sexta-feira, 26 de setembro de 2025

PANDEMÓNIO JAZZ REGRESSA EM OUTUBRO





















De 17 a 19 de outubro, Braga volta a acolher algumas das vozes mais vibrantes do jazz nacional e internacional. A nova edição distingue-se pela valorização de músicos e grupos da região, reforçando uma rede cultural que envolve associações, escolas e espaços da cidade, e que promete três dias intensos de música e descoberta.

Mais do que um festival, o Pandemónio’s Jazz Fest afirma-se como um projeto de articulação em rede, com destaque para a parceria com a JAM – Jazz do Minho, responsável por dar visibilidade a talentos locais emergentes. Esta dinâmica tem deixado um impacto profundo na formação de novos públicos e no desenvolvimento do jazz em Braga, razão pela qual o evento conta, pela 4.ª vez consecutiva, com o apoio do Município de Braga, a que se junta este ano o apoio da DGArtes.

Assumindo o desafio de aproximar o jazz de diferentes públicos, o festival procura desfazer a ideia de que este género musical é um território hermético, promovendo um diálogo estreito entre o jazz e a comunidade. A programação convoca projetos que, tal como a visão artística do festival, procuram romper fronteiras estéticas, colocando lado a lado vozes emergentes e nomes já consolidados. O resultado é uma experiência musical que valoriza tanto o risco criativo como a diversidade de linguagens. 

Programação Atividades antes do festival

O Pandemónio’s Jazz Fest 2025 abre-se à cidade ainda antes do arranque oficial dos concertos, promovendo diversas ações de sensibilização em contexto escolar, em parceria com a Escola de Jazz de Braga. Estas iniciativas (Concerto-Palestra e Jazz no Intervalo), pensadas para aproximar os jovens do jazz no seu quotidiano, contribuem para o reconhecimento deste género como linguagem artística fundamental. Ao cruzar instituições culturais com a rede de escolas públicas locais, o festival incentiva as novas gerações a tornarem-se não apenas espectadores, mas também criadores e pensadores, reforçando a sua dimensão formativa e o posicionamento internacional de Braga como cidade de referência cultural. Programação principal

O festival arranca oficialmente no dia 17 de outubro (sexta-feira), no Auditório S. Frutuoso, com o concerto do Quésia Carvalho Quarteto (21h15), em estreia e com curadoria da JAM – Jazz do Minho. Segue-se a energia dos GARFO (22h45), que em 2024 lançaram o álbum Órdia (Robalo), marcado pela improvisação livre. A noite termina no espaço Sé la Vie, parceiro da iniciativa, com uma Jam Session (00h00). Em cada noite, a JAM – Jazz do Minho é responsável por escolher o grupo que dá o mote inicial, transformando a sessão num ponto de encontro aberto a todos os que queiram subir ao palco e partilhar música.

No dia 18 de outubro (sábado), a música começa às 18h30 com o Rogério Francisco 4tet, que prepara o lançamento do novo disco If Morning Could Speak. Seguem-se, no Auditório S. Frutuoso, os AXES (21h45), cujo mais recente álbum Hexagon foi nomeado para os Prémios Play 2024, e o Tommaso Perazzo Trio (22h45), formação que reúne músicos da vibrante cena nova-iorquina. À meia-noite, o Sé la Vie volta a acolher mais uma Jam Session, novamente inaugurada pela escolha da JAM – Jazz do Minho.

O encerramento do festival acontece no domingo, 19 de outubro, com o João Nuno Lopes Quartet (18:30), em estreia, e com o concerto de Mané Fernandes (21h00), no Auditório S. Frutuoso, apresentando o seu aclamado Matriz Motriz (2023), trabalho que cruza jazz, hip-hop, soul e música minimalista. Atividades paralelas

Paralelamente, entre 17 e 19 de outubro, realiza-se o Jazz Music Market, no espaço PISO (casa da Plataforma do Pandemónio, no Largo da Sé, em frente ao Auditório). O mercado estará aberto na sexta-feira e sábado, das 16h00 às 00h00, e no domingo, das 15h00 às 22h00. Aqui será possível descobrir editoras independentes nacionais de jazz, com os seus lançamentos e publicações mais recentes, promovendo o contacto direto entre público, músicos e estruturas editoriais.

Sobre a Plataforma do Pandemónio

O Pandemónio’s Jazz Fest é uma iniciativa da Plataforma do Pandemónio, coletivo conhecido pela sua abordagem inovadora e colaborativa. Composta por cerca de 50 profissionais da cultura, a Plataforma é uma comunidade artística dedicada à promoção de novos talentos nas artes. Diferencia-se pela abordagem multidisciplinar e pela forte rede de colaboração, tendo como missão não apenas criar, mas também conectar e fortalecer a comunidade artística em que se insere.

NEON SOHO LANÇAM NOVO SINGLE “BILLS & BILLS” E ANUNCIAM DATA DE LANÇAMENTO DO DISCO











Créditos: fotografia de Rui Aguiar e direção de arte de Joana Areal.
Os Neon Soho, banda de pop electrónico portuguesa, anunciam novo disco, uma edição de autor, a ser editada a 10 de outubro e desvendam o segundo single “Bills & Bills”.

Depois de começarem este novo caminho a pedir licença com “Shall We Begin”, a banda de Ana Vieira, Ricardo Cruz e Vera Condeço voltam às edições com uma nova canção disco que promete eletrificar-nos numa contagiosa dança.

“Bills & Bills” chega-nos na primeira semana do outono, mas não deixa de ser um tema de tons quentes e que nos puxa para passos de dança de celebração aos últimos dias de um verão que imaginamos que poderá ser prolongado para a eternidade.

“Cheap thrills, dollar bills and bills” vai soando enquanto nos soltamos de olhos fechados e nos sentimos vivos a usufruir apenas o momento. É o último hino do verão já com tons de fim de tarde, alaranjado, efémero mas com a euforia de parecer infinito.

“Este single tem um significado especial para nós. A sua semente nasceu ainda antes da banda ganhar forma definitiva, através de uma ideia inicial da Vera que se tornou no primeiro instrumental a ser explorado e tocado em conjunto. Foi um dos momentos fundadores que nos ajudou a perceber a química que existia entre nós e que abriu caminho para tudo o que veio depois. Hoje, revisitar essa ideia e transformá-la num single é como fechar um ciclo e ao mesmo tempo abrir outro, mais maduro, rumo ao álbum que aí vem”, afirmam Neon Soho sobre “Bills & Bills”.

A meio da estação - e no caminho para o fim do ano -, os Neon Soho anunciam a edição de um novo longa-duração que chegará a todas as plataformas digitais a 10 de outubro.

Em breve serão também anunciados os concertos de apresentação deste novo álbum.

Neon Soho são uma banda de pop electrónico alternativo nacional. A combinação das várias influências e estilos de cada um dos três membros da banda Lisboeta e o choque de referências que cada um traz, resultou num som improvável. Uma sonoridade que reúne influências desde o synth-pop à dança e ao soul.

Ana Vieira, que canta com Rodrigo Leão desde 2004, trouxe consigo as influências do blues, jazz e soul, e embarcou num casamento com os sintetizadores obscenos de Vera Condeço que desde há muito vem alimentando o sonho, timidamente produzindo num laboratório de electrónicas arrojadas e composições de combustão espontânea. Ricardo Cruz, levou anos envolvido nos mais variados projectos musicais e traz um olhar que completa os Neon Soho. Dono de uma musicalidade invejável, contribui com as cordas emprestando ao som um lado orgânico. É também responsável pela produção musical e transposição da sonoridade do estúdio para o palco. Nesta fusão inesperada entre um instrumental energético, harmonioso e imprevisível e uma voz quente que nos remete para o Soul americano numa extensão vocal que parece não ter fim, define-se a sonoridade do projecto.

Em 2019 apresentaram o EP “Home” e o álbum longa-duração de estreia “Proof of Love” foi editado em outubro de 2021. Produzido por Rui Maia (X-Wife, Mirror People), misturado por Nuno Roque e masterizado por André Castro, “Proof of Love” é um disco espontâneo, feito sem muitas regras ou formalismos. Uma salada de Pop. Os instrumentais das canções emanam uma vibe Pop eletrónico dos anos 80 com pózinhos de house e funk, acompanhados de uma voz que quase sempre nos transporta para o soul americano.

Vencedores do Oeiras Band Sessions em 2019 e o Festival Termómetro em 2020, que os levou ao palco do Festival NOS Alive duas vezes.

Em 2023 foram a grande surpresa do Festival da Canção com “Endless World” que foi alvo de muito amor por parte do público e os levou à final.

RICARDO REIS SOARES ANTECIPA EP CONTRA TEMPO COM NOVO SINGLE “QUALQUER COISA”



Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Muito novo teve aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.

Músico, compositor, traz para as suas canções a sua interpretação do mundo através da sensibilidade de quem o escuta devagar, o olha através dos detalhes e conta histórias através de seus personagens. O quotidiano, as coisas mais simples do dia a dia, têm sido o que mais o inspira a compor e a escrever.

O seu primeiro EP “contra tempo” conta com Miguel Marôco na produção e vai ser editado no dia 28 de Novembro. Ao vivo apresenta-se tanto a solo como com banda constituída por Sílvia Ferreira no piano/teclados, João Curado no baixo elétrico e Miguel Curado na bateria. Tem já concerto confirmado para dia 24 de outubro no Bota, em Lisboa.

O EP “contra tempo” é composto por seis canções originais escritas em português. Pode ser compreendido como um EP de apresentação, o qual revela a forma como o cantautor vive o dia a dia através da sua escrita. Este tem vindo a perceber que o que mais o identifica talvez seja a profundidade com que vê e entende as coisas mais simples e superficiais do quotidiano. Muito influenciado com a escrita poética de autores como José Saramago ou pelas imagens e cores que os romances e a música de Chico Buarque lhe pintam os dias, este conjunto de canções retratam histórias reais quanto mais não seja a partir do momento em que estas lhe vão surgindo inspiradas em alguma constatação ou interpretação da realidade. Em termos de estilo musical, as canções podem ser caracterizadas como indie/pop, singer-songwriter, talvez com influência do jazz, sua formação e estilo que também aprecia e consome.

“Qualquer coisa” é o quarto single partilhado pelo cantautor. Trata-se da canção mais recente das incluídas no EP e fala sobre amor, este tema que tem tanto de inevitável como de inexplicável. A forma como se entrelaça no dia a dia das pessoas, as infinitas formas de se manifestar e a importância que tem para a existência de vida faz do amor o maior dos sentimentos. A canção é uma tentativa de recolher e descrever precisamente o instante em que este é percecionado. O videoclipe com letra foi realizado por Vitor Martins. Este tem vindo a trabalhar em vídeo e imagem ao longo da concretização do EP e conta com Margarida Soares como assistente de produção. Neste vídeo é referenciado o processo criativo do compositor e da importância prestada à palavra cantada.



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FRITZ KAHN AND THE MIRACLES E MAFALDA VEIGA JUNTOS EM SINGLE



Hoje, 26 de setembro, a música ganha novos caminhos com o lançamento de “Caminero”, o mais recente single de Fritz Kahn and The Miracles, que conta com a participação especial de Mafalda Veiga.

Esta colaboração inesperada e profundamente emotiva une dois universos musicais distintos, criando uma paisagem sonora onde a estrada se transforma em poesia. “Caminero” é uma canção sobre movimento, encontros e a beleza dos instantes partilhados — uma viagem que começa na melodia e termina no coração.

Com produção cuidada e arranjos que evocam o espírito dos viajantes e dos sonhadores, este tema promete marcar o outono com uma sonoridade envolvente e letras que tocam fundo.

Disponível em todas as plataformas digitais. Prepara-te para seguir o caminho.

JORGE RIVOTTI COM NOVIDADES

 


















Inspirado num texto da música tradicional francesa, “Vent Froid” ganha nova vida através de uma recriação literária delicada e evocativa. A interpretação fica a cargo de Alain Vachier, editor do próprio disco e francês residente em Portugal há quase meio século, cuja voz carrega a memória e a emoção de quem vive entre dois mundos.

O acordeão, tocado por Fernando Nunes (Nana), acrescenta uma camada de melancolia e beleza mediterrânica, como se o frio do vento soprasse por entre as ruas de Paris e os becos de Lisboa ao mesmo tempo.

Este single é mais do que uma canção — é um encontro entre culturas, entre passado e presente, entre o que se canta e o que se sente.

Jorge Rivotti apresenta: “…e outras canções que não quiseram ficar para Tias – Volume 2”

Lançamento hoje: 26 de setembro

Depois do primeiro volume editado em 2023, Jorge Rivotti regressa com “…e outras canções que não quiseram ficar para Tias – Volume 2”, completando uma compilação de vinte temas que atravessam décadas de carreira, palcos e discos. Dez novas canções juntam-se às anteriores, formando um díptico musical que celebra 30 anos de criação.

Este segundo volume é um álbum de canções em trânsito — algumas já com destino marcado, outras ainda na lista de espera das viagens adiadas. São temas que resistiram ao esquecimento, que se impuseram com a teimosia própria das ideias que não se deixam calar.

Gotas de azeite mediterrânico, como lhes chama o autor — refinadas, espontâneas, e que surgiram sem aviso, não por greve de transportes ou caprichos logísticos, mas porque simplesmente não quiseram ficar para tias. São canções que se impuseram ao próprio Jorge Rivotti, exigindo espaço e atenção.

E porque nenhuma canção se veste sozinha, o álbum contou com a colaboração de músicos e amigos que trouxeram o seu toque de Estilismo Maior. Entre os convidados desta edição estão:

Alain Vachier, Carlos Barretto, Coro dos Anjos & Tó Trips, Coro Infantil, Fernando Nunes, Joaquim Brito, Lina Rodrigues, Paulo Bandeira, Rui Galveias e Warren Lee Cahill.

Todos embarcaram nesta viagem — alguns com malas às costas, outros apenas com o gesto cúmplice do aceno final. Jorge Rivotti, claro, também embarcou. Não perguntem porquê… está-se mesmo a ver.

Ah… e sim, também ajudou com as malas.

MIKE EL NITE ESTÁ DE VOLTA





















Mike El Nite inicia um novo capítulo na sua carreira com o alter ego "Simplesmente Miguel". A celebrar uma década de percurso em 2026, o artista lança hoje "Existencisensual", primeiro single e tema que dá nome ao álbum que marca esta fase.

Conhecemo-lo como Mike El Nite mas, como ele nos considera seus amigos, podemos chamá-lo “Simplesmente Miguel”. Este alter ego marca o início de uma nova fase na sua carreira, que celebra dez anos em 2026, e onde a proximidade com o público se torna absoluta.

Este regresso, após alguns anos de silêncio discográfico a solo, mas presença forte noutros projetos como “David e Miguel” ou “Agrupamento Musical Os Tais” - que fizeram o caminho estético até aqui - não é apenas o lançamento de um novo álbum: é uma declaração de intenções, um gesto de confiança, intimidade e entrega.

O primeiro single, “Existencisensual (É complicado)” - que também dará nome ao álbum - nasce de uma ideia simples, mas intensa: “ao pensar na vida, apaixona-se por ela”. É nesse encontro entre a reflexão existencial e o romantismo sensorial que Miguel encontra a sua nova voz, fundindo filosofia e sensualidade em canções que respiram intimidade.

O videoclipe do single traduz este espírito com uma performance despida e direta: Miguel sozinho num palco-bar, iluminado apenas por um foco de luz. Entre a solidão dos seus pensamentos e a comunhão com quem o escuta, a cena transforma-se numa viagem interior que, ao mesmo tempo, é uma partilha pública.

“Existencisensual” é, assim, um convite ao romance, à partilha e à reflexão, evocando um regresso marcado pela intensidade emocional e por uma estética renovada - onde cada gesto se afirma como um ato de amor à vida, à música e ao público.

A nível musical, “Simplesmente Miguel” revisita e reinventa universos: do revivalismo dos bares de música ao vivo dos anos 80 e 90 em Lisboa, à estética dourada da canção romântica, passando pelo italo-disco “portugalizado”, pelo neomelódico napolitano, até ao city pop e jazz-fusão japoneses.
“É como se Ricardo Landum vivesse em Tóquio, e lá houvesse uma Lisboatown de vida noturna” – diz-nos Miguel.

Este não é apenas um novo capítulo. É um encontro marcado: Miguel convida-nos para um date com a vida, com a música e com ele próprio - um encontro romântico, existencial e profundamente humano.

BRUNO CELTA OFICIALIZA "PRIMA DONNA RECORDINGS" COMO O SEU ESTÚDIO DE PRODUÇÃO





















Bruno Celta, multi-instrumentista, autor, compositor e produtor, anuncia a oficialização dos Prima Donna Recordings como o seu estúdio de produção musical. Um passo que consolida anos de experiência e colaborações que marcaram a música nacional e internacional.

Percurso e Destaques:

Produtor do mais recente single “Fim de Vida” (2025) de Peter Strange

Produtor e diretor musical de Beijo Tóxico (Marla)

Autor, compositor e produtor de “Atira-me ao Chão” (incluído em Morangos com Açúcar)

Co-composição e escrita de diversos temas com Cörte-Real

Três temas assinados na novela Morangos com Açúcar

Trabalho com o engenheiro de som Ed Brooks (Pearl Jam, 2009)

Trabalhos recentes:

“Fim de Vida” (2025) – Peter Strange | Produtor & Mix

“Sombra & Sangue” (2025) – Marla | Co-compositor, Produtor & Mixer

“A Catarse Não é o Fim” (2024) – Bruno Celta | Compositor, Letrista, Produtor & Mixer

“XXV” (2021) – Cörte-Real | Co-compositor, Letrista

“Monstrologia – Lado A” (2015) – Medusa | Compositor, Letrista, Produtor & Mixer

“Tremor” (2009) – Common Fluid | Compositor, Letrista & Produtor

Todos os processos de masterização são realizados em parceria exclusiva com Rui Dias (Mister Master Studios).

Com a Prima Donna Recordings, Bruno Celta afirma-se como um dos produtores mais versáteis e inovadores da sua geração, criando música com identidade, profundidade e ligação emocional.

Instagram do artista: www.instagram.com/bruno.celta.oficial
Instagram dos estúdios: www.instagram.com/primadonnarecordings

MIGUEL ARAÚJO EDITA NOVO SINGLE "FAZER CANÇÕES" COM RUI VELOSO





















Miguel Araújo edita hoje “Fazer Canções”, o segundo single de avanço do próximo projeto do artista "Cê Barra" com edição prevista para outubro, um EP de colaborações, do qual já é conhecido o tema "Saudade" com os Quatro e Meia". O novo single é uma colaboração com o artista e amigo Rui Veloso e já disponível em todas as plataformas digitais.

“Fazer Canções fala sobre o preço a pagar por se dedicar a vida a este ofício de se fazer canções. Fazer canções não é um hobbie nem um passatempo: é uma tarefa que exige a vida toda e pede o tempo todo como caução. A música requer a atenção toda. Fazer canções demora a vida inteira e não deixa tempo para ir a inaugurações ou apresentações ou festas de anos ou casamentos. Não dá, tem que se estar sempre com a mão na massa. A sensação que dá é que o pouco tempo que as canções libertam a quem as faz é para essa pessoa depois ir cantá-las e tocá-las nos dias em que as outras pessoas fazem anos, inauguram ou apresentam coisas ou casam entre elas,” partilha Miguel Araújo.

Entre pequenas distrações e detalhes do quotidiano, “Fazer Canções” celebra o compromisso de quem se dedica à música. A participação de Rui Veloso acrescenta calor e história à canção, transformando a canção num encontro de gerações.

Reconhecido como um dos mais notáveis compositores, guitarristas e intérpretes da música portuguesa, Miguel Araújo construiu uma carreira singular, marcada pelos tempos d’Os Azeitonas, Ujos e Desconcerto, assim como pelos seus projetos a solo, levando a sua música a palcos emblemáticos por todo o país.

Ao longo de duas décadas, lançou álbuns marcantes como Giesta, Peixe Azul, As Canções da Esperança e Chá Lá Lá, acumulando sucessos, colaborações memoráveis e momentos históricos, incluindo mais de 50 concertos nos Coliseus. Em 2024, voltou a esgotar a digressão “Casca de Noz” e juntou-se a Os Quatro e Meia para um espetáculo inesquecível no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

Em 2025, Miguel Araújo celebra 20 anos de carreira com concertos especiais, incluindo três datas na Super Bock Arena, no Porto, nos dias 28, 29 e 30 de outubro, já oficialmente esgotadas. A estreia em nome próprio na MEO Arena, em Lisboa acontece a 01 de novembro. Os últimos bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

MXGPU EDITAM ÁLBUM DE ESTREIA SUDDEN LIGHT

 



















A dupla celebra o novo LP com duas festas de entrada livre em Lisboa e no Porto.

Time Out Market Porto - 27 de setembro.
Casa do Capitão - 28 de setembro.

MXGPU, projeto que une os produtores e músicos portugueses Moullinex e GPU Panic, editam hoje o aguardado álbum de estreia Sudden Light, com o selo Discotexas, já disponível em todas as plataformas digitais.

O disco, que conta com onze faixas, é o culminar de anos de escrita, digressões e experimentação, muitas vezes em estúdios improvisados pelo mundo fora. Algumas canções nasceram de forma quase instantânea, como “Take Me Home”, que desde o primeiro momento se revelou tanto do público quanto do duo, outras, como “Into Flames” ou “Shout in the Dark”, exigiram meses de trabalho. O que as une é a procura de equilíbrio entre luz e sombra, emoção crua e precisão eletrónica, vulnerabilidade e poder.

Sudden Light é profundamente pessoal, mas também sobre união e comunidade. Muitas das canções foram moldadas em palco, testadas em atuações imersivas de 360º que dissolvem a linha entre artista e público. Essa experiência ensinou MXGPU a abraçar a vulnerabilidade e a repensar que a música eletrónica pode ser íntima e comunitária.

Inspirados por Suzanne Ciani, James Turrell e pela iconografia digital dos anos 90, os MXGPU cruzam performance artística, cenografia futurista e experiências sensoriais que exploram a relação entre humanidade e tecnologia. O duo tem assinado música em editoras como Crosstown Rebels, Watergate e TAU, além de remisturas para artistas como Patrice Bäumel, Xinobi e Sebastien Léger, com apoio de nomes como &ME, Adriatique e RÜFÜS DU SOL.

Mais do que um álbum, Sudden Light é uma revelação: uma interrupção luminosa que convida à presença, à conexão e à transformação. Um clarão poderoso o suficiente para mudar a forma como sentimos a música eletrónica — e, talvez, a forma como nos ligamos uns aos outros

Para celebrar este marco, o duo preparou duas festas de entrada livre, no dia 27 de setembro, às 15h00, no Time Out Market Porto, e no dia 28 de setembro, às 17h00, na Casa Capitão, em Lisboa. A entrada livre está sujeita à lotação dos espaços e os MXGPU terão ainda nestes dias o álbum em vinil disponível para compra. Durante estas celebrações, MXGPU apresentarão temas de Sudden Light em formato híbrido, acompanhados por convidados especiais. No Porto, juntam-se Beiramar, Diana Oliveira e Yizhaq; em Lisboa, Beiramar e Yizhaq assumem os DJ sets.

Sudden Light é mais do que um álbum, é uma revelação, uma interrupção luminosa que convida à presença, à conexão e à transformação e estes dois concertos são o convite para entrar nesse universo.

CARA DE ESPELHO LANÇA "D DE DENÚNCIA" — NOVO SINGLE JÁ DISPONÍVEL












Cara de Espelho edita hoje, 26 de setembro, o single “D de Denúncia”, mais um avanço do novo álbum de originais que será lançado no início de 2026 e que sucede ao disco homónimo revelado em 2024.

Com letra de Pedro da Silva Martins e arranjos da própria banda, “D de Denúncia” apresenta-se como uma canção direta e incisiva, onde se cruzam ironia, sátira e um olhar atento sobre a realidade nacional. A letra percorre um universo de personagens fictícias – Fulano A, Fulano B, Beltrano C, Sicrano X – que, entre cargos e ligações familiares, espelham mecanismos de poder e influências que moldam a sociedade.

O refrão, que repete “Porque hoje é o dia D / Vamos pôr os pontos nos is”, dá o tom de urgência e de exposição que atravessa toda a canção, reforçando a forma como Cara de Espelho conjuga música e palavra para construir narrativas que tanto entretêm como provocam reflexão.

“D de Denúncia” confirma a identidade do projeto: canções que fundem tradição e contemporaneidade, som e texto, com uma escrita que tanto pode ser poética como mordaz. Depois do álbum de estreia, editado em 2024, a banda abre agora caminho para o seu segundo registo de originais, previsto para o início de 2026.

O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Estrearam-se em 2024 com o álbum homónimo e rapidamente se afirmaram como uma das bandas mais inovadoras e promissoras do panorama musical português. A sonoridade única, que cruza tradição e experimentação, valeu-lhes a presença nas principais listas de melhores discos do ano de 2024, atuações em festivais como FNAC Live, Festival MED, FMM Sines, Bons Sons e MEO Kalorama, bem como duas nomeações para os Iberian Festival Awards, o prémio de Melhor Banda nos Futurawards e o Prémio PLAY para Melhor Reinterpretação da Música Tradicional.

Formada por Carlos Guerreiro, Luís J Martins, Maria Antónia Mendes, Nuno Prata, Pedro da Silva Martins e Sérgio Nascimento, a banda Cara de Espelho consolidou em pouco tempo uma identidade própria, marcada pela fusão entre música, palavra e reflexão social.

TATIANA DUARTE EDITA NOVO SINGLE

 



















"Tua ou de Mais Ninguém" é o single de avanço do EP Tua ou De Mais Ninguém, um pop urbano melancólico-dançante que mergulha na dúvida entre amor e posse. Uma confissão íntima sobre a fragilidade de tentar outra vez, mesmo quando a desconfiança e as mentiras já se tornaram rotina. É para quem conhece a intensidade de querer alguém a qualquer custo — e a dor de perceber que talvez não seja por amor, mas apenas por egoísmo.

Tua ou de Mais Ninguém é um EP de 6 faixas que explora a intensidade de uma relação que nunca soube ficar, mas que deixou marcas profundas. Os singles já lançados, “Apneia” e “Tua ou de Mais Ninguém” introduzem a narrativa do projeto, sendo que o último dá o nome ao EP e define a sua essência.

Nas palavras da própria Tatiana Duarte "é uma viagem que passa por paixão, dor, expectativa, desilusão e autodescoberta, misturando pop urbano com letras emotivas e cruas. O EP não é sobre o outro. É sobre mim. Sobre aprender a ouvir-me, a dançar no meio da dor e a transformar cada sentimento em música que toca quem já passou pelo mesmo". 

“Tua ou de Mais Ninguém” já está disponível nas plataformas digitais.

DINIS MOTA LANÇA "STAY AWAY"

 



















O jovem músico e produtor aveirense apresenta Stay Away, o novo single que serve de antecipação ao seu próximo álbum, By Your Eyes. O single é lançado no dia 26 de setembro.

Com uma sonoridade que evoca o R&B dos anos 2000 e a inspiração do coletivo Soulquarians, Stay Away é uma faixa que mistura nostalgia e frescura, explorando a dualidade entre a distância e a intensidade da conexão. A atmosfera íntima e emocional da produção transporta o ouvinte para um espaço onde só a atração e o reencontro importam.

Descrita como um respirar fundo depois do caos, Stay Away é também um diálogo entre vozes — a de Dinis Mota e a de Mei Rose — que se entrelaçam num jogo de proximidade e entrega, criando uma experiência envolvente e memorável.

Stay Away estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 26 de setembro.

Até ao dia 30 de setembro, Dinis Mota procura ainda conquistar o voto do público para garantir um lugar como concorrente no Festival da Canção 2026, no âmbito da iniciativa inédita lançada pela RTP.

JOÃO SÓ EDITA NOVO SINGLE "VOU FICAR"

 



















Depois de um ano marcado por novas canções e projetos que confirmam a sua vitalidade criativa, João Só regressa com um novo tema. “Vou Ficar” já está disponível em todas as plataformas digitais.

Entre silêncios, palavras por dizer e a fragilidade dos afetos, a canção retrata a persistência em ficar, mesmo quando o amor parece ter desaparecido. “Escrevi esta canção a pensar em todas as vezes em que o coração insiste em ficar, mesmo quando a razão já partiu. É sobre o peso do silêncio e a coragem de não desistir,” partilha João Só. Com versos simples e desarmantes e uma melodia delicada, "Vou Ficar" transforma o silêncio e a ausência numa reflexão profunda sobre aquilo que une.

Ao longo de mais de 15 anos de carreira, João Só construiu um percurso ímpar na música portuguesa, com seis álbuns originais, colaborações marcantes e momentos inesquecíveis, como a estreia em nome próprio no Coliseu dos Recreios. A sua escrita tem uma capacidade rara de tornar emoções universais em algo profundamente pessoal, que encontra sempre eco no público.

Além da sua discografia a solo, João Só mantém projetos paralelos que revelam a sua versatilidade artística, como o “Só 3 em 1” com Miguel Araújo e Tiago Nogueira, que regressa em novembro ao Capitólio, em Lisboa. A cumplicidade com Tiago Nogueira prolonga-se ainda numa digressão conjunta, que culminará no dia 11 de dezembro de 2026, num concerto muito aguardado no Coliseu dos Recreios.

28 de outubro: Super Bock Arena, Porto | Part. Miguel Araújo
29 de outubro: Super Bock Arena, Porto | Part. Miguel Araújo
30 de outubro: Super Bock Arena, Porto | Part. Miguel Araújo
01 de novembro: MEO Arena, Lisboa | Part. Miguel Araújo
08 de novembro: A Anunciar
20 de novembro: Cineteatro Capitólio, Lisboa | 3 em 1 - João Só com Miguel Araújo e Tiago Nogueira
21 de novembro: Cineteatro Capitólio, Lisboa | 3 em 1 - João Só com Miguel Araújo e Tiago Nogueira
28 de novembro: Fórum da Maia, Maia | 3 em 1 - João Só com Miguel Araújo e Tiago Nogueira
29 de novembro: Espaço Vita, Braga | João Só & Tiago Nogueira

2026
16 de janeiro: Centro de Arte de Ovar, Ovar | João Só & Tiago Nogueira
07 de fevereiro: Centro Cultural de Carregal do Sal, Carregal do Sal | João Só & Tiago Nogueira
11 de dezembro: Coliseu dos Recreios, Lisboa | João Só & Tiago Nogueira

NOVO DISCO DE MIRROR PEOPLE

Descrito pelo próprio artista como “uma emissão de rádio de uma ilha deserta — um espaço imaginário onde diferentes estilos e referências se encontram e coexistem”, “Desert Island Broadcast” completa a trilogia iniciada com “Voyager” (2015) e “Heartbeats Etc.” (2022). O disco conta com colaborações de Rö (Maria do Rosário), Ryoko Imai, João Cabrita, Ana Vieira e Isa Gomes, reforçando o espírito colaborativo e a sonoridade singular que sempre definiram Mirror People.

O álbum será apresentado ao vivo em três datas: 11 de outubro, no Lustre (Braga), 24 de outubro (Maus Hábitos, Porto) e 25 de outubro (Badassery, Lisboa).

CRISTINA MARIA REVELA NOVO VÍDEO

 



















Com a força telúrica do fado e a delicadeza de quem esculpe sentimentos, Cristina Maria dá voz a uma alma que se molda entre a dureza da pedra e a intensidade da paixão. A Alma e o Cinzel é mais do que uma canção — é uma obra talhada com emoção, tradição e uma entrega visceral.

Assista ao vídeo e mergulhe neste universo onde o fado se transforma em escultura sonora.

Cristina Maria apresenta o seu sexto álbum, Entre a Pedra e a Canção, num espetáculo único onde a voz se funde com a escultura, revelando a profundidade da sua vida e obra.

Neste concerto, o público é convidado a embarcar numa viagem musical plural, guiada pelas sonoridades que sempre inspiraram a artista: do fado à música popular portuguesa, passando pela música brasileira, cabo-verdiana e até pela música ligeira.

Em palco, Cristina Maria estará acompanhada pelos músicos que participaram na criação do álbum, garantindo a autenticidade e a riqueza de cada tema interpretado.

As esculturas da própria artista estarão também presentes no espaço cénico, criando um diálogo sensível e poético entre formas visuais e sonoras.

Concerto de Apresentação — “Entre a Pedra e a Canção”
11 de outubro | 21h30
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

Bilhetes: site oficial do Teatro José Lúcio da Silva

Na bilheteira: 12,00€
Online: 12,89€

Este espetáculo é mais do que um concerto — é um mergulho na essência criativa de Cristina Maria, uma celebração da arte em todas as suas expressões.

Uma noite para sentir, ver e ouvir a arte em todas as suas formas

MATE VOLTA A COIMBRA





















O MATE Festival volta a Coimbra para quatro dias de música, arte, tecnologia e educação. De 23 a 26 outubro no Convento São Francisco.

De 23 a 26 de outubro, o MATE Festival transforma o Convento São Francisco num campus vivo onde música, artes e tecnologia se cruzam com educação, participação pública e desenvolvimento do ecossistema cultural. A edição de 2025 articula programação artística, qualificação profissional, XR & instalações, mercado criativo e ações de comunidade, reforçando a ligação entre Coimbra e redes ibero-atlânticas.

Alguns exemplos da programação deste ano:

Painéis / Sessões Profissionais
jazz.pt 20 anos — música improvisada, livre e sem rótulos, com José Miguel Pereira (JACC), Carlos Martins (Sons da Lusofonia), Pedro Guedes (Orquestra Jazz de Matosinhos) e Ana Bento (Gira Sol Azul - Viseu); IA na Música e nas Artes; Turismo Musical; Cidades Criativas da Música (UNESCO); A Cidade Aprende (projetos pedagógicos de Coimbra).

Workshops PRO
Direitos de Autor (GDA); Internacionalização da Música Portuguesa (Fundação GDA + WHY Portugal); Performance ao Vivo, Live Set & Live Looping (Diego Janssen); Gestão Estratégica de Carreiras (Music Rio Academy); Circanalogique — Revelação de Película Analógica.

Talks
Mulheres na Indústria da Música (LEIDEN); Além do Upload e Marketing na Era Digital (Gui Morais/Symphonic); La Sociocultural; Associação Lúcia-Lima; FIRJAN (dados/IA no audiovisual); COFAE; School Band, CineJericóllywood, Lutra — Ensino Outdoor, Ubuntu — Educacional, Canto dos Piscos.


Showcases & Concertos
Gabriele Leite (BR/USA), Suraras do Tapajós (BR), Diego Janssen (UR), Jazzopa (PT), Nerve (PT); ainda Helena Silva, Flor, Tiago Sousa, Paulo Pascual, Bárbara Calypso, Luzingo & Kenny Caetano, Human Natures, entre outros.
Performances, XR & Instalações
Congolândia — Universo em Desencanto (Thó Simões), Fratura, SPIRAL; experiências HUMAN XR e De Volta Para o Passado; circuito visual com GO to MATE, refleƆtion e Quadros a Ponto de Arraiolos.



Comunidade & Inclusão
Passeios Sonoros Inclusivos, Kama Muta, M.O.V.E, Cantigas, Brinquedos e Brincadeiras, ESCENARIOS DE INVENTIVA, Apresentação de Instrumentos + Jam e Sarau do Ouriço.


Feira & Mercado Criativo / Encontro de Luthiers / Discos — espaço de circulação aberta, cadeias curtas e contacto direto entre criadores e público.
Datas: 23–26 outubro 2025
Local: Convento São Francisco, Coimbra

Acesso:
— Gratuito à Expo & Mercado Criativo e às exposições interativas (sem inscrição).
— Residentes em Coimbra com Cartão Amigo do Convento São Francisco: entrada gratuita em todas as atividades artísticas (mediante inscrição prévia e comprovativo).
Bilhetes: Diário 9,99 € • Concerto 5,99 € • Registo PRO/ Passe geral 39,99 € (credencial + saco + pulseira + copo oficial; acesso preferencial a networking, speed-meetings e pitchings).
Programação completa e bilheteira: MATE Festival

O MATE Festival é coorganizado pela Câmara Municipal de Coimbra, Convento São Francisco, Leves e Jazz ao Centro Clube (JACC), congregando esforços institucionais para a promoção da criação, da formação e da circulação nas indústrias culturais e criativas. Esta cooperação assegura a dimensão pública do evento, a excelência programática e a ligação ativa entre cidade, território e comunidades globais.

PROJETO RAIA APRESENTA NOVO ÁLBUM “UÁDI”

 











Após o lançamento de dois temas, respetivamente Saias de Cinza e Um Dia no Deserto,o projeto RAIA lança, a 26 de setembro, o novo álbum Uádi: um disco-rio, que atravessa as margens da Raia Ibérica, feito de encontros e contaminações, onde a viola campaniça se deixa tocar por outras geografias, outras linguagens, outras mãos.

Uádi nasce num território povoado por aquilo a que o filósofo Timothy Morton chama de hiperobjetos — realidades tão vastas que escapam à nossa compreensão total — como o clima, os oceanos, o tempo profundo. Estão sempre à nossa volta, moldam as nossas vidas, mas nunca conseguimos vê-las por inteiro. A viola campaniça dá voz a um rio subterrâneo, invisível à superfície, mas sempre presente. A música evoca desertos que avançam, chuvas que se retraem, ciclos de abundância e escassez que ultrapassam qualquer fronteira humana. Tal como um hiperobjeto, Uádi é local e global ao mesmo tempo: fala da raia alentejana e, simultaneamente, de um planeta em mutação.

Em Uádi não há uma paisagem “pura” ou “romântica”. Há um território vivido, atravessado por rios que secam, climas que mudam, memórias culturais e vozesmcontemporâneas. A viola campaniça deixa de ser apenas símbolo de tradição intocada e transforma-se num veículo vivo , que atravessa eletrónica, colaborações e sonoridades híbridas.

Uádi mostra que a “natureza” não está fora de nós: somos parte do mesmo fluxo — do som, da terra, do clima, das tecnologias que moldam o presente.

Uádi é um canto de pertença a algo maior, imenso e misterioso, que ressoa dentro e para além de nós.

Em breve um terceiro single, intitulado O Golpe, que conta com a participação de Fio Manta.

RAIA é o projeto-síntese do músico alentejano António Bexiga, que percorre as sonoridades da viola campaniça, nas suas fronteiras acústica e elétrica, analógica e digital, tradicional e experimental, ensaiada e instantânea, frequentemente em diálogo com outras formas de arte, visuais ou de performance.

SINGLE DE ETREIA DE PULLMAO















Acaba de ser lançado “De Camino al Mar”, o single de estreia de Pullmao, o novo projeto de Pedro Galhoz, que pela primeira vez se arrisca no domínio da música instrumental. O tema chega acompanhado por um videoclipe e encontra-se disponível em todas as plataformas digitais com exceção do Spotify, decisão assumida pela banda como um posicionamento ético: os músicos afirmam que não podem integrar uma plataforma cujo CEO é publicamente associado ao financiamento de conflitos armados. Para o grupo, esta escolha é uma questão de consciência e coerência com a mensagem de paz que a sua música procura transmitir, garantindo que, se surgirem provas semelhantes relativamente a outros serviços, tomarão a mesma posição.

“Fecha os olhos. Respira. Respira fundo, respira bem fundo. Descontrai e deixa o tempo parar. Do deserto até ao mar, encontramos a nossa paz. A música é parte da nossa terapia.” É neste espírito de introspeção e viagem que os Pullmao se apresentam com o seu primeiro tema.

Descrita pelo próprio Pedro Galhoz como uma jornada sonora, “De Camino al Mar” é uma faixa ambiental com groove, onde a sonoridade aponta para “um cruzamento intrigante entre o funk místico de Prince e o rock jazzulado de Morphine (como notou Rui Miguel Abreu), com um retoque de guitarras PinkFloydescas que expandem o horizonte sonoro”.

A canção arranca com um coro que facilmente remete para um western spaghetti ou que, pela sua cadência quase métrica, pode igualmente lembrar um conjunto de escravos num campo de algodão, estabelecendo um tom solene e cinematográfico. De seguida, deixa-se levar pelo groove hipnótico da bateria de Nico Guedes, pelas guitarras psicadélicas que se entrelaçam com o saxofone de Francisco Menezes e por alguns sintetizadores que fundem subtilmente ritmo e melodia. “Esta é, no seu cerne, a banda sonora de uma caminhada por um deserto imaginário, uma jornada a caminho do mar – é estar De Camino Al Mar”.

O projeto Pullmao nasce da vontade de Pedro Galhoz explorar novas possibilidades criativas, mantendo-se fiel à sua paixão pelas guitarras, à música psicadélica e aos ambientes cinemáticos. Para esta estreia, o músico, compositor e produtor conta com a colaboração de vários músicos nacionais e internacionais, com destaque para o seu amigo e companheiro de viagem, Nico Guedes, responsável por todas as baterias e percussões.

A ficha técnica deste lançamento inclui Pedro Galhoz nas guitarras e sintetizadores, Nico Guedes na bateria e percussão, Francisco Menezes no sax barítono e vozes adicionais. O single foi gravado por João Martins, Pedro Galhoz e Nico Guedes, misturado por João Martins no estúdio Ponto Zurca e masterizado por Rui Dias no estúdio Mr. Master. A arte gráfica é da autoria de Miguel Fonseca.

Pedro Galhoz é conhecido pelo seu trabalho na agência musical Luckyman Music e como músico em projetos como Pedro e os Lobos, Plástica e LovedStone. Com Pullmao, abre um novo capítulo da sua trajetória criativa — um espaço de experimentação instrumental, onde a viagem sonora e visual se fundem.

Manifesto / Posicionamento Pullmao - Spotify 

“Sim, estamos fora do Spotify.

A nossa música promove a paz, e não podemos fazer parte duma plataforma em que o seu CEO financia guerra. Não podemos fingir que não sabemos, pois é um facto tornado público e queremos acima de tudo estar bem com a nossa consciência. Se for provado o mesmo de outras plataformas, tomaremos seguramente a mesma
posição.

Existem muitas formas de acesso à música que fazemos, mas acima de tudo queremos  estabelecer uma política de proximidade com quem nos escuta, queremos conhecer quem  está do outro lado e para isso apostamos em plataformas mais pessoais em que a relação  com quem nos escuta é mais direta como é o caso do Bandcamp ou Soundcloud.

Não queremos dizer com isto que vamos estar fora do algoritmo, pois estaremos noutras  plataformas, quero dizer apenas que não seremos ser escravos dele. A música de Pullmao é para ser contemplada, aceitamos o erro e a imperfeição como forma artística, preferimos o experimentar ao consumir sem questionar, preferimos o desconhecido à decoração perfecionista, pois somos orgulhosamente humanos.

A arte sempre foi uma forma de resistência e estamos aqui para respirar e resistir. "

Pedro Galhoz / Nico Guedes

TEMPO LIVRE ESTREIA DISCO "TERRA NOVA" E LANÇAS SINGLE "RUMINAÇÃO"





















 © Elisa Azevedo

Depois dos primeiros temas “Introdução” e “Campo Dourado”, o projeto Tempo Livre — encontro criativo entre Pedro Tavares (funcionário) e Luís Neto — apresenta “Terra Nova”, o seu álbum de estreia, já disponível em todas as plataformas digitais. A acompanhar o lançamento, é também revelado o novo single, “Ruminação”.

Descrita como uma música com estrutura incomum e letra introspetiva e repetitiva, “Ruminação” funde rock progressivo, folk e música ambiente, com um toque pop. Tal como o álbum que integra, é uma peça emocionalmente densa e aberta à experimentação, onde a forma e a repetição constroem um espaço de reflexão interna.

“Terra Nova” nasce de uma exploração musical colaborativa entre dois músicos com trajetórias distintas mas complementares. Pedro Tavares, através do seu projeto funcionário, tem-se dedicado à exploração da vida quotidiana como um mosaico de sensações, através de colagens sonoras que ligam a memória e a imaginação. As suas composições não seguem uma narrativa linear, mas criam atmosferas íntimas onde o real e o onírico se cruzam. Luís Neto, por sua vez, é músico, produtor e engenheiro de som, com experiência que atravessa o jazz fusão, o metal progressivo e a música experimental. Cofundador do selo turva e membro do duo eletrónico AG.R97, Neto tem colaborado com projetos como Pedro Ricardo, Shell From Oceanic ou redoma, trazendo uma abordagem rítmica precisa e detalhada ao processo de produção ou mistura.

O álbum resulta de sessões de gravação com instrumentos acústicos como bateria, percussão, kemenche, duduk, santur e guitarra, criando inicialmente uma atmosfera ambient com influências folk. A essas paisagens sonoras foram somadas camadas de voz processada com autotune, bateria expansiva, guitarra de 12 cordas, nyckelharpa e baixo, resultando num universo onde o rock progressivo, a música experimental e a eletrónica convergem.

Ao longo das nove faixas que compõem “Terra Nova”, destacam-se letras introspetivas e poéticas, como em “Ruminação” e “Em Apneia”, que abordam temas como a memória, o medo e a transformação. Musicalmente, o disco alterna entre momentos de suspensão e explosões rítmicas, numa fusão deliberada entre instrumentos tradicionais e modernos.

O álbum foi produzido por Pedro Tavares e Luís Neto, e conta com masterização de Carlos Nascimento (Qualia Audio Lab) e colaborações de Pedro Pimentel, Nuno Craveiro e Luís Correia. O design visual ficou a cargo de AALTAR SYSTEM e a fotografia é de Elisa Azevedo.

Editado pela turva com o número de catálogo TRV007, “Terra Nova” é uma obra que desafia categorias e propõe uma escuta profunda — um diálogo entre o etéreo e o visceral, onde cada camada é revelação.

"Terra Nova" será apresentado ao vivo no dia 16 de outubro, no Passos Manuel, Porto, e no dia 18 de outubro, na Casa Capitão, Lisboa.

O álbum “Terra Nova” e o single “Ruminação” encontram-se já disponíveis em todas as plataformas digitais.

ÁGATA E MIMI CAT JUNTAS





















Ágata, uma das vozes mais icónicas e queridas da música portuguesa, regressa com uma nova versão de um dos seus maiores sucessos: “Perfume de Mulher”. O tema, que marcou gerações e se tornou um clássico do seu repertório, ganha agora uma nova vida com a participação especial de Mimicat, uma das intérpretes mais interessantes da nova geração da música portuguesa.

Com uma carreira sólida, marcada por décadas de êxitos musicais que atravessam fronteiras e unem diferentes públicos, Ágata mostra, mais uma vez, a sua capacidade de se reinventar sem nunca perder a identidade. “Perfume de Mulher” continua a ser um hino à força, à sensibilidade e ao magnetismo do universo feminino, mas nesta nova versão abre espaço para um diálogo entre duas intérpretes de gerações distintas que partilham a mesma paixão: cantar com alma.

A colaboração com Mimicat, conhecida pela sua voz intensa e presença marcante, que brilhou na Eurovisão com a canção “Ai Coração”, acrescenta frescura e modernidade a um tema já consagrado.

O encontro entre Ágata e Mimicat não é apenas musical, é também simbólico, unindo tradição e atualidade, revelando como uma canção pode atravessar gerações sem perder a sua componente emocional.

Neste dueto, Ágata assume o papel central de guardiã da memória musical portuguesa, enquanto Mimicat acrescenta a sua irreverência e estilo próprio. O resultado é uma nova leitura de “Perfume de Mulher”, que preserva a essência do original, mas convida o público a redescobri-la sob uma nova perspetiva.