que queira participar desta homenagem à música. Não vão faltar food trucks com várias opções alimentares além de animação por todo o recinto em parceria com o Chapitô.

O primeiro dia do evento, 2 de junho, arranca com um DJ Set de Nuno Lopes (17H00) com a sua cuidada e eclética seleção de batidas eletrónicas de diversas cadências, do house mais deep ao techno mais clássico e daí até onde quer que a inspiração o possa levar. Segue-se uma sessão de Cinema ao Ar Livre com a exibição do filme-concerto “Circo de Feras” dos Xutos & Pontapés (20H00). A noite termina com um espetáculo da Lisbon Film Orchestra (21H15), dirigida pelo maestro Nuno Sá, num formato de Cordas, Piano e Percussão. Neste formato, a LFO apresenta as melhores músicas das bandas sonoras mais reconhecidas do mundo cinematográfico com temas como Skyfall (007), Hey Jude (Beatles), Somewhere over the rainbow (Feiticeiro de Oz), This is me (The Greatest Showman) e Mammamia (ABBA).

A programação do dia 3 de junho, divide-se entre o Palco Novos Talentos FNAC (NTF) e o Palco Principal.
Pelo palco NTF, cuja programação tem início às 15H00, vão passar Redoma, Quase Nicolau, Ana Lua Caiano, Velhote do Carmo, Azia e a encerrar a noite, Peter Suede.
O Palco Principal, cuja programação tem início às 17H00, acolhe concertos de You Can’t Win, Charlie Brown, Gisela João, Sérgio Godinho, Nenny, GNR e ainda o projeto José Pinhal Post Mortem Experience.

FNAC Live também é sinónimo de entrega dos prémios Novos Talentos FNAC que têm como objetivo promover o talento nacional e dar palco à cultura, sendo esta a sua 21.ª edição. Contemplando talentos nacionais em seis categorias diferentes — fotografia, ilustração, escrita, cinema, música e videojogos —, a FNAC e a Repsol anunciam, no evento, os vencedores de cada área que, este ano, recebem 10 mil euros cada um, perfazendo assim um total de 60 mil euros investidos na cultura portuguesa com esta iniciativa.

o FNAC Live é um evento com conceito e produção da FNAC e co-organização da Câmara Municipal de Lisboa, contando com vários parceiros que contribuem de forma decisiva e incontornável para a celebração da música nacional, de acesso gratuito e num dos locais mais emblemáticos da cidade de Lisboa.