sexta-feira, 26 de junho de 2026

"O INFERNO CAIU DO CÉU" GRITA RIYTA NO NOVO SINGLE "INFERNO"​





















Fotografia: Carolina Rosário

Produzido por DØR, reconhecido pelas colaborações com IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA, o tema indie pop é um manifesto emocional entre a vulnerabilidade e a superação.

RIYTA acaba de lançar o novo single "INFERNO", já disponível em todas as plataformas digitais. Produzida por DØR - colaborador habitual de artistas como IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA - a canção Pop com influências de música alterativa apresenta-se como um manifesto de libertação e superação. Entre explosões emocionais, vulnerabilidade crua e catártica a produção atmosférica intensa, melancólica e cinematográfica, a artista transforma a queda numa oportunidade de recomeço.

"'INFERNO' fala sobre a descoberta de que é na dor que reside o crescimento. É a partir do chão que desabou que se constrói o futuro. A música traduz esse processo num manifesto sonoro de libertação e superação, onde o desespero não anula a esperança -intensifica-a", explica RIYTA.

O processo criativo aconteceu de forma espontânea, com base num instrumental de DØR e com a letra a surgir praticamente de uma só vez, dando origem a uma das composições mais pessoais da cantora e compositora até à data. RIYTA afirma que a força da produção de DØR se uniu à sua vulnerabilidade, para criar "uma obra que incendeia o passado para iluminar o futuro. É um grito que precisava de ser libertado e acabou por escorrer em forma de indie pop".

A acompanhar o lançamento de "INFERNO" chega também o respetivo videoclipe, realizado por Beatriz Silvestre, com direção de fotografia de Tiago Brito e produção da Cinema Plastique. Gravado no Algarve, o vídeo expande o universo da canção, através de uma estética visual marcada pelo fogo, pela natureza e pela ideia de renascimento.

"Os visuais cinematográficos intensificam a força emocional da música e expandem o universo do projeto. A narrativa acompanha uma protagonista que se liberta do peso e da dor, caminhando pelo sofrimento em direção ao nascer de um novo dia, quase como uma travessia até à primavera", partilha RIYTA.

"INFERNO" surge numa fase particularmente importante para a artista. Após vários anos a conciliar a música com um trabalho fora da área artística, RIYTA decidiu dedicar-se à criação a tempo inteiro, assumindo este momento como uma afirmação da sua identidade criativa e da sua devoção à arte. Já disponível nas plataformas digitais, o novo single reforça esse compromisso, apresentando uma artista cada vez mais livre, inquieta e determinada a explorar novos caminhos.

FILIPA BIDARRA LANÇA SINGLE “THERAPY MODE”





















Filipa Bidarra
- cantora, compositora e atriz de teatro musical. Formou-se em Teatro Musical e Performance Musical pela London College of Music.

O seu trabalho artístico cruza o pop alternativo com o storytelling musical, explorando narrativas pessoais e emocionais através da música. Paralelamente à sua carreira como intérprete e autora, desenvolve atividade na área da Direção Vocal, colaborando com companhias de teatro em Lisboa.

Encontra-se atualmente a preparar o lançamento do EP de estreia, com edição prevista para este ano.

Escrito em Londres, em 2023, “Therapy Mode” nasceu de um período marcado pela solidão, pela introspeção e pela procura de identidade artística e pessoal de Filipa Bidarra. A viver sozinha num país distante e num contexto de adaptação a uma nova realidade, a artista encontrou na composição um espaço de refúgio e expressão.

“Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever canções foi o meu escape, o meu refúgio.” - Recorda a cantora.

O tema foi desenvolvido nos estúdios MalwareSoundProd e contou com a participação dos músicos David Jerónimo, Hélder Godinho, Miguel Camilo e Ricardo Dikk, numa formação de banda acústica. A gravação e produção ficaram a cargo de David Jerónimo, enquanto a mistura foi realizada por João Martins e a masterização por Miguel Marques.

Com “Therapy Mode”, Filipa Bidarra aposta numa sonoridade pop-soul contemporânea, assente na interpretação, na escrita autoral e na colaboração entre músicos. O single representa um marco importante na evolução artística da cantora e compositora, consolidando a sua identidade criativa e o seu percurso enquanto intérprete.

LIKA LANÇA EP “AL-MA”



A cantora, guitarrista, autora e compositora LIKA acaba de lançar o seu novo EP "AL-MA”. em todas as plataformas digitais. Composto por quatro temas originais escritos em português, o trabalho revela a maturidade artística da cantora e a sua capacidade de transformar experiências pessoais em narrativas universais.

Entre influências de rock, jazz, pop e soul, as canções exploram emoções, memórias e vivências que atravessam fronteiras e culturas.

Natural do Cazaquistão, LIKA vive em Portugal desde 2015, ano em que se mudou para Lisboa para estudar guitarra jazz no Hot Clube de Portugal.

Nascida em Alma-Ata, cidade cujo nome significa "Pai das Maçãs" em cazaque, traz consigo uma herança cultural onde a maçã vermelha simboliza o amor. É dessa ligação às suas origens e ao percurso de vida entre dois países que nasce o título deste novo trabalho: "AL-MA", uma evocação simultânea da sua cidade natal e da palavra portuguesa "alma".

Autora de todas as suas canções, LIKA conta já com vários trabalhos discográficos editados e tornou-se conhecida do grande público através da sua participação no The Voice Portugal. O seu percurso musical começou ainda na infância, altura em que revelou uma forte ligação à criação de música original e às sonoridades do rock clássico. Em 2006 ingressou numa licenciatura em Economia, que frequentou durante quatro anos, mas foi a música que acabou por se afirmar como a sua verdadeira vocação.

Desde então, tem aprofundado a sua formação nas áreas da performance, composição e guitarra, desenvolvendo uma carreira internacional que combina a criação artística com a vertente pedagógica. Atualmente leciona guitarra e composição musical e colaborou como professora convidada em instituições como a Almaty Jazz School, no Cazaquistão, e a California State University Channel Islands, em Los Angeles. É também fundadora da LIKA World Academy, projeto dedicado ao ensino da guitarra e da criação musical.

Paralelamente à música, LIKA tem desenvolvido trabalho na área da escrita com poemas publicados em diversas coletâneas literárias.

Gravado com a sua banda — LIKA (voz e guitarra), Bernardo Fesch (baixo) e Luís Candeias (bateria), "AL-MA" conta ainda com participações especiais de Luiz Caracol, no tema "O Meu Salmo", e de João Cabeleira, guitarrista dos Xutos & Pontapés, em ". "Leite Com Mel".

"AL-MA" é um retrato íntimo de identidade, pertença e transformação, onde a artista une as suas raízes à língua e à cultura que escolheu para dar voz às suas histórias.

"AL-MA" quatro canções, quatro histórias sentidas.

Assista ao vídeo “Ouro Sobre Azul”.

LUX RECORDS CELEBRA 30 ANOS COM DISCO-ANTOLOGIA DE JOHN MERCY: UMA VIAGEM SONORA PELA HISTÓRIA DA EDITORA DE COIMBRA





















Três décadas depois de ter começado a desenhar uma das mais consistentes e influentes narrativas da música independente em Portugal, a Lux Records assinala os seus 30 anos com o lançamento de um disco especial de John Mercy, que revisita e reinterpreta momentos-chave da discografia da editora. O álbum será editado no dia 26 de junho, marcando uma celebração que traz memória, reinvenção e legado, e reafirma o papel central da Lux Records na construção do som alternativo saído de Coimbra para o mundo.

A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país.

Ao longo destas três décadas, o catálogo da editora expandiu-se para lá da cidade, acolhendo projetos oriundos de Braga, Porto, Lisboa e até de geografias internacionais, consolidando uma rede artística plural e de forte personalidade estética.

Neste contexto, o lançamento do novo disco de John Mercy surge como um gesto simultaneamente celebratório e interpretativo: uma viagem pela discografia da Lux Records, revisitando temas, atmosferas e estéticas que marcaram o percurso da editora. Mais do que uma compilação, trata-se de uma leitura contemporânea do seu arquivo vivo, um exercício de escuta e reinvenção que reafirma a vitalidade do seu legado. O álbum será editado no dia 26 de junho.

“A Lux Records faz parte da banda sonora de Coimbra e da música portuguesa das últimas três décadas. Com o ‘A date with Lux’, procurei revisitar algumas das canções e discos que marcaram a história da editora, respeitando a sua essência, mas dando-lhes uma nova vida. Foi um desafio estimulante e uma oportunidade para celebrar um catálogo extraordinário que continua a inspirar músicos e ouvintes.”
— John Mercy

Rui Ferreira tem sido descrito como uma das figuras centrais da música independente portuguesa (Rui Miguel Abreu in Rimas e Batidas), articulando ao longo de décadas uma atividade intensa entre edição, produção, curadoria e divulgação musical. “A Lux Records nunca foi apenas uma editora. Foi e continua a ser uma forma de estar na música. Este disco do John Mercy não olha apenas para trás: ele reescuta tudo o que fomos capazes de construir ao longo destes 30 anos e devolve-nos isso com uma nova luz. É um gesto de continuidade, mas também de reinvenção”, afirma.

A Lux Records celebra assim três décadas de atividade com um projeto que reforça o seu ADN: risco artístico, proximidade às bandas e uma ligação profunda à cidade de Coimbra, onde tudo começou e onde continua a nascer parte significativa do seu futuro.

Ouvir disco aqui

quem é Rui Ferreira?

Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.

É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.

Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.

Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portuga


Fotografia de Tatiana Lages

NOVO SINGLE DE RØVIN


Depois de se estrear com “Não Pode Chover”, RØVIN apresenta agora “Motard”, novo single que cruza duas das grandes paixões do artista: a música e o universo das motas. Integralmente composto, interpretado e produzido por Rui Santos, o tema aprofunda o percurso iniciado no lançamento de estreia, reforçando uma abordagem assente na experiência pessoal e na observação direta do quotidiano. 

Em “Motard”, a mota surge menos como objeto e mais como estado de espírito. A canção parte da sensação de liberdade, foco e entrega associada à condução, transformando essa experiência numa metáfora para a suspensão momentânea do ruído exterior. “Andar de mota é entrar noutra dimensão. Sem distrações, rádios ou telemóveis. É entrega absoluta e profunda à experiência”, explica o artista.

A partir dessa ideia, o tema desenvolve-se como uma celebração da presença e da atenção ao momento. Num tempo marcado pela dispersão constante e pela multiplicação de estímulos, “Motard” procura capturar um espaço raro de concentração, onde o movimento, a paisagem e o corpo convergem numa mesma experiência sensorial.

Tal como no single de estreia, Rui Santos assume integralmente a composição, interpretação instrumental e vocal da canção, reforçando a dimensão autoral do projeto. A mistura e masterização ficaram novamente a cargo de André Louro, colaborador já presente em “Não Pode Chover”, contribuindo para a consolidação da identidade sonora de RØVIN.

Por trás do projeto encontra-se um percurso profundamente marcado pela escuta. Desde a infância, Rui Santos cresceu rodeado por jazz, blues, big band, rock e pop dos anos 70, influências transmitidas pelo pai através de longas sessões de audição com auscultadores, experiência que viria a moldar de forma duradoura a sua relação com a música.

A aprendizagem instrumental surgiu mais tarde, já na idade adulta, quando recebeu a primeira viola aos 22 anos. Totalmente autodidata, foi construindo ao longo dos anos uma relação próxima com a guitarra, o piano e a composição, desenvolvendo uma prática diária assente na curiosidade, na persistência e na experimentação.

Depois de um percurso profissional ligado às áreas da gestão, foi a descoberta das ferramentas digitais de produção musical e o aprofundamento do universo da composição que permitiram transformar um interesse de longa data num espaço de criação regular. O projeto RØVIN nasce precisamente dessa vontade de dar forma pública a canções construídas de forma independente, música a música, sem pressas e sem fórmulas pré-definidas.

Com “Motard”, RØVIN dá continuidade a esse percurso, apresentando uma canção que transforma uma experiência pessoal numa reflexão mais ampla sobre liberdade, presença e ligação ao momento. Um tema onde a estrada funciona simultaneamente como destino, paisagem e metáfora para uma forma particular de estar no mundo. 

ELECTRIC MAN EDITA DISCO DE COVERS















O projeto a solo de Tito Pires reúne reinterpretações marcantes e apresenta uma versão inédita e surpreendente de "Cristina (Beleza é fundamental)", dos históricos Roquivários.

O projeto Electric Man, alter-ego sónico do músico Tito Pires, acaba de lançar "Covers", um álbum que celebra a arte da reinterpretação e junta, pela primeira vez no mesmo registo, as versões que têm marcado a identidade e o percurso do projeto desde a sua fundação. O disco já se encontra disponível nas plataformas digitais e em formato físico [adaptar se não houver formato físico].

Mais do que uma mera compilação, "Covers" é um espelho do ecletismo e da liberdade criativa que definem esta one-man band. O alinhamento viaja pelo pós-punk, pelo rock alternativo e pelo punk nacional, transformando temas icónicos através da habitual alquimia do projeto: batidas eletrónicas, guitarras em loop, sintetizadores, devaneios de theremin e uma voz magnética.
A Grande Novidade: "Cristina (Beleza é fundamental)"

Embora o disco reúna várias pérolas já lançadas anteriormente pelo músico, guarda um trunfo exclusivo para os ouvintes: uma versão totalmente inédita de "Cristina (Beleza é fundamental)", o clássico e irreverente tema dos Roquivários que marcou o rock português dos anos 80. Electric Man puxa a canção para o seu universo analógico-digital, injetando-lhe uma urgência contemporânea sem perder a mística do original.

Alinhamento do Álbum "Covers":

Hong Kong Garden (original de Siouxsie and the Banshees)
Mother (original de Danzig)
New Wave (original de The Parkinsons)
Cristina (Beleza é fundamental) – TEMA INÉDITO (original de Roquivários)
Glories & Jewels (original de New Connection)
Something In The Way (original de Nirvana)

"Fazer versões nunca foi apenas replicar; para mim, é desarmar a canção e reconstruí-la com as minhas próprias ferramentas e obsessões" Tito Pires.

O disco Covers já se encontra disponível nas habituais plataformas digitais, sendo também possível fazer download do mesmo AQUI ou em electricman.bandcamp.com

Nascido em 2015 da necessidade insaciável de Tito Pires criar música em total liberdade — longe da vulnerabilidade e das dinâmicas das bandas tradicionais —, Electric Man é um manifesto de autonomia artística.

Com o álbum homónimo de estreia (2015), o projeto fez-se à estrada, somando palcos de norte a sul de Portugal. Em 2017, com Electric Domestique, Tito explorou os limites da produção caseira e da intimidade sónica. Mais recentemente, em 2025, editou Dream It Yourself, um trabalho cozinhado em lume brando que consolidou o projeto no panorama alternativo nacional. Agora, "Covers" surge como a ponte perfeita entre o passado e o futuro de um dos projetos mais singulares da música independente portuguesa.

GABCI COM NOVO SINGLE



Gabci apresenta “Vanity Queen”, novo single já disponível nas plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe realizado por Jhon Rangel. O tema surge como mais um avanço para o álbum de estreia da artista, aprofundando o universo eletrónico, darkwave e synth-pop que tem vindo a marcar o seu percurso.

“Vanity Queen” desenvolve-se a partir de um imaginário urbano onde a cidade, a noite e a pista de dança se cruzam para dar forma a uma personagem feminina marcada pela presença, pela atitude e pelo controlo da sua própria imagem. Entre o glamour e a distância emocional, a canção observa uma figura que se move num território de autoconstrução permanente, onde a confiança exterior convive com fragilidades menos visíveis.

Por detrás da superfície cuidadosamente construída, o tema deixa entrever pequenas fissuras que questionam a ideia de perfeição. É precisamente nessa tensão entre força e vulnerabilidade que “Vanity Queen” encontra o seu centro narrativo, explorando a ambiguidade de uma personagem que parece dominar o espaço à sua volta, mas que continua sujeita às incertezas e contradições da experiência humana.

A canção afirma-se através de uma estética eletrónica marcada por pulsação constante, texturas sintéticas e uma energia assumidamente citadina. Entre movimento e contemplação, confiança e caos interior, o tema constrói um ambiente onde a identidade surge como algo em permanente transformação. A música, letra e produção são assinadas pela própria Gabci, reforçando a dimensão autoral do projeto.

A voz foi gravada no Largo Recording Studio. A mistura ficou a cargo de Ruca Lacerda, enquanto a masterização foi assegurada por Frederico Cristiano.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Jhon Rangel, que prolonga visualmente o universo da canção através de uma abordagem centrada na estética urbana e na construção da personagem. Embora mantendo a energia e o imaginário associados ao tema, o vídeo transporta a narrativa para um contexto diurno, reforçando a ideia de que a identidade da protagonista não depende do espaço ou da hora do dia, mas da forma como escolhe ocupar o mundo à sua volta.

Gabci é produtora, cantora, compositora e DJ. O seu trabalho desenvolve-se a partir do cruzamento entre eletrónica, darkwave e synth-pop, combinando uma forte componente vocal com uma abordagem performativa marcada pela expressividade e intensidade emocional

Licenciada em Canto Jazz pela ESMAE e formada em DJ e Produção Musical pela ProDJ, a artista tem vindo a construir um percurso centrado na criação de música original. Depois de editar quatro singles e de atuar em espaços como o Mavy, Uncle’s Joe e Hard Club, bem como no evento Noite do Cometa, encontra-se atualmente a preparar o seu primeiro longa-duração.

Em palco, apresenta-se em formato duo, conjugando voz, teclas e eletrónica num espetáculo que privilegia a interpretação, a presença e a construção de ambientes imersivos.

Com “Vanity Queen”, Gabci continua a desenvolver uma linguagem artística assente na relação entre identidade, emoção e estética contemporânea, propondo uma reflexão sobre as imagens que projetamos e as fragilidades que persistem por detrás delas.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

PROGRAMA DE 25/06/26

1 - puto bacoco - Estes dias
2 - Luiz Caracol - Eu vi este povo lutar
3 - Esteves Sem Metafísica - Balada da debutante
4 - Mia Tomé - Pudesse eu infinita cavalgar
5 - Samuel Úria - Quem me acende a voz
6 - Baleia Baleia Baleia - Hedoninho
7 - Celso - Indiecorno
8 - André Henriques - De tudo o que fugi
9 - Ezequiel - Portugalidade
10 - David Fonseca - Amor sem pressa
11 - Mara - Só gente
12 - Maripool - Crossing
13 - Dominus Mortalis - The smile i wear
14 - Soundscapism Inc. - All the rage

SALÂO BRAZIL CELEBRA 100 ANOS

 














Fotografia do Largo do Poço na década de 20 | Autor desconhecido | Arquivo JACC

Concertos, exposições, visitas, arte participativa e o regresso do histórico Baile da Rosa marcam o arranque das comemorações do centenário de um dos edifícios mais emblemáticos da Baixa de Coimbra.

O Salão Brazil celebra, em 2026, o seu centenário. Para assinalar os 100 anos de história de um dos edifícios mais emblemáticos da Baixa de Coimbra, o Jazz ao Centro Clube promove um programa comemorativo que se estenderá ao longo do ano e que tem início a 4 de julho, Dia da Cidade, com uma grande festa de entrada livre entre o Largo do Poço, a Praça do Comércio e o próprio Salão Brazil.

A celebração assinala o centenário da primeira ocupação comercial conhecida do edifício, a Panificação de Coimbra, instalada em 1926. Ao longo de um século, o Salão Brazil acolheu diferentes atividades e funções como padaria, salão de jogos, pensão, restaurante e espaço cultural, acompanhando as transformações da cidade e afirmando-se como um lugar de encontro para sucessivas gerações de habitantes, trabalhadores, estudantes e visitantes.

Mais do que uma evocação do passado, o Centenário do Salão Brazil pretende valorizar o legado deste edifício e reforçar a sua ligação à cidade, convocando a comunidade a participar na construção dos seus próximos capítulos.

Um dos momentos centrais da programação será a apresentação pública dos resultados da primeira oficina do LabCC – Laboratório de Cidadania e Cocriação do Salão Brazil. Criado pelo Jazz ao Centro Clube na sequência do processo participativo Ca(u)sa Comum iniciado em 2025, o laboratório reúne cidadãos, vizinhos, comerciantes, estudantes, artistas, investigadores, técnicos e instituições para imaginar, testar e concretizar soluções que tornem o Salão Brazil e o Largo do Poço espaços mais acessíveis, acolhedores e preparados para novas experiências culturais e comunitárias.

Através da oficina “Ensaiar a Cidade”, serão pensadas intervenções que procuram melhorar a acessibilidade do rés do chão do edifício, reforçar a ligação entre o Salão Brazil e o Largo do Poço e contribuir para a reativação e valorização deste espaço público, incluindo a sua fonte histórica. Os resultados deste trabalho serão apresentados ao longo do dia 4, permitindo ao público conhecer propostas concretas para a transformação deste território no coração da Baixa de Coimbra.

O programa inclui ainda a exposição Flores de Coimbra, de Carlos Costa, a Casa Aberta “ Há Mais Salão”, o concerto de Sara Serpa e Matt Mitchell, e a apresentação de Corrupted Memories // Future Ruins, por Caucenus & Zhang Qinzhe, no Salão Brazil.

A noite culmina com o regresso do histórico Baile da Rosa com o grupo Telefonia, uma tradição com raízes na história social e cultural de Coimbra. Recuperado especialmente para assinalar o Centenário do Salão Brazil, o Baile da Rosa voltará a ocupar o espaço público, transformando a Praça do Comércio num grande salão ao ar livre e convidando pessoas de todas as idades a participar numa festa popular aberta à cidade.

A escolha do Dia da Cidade para o arranque das comemorações reflete a convicção de que o Salão Brazil é um projeto profundamente ligado a Coimbra e à sua comunidade.

As comemorações no dia 4 de julho do Centenário do Salão Brazil são promovidas pelo Jazz ao Centro Clube, com o apoio da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, do Município de Coimbra e do projeto europeu EMCCINNO – Empowering CCIs to Boost Systemic Innovation for Sustainable Climate Transition, financiado pelo programa Horizonte Europa da União Europeia.

Programa | 4 de julho com entrada livre

Manhã Mostra dos resultados das intervenções do LabCC – Laboratório de Cidadania e Cocriação | Largo do Poço
Casa Aberta “Mais Salão” | Salão Brazil
Exposição Flores de Coimbra, de Carlos Costa | Salão Brazil

Tarde Casa Aberta “Há Mais Salão” | Salão Brazil
Concerto Sara Serpa & Matt Mitchell | Salão Brazil
DJ Sets

Noite Baile da Rosa com Telefonia | Praça do Comércio
Caucenus & Zhang Qinzhe – Corrupted Memories // Future Ruins | Salão Brazil

DAVID FONSECA DESACELERA O TEMPO EM “AMOR SEM PRESSA"
















“Escrever canções é um exercício de observação constante. Os olhos postos nos pequenos e grandes pormenores do mundo, a dar passos para trás e para a frente de forma a ver outras perspectivas. Ou então a olhar para dentro do poço que cada um encerra em si, a fazer descer o balde na esperança de trazer à tona algo mágico. ‘Amor Sem Pressa’ nasce da mistura de vários quadros vivos: por um lado, a correria de um mundo moderno que nos exige um sucesso concreto e idealizado na vida emocional, um desígnio que temos de cumprir sem sabermos bem porquê; por outro, a minha experiência pessoal como pai recente, a reorganizar prioridades e vivências. A canção é um convite a desacelerar, a retirar o peso que o tempo quer exercer sobre nós num mundo rápido demais, a deixarmo-nos ir sem calcular constantemente o destino.”

David Fonseca

David Fonseca lança hoje "Amor Sem Pressa", segundo single de avanço do seu novo álbum de originais em português. É uma canção sobre o amor e o tempo que nasce do confronto entre a pressão do mundo exterior e a descoberta de uma nova ordem emocional, a de que o amor pode chegar sem urgência, sem cálculo e sem destino previamente desenhado.

Inspirado também pela experiência recente da paternidade, David Fonseca transforma essa reorganização de prioridades numa reflexão mais ampla e universal. “Amor Sem Pressa” não fala apenas de um amor concreto, mas da possibilidade de viver qualquer forma de amor com mais presença, mais entrega e menos medo de não chegar a tempo.

“Amor Sem Pressa” sucede a “Nada a Perder”, primeiro single do décimo álbum de originais em nome próprio de David Fonseca, previsto para 2026. Este novo disco marca um momento particularmente significativo na sua carreira, ao assumir-se como um trabalho inteiramente cantado em português e ao abrir uma nova fase autoral depois da celebração dos seus 25 anos de percurso a solo.

Estas novidades surgem após um ano histórico para David Fonseca, que celebrou 25 anos de carreira a solo com uma digressão que percorreu o país de norte a sul. Ao longo de mais de duas décadas e meia, editou 14 álbuns de estúdio e inúmeros singles que se tornaram referência, como “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “Deixa Ser” ou “Someone That Cannot Love”, mantendo uma presença sólida, consistente e profundamente ligada ao público.

O novo álbum será apresentado ao vivo em 2026, em dois concertos especiais, no dia 21 de novembro, na Super Bock Arena, no Porto, e no dia 28 de novembro, no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

FICHA TÉCNICA
“Amor Sem Pressa” – David Fonseca

Letra e música: Little David Boy
David Fonseca: voz, guitarra acústica e eléctrica, teclados, programações
Nuno Simões: baixo
Sérgio Nascimento: bateria

Gravado no estúdios El Bitcho por David Fonseca e Slow Music Studios por Nuno Simões
Misturado e masterizado por João Bessa

26 de junho - Festival N2, Chaves
27 de junho - Festas de São João e da Cidade, Entroncamento
10 de julho - 55.ª Circuito Internacional de Vila Real, Vila Real, Vila Real
24 de julho - Festa M80, Wow, Vila Nova de Gaia
15 de agosto - A anunciar
16 de agosto - A anunciar
11 de setembro - Poiartes, Vila Nova de Poiares
10 de outubro - A anunciar
21 de novembro - Super Bock Arena, Porto
28 de novembro - Sagres Campo Pequeno, Lisboa
04 de dezembro - Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
18 de dezembro - Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo

SENSIBLE SOCCERS EDITAM SEGUNDO EP DE REMISTURAS DE TEMAS INÉDITOS















Créditos: Vera Marmelo

Como prometido, 2026 está a ser um ano com várias novidades discográficas de Sensible Soccers. O principal destaque é o novo longa-duração que a banda nortenha se prepara para lançar na rentrée, mas a antecipar esse momento há a edição de 2 EPs de remisturas de novos temas. Todos estes lançamentos têm o selo da 8mm Records.

O primeiro EP, Sensible Soccers Vs Mad Professor EP#1 Dub Versions, que chegou no dia 8 de maio – e se encontra praticamente esgotado – contou com 3 temas inéditos remisturados por Mad Professor, lendário produtor britânico de origem guianense e pioneiro do dub moderno.

No dia 26 de junho será editado um segundo EP, Sensible Soccers Vs Artists EP#2 The Remixes, também ele dedicado a remisturas de novos temas, que contará com a participação de nomes de referência na música eletrónica contemporânea: Danilo Plessow (Motor City Drum Ensembe), Peaking Lights e Tolouse Low Trax.

No dia 25 de Junho, véspera do lançamento, haverá uma “Listening Party” deste novo EP no Fiasco (Porto), numa noite que contará ainda com a participação de Tolouse Low Trax, produtor alemão responsável pela remistura que abre este segundo EP.

Por sua vez, o novo disco de longa duração de Sensible Soccers, sucessor de Manoel (2021) chegará em setembro.

Os Sensible Soccers são André Simão, Hugo Gomes, Manuel Justo e Sérgio Freitas, juntando-se-lhes em palco João Nuno Vilaça.

Depois de várias edições iniciais — um EP em 2011, Fornelo Tapes Vol. 1 e o single “Sofrendo Por Você” —, a banda lançou em 2014 o seu primeiro álbum, 8, destacado pela imprensa nacional como um dos discos portugueses do ano. Em 2016 editaram Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro. Seguiu-se Aurora (2019), produzido por B Fachada. Durante a pandemia, o grupo compôs novas bandas sonoras para os filmes Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade, de Manoel de Oliveira, trabalho que deu origem a Manoel, o quarto álbum da banda.

Desde o final de 2024, os Sensible Soccers dedicam-se à criação de um novo disco, que chegará na rentrée deste ano.

PEDRO MOUTINHO E HÉLDER MOUTINHO JINTOS EM PAlCO

 











Depois da bem sucedida apresentação na Casa da Música, no Porto, o espetáculo "Poetas Convidados" de Pedro Moutinho e Hélder Moutinho, chega ao São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, dia 1 de julho. 

"O Fado aconteceu, na Casa da Música. Aconteceu naquele lugar raro em que quem canta, quem toca e quem escuta passa a fazer parte da mesma emoção. No Porto, sentimos essa aura formar-se em palco e tocar-nos a todos. Cantar juntos este repertório, tão especial para nós, confirmou aquilo que já tínhamos sentido nos ensaios: “Os Poetas Convidados” é um encontro vivido com verdade, cumplicidade e uma enorme alegria", referem Pedro e Hélder Moutinho, em jeito de agradecimento: "Obrigado, Porto, pela forma como receberam e devolveram esta emoção."

Dos autores populares aos nomes maiores da literatura da segunda metade do século XX, sem esquecer os novos criadores do final do século, a palavra ocupa o centro do palco em "Poetas Convidados" numa celebração rara, um encontro há muito aguardado em palco, dos irmãos Pedro e Hélder Moutinho.

Os bilhetes para o concerto no São Luiz Teatro Municipal estão à venda nos locais habituais e on-line. Este concerto conta com o apoio do Montepio Associação Mutualista, da RTP Antena 1 e da RTP.

Após estas apresentações especiais, Pedro Moutinho e Hélder Moutinho levam "Poetas Convidados" à Festa do Avante, dia 6 de setembro; e ao Cineteatro Louletano, dia 13 de setembro.

CELSO APRESENTAM NOVO ÁLBUM NO PORTO ESTA SEXTA-FEIRA, DIA 26 DE JUNHO





















A banda indie rock lisboeta ruma à Cidade Invicta para divulgar o segundo disco "INDIECORNO" no Maus Hábitos, pelas 21h00

BILHETES

Os CELSO editaram o segundo trabalho de originais no dia 26 de fevereiro e apresentaram-no ao vivo exatamente um mês depois, a 26 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. No dia 26 de junho, João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) vão estar no Porto, para um concerto no Maus Hábitos. Na bagagem segue "INDIECORNO", um álbum sobre caos geracional escrito pela banda lisboeta e coproduzido maioritariamente com Pedro Joaquim Borges (João Borsch, NAPA).

O novo espetáculo, contam os CELSO, é "mais contundente, mais estético, com uma sonoridade aprimorada que nos obriga a trazer novas soluções para o palco - o nosso vocalista João Paixão vai estar mais livre para cantar e explorar o espaço à sua volta, a qualidade do som terá maior prioridade e o concerto vai ser mais marcante. Vamos tocar o disco na íntegra mas, quem sabe, se não tocamos também alguns temas antigos".

Em relação a "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", de 2021, "INDIECORNO" apresenta uma banda mais madura, que assume o controlo criativo sobre a sua obra e, assim, ganha impulso para um salto rumo a uma sonoridade renovada. Os CELSO descrevem esta fase como "um reflorescer por completo. Embora seja o nosso segundo disco, assume-se como aquele em que verdadeiramente tivemos o maior controlo da estética, produção e sonoridade. Isso deve-se, principalmente, ao facto de ter sido 100% gravado e maioritariamente produzido por nós, num processo muito cerebral em que a própria produção se mistura com a composição".

Nas palavras dos CELSO, "INDIECORNO" é o adjetivo que "sintetiza a experiência de uma pessoa nos seus 20s, a simplicidade parva e contundente que revela o caos geracional em que estamos. Conseguimos identificar claramente as experiências dos últimos anos da nossa vida neste álbum. Nele estão espelhadas as nossas novas ansiedades: deixar de estudar e passar a trabalhar; a decadência da nossa geração, minada pelas câmaras de eco da internet; as nossas tentativas de fuga desta realidade... "INDIECORNO" é a síntese sonora e temática de todos os indiecornos da tuga. Somos todos indiecornos e o álbum é dedicado a todos os indiecornos".

O início do universo do álbum "INDIECORNO" começou com o single 'LUCi', ao qual se seguiu 'DOPAMINADO', com rotação na Antena 3, e 'INDIECORNO', com rotação na Antena 1, Antena 3, Futura, Radar e RUM. Do alinhamento constam, ainda, faixas como 'FLORESFALSAS' - com rotação na Antena 3 -, 'V-VOADOR' - com rotação na Radar -, 'ARES' ou 'ATRIZA', num total de 14 faixas. A narrativa e a sonoridade do disco, uma mistura aguerrida de eletrónica, folk, indie e pós-punk, reflete-se na forma como a banda se apresenta ao vivo.

Após terem atuado na abertura do concerto dos australianos The Cat Empire no Campo Pequeno, em Lisboa, e de de terem passado por palcos como o da Casa Capitão, também em Lisboa. os CELSO rumam agora ao Porto, para se apresentarem no Maus Hábitos, dia 26 de junho, às 21h00. "INDIECORNO" está disponível em todas as plataformas digitais

A música uniu um grupo de amigos a terminar o secundário por volta de 2017. Nasceram assim os CELSO, banda lisboeta que se assume como alternativa com toques de eletrónica, folk, indie e pós-punk, uma sonoridade que João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) descrevem como celsofilia.

O primeiro álbum dos CELSO, "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", foi editado em 2021 e colocou a banda no mapa da cena indie, por conta de canções como 'Bate-Papo', 'Queimar Tempo', 'Rambóia' e 'Más Línguas'. Gravado e produzido maioritariamente por Artur Gomes da Costa, com mistura e masterização de Luís Montenegro, o disco deu a conhecer oito faixas sobre vários paradoxos e contra sensos sonoros e temáticos, com recurso à “portugalidade” e ao tradicional, com espaço para experimentação, ligeira galhofa e esporádica subversão. "Não Se Brinca Com Coisas Sérias" passou por palcos como o Musicbox, Capitólio, Mouco e Plano B e levou o grupo a festivais como o MIL Lisboa e a Festa do Avante.

Em 2023 os CELSO deram início a um novo universo narrativo com o single 'LUCi', uma distopia digital e ultra tecnológica baseada numa realidade desconcertante. Seguiu-se 'DOPAMINADO' - com rotação na Antena 3 -, de 2024, uma celebração do caos que é o mundo atual, e 'INDIECORNO', lançado em 2025 - com rotação na Antena 1, Antena 3, Radar, RUM e Futura - e descrito pela banda como uma ode autocrítica aos putos alternos e uma celebração mordaz da cena musical nacional. Foi com estas três canções que os CELSO deram o mote para o segundo álbum, "INDIECORNO", já disponível em todas as plataformas digitais. No segundo disco do seu percurso, a banda assume total controlo criativo e apresenta um conjunto de canções que exploram a experiência de caos geracional de uma pessoa nos seus 20s. 'ARES', 'V-VOADOR' - com rotação na Radar - e 'FLORESFALSAS' - com rotação na Antena 3 - também integram o alinhamento do disco. 

RUMIA REGRESSA COM O NOVO SINGLE 'BB IF YOU'D HAVE ME'















RUMIA regressa com 'bb if you’d have me', o primeiro tema inédito desde o lançamento do seu segundo álbum, 'Old Enough To Save Myself', editado em abril do ano passado. Um disco que marcou uma nova etapa na carreira da artista e impulsionou uma digressão internacional que passou por Portugal, Espanha, Alemanha, Japão e Coreia do Sul.

Assente num universo pop emocionalmente intenso, 'bb if you’d have me' explora a obsessão, o desejo e a projecção emocional sobre alguém desconhecido. Produzida por Rumia, Denis Granan e Ed Is Dead, músico e produtor espanhol com uma forte ligação à cena electrónica, a canção combina sintetizadores luminosos, texturas electrónicas e uma tensão constante entre vulnerabilidade e impulso, traduzindo a vertigem de uma atracção imediata e avassaladora.

O lançamento surge numa altura particularmente marcante para a artista, que sobe já este fim de semana ao palco do Festival N2, em Chaves, no dia 26 de junho, seguindo depois para o Festival Astro Labia, em Vigo, a 2 de julho. O ponto alto do verão de Rumia será a estreia no NOS Alive, onde actuará a 9 de julho, integrando o cartaz de um dos mais prestigiados festivais europeus e assinalando um dos momentos mais relevantes da sua trajectória até ao momento.

Sobre RUMIA:

Com uma herança cultural que atravessa Portugal e Espanha, Rumia tem-se vindo a afirmar como uma das vozes mais singulares da pop electrónica europeia. Com uma sonoridade única combina nostalgia e modernidade, fundindo elementos electrónicos com instrumentação orgânica, o que a torna uma das artistas mais promissoras do panorama musical nacional.

O álbum de estreia, 'Forget Me Not' (2022), marcou o início da sua projeção internacional, recebendo destaque em países como Espanha e Estados Unidos.

Em 2025, Rumia lançou o seu segundo álbum, 'Old Enough To Save Myself', um trabalho que evidencia a sua maturidade artística. Deste álbum destacam-se singles como 'Emergency', 'Role Model' e uma versão muito pessoal de 'Desfado', originalmente interpretado por Ana Moura.

Com este disco, a artista embarcou numa digressão internacional de mais de trinta concertos, passando por Portugal, Espanha, Alemanha, Japão e Coreia do Sul. Para coroar um ano de enorme sucesso, Rumia foi uma das vencedoras dos Prémios Martín Códax da Música, em Espanha.

Em 2026, Rumia continuará a levar 'Old Enough To Save Myself' aos palcos internacionais, enquanto prepara novas canções que prometem expandir ainda mais o seu universo sonoro. O Palco WTF Clubbing, no dia 9 de julho, será uma das principais etapas desta viagem, na 18.ª edição do NOS Alive.

RÁDIO QUÂNTICA APRESENTA ANO Q





















Nos dias 25 e 26 de setembro de 2026, a Rádio Quântica apresenta a 6ª edição do seu festival comunitário sem fins lucrativos, Ano Q.

Em dois dias, num espaço histórico de Lisboa - Galeria Zé dos Bois - este evento celebra algumas das iterações sonoras mais intrigantes da cena portuguesa, com artistas emergentes ou comunidades tipicamente marginalizadas ao lado de artistas pioneiros mas sub-representados.

Esta edição propõe uma viagem sonora sem pressa, que atravessa geografias e linguagens musicais distintas - de Angola a Braga, do violino exploratório ao jungle mais cru - sempre fiel ao espírito comunitário que define a Rádio Quântica desde a sua fundação.

Na programação, Nazar traz experimentação ao kuduro de origem angolana, cruzando os ritmos de Luanda com electrónica desconstruída, editado pela seminal editora britânica Hyperdub. kilombo kosmico, um projeto de Xullaji e de Peles Negras Máscaras Negras que inclui repertório musical e de spoken word de Xullaji, Prétu e outros numa abordagem mais experimental e expansiva. Helena Silva apresenta o seu violino sónico e exploratório, construindo camadas ambientais e cinematográficas a partir de um instrumento clássico. Isma(el), realizador, vocalista e compositor do coletivo The Blacker The Berry traz afro-futurismo e alma à sua performance especialmente desenhada para o festival. Suzana Francês numa fusão pessoal entre raízes angolanas e cabo-verdianas, em que a sua formação clássica de violino se reinventa com voz e composição de canções. Má Estrela, projeto que junta Pedro Alves Sousa (saxofone tenor e eletrónica), Simão Simões (eletrónica), Bruno Silva (eletrónica), Gabriel Ferrandini (bateria e eletrónica) e Bruna de Moura (baixo elétrico) mistura jazz, dub e electrónica numa proposta hipnótica e ritualística. A dupla LANDA traz-nos um concerto intenso mas intimista, com uma poética muito própria, fazendo encontrar a tradição e a inovação com Cabo Verde e Portugal na sua pulsação. Anrimeal tbcp Ana Alves, natural do Porto, cria e manipula canção folk digital a partir da sua base actual em sul de Londres, recorrendo aos princípios pós-minimalistas de textura, limitação e repetição. Vibrartes, coletivo que junta improvisação musical de géneros tão diferentes como trap, afro, pop e alternativo com saxofone ao vivo. David J Amado, artista multifacetado jamaicano-americano radicado em Lisboa e o rosto do projeto Ballet Para Todos traz ao Ano Q uma performance onde dança e música se cruzam de forma aberta e inclusiva. Mix'Elle, vinda de Braga, traz breaks engenheirados com precisão e linhas de baixo tensas, trabalhadas em décadas na booth e no home studio que a transformaram numa das mais respeitadas veteranas do drum n bass. Para completar, apresentamos um DJ set de Tendency, natural do Porto, conhecido por desconstruir a noção clássica de set ao vivo, com sampling, loops e efeitos em tempo real, num som futurista e minimal que olha sempre em frente.

O ANO Q 2026 reúne uma seleção diversificada de projetos artísticos que desafiam as fronteiras do mainstream através da sua prática. A programação deste festival representa a resistência directa aos eventos que priorizam o lucro - procurando oferecer uma alternativa ao status quo de uma Lisboa cada vez mais gentrificada, onde uma polida padronização cultural imposta de cima ou de fora se tornou a norma.

MARIPOOL ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA

Nascida em Lisboa e residente em Londres, a compositora Maripool (nome artístico de Natacha Simões) anuncia o lançamento do seu álbum de estreia, Rotten Luck, uma obra introspectiva que capta a complexidade da identidade, da memória e do regresso às origens. Misturando shoegaze e indie alternativo, o disco mostra Simões a ultrapassar os limites dos seus EPs anteriores para criar algo mais expansivo, colaborativo e emocionalmente direto.

Hoje, Maripool partilha o novo single “Crossing”. Inspirada pela ponte que liga Lisboa a Almada, a canção reflete sobre a infância e a família de Simões. “Esta música é inspirada por uma ponte que liga Lisboa a Almada”, explica. “As minhas memórias favoritas de infância são de atravessar essa ponte com os meus pais em dias de verão. O sitio onde fiz a residência tinha vista para essa ponte e, ao olhar para ela todos os dias, regressaram várias memórias da minha infância, da minha mãe e do meu pai, e de todas as vezes em que atravessámos a ponte.”

Rotten Luck foi escrito durante uma residência artística de um mês em Lisboa, em janeiro de 2025, e foi moldado tanto pelo isolamento como pela reconexão. Instalado num antigo edifício de pescadores, do outro lado do rio, o ambiente impôs uma quietude que definiu o processo de escrita de Simões. Os dias eram« muitas vezes passados em silêncio, observando o rio ou escrevendo de forma
intensa e intermitente, enquanto as noites traziam o regresso à cidade e areconexão com uma vida passada.

Esta dualidade está no centro do álbum. Ao longo do disco, Maripool explora temas como deslocação, migração e a tensão entre passado e presente. Tendo deixado Lisboa ainda adolescente, regressar à cidade tornou-se uma confrontação com a sua identidade. Não apenas com quem se tornou, mas também com quem um dia tentou deixar para trás. Como a própria descreve, o álbum reflete “o processo de descobrir com uma parte de mim que nunca desapareceu por completo... confrontando quem sou quando tudo o que é externo desmorona”.

O título do álbum, retirado de uma das canções escritas durante a residência, encapsula esta paisagem emocional: um acerto de contas silencioso com erros do passado e a busca pela identidade que se seguiu. Em termos sonoros, Rotten Luck marca um novo capítulo, afastando-se do processo solitário que caracterizou os lançamentos anteriores de Maripool e aproximando-se de uma forma mais colaborativa de criar música. Gravado no sul de Londres com Joseph Futak (Tapir!, Piglet), o álbum conta pela primeira vez com a participação da sua banda ao vivo, permitindo que as canções ganhassem forma organicamente em estúdio. Muitas delas chegaram apenas esboçadas, evoluindo através da experimentação em vez de uma intenção rígida. Um processo que confere ao disco uma sensação de imediatismo e imprevisibilidade.
Ao longo de Rotten Luck, fragmentos do passado - gravações em VHS, memórias de infância e relações meio esquecidas - não são apenas mencionados, mas incorporados na própria música, reforçando a tensão central do álbum entre quem fomos e quem nos tornamos.

As influências de artistas como Alex G, Feeble Little Horse e Wednesday fazem-se sentir ao longo do disco, juntamente com ecos de Duster e Sonic Youth. Ainda assim, o álbum estabelece-se num território sonoro muito próprio, equilibrando texturas nebulosas e distorcidas com um núcleo emocional cru e sem filtros.

Para além da música, Rotten Luck é um universo artístico plenamente concretizado. Simões criou toda a arte visual do álbum e trabalhou de perto com a sua irmã, Carina Simões, e com amigos nos elementos visuais, mantendo o espírito DIY (faça você mesmo) que define Maripool desde o início.

Desde o lançamento do single de estreia “Blindness”, em 2021, que recebeu apoio inicial de publicações como DIY e So Young, Maripool tem vindo a construir um espaço próprio marcado pela introspeção e pela atmosfera. Os EPs It All Comes At Once (2022) e a day that feels like nothing at all (2024) lançaram as bases para um álbum de estreia que soa simultaneamente como uma culminação e um ponto de
viragem.

Depois de já ter partilhado palco em Londres com bandas como Feeble Little Horse, Squirrel Flower e They Are Gutting a Body of Water, Rotten Luck encontra Maripool a assumir plenamente a sua voz artística — abraçando a imperfeição, a colaboração e o desconhecido.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

PROGRAMA DE 24/06/26

1 - Decline And Fall - Lost astray
2 - Wolf X - Abyss
3 - Bernardo Devlin - An old blood stain
4 - Lisboa Negra - Morremos sós
5 - Espelho Mau - Silhuetas na escuridão
6 - The Dreams Never End - Alma partida
7 - Ezequiel - Portugalidade
8 - André Henriques - Platão pediu um gin

9 - Marta Pereira da Costa - Tom Waits (c/ Ivan Melón Lewis)
10 - Cristina Branco - Verdes são os campos
11-  Gisela João - Acordai
12 - Lina_ & Marco Mezquida - Senhora do almortão
13 - Aldina Duarte - A dúvida
14 - Sara Correia - Roupa ao sol (c/ A garota não)

SMORRA RECORDS ESGOTA CASA CAPITÃO E ANUNCIA NOVO ÁLBUM "JON"















Fotografias: Lucas On View

O coletivo revelou o próximo projeto, que estará disponível já no dia 26 de junho, durante o primeiro concerto em nome próprio, esgotado, em Lisboa.

A SMORRA Records deu mais um passo na sua afirmação no panorama musical nacional ao esgotar o primeiro concerto em nome próprio, na passada sexta-feira, 19 de junho, na Casa Capitão em Lisboa.

Perante uma sala lotada, o coletivo aproveitou a ocasião para apresentar ao vivo alguns dos temas que têm conquistado o público português e aproveitaram para anunciar "JON", o próximo álbum, que estreia já esta sexta-feira, dia 26 de junho. O concerto confirmou o crescente interesse em torno do universo criado pelo projeto, que cativa não só o público como a crítica musical, com a sua identidade e sonoridade distinta dentro do hip hop nacional.

Nascida de forma orgânica entre amigos de longa data, a SMORRA Records tem o Porto na sua identidade, mas é inclusiva e homenageia uma cultura ligada à portugalidade que nos conecta, construindo um percurso marcado por uma linguagem própria, referências culturais muito ligadas ao quotidiano português e uma estética que se destaca pela irreverência, pelo humor e pela autenticidade.

O concerto na Casa Capitão surge poucos meses depois do lançamento de “Laços de Sangue”, EP apresentado em 2026, e sucede também à passagem dos artistas pela Queima das Fitas do Porto, onde realizaram a primeira apresentação ao vivo para mais de 15 mil pessoas. Entre lançamentos como “Mate Sua Mãe”, “Peso Morto” e “Laços de Sangue”, a SMORRA RECORDS tem vindo a consolidar uma discografia que reflete a evolução do coletivo e a sua crescente relevância na cena urbana portuguesa.

Considerados como um dos projetos mais originais da nova geração do rap nacional, o grupo continua a afirmar uma proposta artística difícil de enquadrar em fórmulas mais convencionais. O concerto esgotado na Casa Capitão representou mais um marco nesse percurso, quebrando a barreira territorial e afirmando-se no plano nacional, servindo também de ponto de partida para a chegada de "JON", o novo álbum da SMORRA Records, com lançamento marcado para 26 de junho e contará com as participações de Basílio Teles e Joint One.

PULLMAO APRESENTAM CLIP


Depois de terem lançado no passado dia 29 de maio o single “Wood & Wool”, Pullmao apresentam agora o respetivo videoclipe, produzido por OCRE, filmado por Kika de Kodda e editado por Nico Guedes, prolongando visualmente o universo cinematográfico e psicadélico que tem vindo a definir o percurso do projeto liderado por Pedro Galhoz.

Integrado na antecipação do primeiro longa-duração de Pullmao, “Wood & Wool” aprofunda uma linguagem instrumental construída a partir do cruzamento entre imaginário cinematográfico, exploração textural e referências à tradição dos western spaghetti. Inspirado por compositores como Ennio Morricone, Bruno Nicolai, Luis Bacalov ou Franco Micalizzi, o tema propõe uma viagem marcada pela tensão, contemplação e construção atmosférica.

Segundo Pedro Galhoz, a composição procura criar “um universo western com um certo tempero psicadélico”, remetendo para “uma paisagem cinemática árida de texturas hipnóticas”. A música desenvolve-se através de ambientes despojados, pulsação rítmica e sucessivas camadas instrumentais que transportam o ouvinte para um território simultaneamente cinematográfico e imersivo.

O videoclipe surge como extensão natural dessa proposta estética, traduzindo visualmente a paisagem evocada pela música. Mantendo o carácter contemplativo e atmosférico do tema, o vídeo reforça a dimensão narrativa de “Wood & Wool”, acompanhando a lógica de construção de um universo próprio onde imagem e som coexistem enquanto elementos complementares de uma mesma experiência.

A faixa conta com a participação especial de Martin Harley, músico britânico reconhecido internacionalmente pelo trabalho desenvolvido na slide guitar e pela forte ligação ao universo do acoustic blues. A sua presença acrescenta novas tonalidades à composição e prolonga a dimensão colaborativa que tem atravessado o percurso de Pullmao. A bateria volta a ser assegurada por Nico Guedes, colaborador regular do projeto desde o lançamento do primeiro single.

Depois da jornada desértica de “De Camino al Mar” e da deriva psicadélica de “Acid Dreams”, “Wood & Wool” representa mais um capítulo na construção do universo artístico de Pullmao, aprofundando uma abordagem instrumental onde convivem psicadelismo, paisagens cinematográficas e exploração sonora.

Criado por Pedro Galhoz, músico conhecido pelo trabalho desenvolvido em projetos como Pedro e os Lobos, Plástica e LovedStone, bem como pela atividade ligada à Luckyman Music, Pullmao afirma-se como um espaço de liberdade criativa centrado na guitarra, na composição instrumental e na criação de ambientes sonoros imersivos.

Com a apresentação do videoclipe de “Wood & Wool”, Pullmao continuam a revelar novas peças daquele que será o álbum de estreia do projeto, aprofundando uma identidade artística construída entre a viagem, a imagem e a experimentação.

 

CASA BURAKA NA CASA CAPITÃO





















Estão agendas atuações de djs, produtores, pop up store, sessão de autógrafos, talk e visualizações do documentário oficial da banda. O evento começa às 15h no Terraço, com entrada livre. O programa diurno termina às 22h30. Depois dessa horário, a entrada é cobrada.

A noite continua a partir da meia-noite, no interior da Casa Capitão, com um bilhete único que dá acesso à programação dos três pisos, até às 05h. Os bilhetes contam com dois lotes esgotados, estando ainda disponíveis no valor de 18€.

Os convidados que se juntam à celebração dos 20 anos da banda e da editora são o reflexo de duas décadas de trabalho e de uma visão comum: a de que a cultura periférica e esta identidade cultural têm um lugar central no panorama cultural de Lisboa.

Aproveitando o espaço exterior da Casa Capitão, o dia arranca às 15h com uma série de dj sets conectados com a história da banda e da editora. Durante a tarde fica também disponível uma pop up store do grupo em que o merchandise especial e edições inéditas em vinil são o ponto forte do dia. Este momento conta com uma sessão de autógrafos da banda (18h30).

No Sotão, é apresentada a versão longa (1 hora) do documentário oficial dos Buraka Som Sistema, intitulado “Off the Beaten Track”. Entre as duas sessões de visualização do filme (17h30), existe uma talk intitulada “A Invenção de uma Cidade”, que conta com Kalaf Epalanga, Fernanda Polacow, o próprio realizador do doc (João Pedro Moreira) e a moderação de Margarida Valença.

Já no horário noturno, a programação dos três espaços assume o mote 20 Anos de Enchufada, assinalando a data da editora, que recentemente lançou a compilação “A Lisbon Club Story”. O alinhamento passa por artistas fundamentais do seu catálogo, como Dotorado Pro, no Rés do Chão, e QUANT, no Sótão, e propõe encontros inéditos entre protagonistas desta história, com Branko e Batida em back to back no Rés do Chão, às 02h30, e Blaya e Progressivu, também em formato back to back, no Primeiro Andar. A noite encerra com um regresso às origens de Riot que, ao lado de Nuno Forte, se aventura uma vez mais pelos territórios familiares do drum and bass, também no Rés do Chão.

Os Buraka Som Sistema têm anunciado, e já antecipadamente esgotado, um espectáculo no festival NOS Alive, a 11 de julho.

PROGRAMAÇÃO

TERRAÇO
15h00 - Uniconuni
16h30 – Ana Lauriz
18h00 – João Gomes
19h30 – Kalaf B2B BBG
21h00 – Indi Mateta

SÓTÃO
16h30 – Visualização #1 Documentário “Off the Beaten Track”
17h30 – Talk - “A Invenção de uma Cidade” com Kalaf Epalanga, João Pedro Moreira, Fernanda Polacow e
Margarida Valença (Moderação)
Sinopse:
Toda a cidade é uma ficção coletiva. Algumas são escritas por arquitetos, outras por políticos. Lisboa foi também escrita por DJs, músicos, dançarinos e migrantes. A partir da trajetória dos Buraka Som Sistema, esta conversa explora como a música ajudou a imaginar uma cidade mais plural, mais aberta e mais conectada ao mundo.
18h30 - Visualização #2 Documentário “Off the Beaten Track”

PROGRAMAÇÃO “20 Anos de Enchufada”
PRIMEIRO ANDAR
00h00 - Progressivu
00h30 - Blaya b2b Progressivu
01h30 - Patricktor4
03h00 - King Kami

SÓTÃO
00h00 Maribell
01h30 Emily Dust
03h00 QUANT
04h30 Chima Isaaro

RÉS DO CHÃO
00h00 - Fvbricia
01h30 - Branko b2b Batida
03h00 - Dotorado Pro
04h00 - Riot b2b Nuno Forte