Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
A digressão de Pastoral, álbum de emmy Curl editado em 2024 e vencedor do Prémio José Afonso 2025, atingiu agora a marca de 70 concertos realizados. A digressão passou por salas e festivais por todo o país nos últimos dois anos. Destacam-se os concertos da artista no Festival MEO Kalorama, Festival Bons Sons, Festival Impulso, Festival Rock Nordeste, Festival Imaterial, Festival Aqui Acolá, Festival F, Festival Maravilha e ainda no Teatro de Vila Real, Teatro Municipal de Bragança, Casa das Artes de Arcos de Valdevez, entre outros.
emmy Curl encontra-se neste momento a preparar um novo álbum com edição prevista para 2026 tendo sido já anunciado o seu concerto no Festival Primavera Sound, no Porto em Junho do próximo ano.
A digressão Pastoral alcança os 70 concertos com dois espectáculos especiais em Novembro, na Galiza. No dia 28 de Novembro, emmy Curl apresenta-se na Sala A Fundácion, em Melide e no dia 29 de Novembro em Pontevedra, na Sala Rebullón.
Os Festivais de Outono 2025, organizados pela Universidade de Aveiro (UA), chegam ao fim com dois concertos que cruzam repertório português, criação contemporânea e a monumentalidade sinfónica de Shostakovich. Os últimos eventos decorrem a 27 e 28 de novembro e sublinham a missão do festival: promover o encontro entre investigação académica, formação artística e criação musical.
O recital de 27 de novembro reúne o violinista Nuno Soares e o pianista Yuri Popov, que apresentam um programa dedicado às obras completas para violino e piano de Júlio Cardona e José Augusto Ferreira da Silva. O projeto, apoiado pela Fundação GDA, integra também o Museu Nacional da Música e culminará numa gravação discográfica inédita destas obras.
Nuno Soares, docente da UA, diretor da Camerata Medina e membro de vários projetos camerísticos, tem vindo a destacar-se pela defesa do património musical português. Yuri Popov, pianista russo radicado em Portugal desde 1998, construiu um percurso sólido enquanto intérprete e pedagogo, colaborando com diversas formações e mantendo atividade regular como acompanhador e solista.
Mantendo o compromisso dos Festivais de Outono com a valorização da formação musical, o concerto abre com a atuação de Pedro Lima (violino), aluno do 7.º grau do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, acompanhado ao piano por Eugénia Lameiro. Interpretam Zigeunerweisen (Árias Ciganas), Op. 20 de Pablo de Sarasate, obra virtuosa marcada por contraste expressivo e exuberância técnica.
O concerto de encerramento, a 28 de novembro, reúne a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Departamento de Comunicação e Arte (DeCA), dirigidas pelo maestro Luís Carvalho, professor da UA. O solista será Henrique Portovedo, saxofonista e docente do DeCA, recentemente eleito presidente do Comité Europeu do Saxofone, integrando um grupo de referência internacional na área da performance e investigação do instrumento.
O programa destaca a música portuguesa contemporânea com o Concerto para Saxofone After a Naked Lunch, de Sara Carvalho, obra inspirada no universo de William S. Burroughs que explora texturas, gestos e paisagens sonoras de forte componente expressiva.
A noite encerra com a monumental Sinfonia n.º 5 de Dmitri Shostakovich, estreada em 1937 sob o peso da censura soviética. A obra, uma das mais decisivas na trajetória do compositor, equilibra tensão dramática, emoção contida e uma escrita orquestral de grande impacto, constituindo um dos momentos mais aguardados de toda a edição dos Festivais de Outono.
Programa dos Festivais de Outono de 27 e 28 de novembro:
- “Recital de apresentação de obras para violino e piano de Júlio Cardona
(1879-1950) e José Augusto Ferreira da Silva (c. 1842-1916)”, com Nuno Soares
(violino) e Yuri Popov (piano)
Abertura por Pedro Lima (aluno do 7o grau de violino do Conservatório de Música de
Aveiro Calouste Gulbenkian) e Eugénia Lameiro (piano)
27 de novembro, 21h30, Seminário de Santa Joana Princesa
- Concerto de Encerramento: Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Sinfónica
do DeCA da UA, Henrique Portovedo (saxofone) e Luís Carvalho (direção)
Depois do seu primeiro EP, eu nem queria falar de amor, Lázaro abre um novo caminho com “Sereia”, o primeiro single desta nova fase — mais depurada, mais íntima, mais próxima da pele. A canção nasce de uma relação à distância, mas recusa a fragilidade: por mais que os quilómetros tentem separar, é o coração que dita a proximidade. E é por isso que Lázaro decide deixá-la só com guitarra, para que nada distraia do essencial: a verdade que se diz quando se ama alguém que está longe, mas habita tão perto.
“Sereia” é balada, mas também é rua. Há nela um lado urbano, melodias provocadoras, um sauce novo para Portugal, onde o verão encosta à calma, o desejo se estende devagar e o R&B se funde com aquela suavidade que sempre marcou a escrita do artista. É o território onde Lázaro mergulha agora com mais firmeza: um R&B sensorial, quente, que deixa espaço para respirar, sentir e imaginar.
O primeiro EP eu nem queria falar de amor, que nos trouxe “Olhos”, “Onde é Que Vais?”, “Admite” e “Soldier”, foi o momento em que o artista apresentou uma nova linguagem: R&B, Soul e Pop a encontrarem-se numa estética clara, moderna e emocional. Agora, com “Sereia”, Lázaro faz a ponte entre aquilo que descobriu no EP e o regresso às guitarras do início, onde nasceu o seu primeiro single, “Camomila”. A memória desse tempo permanece na frase que continua a acompanhar o artista: “Faz do olhar a nossa casa / Nunca vou arrancar as pétalas da camomila” — um lembrete do sítio onde tudo começou.
“Sereia” é, assim, o recomeço depois do começo. Uma canção que confirma o que já sabíamos: Lázaro tem a rara capacidade de transformar fragilidade em força, simplicidade em verdade, e amor, mesmo o que vive longe, em música que parece falar diretamente a cada ouvinte, como se fosse escrita para a pessoa que amam.
Lázaro abre um novo capítulo. E se a “Camomila” foi o primeiro sopro, “Sereia” é a respiração funda que anuncia um artista cada vez mais seguro do seu mundo.
Mike El Nite revela novidades para 2026: o lançamento do seu novo álbum “Existencisensual” e a digressão de apresentação que passará por Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Leiria e Torres Vedras.
Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos.
“Simplesmente Miguel” é o alter ego que marca o início de uma nova fase na sua carreira que celebrará, em 2026, uma década de percurso. Deste novo capítulo, já conhecemos o primeiro single “Existencisensual (É complicado)”, lançado em Setembro e que conquistou as playlists das rádios e plataformas digitais.
Mike El Nite anuncia, agora, o lançamento do seu novo álbum - também intitulado “Existencisensual” - para o início de Fevereiro, que será apresentado ao vivo numa digressão especial que passará pelos principais clubes nacionais durante o mês de Março:
13 DE MARÇO - MAUS HÁBITOS - PORTO - bilhetes aqui 14 DE MARÇO - LUSTRE BRAGA - BRAGA - bilhetes aqui 21 DE MARÇO - SALÃO BRAZIL - COIMBRA - bilhetes aqui 27 DE MARÇO - TEXAS CLUB - LEIRIA - bilhetes aqui 28 DE MARÇO - BANG VENUE - TORRES VEDRAS - bilhetes aqui
Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.
Alex D’Alva apresenta “LIVRE”, o single de arranque do EP homónimo, com edição prevista para 4 de fevereiro de 2026, marcando o regresso do artista aos lançamentos em nome próprio.
O EP reúne sete temas inéditos onde a eletrónica se funde com a energia da pista de dança e o apetite melódico da pop, inspirado nas vivências em festas como Digital Destiny e Dengo Club, ou em clubes como Planeta Manas, cuja energia e ethos de comunidade e respeito marcaram profundamente o imaginário deste novo trabalho de estúdio.
O videoclipe de “LIVRE”, co-realizado com João Descalço, conta com a participação da performer Lola Maria, protagonista que nos conduz, através da dança, num exercício estético sobre a liberdade de existir no mundo, entre a intimidade do espaço doméstico e o território onírico da imaginação. À semelhança da obra literária XPR4xTX, de Paulo Pascoal (cuja imagem figura na capa do EP), a prática artística de Lola inspirou a criação desta canção. Nesta peça visual, assume o papel central ao encarnar o movimento e a corporeidade que a música eletrónica pressupõe.
Com letra escrita em parceria com Rita Onofre, LIVRE conta ainda com a participação vocal de Orlanda Guilande Vasconcelos, com quem Alex colaborou nas apresentações da performance “O Barco / The Boat”, da artista plástica Grada Kilomba.
Recentemente, Alex D'Alva anunciou o EP "LIVRE", homónimo deste single, um trabalho de inéditos, com data de edição prevista para 4 de fevereiro. A capa conta com uma imagem do ator e curador Paulo Pascoal, cuja presença simboliza a fusão entre corpo, pensamento e liberdade. Um EP que nasce do ímpeto de Alex D’Alva em retomar um percurso individual, permitindo a exploração de territórios criativos que, por vezes, só se revelam fora do contexto coletivo. Após mais de uma década de trabalho artístico consolidado no seio da banda D’Alva, emergiu o desejo de iniciar uma travessia de redescoberta identitária.
“LIVRE não é sobre competir, é sobre conectar universos.”
Alex D’Alva apresenta “LIVRE”, o single de arranque do EP homónimo, com edição prevista para 4 de fevereiro de 2026, marcando o regresso do artista aos lançamentos em nome próprio.
O EP reúne sete temas inéditos onde a eletrónica se funde com a energia da pista de dança e o apetite melódico da pop, inspirado nas vivências em festas como Digital Destiny e Dengo Club, ou em clubes como Planeta Manas, cuja energia e ethos de comunidade e respeito marcaram profundamente o imaginário deste novo trabalho de estúdio.
O videoclipe de “LIVRE”, co-realizado com João Descalço, conta com a participação da performer Lola Maria, protagonista que nos conduz, através da dança, num exercício estético sobre a liberdade de existir no mundo, entre a intimidade do espaço doméstico e o território onírico da imaginação. À semelhança da obra literária XPR4xTX, de Paulo Pascoal (cuja imagem figura na capa do EP), a prática artística de Lola inspirou a criação desta canção. Nesta peça visual, assume o papel central ao encarnar o movimento e a corporeidade que a música eletrónica pressupõe.
Com letra escrita em parceria com Rita Onofre, LIVRE conta ainda com a participação vocal de Orlanda Guilande Vasconcelos, com quem Alex colaborou nas apresentações da performance “O Barco / The Boat”, da artista plástica Grada Kilomba.
Recentemente, Alex D'Alva anunciou o EP "LIVRE", homónimo deste single, um trabalho de inéditos, com data de edição prevista para 4 de fevereiro. A capa conta com uma imagem do ator e curador Paulo Pascoal, cuja presença simboliza a fusão entre corpo, pensamento e liberdade. Um EP que nasce do ímpeto de Alex D’Alva em retomar um percurso individual, permitindo a exploração de territórios criativos que, por vezes, só se revelam fora do contexto coletivo. Após mais de uma década de trabalho artístico consolidado no seio da banda D’Alva, emergiu o desejo de iniciar uma travessia de redescoberta identitária.
SOBRE ALEX D´ALVA:
Alex D’Alva Teixeira (Luanda, 1990) é músico, compositor e DJ luso-brasileiro ligado à Moita do Ribatejo, onde deu os primeiros passos na música.
A projeção nacional chega em 2012 com o EP Não É Um Projecto (produzido por Ben Monteiro), ponto de partida dos D’ALVA. Com #batequebate (NOS Discos, 2014), a banda atua em diversos festivais como NOS Alive e Super Bock Super Rock e entra em forte rotação na Antena 3. Em 2018, Maus Êxitos estreia-se no n.º 1 do iTunes; o single «Verdade Sem Consequência» lidera o Top A3-30 durante nove semanas. Em 2022 funda, com Ricardo Martins, o duo Algumacena e, no final do ano, edita SOMOS, terceiro álbum dos D’ALVA, com participações de Isaura, Joana Espadinha, Primeira Dama, Ana Cláudia e Cláudia Pascoal.
Como autor, participa no Festival da Canção em 2019 («Inércia», Ana Cláudia) e regressa como convidado do programa da RTP em 2020, 2021 e 2024. Assina co-autoria de canções de artistas como Miguel Ângelo, Virgul e Ana Bacalhau.
Colabora com Grada Kilomba em Opera to a Black Venus (Museu Reina Sofía) e O Barco / The Boat (MAAT, Kunsthalle Baden-Baden, Somerset House/A-54, Instituto Inhotim).
No teatro, dirige a componente musical de Bravo, 2023! (Teatro Praga), integra Fazer Uma Canção e, em 2025, Audição.
Como DJ, passou por eventos e clubes de referência, do Ageas Cool Jazz e ModaLisboa ao Planeta Manas e Lux Frágil.
A segunda edição do Festival Bilha D’Aço, que regressa à vila de
Caneças para dois dias inteiros dedicados à música extrema, à
intensidade e à energia crua que só os palcos ao vivo conseguem
oferecer.
Este ano, o festival reúne alguns dos nomes mais
marcantes e influentes da música pesada feita em Portugal, celebrando a
sua diversidade e força artística.
27 de março Mão Morta Sinistro Avesso
28 de março Ramp Thormenthor Besta Equaleft Capela Mortuária
Os **The Bateleurs** regressam aos palcos para dois concertos de alta voltagem, celebrando a extraordinária receção ao seu novo disco, amplamente elogiado por críticos e ouvintes dentro e fora de Portugal. A banda, conhecida pela fusão poderosa de rock, soul e blues contemporâneo, confirma agora duas atuações consecutivas: **28 de novembro no RCA Club (Lisboa)** e **29 de novembro no Rockfest PM (Portimão)**.
Ao longo das últimas semanas, o novo álbum dos The Bateleurs tem conquistado atenção crescente na imprensa musical internacional, figurando em playlists de destaque e recebendo críticas particularmente positivas pela maturidade composicional, pela estética sonora renovada e pela intensidade vocal que caracteriza o projeto. A crítica tem destacado a evolução da banda, reconhecendo-a como uma das propostas portuguesas mais sólidas e exportáveis do rock atual.
### **28 de novembro – XII Aniversário RCA Club**
No emblemático RCA Club, em Lisboa, os The Bateleurs juntam-se a Viralata, Fast Eddie Nelson e Beach Wreck numa noite que promete explosão energética e o ambiente ideal para apresentar ao público a nova etapa artística da banda.
### **29 de novembro – Rockfest PM 2025 (Portimão)**
No dia seguinte, a banda ruma ao sul para integrar o cartaz do **Rockfest PM**, onde partilhará o palco com **The Legendary Tigerman** e **The Mirandas**. A presença dos The Bateleurs no festival surge num momento de clara expansão da sua notoriedade, consolidando o lugar da banda no circuito nacional de festivais e reforçando o crescente interesse internacional no seu trabalho.
### **Um ciclo ascendente**
Este duplo compromisso em Lisboa e Portimão simboliza um período de afirmação para os The Bateleurs. Com o novo disco a ecoar além-fronteiras e uma agenda que se prevê cada vez mais preenchida, a banda apresenta-se em plena força criativa, pronta para confirmar ao vivo aquilo que a crítica já anunciou: **The Bateleurs estão num dos momentos mais marcantes da sua carreira.**
Fica disponível hoje "Extrema-Direita Fascista", o novo single dos Sereias que antecipa o terceiro longa duração do coletivo portuense. O tema é acompanhado por um teledisco em formato de Manual de Boas Práticas de Resistência realizado por Jorge Quintela.
O lançamento do tema dará lugar a um evento especial a acontecer hoje na Oppia, no Porto: uma experiência imersiva onde projeções de imagens retiradas do vídeoclipe dialogam com uma performance de Kauê Gindri e António Pedro Ribeiro, que apresentam um live act de improvisação digital a partir de gravações do álbum e ativações poéticas. A ocasião marca ainda o lançamento de uma t-shirt especial— Sereias / Liberdade por A. Tannat.
Após três singles ecléticos, Tarkkes encontra no seu âmago a canção “Viagem Lunar”.
Por entre camadas de vozes hipnoticamente entrelaçadas, Tarkkes pinta uma paisagem sideral que convida o ouvinte a embarcar consigo.
O corpo fica assente na terra enquanto as emoções ascendem rumo à lua, impulsionadas por letras viscerais.
“Viagem Lunar” descola hoje para as plataformas de streaming.
«Esta música é o meu lamento suspenso entre o sonho e o esquecimento — um eco do lugar onde já não existe um conceito de tempo. A “pista lunar” não é um destino, é um espaço infinito, uma travessia silenciosa entre a perda e a solidão. Cada verso é um último suspiro, o som de alguém que já não pertence a este mundo, mas ainda canta por hábito… ou por saudade.»
— Tarkkes
Tarkkes é o nome adotado pelo estudante e músico portuense Tiago Saganha para apresentar as suas canções.
Baseado em Lisboa, estreou-se em 2024 com o álbum BIPOLAR, resultado de uma aprendizagem musical autodidata e com a ajuda de amigos, artistas e produtores.
Entre julho e outubro de 2025 autoeditou “Infinite Dance” e “No Time”, regressando à língua materna com “Viagem Lunar”.
Inspirado pelo R&B, pop, soul, jazz ou até EDM e trap, Tarkkes tem construído um universo sónico singular, onde funde influências e explora uma lírica íntima e poética
13 de fevereiro de 2026, é a data em que a cantora e compositora portuguesa Nina R.A.E. vai desvendar em palco, o seu novo disco "Românticos não morrem". O local escolhido é o Coliseu Club.
Após lançar várias músicas sobre histórias de amor a cantora Nina R.A.E. apresenta-nos agora o seu primeiro álbum “Românticos Não Morrem” que, segundo a artista, "prova-nos que um romântico vive através do amor que nos deixa e que certas dores se tornam capítulos. Um álbum que convida a sentir todas as emoções. Paixão, alegria, perda, tristeza…um convite a dançar, cantar e sentir!"
Em Julho deste ano, saiu o single "Chuva" como apresentação do álbum "Românticos não morrem".
Dia: 13 fevereiro 2026 Local: Coliseu Club Hora: 23:30 Bilhetes: aqui
Quem é Nina R.A.E.?
Ana Raquel Moreira a.k.a. Nina R.A.E. (iniciais para "Real Ana Experience") é uma cantora, produtora, instrumentista e compositora luso-angolana nascida e criada na Margem Sul.
Desenvolveu cedo o seu interesse pela música na igreja, sendo o Gospel a primeira grande influência musical. Como uma apaixonada pela música dos anos 90, vai buscar inspiração principalmente a grupos e artistas como, Destiny's Child, Lauryn Hill e Aaliyah sendo essas as suas primeiras influências pois a sua sonoridade é também influenciada pela Rihanna, Kehlani, SZA, H.E.R. e Jessie Reyez.
Após anos de trabalho com vários artistas e produtores como João Lourenço, Beatoven, Chong Kwong, Anselmo Ralph, Mr. Marley, Zacky Man, M.A.F., Azart, B.Skilla entre outros, a artista, agora independente, volta à ação com um novo projeto na língua mãe e mostra a sua habilidade em transmitir emoções e contar histórias através da sua voz poderosa e marcante.
Unplugged inesperado gravado no centro da MEO Arena revela canção inédita que abre caminho para o espetáculo mais ambicioso da sua carreira no aguardado regresso à maior sala do País.
“Gosto de celebrar a vida e o tempo a passar. Apercebi-me de que em 2027 faz 10 anos que lancei a canção que mudou a minha vida, tenho-me apercebido também que as pessoas que me conheceram com 10 anos, já votam. É uma vida inteira de canções e de histórias, e a melhor maneira de celebrá-la é a cantar. Tenho sonhado muito com este concerto e tenho-o imaginado exactamente assim, um clássico. Canções que vencem o tempo são clássicos, e era isso que eu queria fazer. Um concerto sobre canções imortais que são mais bonitas cantadas em conjunto. É uma celebração de carreira, é uma celebração da vida, é voltar a uma sala onde fui tão feliz, desta vez com menos medo e mais alegria. Vocês fizeram-me perder o medo das arenas, e acima de tudo o medo de ir em frente, é o único caminho. Estão todos convidados, sem vocês sou só uma miúda numa sala gigante, sozinha a cantar canções de amor. E ninguém quer isso.”
Carolina Deslandes
Carolina Deslandes regressa à MEO Arena a 06 de março de 2027 com o espetáculo mais ambicioso da sua carreira. Concebido como um clássico, este concerto celebra dez anos de “A Vida Toda”, a canção que mudou o seu percurso, e reúne os muitos êxitos que a tornaram numa das intérpretes e compositoras mais influentes da música portuguesa contemporânea. É na maior sala do País que a artista assinala este marco, numa noite que revisita diferentes fases da sua vida artística com a maturidade, a força e a alegria do presente.
O anúncio surge depois da edição de “Chorar no Club”, o seu sétimo álbum de estúdio, um disco com 24 faixas que marcou um ponto de viragem na sua linguagem musical. Ao partilhar a produção com Feodor Bivol, MAR, Jon. e D’AY, o álbum expandiu o seu universo artístico e revelou uma nova pluralidade criativa, num registo pop que cruza noite, introspeção, feminismo e desejo. Este novo capítulo consolida um percurso que transformou Carolina Deslandes numa das artistas mais marcantes da música nacional.
Ao longo da última década, a artista construiu uma obra que venceu o tempo e marcou gerações. Soma três Globos de Ouro, uma nomeação aos Grammy, vários Discos de Ouro e Platina e uma discografia que reúne clássicos como Avião de Papel (com Rui Veloso), A Vida Toda, Saia da Carolina, Não Me Importo, entre tantas outras. Para além dos muitos sucessos que fazem parte dos sete álbuns de originais, a cantora e compositora soma mais de 130 canções registadas na SPA e milhões de audições nas plataformas digitais, num catálogo que atravessa géneros, colaborações e diferentes momentos da sua vida.
É neste contexto que Carolina preparou um presente especial para o público: um unplugged gravado no centro da MEO Arena, com seis vozes femininas jovens e banda ao vivo. O projeto estreia hoje no YouTube e redes oficiais da artista com Feia, uma canção totalmente inédita e nunca antes ouvida, que inaugura uma série de vídeos revelados até ao Natal. A cada semana, surgirá uma nova versão dos seus sucessos, acompanhada por algumas surpresas. Este unplugged mostra a artista no seu estado mais íntimo e dirige naturalmente o olhar para o concerto de 2027 na MEO Arena. Uma celebração de carreira, de canções que atravessam gerações e de uma década decisiva que transformou a música portuguesa.
Numa preocupação assumida em manter o concerto acessível a todos, Carolina Deslandes pensou numa tipologia de bilhetes que contempla diferentes possibilidades e inclui opções especiais para famílias. A artista quis que este momento fosse verdadeiramente amplo, inclusivo e celebratório, permitindo que cada pessoa encontre o lugar certo para viver esta noite na MEO Arena.
Além de garantir bilhetes acessíveis e opções pensadas para as famílias, Carolina Deslandes apresenta mais duas propostas diferenciadoras que reforçam a dimensão especial deste espetáculo: uma celebração completa do seu universo.
A procura por experiências únicas e de verdadeira proximidade com o público sempre foi uma preocupação da artista. Para esta celebração, Carolina desafia os fãs a entrarem no universo do concerto antes de toda a gente. O Pack Experiência dá acesso a uma sessão exclusiva, na semana anterior ao espetáculo, onde a artista e a equipa criativa revelam o conceito, as ideias, os desafios e todo o processo artístico e técnico que sustentam este concerto histórico. Será uma conversa íntima e inspiradora, com a presença da artista, diretores criativos e equipa técnica, seguida de um meet & greet exclusivo para todos os participantes. Uma oportunidade única de entrar nos bastidores e conhecer a visão que dá vida ao espetáculo na MEO Arena. Por último, existe ainda um pack de merchandising limitado e colecionável, criado exclusivamente para assinalar esta data.
Em “depressa”, pikika desacelera o tempo e reencontra-se na intimidade do seu próprio espaço. Depois da sedutora dança de “TUDO O QUE ELE QUERIA”, abraça aqui a vulnerabilidade numa canção crua e despida, só com voz e guitarra, diretamente ao ouvido de quem entra neste lugar íntimo. É neste regresso às origens que, mais desarmada do que nunca, expõe as inquietações que têm marcado o seu percurso e encontra na sua própria música o espaço para as compreender.
TAGV VÊM AO SALÃO BRAZIL SEMIÓTICAS 29 Novembro • 22:00
Na fotografia Jorge Lima Barreto
Semióticas apresenta-se como uma experiência de contemplação e interpretação, onde é pedida uma leitura musical a sistemas de vida artificial.
Serão projetadas várias estéticas de autómatos celulares, aqui indicados como musográficos, desenvolvidas por André Quaresma e Rita Barqueiro.
Estes sistemas visuais serão transpostos para a dimensão sónica pelas texturas musicais de Ilda Teresa Castro e Vitor Rua que, com a sua música original, prometem acrescentar mais vida à (artificial) projetada. Ao público serão dadas duas formas de música, a composta por Ilda e Vitor e a dançada pelos autómatos.
Este evento está integrado na projeto de doutoramento O Caleidoscópio Jorge Lima Barreto — Trajetos de estéticas experimentais das neo-vanguardas portuguesas — da revolução ao século XX
Conceito André Quaresma Música original Ilda Teresa Castro & Vitor Rua Autómatos Celulares Musográficos André Quaresma & Rita Barqueiro Produção André Quaresma & Rita Barqueiro
PALANKALAMA Festival InstruMensal 30 Novembro • 17:00
Palankalama propõe apresentar um concerto acessível a todas as idades e públicos, onde serão tocadas músicas do seu último álbum, Lama pela Anca, editado no final de 2022 pela Saliva Diva. Simultaneamente pretendemos mostrar e divulgar o nosso trabalho com alguns dos instrumentos tradicionais portugueses que utilizamos na nossa música - como o cavaquinho, viola braguesa e percussões - sempre num espírito de exploração das suas capacidades expressivas.
Palankalama é um grupo de música instrumental da cidade do Porto em Portugal. As suas influências estão essencialmente relacionadas com os universos da música folk, rock e jazz. A música dos Palankalama pode ser traduzida/entendida como uma longa citação de lugares geográficos, reais e imaginários, e uma exploração dos universos musicais sugestivos do cinema, ou da música popular. É um trabalho sobre paisagens sonoras, quase familiares, onde se procura que o lado plástico e abstracto da música funcione como uma janela para lugares de desvio e de ficção.
O Festival InstruMensal é uma iniciativa dinamizada pela Associação Cultural Museu da Música de Coimbra, que leva às salas de Coimbra um concerto de música instrumental por mês.
CINE-CONCERTO EPOPEIA GANDAREZA Ciclo Orphika 1 Dezembro • 17:30
“Epopeia Gandareza" apresenta-se em formato Cine-Concerto com interpretação ao vivo da banda sonora do filme premiado internacionalmente. O espetáculo conduz o público por uma epopeia visual e sonora entre os cosmos e a região da Gândara, numa reflexão acerca das ameaças ambientais, olhando para a diversidade cultural, partilha emocional e arte científica como soluções para o futuro.
Adotando uma metodologia inspirada nos poemas sinfónicos do séc. XIX, impulsionado pelo legado de obras como “O Homem da Câmara de Filmar” (1929) de Dziga Vertov, “Berlin, sinfonia de uma cidade” (1927) de Walter Ruttmann ou “Koyaanisqatsi” (1982) de Godfrey Reggio, incitada pela literatura de Carlos de Oliveira, trata-se de uma experiência sensorial com ritmo e tom estabelecidos pela justaposição precisa de som e imagem.
Com 10 músicos em palco a apresentar sonoridades adaptadas a cada capítulo que passam pelo jazz, eletrónica, tradicional, world music, fado, sonoplastia ou rock, esta obra cinematográfica comporta elementos de vários géneros cinematográficos: filme manifesto, artístico, experimental, musical, ambiental, documental e ficção científica.
A viagem nesta epopeia é simultaneamente intuitiva e universal.
Ficha Técnica Realização: Vasco Espinhal Otero Produção: Cabra Cor de Rosa, Cineclube Gândara Bairrada e Coletivo Efervescente Músicos: Vasco Espinhal Otero, Sylvain Barreto, João Toscano, Vasco Faim, Tomás Toscano, Francisco Saldanha, Carolina Pessoa, Paulo Viegas, Gonçalo Quintas e Miguel Gomes Projeção: Diogo Marques Sonorização: Rodrigo Pereira Edição de imagem: Paulo Fajardo, Vanessa Rodrigues e Samuel Filipe Grafismo: Vanessa Rodrigues Som: Sylvain Barreto Banda Sonora: Cabra Cor de Rosa Produção Musical: Sylvain Barreto Design: Célia Oliveira, Vanessa Rodrigues e Diogo Marques
Quem tem acompanhado a viagem de lançamento deste segundo álbum sabe que tem saído um single por mês de março a setembro e em Outubro estava planeado sair o álbum completo. Em Setembro tivemos de mudar um pouco os planos, e o álbum completo sairá apenas em Março, sendo que iremos lançar mais dois singles até lá, incluindo este, e teremos mais tempo para terminar o álbum e preparar o evento de lançamento com o tempo e dedicação merecidos.
Vai ser então apresentado o oitavo single deste trabalho, uma música diferente de todas as outras até agora, composta em colaboração com o Gil Pulido.
“Se eu pudesse” é um tema íntimo e etéreo que nasce da exasperação de querer agarrar na mão de alguém que está perdido de si mesmo, preso na roda de rato de uma realidade vazia e indesejada. É um convite ao regresso a si mesmo, onde a vida é vivida como um milagre, com encanto, paixão e sentido.
Chega dia 5 de dezembro às plataformas digitais, com lyric video no meu canal de YouTube oficial, com imagens da fotógrafa Elisabete Moisão.
Bruno Rosmaninho, mentor dos Rosemary Baby, vai trocar as voltas à sua carreira musical e lança agora o seu primeiro single a solo e em português.
O nome do projeto surge em homenagem ao nascimento do segundo filho, o José.
José, é também o nome da canção que marca o início desta nova aventura.
Diretamente de Aljezur, no Algarve, com sonoridades entre o folk rock, o country com influência latina e com inspirações internacionais como os Calexico, The Last Shadow Prophets com a mistura das raízes da musica popular portuguesa, sobretudo do Alentejo de onde é natural.
A canção celebra os primeiros passos do José. Com uma mensagem positiva em tempos turbulentos, para que nunca se percam os sonhos e a alegria de viver. E como quase todos nós temos um José na nossa vida, esta canção é para eles também.
Bruno Rosmaninho, nascido no e criado no Alentejo, agora a morar no Algarve em Aljezur, começou a sua aventura na música em 2012. Ex Chef de cozinha, Dj e organizador de festivais como o Arrifana Sunset Fest, que contou com 16 edições, sempre gostou e esteve rodeado de música e músicos.
Criou a banda Rosemary Baby, dedicada à sua filha Margarida e com 3 discos editados em inglês , "The First Time" em 2013, "Timeless" em 2017 e "Lost on The Trace of Time" em 2023, começa agora a partilha de canções em português.
A agência Disquiet e a editora MAR revelam o segundo lançamento do Disquiet Matches, o programa de residências criativas que promove encontros inesperados entre artistas da eletrónica e outros universos sonoros. Depois de RIOT & Coletivo Gira sai já no dia 28 de novembro, a segunda música do projecto. “September 31st”, a surpreendente colaboração entre Xinobi, um dos nomes incontornáveis da música eletrónica portuguesa, e Máximo, pianista prodígio e um dos músicos mais virtuosos da sua geração.
Em “September 31st”, construída em ambiente de residência artistica, Xinobi e Máximo constroem uma paisagem sonora que desafia géneros e expectativas. Apesar das suas diferentes escolas, técnicas e universos musicais, a criatividade de ambos flui numa mesma direção. O tema abre com notas delicadas que convidam à introspeção, criando um cenário íntimo que rapidamente evolui para uma produção eletrónica vibrante e expansiva — sempre com o piano como elemento central. Esta dualidade transforma “September 31st” numa viagem emocional que combina a profundidade da música clássica com a energia contagiante da eletrónica moderna.
Tal como “O Canto de Lá” esta nova música terá também o seu pré-lançamento oficial, no Sótão da Casa Capitão (Rua do Grilo 119, Lisboa), integrado na série de encontros Disquiet Talks, onde Rui Miguel Abreu, convida artistas e público a explorar a relação entre a eletrónica e outros géneros musicais, num espaço de partilha e reflexão. Nesta terça feira, dia 25 de novembro, o público poderá ouvir a grande estreia da nova música e assistir à anteestreia do documentário que acompanha cada tema lançado no projecto.
O quão delicado pode ser o peso de uma jóia de marfim que depois nos pode tirar a vida? Directa ou indirectamente? A vida tem-nos tentado ensinar que o belo tem sempre o seu preço e o seu peso, mesmo que só o vejamos depois. Pode, no entanto, ser sempre algo simples ou vir de algo mais pesado como a dor ou um caminho com mais negrume.
O peso de uma canção envolta num delicado manto de veludo negro, pode ser inquietante mas, de igual modo, aconchegante. Assim é Ivory Razors, o mais recente disco do duo Tracy Vandal & John Mercy.
Depois do aclamado álbum de versões Midnight Presents (Lux Records, 2022), regressam em 2025 com um disco de originais. Continuando a trilhar o espectro do folk e American gothic, o novo álbum Ivory Razors é composto por 10 canções que saem na altura certa para acompanhar os dias de outono envoltos em nostalgia e conforto misterioso.
A voz de Tracy carrega o peso de uma jóia de marfim que pode perfurar os nossos corações sem os fazer sangrar, ao mesmo tempo que a guitarra de John Mercy nos abraça no calor do fogo que é estar vivo.
Produzido, gravado, misturado e masterizado por John Mercy nos estúdios Blue House, conta com a participação especial no seu primeiro single “To Remember Who You Were” de Alex Kapranos, o vocalista dos Franz Ferdinand. Sai hoje com o selo da Lux Records e vai ser apresentado na 6ª edição do Festival Lux Interior a 5 de Dezembro no TAGV.
TRACY VANDAL Em Portugal, a Escocesa Tracy Vandal é conhecida principalmente como a voz dos Tiguana Bibles.
Contudo, há para trás desse projecto uma longa carreira de criação artística ligada à indústria musical. Tracy Vandal Inicia a sua carreira musical em 1993 com o projecto The Blisters que a leva a performances em todo o Reino Unido. Já a carreira discográfica, esta iniciar-se-á apenas em 1996 com o primeiro álbum das Dick Johnson, um trio de garage rock composto por duas guitarras e uma bateria. Editaram cinco singles com algum reconhecimento da crítica especializada, nomeadamente do NME (New Musical Express) que nomeou um dos seus singles como single da semana. Um dos seus singles foi também produzido por Jad Fair (Half Japanese) e Richard Kern (realizador e fotógrafo underground norte-americano) que chegou a fazer registos fotográficos da banda. Em 2000 integra os Lincoln, uma banda que a tornou bastante conhecida no circuito country alternativo. Editam cinco álbuns ao longo da sua carreira e realizam diversas tournées com bandas como os Calexico, Lambchop e Tindersticks.
É então que conhece Victor Torpedo (Tédio Boys, The Parkinsons, Blood Safari) em Londres com quem desenvolve uma relação artística que a traz por fim até Portugal em 2007 onde criaram a banda Tiguana Bibles.
Os Tiguana Bibles eram constituídos por elementos com reputação no panorama musical nacional e internacional: Augusto Cardoso (a Jigsaw, BunnyRanch, Subway Riders), Tracy Vandal (Dick Johnson, Lincoln, The Blisters), Victor Torpedo (The Parkinsons, Blood Safari, Tédio Boys), Kaló (The Parkinsons, BunnyRanch, Tédio Boys, Wray Gun, The Twist Connection), Pedro Serra (Ruby Ann & The Boppin'boozers).
São primeiramente apresentados ao público através da compilação “Novos Talentos Fnac de 2008”. Em 2008, surge o convite de Henrique Amaro, consagrado locutor de rádio e Director da Optimus Discos, para a participação na 1ª série de lançamento da editora virtual Optimus Discos. O EP de nome “Child of the Moon” é editado em Abril de 2009, com excelente aceitação por parte da imprensa assim como do público em Geral. Fica para registo que os temas inseridos neste EP foram gravados no estúdio de Boz Boorer, director artístico e músico do cantor britânico “Morrisey”.
O single “Lost Words” manteve-se no top A3-30 da antena 3 durante todo o verão e integraram o cartaz do festival Optimus Alive 09.
2010 é marcado pelo falecimento prematuro do guitarrista da formação original dos Tiguana Bibles: Paul Hofner. Depois do desaparecimento de Paul Hofner e após uma breve pausa, Tracy Vandal integrou diversas bandas como música convidada dos a Jigsaw.
Em 2014, mais uma vez acompanhada do director Musical de Morrisey (Boz Boorer), Tracy Vandal estreia-se por fim a solo com o álbum The End of Everything, editado pela Lux Records. É a partir deste ano que Tracy Vandal inicia o seu trabalho de promoção deste álbum e também como membro integrante dos The Great Moonshiners Band.
No final de 2022, novamente com o selo da Lux Records, lança em parceria com John Mercy Midnight Presents, um disco de versões vestidas do negro aveludado que tão bem a caracteriza.
JOHN MERCY Conhecido como vocalista e multi instrumentista da Banda portuguesa a Jigsaw, enquanto músico já conta com uma extensa carreira tanto a nível nacional como internacional, tendo sido alvo por diversas vezes das atenções da revista francesa Les Inrokuptibles. A sua voz costuma ser comparada a artistas como Tom Waits, Nick Cave ou Leonard Cohen. Será porventura da voz grave que ecoa nas canções imbuídas de sentido. Mas será essencialmente devido às fortes raízes literárias e dos ambientes cénicos com que são construídos os seus álbuns. Letters From The Boatman, Like The Wolf, Drunken Sailors & Happy Pirates e No True Magic são por ora o seu legado discográfico de longa duração. Com convidados tão reconhecidos como por exemplo a Norte Americana Carla Torgerson (The Walkabouts, Tindersticks) que entrega a sua voz no dueto “Black Jewelled Moon”. Convidados tanto da Rádio como da Televisão Nacional Espanhola para concertos em directo, completaram em 2019 20 anos de carreira.Para além do trabalho dentro dos a Jigsaw foi também convidado pelos herdeiros do legado de António Variações para adaptar algumas das suas obras musicais mais emblemáticas para a língua inglesa cujas adaptações já se encontram registadas. Tem sido também convidado a participar em diversos projectos tanto na composição como enquanto vocalista e instrumentista, tais como: Animais/Paredes, Uniform, Pedro & Os Lobos, Arthur de Faria & Seu Conjunto, Twist Connection, Drunks On The Moon, Victor Torpedo, Tracy Vandal, Raquel Ralha & Pedro Renato, Rita Redshoes, The Parkinsons, The Millions entre outros.
A JACC Records edita a 24 de novembro o novo disco do trio Flora, Our Time, liderado pelo guitarrista Marcelo dos Reis. A edição física chega em dezembro.
A JACC Records apresenta Our Time, o novo trabalho do trio Flora, liderado por Marcelo dos Reis. O disco chega às plataformas digitais no dia 24 de novembro, seguindo-se a edição física em dezembro.
Após o disco de estreia do trio Flora e uma extensa digressão europeia, a JACC Records acolhe agora Our Time, um trabalho que explora o tempo enquanto matéria emocional, física e transformadora. As composições vivem de cortes, rupturas e mudanças de direcção, sempre com uma energia vibrante que atravessa o disco. O resultado é um entrelaçar de jazz de vanguarda, psicadelismo, improvisação europeia, ecos de um rock sónico e pulsações que evocam territórios africanos.
Marcelo dos Reis é reconhecido como uma das vozes mais proeminentes da improvisação europeia. Com presença em mais de vinte discos em nome próprio, tem actuado nos principais festivais e salas de toda a Europa. Foi eleito Músico do Ano pela jazz.pt, cinco vezes Guitarrista do Ano pela publicação internacional El Intruso, e recentemente distinguido como um dos músicos mais influentes da última década pela prestigiada Free Jazz Collective.
Ao lado de Marcelo dos Reis estão os parceiros de longa data Miguel Falcão (contrabaixo) e Luís Filipe Silva (bateria), dois músicos de linguagem sólida e identidade assumida. Juntos, formam um trio que se expande sobre si próprio, afirmando um território musical singular dentro da nova criação portuguesa.
“Inocente” aborda um tema que, apesar de muito presente na nossa sociedade, ainda continua a ser tabú - racismo. Nesta música, Wander Isaac envolve-se numa conversa com o seu “eu” mais jovem, dizendo-lhe que gostaria que, em criança, tivesse lidado com todo o trauma e toda a dor de uma forma mais saudável.
Falam sobre os seus traumas e dor e admite à sua versão mais jovem que gostava que ele tivesse lidado com as situações difíceis de maneira diferente mas, também percebe que este “era só mais uma criança inocente” a viver num mundo pouco tolerante com minorias.
Wander Isaac pretende continuar a refletir sobre a sua índole, traumas e crescimento pessoal nos seus futuros temas. Wander Isaac é um cantor e compositor de 23 anos de idade, licenciou-se na Universidade Lusíada no curso de Jazz e Música Moderna. A sua maior influência musical é o R&B/Soul e desde os 11 anos de idade soube que queria fazer da música a sua profissão.
Participou no The Voice Portugal que lhe abriu imensas portas, e oportunidades de trabalhar com artistas de renome como Jimmy P, DJ Black Spygo, Bárbara Tinoco. Foi também convidado para uma performance no Festival da Canção com os HMB, Nena e Ana Bacalhau.