sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

QUINTA DO BILL COM NOVIDADES





















Data de edição: 19 dezembro

“A Saudade Aperta” assinala um novo capítulo no percurso discográfico da Quinta do Bill, uma das bandas mais acarinhadas e reconhecidas da música portuguesa, com mais de 35 anos de carreira. Originalmente lançada como uma canção profundamente emotiva, capaz de transportar o ouvinte para um universo apaixonado e sonhador, feito de reencontros e entregas, “A Saudade Aperta” ganha agora uma nova vida numa versão especial que junta à Quinta do Bill, Tiago Nogueira, letrista do tema e um dos membros dos Quatro e Meia, para uma interpretação conjunta.

Após o lançamento da versão original, a canção tornou-se rapidamente num dos maiores sucessos da banda em palco, com o público a cantar do início ao fim, num momento de total comunhão entre a plateia e a Quinta do Bill. Esta nova versão procura capturar e ampliar essa ligação emocional, apresentando novos arranjos vocais e uma subtil alteração na estrutura da canção, sem perder a essência que a tornou tão especial.

O tema mantém o seu carácter intimista, cruzando a emoção de uma balada com elementos folk, numa interpretação aveludada, marcada por vozes distintas que dialogam e se complementam em perfeita harmonia. A produção desta nova versão — à semelhança da original e dos novos lançamentos já previstos para 2026 — esteve a cargo do produtor João André.

Num ano particularmente intenso, em que a Quinta do Bill realizou uma grande digressão com perto de 40 datas, esta nova versão de “A Saudade Aperta” surge como um momento de celebração, permitindo à banda encerrar 2025 com chave de ouro.

TIAGO SOUSA COMEMORA 20 ANOS DE CARREIRA





















2026 é um ano de celebração para Tiago Sousa: uma nova série de edições, concertos de apresentação e os 20 anos de carreira a solo. Tudo começou com a edição de Crepúsculo (Merzbau)...

Tiago Sousa, é um pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo em discos como "A Thousand Strings" (Discrepant), "Ripples on the Surface" (Holuzam), "Insónia" (Humming Conch) ou "Organic Music Tapes" (Sucata Tapes).

Depois da série "Organic Music Tapes", uma nova série de edições será iniciada em Janeiro de 2026. O primeiro volume da série "Sustained Tones Vol. 1" é um álbum que reúne 6 composições de motivação eminentemente sónica para piano, órgão eléctrico e taped loops. Massa sonora e reverberante, em movimento contínuo de inspiração lenta e tempo suspenso. Músca sustentada na quietude que se estende em harmonias crepusculares e melodias cíclicas. Edição a 16 de janeiro.

Colaborou e/ou interpretou música de:
Adriana Sá, John Klima, Diana Combo, Marco Franco, Joana Gama, Pão, Sapien Sapiens, Macadame, Debut!, Federico Mompou, Arvo Pärt, John Cage, Erik Satie e Terry Riley.

Tocou em venues e festivais como:
OUT.FEST (Barreiro), Festival de Sintra, Teatro Maria Matos (Lisboa), Casa da Música (Porto), Galeria Zé Dos Bois (Lisboa), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), GNRation (Braga), Casa da Cultura (Setúbal), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), Teatro Viriato (Viseu), Fundação Culturgest (Lisboa), Festival Bons Sons (Tomar), Centro de Artes (Sines), Cafe Oto (London), Ancienne Bélgique (Brussels), Scheldapen (Antwerp), Le Bourgh (Lausanne), Heliogàbal (Barcelona), Incubate Festival (Tilburg), Les Pies dans Les Nuages (Rennes), entre outros...

Agenda de 2026 (em atualização)

15 janeiro

21h
Triciclo (Barcelos)

24 janeiro
21.30h
B.O.T.A (Lisboa) - Concerto de apresentação de "Sustained Tones Vol. 1"

28 fevereiro
21.30h
Casa da Cultura (Setúbal)

06 março
21.30h
Ármazém das Artes (Alcobaça)

07 março
21.30h
Bang Venue (Torres Vedras)

08 março
18h
Amparo 99 (Porto)

12 março
21.30h
Cooperativa Mula (Barreiro)

22 março
18h
Cossoul (Lisboa)

24 abril
21h
À Capela MACAM (Lisboa)

BAD TOMATO LANÇA “FEEFA 26” COM PARTICIPAÇÃSO DE TÓ TRIPS





















Bad Tomato apresentam “FEEFA 26”, uma nova versão do tema originalmente lançado como “FEEFA 25” (do EP BARK), agora reimaginado em colaboração com Tó Trips (Dead Combo). O convite partiu da banda há alguns meses e o tema faz parte de uma série de quatro remixes presentes na versão deluxe do EP BITE, que será lançada no final de Dezembro.


“Conhecemos o Tó há pouco tempo, depois dos prémios FNAC, e tendo sido sempre uma grande referência para nós pensámos logo nele quando a ideia dos remixes começou a flutuar” explica Manuel Casanova, vocalista e compositor de Bad Tomato. A banda optou por uma abordagem mais espacial e atmosférica, com influências de trip-hop, criando um ambiente que permitisse a Tó Trips explorar livremente o tema e deixar o sua assinatura. “Há pouca voz na música porque quisemos deixar espaço em aberto para o Tó não se sentir minimamente condicionado, nem demos direções nenhumas”.

A produção de “FEEFA 26” contou ainda com a colaboração de João Simões, músico que integra a formação ao vivo de Bad Tomato, reforçando a ligação entre o trabalho de estúdio e a dinâmica da banda em palco. 

Liricamente, enquanto a versão original “FEEFA 25” abordava o isolamento na vida moderna e a dificuldade em estarmos verdadeiramente presentes para os outros, “FEEFA 26” retoma essa temática sob uma perspetiva mais intimista, explorando agora a melancolia e o isolamento emocional de forma mais contida e introspectiva.

O segundo EP da banda, BITE, saiu em Outubro de 2025. “FEEFA 26” integra a versão deluxe do EP BITE, que será lançada no dia 30 de dezembro e contará também com contributos de Scurú Fitchádu, Surma e IBSXJAUR.

ALEX D'ALVA E RITA ONOFRE ANUNCIAM DIGRESSÃO CONJUNTA





















Cartaz com design gráfico da Desisto.

LIVRE, de Alex D’Alva, e BRUTA, de Rita Onofre, são dois novos trabalhos de originais que se encontram numa mesma tour de concertos — uma celebração da criação independente e da força de correr riscos em conjunto.

No EP LIVRE, com edição prevista para fevereiro 2026, Alex D’Alva explora a eletrónica como território de descoberta pessoal e coletiva: uma experiência dançável que cruza pop, club culture e experimentação, celebrando a liberdade como força criativa.

No álbum BRUTA, que será editado a março 2026, Rita Onofre apresenta um manifesto emocional e intenso, onde vulnerabilidade e poder coexistem em canções eletrónicas que tocam o espiritual e o físico.

Duas linguagens distintas, mas complementares.

LIVRE x BRUTA propõe um diálogo entre universos — o leve e o visceral, o íntimo e o comunal — revelando que a música independente em Portugal vive do encontro entre forças opostas que se reconhecem.

Num panorama onde o risco é raro, LIVRE x BRUTA é um gesto de coragem partilhada: dois artistas, duas visões, um mesmo impulso de criar e mostrar sem concessões.

A tour LIVRE x BRUTA vai passar pelo Lux Frágil (Lisboa) no dia 26 de março, Salão Brazil (Coimbra) no dia 27 de março, Maus Hábitos (Porto) no dia 3 de abril, INDIEROR (Chaves) no dia 4 de abril, Texas Club (Leiria) no dia 10 de abril e, por fim, pela Sociedade Harmonia Eborense/Noite Capote Música (Évora) no dia 11 de abril.

BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:

26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
04 ABR - INDIEROR, CHAVES AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, NOITE CAPOTE MÚSICA, ÉVORA. AQUI

NOVO SINGLE DE MARCO OLIVEIRA















"Canção de Marinheiro" é o novo single de Marco Oliveira com José Peixoto, inspirado no poema de Sebastião da Gama (1924-1952). O tema anuncia o novo disco "Caminho é quanto fica da viagem" com edição no dia 23 de janeiro 2026.

Nunca nos sentimos tão humanamente inseguros e à deriva como na época que estamos a atravessar.

"Canção de Marinheiro" é uma reflexão sobre este caminho.

No fundo já nos sentimos a enfrentar os perigos, as indecisões e a travessia incerta que o mundo contemporâneo continua a impôr.

Nesta canção, o mar surge como metáfora do mundo e do estado interior de quem o atravessa: lugar de instabilidade, mas também de desejo, liberdade e esperança.

Canção de Marinheiro é um convite a escutar o mundo e a reconhecer que, mesmo quando nos sentimos perdidos, a poesia pode ainda servir de bússola.

Sobre Marco Oliveira

Marco Oliveira nasceu a 24 de Janeiro de 1988 em Lisboa.

Músico, poeta e compositor com raízes no fado, actuou em teatros e festivais por todo o mundo: Espanha, França, Suíça, Irlanda, Bélgica, Dinamarca, República Checa, Polónia, Arábia Saudita, Cabo Verde e Estados Unidos são alguns dos países que fazem parte do seu percurso.

Conta com cinco álbuns editados:

"Retrato" (2008)

"Amor é água que corre" (2016),

"Ruas e Memórias" (com produção musical de José Mário Branco em 2019; disco do ano no jornal Ípsilon - Público em 2021),

"Uma Noite em Lisboa - ao vivo no São Luiz" (2023) e

"Caminho é quanto fica da viagem" (2025)

BANDIDOS DO CANTE E ANTÓNIO ZAMBUJO JUNTOS EM "APRIMAVERA"





















Anunciada desde “Já Não Há Pardais no Céu”, a “Primavera” dos Bandidos do Cante floresce agora por inteiro. O novo single da banda alentejana nasce acompanhado pela voz de António Zambujo e confirma aquilo que já se pressentia: um caminho firme, amadurecido, e a promessa de um álbum de estreia prestes a ver a luz do dia.

O ano de 2025 tem sido generoso para os Bandidos do Cante, mas a recta final ainda guardava um gesto especial. Três meses depois de “Tanto Tempo”, o grupo de Beja regressa com uma nova canção que é, ao mesmo tempo, encontro e celebração. Em “Primavera”, Miguel Costa, Duarte Farias, Francisco Raposo, Luís Aleixo e Francisco Pestana unem-se a uma das suas maiores referências, e conterrâneo, num tema que soa a casa, a memória partilhada e a saudade dita a várias vozes.

Esperançosa e luminosa, “Primavera” é uma ode ao tempo que passa devagar no sul, ao que se guarda e ao que se deixa partir. A canção chega acompanhada de um vídeo realizado por Guilherme Correia, com a participação especial de Sílvia Chiola e José Condessa, que prolonga visualmente a intimidade e a delicadeza do tema.

Depois de um ano marcado por dezenas de concertos de Norte a Sul do país, os Bandidos do Cante fecham 2025 com um regresso simbólico à terra que os viu nascer. Dois concertos especiais completamente esgotados no Teatro Municipal de Beja Pax Júlia, no dia seguinte à estreia do single, fica marcado este momento de maturidade e cumplicidade com o público que sempre os acompanhou.

Com “Primavera” agora revelada, o ciclo completa-se e abre-se outro: o álbum de estreia "Bairro das Flores" praticamente pronto, que será desvendado no arranque de 2026. O melhor, ao que tudo indica, ainda está por vir.

SINGLE NOVO DE BISPO


Bispo
Entre Nós (Deluxe)

A versão deluxe de Entre Nós acrescenta cinco novas canções ao universo íntimo que Bispo construiu no álbum original, aprofundando ainda mais a sua narrativa pessoal e artística. Os temas “Sabes lá”, “Sobre nós”, “Tu contra o mundo”, “Qual será o preço?” e “Lamentos” reforçam a dimensão confessional do projecto, agora também disponível em edição física em vinil. Produzidas por nomes como Fumaxa, Daus, Mizzy Miles, Tommas, Mateus Beauchamp, Gemiiny, Lazuli, Holly, João Maia Ferreira, Nort e o próprio Bispo, estas novas faixas funcionam como um epílogo emocional do disco, consolidando Entre Nós enquanto carta aberta de superação, reflexão e honestidade artística.

NOVO VÍDEO DE NOISERV



Videoclipe da canção "20 . 82 . One hundred is much more than ten times ten" encerra viagem visual do álbum "7305".

Depois do lançamento do álbum “7305”, que figura em várias listas de melhores do ano de importantes rádios, jornais e publicações digitais, Noiserv revelou ontem o videoclipe da canção “20 . 82 . One hundred is much more than ten times ten”, o último deste longa duração, juntamente com um vídeo documental de todo o processo.

«Lançar um disco novo é sempre uma grande jornada. Não só pelos receios que inevitavelmente surgem, mas sobretudo porque, e ainda bem que assim é, há sempre muitas coisas novas para mostrar.

As músicas foram todas reveladas no dia 17 de outubro, data de lançamento do disco. Ainda assim, propus-me a um outro desafio: lançar, todos os meses, de abril a dezembro de 2025, um novo vídeo, um para cada uma das músicas do disco. Diferentes perspectivas de uma mesma história.

Hoje é o dia de revelar o último vídeo, e também o mais desafiante. O videoclipe de “20 . 82 . One hundred is much more than ten times ten”, a música que encerra o disco.

Em colaboração com a Casota Collective, percebemos desde cedo que este vídeo teria de ser uma viagem. Tinha de simbolizar a partida da personagem central de todos os vídeos: uma enorme ideia azul.»

Noiserv

O álbum pode ser ouvido em todas as plataformas digitais e adquirido em CD ou em vinil. Pode também ser visto ao vivo na digressão do artista.

BRAGA
24 de Janeiro - Theatro Circo
21h30 - 12€ a 15€
Bilhetes disponíveis aqui

LOUSADA
31 de Janeiro - Auditório Municipal
21h30 - 12€
Bilhetes disponíveis aqui

NOS ALIVE
11 de Julho - Passeio Marítimo de Algés
Bilhetes disponíveis aqui

NOVO SINGLE DE TIAGO NACARATO

 



















Tiago Nacarato
Amélia

Esta música surge como forma de agradecimento a tudo o que a minha avó me ensinou e ao tanto que fez por mim sem nunca ter pedido nada em troca.

Na fase final da sua vida, fui repetidamente ao hospital para lhe fazer companhia e garantir que não partiria deste mundo sozinha. Era o mínimo a ser feito por alguém que me deu tanto, que me ensinou de uma forma tão carinhosa o que é o amor incondicional, aquele da dádiva e não da dívida.

Quando finalmente partiu, e aquando do seu velório, a minha mãe pediu para que eu escrevesse (como é tradição) algumas palavras num papel que ficaria encostado ao caixão da minha avó. Incapaz de escrever o que quer que fosse, pedi desculpas à minha mãe e disse que não o ia fazer. Talvez por achar o gesto demasiado pequeno para o tamanho da importância da minha avó. 

No dia seguinte, no seu funeral, as palavras do padre pareceram-me impessoais. Não fizeram de todo justiça ao que eu achava que devia ter sido dito sobre a minha avó. Nesse mesmo dia, depois de todas as vozes externas se silenciarem, no silêncio do meu quarto, surgiu então a vontade de em forma de último abraço escrever uma canção para a minha avó. Foi assim que surgiu “Amélia”. A canção que tem jeito de oração e forma de abraço.

Técnicamente esta canção foi feita em voz e guitarra, mas para a gravação final com a intenção de a tornar algo mais espiritual decidi passar para piano, voz e coro. Assim conseguia dar mais uma sensação de oração e chegar a um lugar de intimidade que com guitarra sinto que não conseguia. Piano do João Salcedo e coro da Cristiana Silva.

LUX RECORDS 2025/2026

Mostramos por aqui o que algumas editoras independentes nacionais editaram em 2025 e possíveis edições de 2026. Consoante as respostas que nos chegaram a um mail/pedido.

Para os que foram contactados e não responderam e para aqueles a quem o nosso convite não terá chegado por diversas razões contactem

LUX RECORDS, 2025

Janeiro
JOHN MERCY – The Drunken Boat Memoirs (LUXCD138 - 2025) CD Edição Numerada e Limitada 150 exemplares
RAY- Only Light (LUXSG103 - 2025) SINGLE 7” Vinil BRANCO Edição Numerada (40 exempl.)
RAY- Man On Fire (LUXSG143 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada (40 exempl.)

Fevereiro
SO DEAD - Push (LUXSG142 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada
(40 exempl.)
BIRDS ARE INDIE – Fall (LUXSG139 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada (40 exempl.)
RAY – Buffalo (LUXLP144 - 2025) LP Vinil PRETO Numerado (100 exempl.) / Vinil VERMELHO Numerado (100 exempl.) / Vinil MARBLE Numerado (50 exempl.)

Abril
TWIST CONNECTION – Concentrate, Give It Up, It´s Too Late (LUXCD146 - 2025) CD
PAGES – Ordinary Love (LUXSG151 - 2025) SINGLE 7” Vinil PRETO Numerado (150 exempl.)
/ SINGLE 7” Vinil AZUL Numerado (50 exempl.)

Maio
SO DEAD - Roadkill (LUXSG147 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada
(40 exempl.)
VICTOR TORPEDO & THE POP KIDS – Fuck The World (LUXCD148 – 2025) CD Edição Limitada 250 exemplares
SO DEAD – A Wet Dream And A Pistol (LUXCD152 – 2025) CD Edição Limitada 250 exemplares
PAGES – We Are The Pages (LUXCD145 - 2025) CD Edição Limitada 200 exemplares
PAGES – We Are The Pages (LUXLP145 - 2025) LP Vinil PRETO Numerado (100 exempl.) / Vinil
BRANCO Numerado (100 exempl.) / Vinil SPLATTER (Branco/Preto) Numerado(50 exempl.)

Junho
WIPEOUT BEAT – It Happens Because We Are, Not Because We Exist (LUXCD095 - 2025) CD Edição Limitada 200 exemplares

Agosto
VICTOR TORPEDO – Fuck The World (LUXLP148 - 2025) LP Vinil PRETO (50 exempl.) / Vinil LARANJA (100 exempl.) / Vinil MARBLE (25 exempl.)
SO DEAD – A Wet Dream And A Pistol (LUXLP152 – 2025) LP Vinil PRETO Numerado (100 exempl.) / Vinil AMARELO Numerado (100 exempl.) / Vinil MARBLE Numerado (50 exempl.)

Setembro
CAUSTIC, BABE! – Cheap Moralisms! (LUXCD153 - 2025) CD Edição Limitada 200 exemplares

Outubro
AFONSO RODRIGUES – Areia Branca (LUXCD155 – 2025) CD Edição Numerada e Limitada 250 exemplares
RAY – Buffalo (LUXCD144 - 2025) CD Edição Limitada 250 exemplares
TRACY VANDAL & JOHN MERCY feat. Alex Kapranos – To Remember Who You Were
(LUXSG156 – 2025) Digital

Novembro
Vários – MIRROR SONGS – A Tribute To THE PSYCHEDELIC FURS (LUXCD149 - 2025) CD
DUQUES DO PRECARIADO – Falho (LUXSG154 – 2025) Digital
TRACY VANDAL & JOHN MERCY – Ivory Razors (LUXCD157 – 2025) CD Edição Limitada 250 exemplares

Dezembro
CARIÑO MUERTO – Abismo Infernal (LUXSG159 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada (50 exempl.)
CLERKS – Getting Out (LUXSG160 - 2025) SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Edição Numerada (40 exempl.)
TRACY VANDAL & JOHN MERCY feat. Alex Kapranos – To Remember Who You Were (LUXSG156 – 2025) SINGLE 7” Vinil PRETO Numerado (125 exempl.) / SINGLE 7” Vinil TRANSPARENTE Numerado (75 exempl.)
TRACY VANDAL & JOHN MERCY – Ivory Razors (LUXCD157 – 2025) LP Vinil PRETO Numerado (100 exempl.) / Vinil TRANSPARENTE Numerado (100 exempl.) / Vinil MARBLE Numerado (50 exempl.)


Edições da Lux Records para 2026 (já agendadas)

Janeiro
Vários – Cover de Bruxelas Sessions, Volume II (LUXCD150 - 2026) CD (com sessões de John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak)
DUQUES DO PRECARIADO – Encarnação (LUXCD154 – 2026) CD/LP

Fevereiro
TWIST CONNECTION – Concentrate, Give It Up, It´s Too Late (LUXLP146 - 2026) LP Vinil PRETO Numerado (100 exempl.) / Vinil AZUL Numerado (100 exempl.) / Vinil MARBLE Numerado (50 exempl.)
ANTÓNIO OLAIO & VICTOR TORPEDO – If My Heart Had A Brain (LUXCD162 - 2026) CD
ANTÓNIO OLAIO & MANUEL GUIMARÃES – Next Stop Is Yesterday (LUXCD163 - 2026) CD
JOHN MERCY – A Date With Lux (LUXCD165 – 2026) CD/LP (disco de versões de originais lançados pela Lux Records)

Março
BIRDS ARE INDIE – The Stone Of Madnessl (LUXCD161 - 2026) CD/LP

Abril
LEGENDARY TIGERMAN – Misfit Ballads (LUXLP164 - 2026) Vinil 10”
KEISSY & MARGINÁLIA – Keissy & Marginália (LUXCD166 - 2026) CD

LUX RECORDS – 30 Anos
De Coimbra Para o Mundo

A fundação da editora musical Lux Records remonta a Setembro de 1995. É desde essa altura que tem dado a conhecer muita da melhor música com origem na cidade de Coimbra: Belle Chase Hotel, Tédio Boys, Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders, D3O, Wraygunn, Bunnyranch, Tiguana Bibles, Ruby Ann & The Boppin’ Boozers, É Mas Foi-se, Ghost Hunt, António Olaio & João Taborda, Azembla’s Quartet, Victor Torpedo, Tracy Vandal, Bodhi, The Walks, Millions, Raquel Ralha & Pedro
Renato, Mancines, Millions, Birds Are Indie, Twist Connection, Wipeout Beat, From Atomic, Animais, John Mercy, Eigreen, Paul Oak, So Dead, Spicy Noodles, Peter Suede, Duques do Precariado e Caustic, Babe!.

O epicentro da sua acção continua a ser a cidade de Coimbra, e em breve juntar-se-ão ao catálogo, os nomes de A Jigsaw e de Keissy & Marginália. Mas nem só de Coimbra vive a história da Lux Records: Mão Morta de Braga; X-Wife do Porto; Unplayable Sofa Guitar e Madame Godard de Viana do Castelo; Born A Lion da Marinha Grande; Selma Uamusse, Tricycles e RAY de Lisboa; Pages de Almada,

Houdini Blues de Évora, Clerks de Silves; e até os Swell de São Francisco e Dean Wareham de Nova Iorque têm a sua história marcada com o selo da editora que completou já 30 anos de existência.

Em 2017 concretizou-se outro sonho antigo: a realização do Festival Lux Interior. O Festival Lux Interior é um projecto da editora Lux Records que pretende promover os artistas do seu catálogo e imortalizar, ao mesmo tempo, uma das figuras mais emblemáticas e inspiradoras das bandas de rock conimbricense - Lux Interior, líder dos Cramps. O Festival Lux Interior conta já com seis edições recebendo concertos de Clã, Mão Morta, Belle Chase Hotel, Luna (EUA), Legendary Tigerman, Raquel Ralha, Sean Riley & The Slowriders, Selma Uamusse, Três Tristes Tigres, Samuel Úria, Sensible

Soccers, Club Makumba, Ruby Ann, Portuguese Pedro, Victor Torpedo & The Pop Kids, Twist Connection, John Mercy & The Deadbeats, D3O, Walks, Ghost Hunt, Millions, RAY, Birds Are Indie, Keep Razors Sharp, Mancines, Raquel Ralha & Pedro Renato, António Olaio, Tracy Vandal & John Mercy, A Jigsaw, Dirty Coal Train, Act-Ups, Wipeout Beat, Subway Riders, Wipeout Beat, John Mercy & Pedro Renato, Eigreen, From Atomic, Paul Oak, Peter Suede, António Olaio & Richard Strange, Duques do Precariado, Keissy & Marginália, Flying Cages, So Dead e Cariño Muerto.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

PROGRAMA DE 18/12/25

1 - Rita Onofre - Sinto-te tão
2 - Carolina de Deus e Jimmy P - Domingo à noite
3 - Calcutá - Eterno retorno
4 - Afonso Sêrro - Impromptu 4
5 - João Borsch - Cobarde, feliz natal
6 - Bruno Pernadas - Juro que vi túlipas
7 - De Oliveira - Guardião do amor
8 - Tracy Vandal & John Mercy - To remember who you were (feat Alex Kapranos)
9 - Mancines - Better man
10 - A Garota Não - No train a curtir Coltrane
11 - Afonso Rodrigues - Onde foi
12 - Henrique Tomé - Edge
13 - Marquise - Passado
14 - Kakerlakk - Fast family

NOVAS QUINTAS VOLTAM EM 2026

















As primeiras confirmações de 2026 para o ciclo Novas Quintas arrancam já no mês de Fevereiro, com a estreia de Mirror People, no dia 26. Segue-se Raquel Martins que atua a 2 de Abril. Ambos os concertos decorrem na Sala Estúdio do Teatro Aveirense, Aveiro.

“Desert Island Broadcast” constitui o mais recente álbum de Mirror People, projeto do músico, produtor e DJ português Rui Maia. Idealizado como um polo de colaboração com artistas de diferentes expressões culturais, Mirror People centra-se na música de dança, navegando entre o disco, o funk e a eletrónica. Estreiam-se nas Novas Quintas dia 26 de Fevereiro.

Raquel Martins apresenta o álbum de estreia, intitulado “LONDON, WHEN ARE U GONNA FEEL LIKE HOME?”, dia 2 de Abril, nas Novas Quintas. Natural do Porto, a residir em Londres, a artista apresenta um novo trabalho onde navega na intimidade do alt-pop rodeado de camadas de drum machines, grooves suaves e percussões acompanhadas por viola de nylon.

A parceria da Arruada com o Teatro Aveirense começou em 2017, levando os novos talentos nacionais à Sala Estúdio e no formato de Verão, em frente ao próprio Teatro. Artistas como Expresso Transatlântico, Best Youth, Filipe Sambado, Marquise, Ana Lua Caiano, Bombazine, Bia Maria, André Henriques, Ganso, Xtinto, Jura, Inês Marques Lucas, Iolanda, entre muitos outros talentos que viraram confirmação na música portuguesa.

O Ciclo Novas Quintas continua a olhar para os novos talentos nacionais e a contribuir para a exposição de artistas emergentes em Portugal, com uma periocidade trimestral em 2026.

Bilehtes 26 Fevereiro | Mirror People
Bilhetes 2 Abril | Raquel Martins

RUI VELOSO ANUNCIA CONCERTOS EM FORMATO TRIO DE GUITARRAS E PALCO 360.º EM LISBOA E PORTO

 



















09 DE OUTUBRO NA SUPER BOCK ARENA
17 DE OUTUBRO NO SAGRES CAMPO PEQUENO

Rui Veloso, figura maior da música portuguesa e referência incontornável do nosso cancioneiro, anuncia dois concertos especiais em 2026, apresentados num formato intimista de trio de guitarras e com palco 360º, proporcionando ao público uma experiência de proximidade rara com o artista. Os espetáculos terão lugar a 09 de outubro na Super Bock Arena, no Porto, e a 17 de outubro no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa. Os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais.

Depois de mais de quatro décadas a escrever algumas das páginas mais marcantes da música nacional, Rui Veloso continua a reinventar a forma como se apresenta ao vivo, explorando novas linguagens e formatos que revelam a essência das suas canções. O músico apresenta-se nestes concertos acompanhado pelos guitarristas Alexandre Mania e Eduardo Espinho, num diálogo instrumental que destaca a riqueza melódica e emocional do seu repertório.

O formato de trio de guitarras, despojado, próximo, centrado na palavra e na interpretação, permite revisitar temas que atravessam gerações, desde os clássicos que marcaram o início da sua carreira até canções que se tornaram parte da memória coletiva do país. A configuração 360º reforça essa intimidade, colocando o público em redor do artista e criando um ambiente envolvente, pensado para ouvir cada detalhe, cada respiração, cada história.

Com uma carreira iniciada em 1980 com o emblemático Ar de Rock, Rui Veloso tornou-se um dos nomes mais influentes da música portuguesa, autor de uma obra que cruza rock, blues e tradição popular com uma identidade absolutamente singular. Ao longo dos anos, construiu um legado que inclui colaborações com figuras lendárias como B.B. King, Eric Clapton ou Bonnie Raitt, sem nunca perder o vínculo às raízes que o tornaram um dos artistas mais queridos do público português.

Estes dois concertos representam uma oportunidade única para reencontrar Rui Veloso num ambiente íntimo, próximo e emocionalmente direto, onde cada canção ganha nova vida através da simplicidade e da força das guitarras.

BILHETES LISBOA
BILHETES PORTO

MICROSONS PALMELA 2026





















O Microsons regressa a Palmela nos dias 30 e 31 de janeiro de 2026, com uma programação dedicada à palavra e à música de autor, reunindo Mazgani, Lena d’Água, Jorge Cruz, Afonso Rodrigues, Jhon Douglas e Emmy Curl. Os concertos decorrem no Cine-Teatro S. João, mantendo o formato de proximidade e escuta cuidada que tem marcado a identidade do festival. Os bilhetes já se encontram disponíveis na BOL.

Organizado pela Luckyman Music, o Microsons afirma-se como um festival itinerante que privilegia contextos intimistas e o encontro direto entre artistas e público, valorizando a criação autoral, a memória musical e a contemporaneidade da canção portuguesa. Após a passagem por Palmela, o festival estende-se, como habitual, a Grândola, nos dias 6 e 7 de fevereiro, com programação a anunciar brevemente.

A programação em Palmela distribui-se por dois dias. No dia 30 de janeiro, sobem ao palco Emmy Curl (22h00) e Mazgani (23h00), com Jhon Douglas a atuar no Café Concerto às 21h00. No dia 31 de janeiro, o Cine-Teatro S. João recebe Jorge Cruz (22h00) e Lena d’Água (23h00), com Afonso Rodrigues a abrir a noite no Café Concerto, às 21h00.

Mazgani apresenta-se no Microsons depois de editar, em 2024, “Cidade de Cinema”, o seu primeiro álbum integralmente cantado em português. Com mais de duas décadas de carreira, o artista luso-iraniano tem construído um percurso singular na música portuguesa, marcado por uma forte dimensão autoral e por uma escrita que cruza intimismo, melancolia e herança cantautoral.

Emmy Curl, nome artístico de Catarina Miranda, traz a Palmela o universo de “Pastoral”, álbum editado em 2024 pela Cuca Monga e distinguido com o Prémio José Afonso 2025. Artista visual, compositora e produtora, Emmy Curl é uma das vozes mais consistentes da criação independente nacional, num trabalho que cruza eletrónica, folk e imagética contemporânea.

Natural da Amazónia brasileira e radicado em Lisboa desde 2016, Jhon Douglas apresenta um percurso artístico multidisciplinar, marcado pela fusão entre música, artes visuais e performance. Em nome próprio e em vários projetos colaborativos, tem-se afirmado como uma das presenças mais ativas da cena cultural lisboeta.

Lena d’Água, figura incontornável da música portuguesa, sobe ao palco do Microsons depois de lançar “Tropical Glaciar”, o seu mais recente álbum de originais. Com uma carreira que atravessa cinco décadas, mantém uma presença artística singular, onde convivem memória, irreverência e uma permanente capacidade de reinvenção.

Após mais de uma década desde o último disco a solo, Jorge Cruz regressou em 2024 com “Transumante”, um trabalho que reflete sobre o mundo rural, a infância e o tempo, cruzando música de raiz portuguesa com influências do folk norte-americano. Um regresso marcado pela palavra e pela reflexão sobre identidade e território.

Afonso Rodrigues, conhecido pelo seu trabalho em Sean Riley & The Slowriders e Keep Razors Sharp, apresenta-se num momento de afirmação da escrita em português, explorando uma relação íntima entre canção, língua e pertença, num percurso que resulta de uma longa maturação artística.

O Microsons Palmela 2026 reforça assim o seu compromisso com a música portuguesa e com projetos de criação contemporânea, mantendo-se como um espaço de escuta, proximidade e celebração da canção de autor.

Microsons Palmela 2026

Cine-Teatro S. João, Palmela

30 de janeiro

21h00 – Jhon Douglas (Café Concerto)
22h00 – Emmy Curl
23h00 – Mazgani

31 de janeiro

21h00 – Afonso Rodrigues (Café Concerto)
22h00 – Jorge Cruz
23h00 – Lena d’Água

NO SALÃO BRAZIL DE JANEIRO A MARÇO DE 2026












Linda Martini, Mike El Nite, Rapaz Ego e Lisa Sereno entre os destaques do primeiro trimestre no Salão Brazil.

Num ano em que se comemora o centésimo aniversário do edifício que alberga a sala de concertos da Baixa de Coimbra, a programação do primeiro trimestre centra-se no apoio à criação artística - com múltiplas residências artísticas - e na apresentação de discos de distintos projetos da cena musical portuguesa, do pop ao jazz.

Logo em Janeiro, o Salão recebe o Unloop Collective de Sara Montalvão e David Negrão. Com eles vai estar também o músico Fernando Mota, sendo que juntos são o núcleo artístico do projeto Rhiza, cujo processo criativo colaborativo conta também com o contributo de cientistas da Universidade de Coimbra (do CNC - Centro de Neurociências e Biologia Molecular e do MyCoLab, do Centro de Ecologia Funcional). Será a primeira etapa de um trabalho que irá culminar com uma apresentação pública no mês de Julho.

Também em Janeiro, e pouco depois da estadia do projeto Rhiza, o Salão será casa temporária para o novíssimo projeto que une Bernardo Moreira (contrabaixo), João Moreira (trompete) e Ricardo Dias (piano). Juntos, são os T3, e estarão a preparar o material que irá alimentar o seu disco de estreia, que sairá ainda em 2026.

A programação do mês inclui ainda concertos que atravessam diferentes universos estéticos: Wakadelics (9 jan), o Festival Instrumensal com Rui Fernandes (viola amarantina) (11 jan), Rapid Zen (16 jan), a apresentação do novo disco de Miranda (17 jan) e Timbuktu Itinerante com Sr. Maia (23 jan), projecto da Associação Cultural Timbuktu que procura a circulação por várias salas do país. O mês encerra com Lisa Sereno (24 jan), Duques do Precariado (30 jan) e Xauxau dodô (31 jan), todos a apresentarem trabalhos recentemente lançados.

Em Fevereiro, terá início um dos projetos mais relevantes no que diz respeito ao apoio à criação, inaugurando um modelo que se espera ter continuidade no futuro próximo. Trata-se de Embryo, projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões - de Fevereiro a Junho, sempre nas primeiras terças-feiras do mês - vai criar um espaço de encontro com cinco excepcionais músicos da área do Jazz, que vão actuar em duo com o pianista em cada uma destas sessões, sendo que no último semestre do ano, a totalidade dos intervenientes se juntarão para uma residência artística onde o septeto trabalhará em conjunto as ideias musicais preparadas nos duos do primeiro semestre.

No mês mais curto do ano, o Salão Brazil acolhe ainda actuações de Linda Martini na sua tour Liga de Clubes (8 fev), Filipe Karlsson (13 fev), Autoramas (19 fev), António Olaio (20 fev), a apresentação do disco Many Rivers de Luís Figueiredo e Ricardo Formoso (21 fev) e Rapaz Ego (28 fev).

Em Março, o mês tem início com a residência do projeto Mosaïc, projeto que une jovens músicos de vários países de ambas as margens do Meditarrêneo: Adèle Viret (violoncelo), Diogo Alexandre (bateria), Georgi Dobrev (kaval, instrumento tradicional da Bulgária), Hamdi Jammoussi (percussão) e Noé Clerc (acordeão).

Mais adiante, a sala recebe Timbuktu Ensemble (20 mar), projecto da Associação Cultural Timbuktu, que reúne quatro músicos de duas gerações, com percursos, influências e experiências diversas: Francisco Brito (contrabaixo), Zé Cruz (guitarra eléctrica), António Carvalho (bateria) e Duarte Ventura (vibrafone). No dia 21 de março, Mike El Nite apresenta no Salão Brazil o seu Existencisensual, a lançar em fevereiro.

Mais para o final do mês, o Salão volta a receber as Lantana, sexteto constituído por Maria do Mar (violino), Maria Radich (voz), Joana Guerra (violoncelo), Helena Espvall (violoncelo), Anna Piosik (trompete) e Carla Santana (eletrónica). A residência tem como contexto o projeto da bailarina Mariana Lemos, intitulado "o.movimento.do.som". A acompanhar a residência estará o músico e compositor Vítor Rua, cujo contributo estará centrado na escrita (documentação) acerca do processo de criação.

A encerrar esta etapa do trimestre, o Salão Brazil apresenta D'Alva + Rita Onofre (27 mar) e Varatojo – Luta Livre (28 mar), num fecho que completa um trimestre marcado por intensa actividade artística.

A totalidade da programação do primeiro trimestre pode ser consultada no site da Associação Jazz ao Centro Clube.

Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira online BOL, nas lojas da baixa de Coimbra Gang of Four e Lucky Lux e na bilheteira do Salão Brazil, aberta 30 minutos antes do início de cada espectáculo.

TREMOS ANUNCIA MAIS NOMES

 



















Rumo à sua 13.ª edição, o festival açoriano Tremor revela mais cinco confirmações do cartaz: aya, DJ Travella, Coletivo Plugg, Matías Aguayo, MONCHMONCH e Use Knife. Depois de esgotados os passes gerais, o Tremor coloca hoje à venda passes semanais que garantem acesso a todas as atividades a decorrerem nas salas Portas do Mar e Coliseu Micaelense. O novo bilhete custa €60 e pode ser adquirido na 3cket.

Com edições pela Hyperdub e Tri Angle, aya apresenta uma música física e imersiva, onde memória e corpo se encontram em esculturas sonoras que cruzam cultura soundsystem, eletrónica experimental e intensidade emocional. Já DJ Travella traz a aceleração extrema do Singeli tanzaniano, reinventado através de uma abordagem futurista, crua e hiperveloz. Matías Aguayo acumula três décadas de experimentação entre música, dança e comunidade, dissolvendo fronteiras entre DJ set e concerto. Em rota entre Portugal e Brasil, MONCHMONCH traz-nos a mistura explosiva entre punk, ruído e performance propondo um ritual festivo de energia política e diversão coletiva. Politicamente urgente é também o trabalho de Use Knife, que combina vozes árabes, percussão e eletrónica industrial num confronto intenso entre tradição e futuro. No plano local, o açoriano Coletivo Plugg propõe “Ritmos da Natureza”, um workshop performativo que convida à escuta do corpo, ao movimento intuitivo e à criação coletiva.

Anunciadas estavam já as presenças de Abdullah Miniawy, Angry Blackmen, ASCA, Buried by Lava, Candy Diaz, CLUB C.C.C., Engengroaldenga, George Silver, Housepainters, Jup do Bairro, La Família Gitana, Maria Carolina, MC Falcona, Mix`Elle, NTK, Pedrinho Xalé, The Bug + Warrior Queen, Vaiapraia, Water Damage, Yerai Cortés, e a colaboração entre a Escola de Música de Rabo de Peixe e Itiberê Zwarg.

De 24 a 28 de março de 2026, a ilha de São Miguel volta a acolher uma experiência onde música, arte, comunidade e sustentabilidade se cruzam.

FRANKIE CHAVEZ CELEBRA 15 ANOS DE CONCERTOS COM MUITAS NOVIDADES





















Frankie Chavez: “Family Tree” celebra 15 anos com concerto especial no Teatro Maria Matos, em Março de 2026, e é reeditado em vinil.

O álbum de estreia de Frankie Chavez, “Family Tree”, celebra 15 anos em 2026 e para assinalar a efeméride o músico e compositor convida o público para um concerto especial no Teatro Maria Matos, em Lisboa, dia 4 de março. “Family Tree” terá ainda uma reedição, remasterizada, em vinil (edição limitada) e formato digital.

Reconhecido como uma das vozes mais originais do blues, folk e rock em Portugal, Frankie Chavez construiu uma carreira sólida marcada pela versatilidade, virtuosismo na guitarra e capacidade de fundir estilos diversos num som íntimo e emocional.

O concerto no Teatro Maria Matos começa às 21h00 e os bilhetes estão à venda nos locais habituais e on-line.

TEATRO MARIA MATOS | 4 DE MARÇO

Discograficamente, Frankie Chavez estreou-se em 2010 com o EP homónimo, editado pela Optimus Discos. No ano seguinte lançou o seu primeiro longa duração, “Family Tree”, que conquistou a crítica pela força das composições e sensibilidade interpretativa. Em 2014 editou “Heart & Spine”, seguindo-se “Double or Nothing” (2017) e “Alcântara” (2023) – totalmente cantado em português.

Paralelamente ao seu trabalho solo, Frankie Chavez formou o projeto Miramar, em parceria com Peixe (guitarrista dos Ornatos Violeta e Pluto). Um duo instrumental focado em exploração sonora profunda e duas guitarras em diálogo.

HOLLY HOOD COM DISCO A 20 DE FEVEREIRO





















Lisboa - 14 de março - Coliseu dos Recreios

Holly Hood acaba de anunciar a data de lançamento do seu novo álbum, “Opressionismo”, que chega ao público no dia 20 de fevereiro de 2026. Hoje é também revelada, pela primeira vez, a capa oficial do disco, elemento visual que traduz o conceito central deste último capítulo da trilogia e reforça o universo estético que o artista tem vindo a construir ao longo dos últimos anos.

O álbum surge na sequência do single “Quem vira as costas é presa”, editado na semana passada, e representa o capítulo final de uma das trilogias mais marcantes do hip hop nacional recente.

Iniciada com “Dread que Matou Golias” e aprofundada em “Sangue Ruim”, esta trilogia constrói um percurso artístico e conceptual onde Holly Hood explora temas como poder, sobrevivência, conflito interno e opressão, pessoal, social e simbólica. “Opressionismo” encerra este ciclo com uma visão mais crua, consciente e madura, consolidando a identidade do artista como uma das vozes mais singulares e provocadoras do panorama musical português.

Para assinalar o encerramento desta trilogia, Holly Hood prepara um espetáculo único e irrepetível, onde os três discos serão apresentados ao vivo na íntegra. O concerto acontece no dia 14 de março de 2026, no Coliseu de Lisboa, prometendo uma experiência imersiva que atravessa todas as fases deste percurso artístico.

“Opressionismo” não é apenas o final de uma trilogia, é a afirmação definitiva de um artista que continua a desafiar narrativas, estéticas e expectativas dentro da música portuguesa.

FESTIVAL MONTEPIO ÀS VEZES O AMOR REGRESSA EM FEVEREIRO DE 2026














O Festival Montepio Às Vezes o Amor regressa de 13 a 15 de fevereiro de 2026 para celebrar a sua 10.ª edição, consolidando-se como uma referência no panorama cultural português. Ao longo de 11 anos de existência, o festival tem vindo a construir um percurso consistente enquanto espaço privilegiado de encontro entre a música, os afetos e o território, levando concertos a salas emblemáticas de todo o país.

A edição de 2026 arranca com um espetáculo especial de Sérgio Godinho, que apresenta As Canções de Amor de Sérgio Godinho – Biografias do Amor, em Lisboa (Sagres Campo Pequeno, 13 de fevereiro) e no Porto (Coliseu Porto Ageas, 15 de fevereiro). Após mais de cinco décadas de atividade e com mais de três dezenas de discos editados, Sérgio Godinho reúne pela primeira vez em palco as suas canções de amor, num espetáculo que cruza memória, redescoberta e atualidade.

Sobre este conceito, o próprio músico sublinha:

“As chamadas canções de amor são muitas vezes entidades mistas, ao ponto de já não saber por que nome as chamar. Daí que se possam definir também de outras formas: canções de amor são aquelas que nasceram por amor pela vida, pelas lutas da vida, pelas questões que nos pomos vida fora.”

“Seja dito que tenho muitas canções cujo foco é mesmo o amor, como força vital e motivadora – e são essas que, pela primeira vez, reúno e partilho em palco. Até porque há algo de mágico nesse acto de as juntar: elas vão adquirindo novos sentidos, no decorrer das suas vidas, e ao mesmo tempo permanecem intactas.”

“Assim são as canções de amor. Por isso as continuo a cantar. Sumo após sumo.”

- Sérgio Godinho -

Cronista atento do Portugal contemporâneo, Sérgio Godinho propõe uma leitura do amor nas suas múltiplas dimensões, íntimas, coletivas, sociais e humanas, numa abordagem que dialoga diretamente com o espírito do Festival Montepio Às Vezes o Amor, que celebra o amor em todas as suas formas.

No Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, o festival estende-se a diferentes cidades do país, com concertos que refletem essa mesma diversidade de linguagens, gerações e universos artísticos.

Em Torres Novas, Carolina de Deus apresenta-se no Teatro Virgínia. Cantautora em afirmação no panorama da música portuguesa, Carolina de Deus leva a palco um repertório que cruza temas do álbum Dores de Crescimento com canções mais recentes, contando ainda com a participação especial do Coro Juvenil do Choral Phydellius.

No Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, os Delfins apresentam “U Outro Lado”. Depois da celebração pública de 40 anos de canções, a banda regressa a um formato mais intimista, revisitando temas menos evidentes do seu repertório, num espetáculo pensado para teatros e auditórios, onde a proximidade com o público assume um papel central.

Também a 14 de fevereiro, Fernando Daniel sobe ao palco do Teatro Municipal de Vila do Conde com “V.H.Sessions”, um espetáculo intimista onde surge na voz, guitarra e piano, acompanhado por Fernando Mendoza (teclados e programações) e Ivo Magalhães (guitarra). O concerto revisita temas do álbum V.H.S. Vol.1., incluindo “Casa” e “Prometo”, e antecipa novas canções do seu percurso artístico.

No Teatro Municipal da Lousã, Marisa Liz apresenta o espetáculo “Mensagens de Amor”, numa versão intimista concebida para auditórios. A artista apresenta-se acompanhada por Guilherme Salgueiro (teclados e guitarra) e Ricardo Danin (bateria), revisitando canções marcantes do seu percurso a solo e colaborações recentes, num concerto pensado especificamente para este formato e para este contexto.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor anuncia assim os primeiros concertos da edição de 2026, reafirmando o seu compromisso com a descentralização cultural e com a celebração do amor, nas suas múltiplas expressões, através da música.

Mais espetáculos serão revelados ao longo das próximas semanas.

"As Canções de Amor de Sérgio Godinho - Biografias do Amor"
13 fevereiro | Sagres Campo Pequeno, Lisboa
+
15 fevereiro | Coliseu Porto Ageas

Carolina de Deus | 14 fevereiro | Teatro Virgínia, Torres Novas

Delfins | 14 fevereiro | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

Fernando Daniel | 14 fevereiro | Teatro Municipal de Vila do Conde

Marisa Liz | 14 fevereiro | Teatro Municipal da Lousã

Sobre o Festival

O Festival Montepio Às Vezes o Amor nasceu com o objetivo de celebrar o amor em todas as suas formas, através de concertos que se realizam em simultâneo por todo o país, numa programação diversificada e de excelência. Ao longo de 11 anos, o festival consolidou-se como uma referência cultural, promovendo encontros únicos entre artistas e diferentes públicos.

Esta edição reafirma a sua relevância no panorama musical português, apresentando uma programação variada que homenageia o amor e a música, enquanto reforça o compromisso de descentralização cultural.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor é uma iniciativa criada pelas agências Produtores Associados e Locomotiva Azul, e conta desde a primeira edição com o apoio da Montepio Associação Mutualista como naming sponsor.

DAVID DEREKH DISPONIBILIZA VIDEOCLIPE INSPIRADO NO FILME DE TERROR "THE RING"

















Fotografia: MostWanted Productions

O vídeo acompanha o single 'ÚLTIMA HORA' faz parte do EP "AZ4R.O.MEU", que aborda a temática universal da dor. Foi escrito pelo próprio artista e coproduzido com diversos colaboradores, nomeadamente Duarte Carvalho, músico e produtor que já trabalhou com Madonna, Anitta e Blaya

'ÚLTIMA HORA' é o novo single do artista de Hip Hop David Derekh. Com letra da sua autoria e música composta com Duarte Carvalho, o produtor do tema, a canção faz parte do EP "AZ4R.O.MEU", editado no passado mês de novembro.

"Este tema resume vários dos pontos abordados nas outras faixas do EP: a fase da dificuldade ('Pensei que o azar era meu'), a fase da rebeldia (“jovem (...) acusado de ter, alegadamente, tentado fazer pela sua vida”), e a fase da superação (“a minha prece tá pré-destinada”), entre outras. Escolhi 'ÚLTIMA HORA' para faixa final do EP, não só por sintetizar todos estes momentos mas, também, porque a mensagem e energia representam exatamente aquilo que quero que as pessoas sintam depois de ouvirem o projeto do início ao fim. Além disso, este é o meu tema favorito de "AZ4R.O.MEU"", afirma David Derekh.

O videoclipe de 'ÚLTIMA HORA', realizado pela equipa da MostWanted Productions, apresenta uma estética de terror inspirada no filme “The Ring”. David Derekh revela que a inspiração foi "tanto na cor, como em alguns planos de referência como aquele em que saio de dentro de uma televisão. Já o personagem de preto é uma personificação do "azar” de que falo ao longo do meu novo EP".

"AZ4R.O.MEU" é o novo EP de David Derekh. O curta duração é composto por 6 canções com uma sonoridade entre o Rap, o Hip Hop e o Trap, nas quais o artista explora a dor como um sentimento universal e omnipresente na experiência humana.

"É fundamental cultivarmos a autorreflexão e compreendermos a origem das nossas dores, reconhecendo-as como parte essencial do nosso crescimento", afirma David Derekh. "Como o título do EP sugere, o tema central de "AZ4R.O.MEU" é o azar que todos experienciamos ao longo da vida. Apresento várias perspetivas sobre esse mesmo conceito, com a esperança e a resiliência como aliados", completa o artista.

Natural de Braga mas a residir em Leiria, David Derekh é autor de todas as letras do EP e compôs as melodias e produziu algumas faixas com diversos colaboradores, entre as quais Duarte Carvalho, músico e produtor dos No Maka, que já trabalhou com artistas como SYRO, Blaya, Madonna, Anitta e Calema. Já disponível em todas as plataformas digitais, "AZ4R.O.MEU” inclui os singles 'ZOOM OUT', 'MEMENTO MORI', '4 CASAS' e 'ÚLTIMA HORA'.