1 - The Black Archer - Loop infernal
2 - Matadivice - Deflagração
3 - Herr G meets Fuel2fight - Lisboa só (c/ José Henrique Almeida + Mário Resende)
4 - Floating Ashes - Hex
5 - Uncanny Chamber - All lights fading (c/ Nuno Varudo)
6 - OZ - Silhouettes and shadows
7 - Daniel Pereira Cristo - No país de Alice
8 - Sétima Legião - Noutro lugar
9 - Peter Suede - Stuck in my house
10 - Victor Torpedo - Meet me in the woods
11 - Melquiedes - Chasing dahaka
12 - Democrash - (I could be on) television
13 - Ray. - This is love
14 - Fugly - Mom
15 - Worship Of The Senses - Kitsch
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
segunda-feira, 29 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 29/08/22
SALVADOR SOBRAL LANÇA EP SAL
Depois do álbum “bpm” em 2021 e do single “Vertigem” em Abril passado, Salvador Sobral está de regresso com o EP “SAL”, um trabalho que nos traz o talento de Salvador, que interpreta ao piano todos os temas do disco, na sua forma mais nua e despojada. O EP, que conhecerá a luz do dia no próximo dia 2 de Setembro, conta com 4 novas canções e reveste-se de um ambiente intimista e familiar, trazendo ao público o tema “Estrada Dividida” - com assinatura de Luísa Sobral – e respirando no universo fotográfico de Jenna Thiam.
Salvador Sobral convida – na primeira pessoa – o público a embarcar com ele nesta viagem introspectiva e pessoal. Sobre “SAL”, o músico conta-nos como sentiu este trabalho como um regresso a casa:
“Este EP surge de uma urgência de abraçar a música na sua forma mais crua. Os meus últimos dois trabalhos de estúdio, o álbum “bpm” e “Vertigem”, o tema que fiz com o Agir, são registos revestidos de muitas camadas, com muito trabalho de produção. Depois destas duas experiências senti uma necessidade quase visceral de descer à realidade, voltar a casa. E foi precisamente em casa que gravámos estas 4 canções.
Este disco sou eu no meu espaço, a cantar e tocar piano como faço todos os dias. Os defeitos técnicos do instrumento, as minhas fragilidades enquanto instrumentista, a minha voz que aqui se encontra a descoberto e, por isso, mais exposta à falha, constituem a essência desta espécie de mini-documentário musical do meu quotidiano doméstico.
A integração do imprevisto e das circunstâncias, são também elementos que expõem a música à verdade: o cão que ladra lá fora, o som do eléctrico a passar na rua. Três destas quatro canções são temas que costumo tocar ao vivo nos meus concertos, mas que até agora ainda não tinham sido editadas. Uma versão de “Isso e Aquilo” (Iso Fischer / Guilherme Rondon De Barros); “Tristeza dos Dois”, uma música do Bernardo Sassetti, com letra da Luísa Sobral e “Estrada Dividida”, com letra e música também da Luísa. A elas junta-se “Canção para Aïda”, um original, com letra minha e música do Leo, que dedico à minha filha que aí vem. Todo este disco, inteiramente composto por baladas, foi pensado para que um dia ela o pudesse ouvir.
Enquanto que nos meus concertos ao vivo gosto de transmitir e despertar todo o tipo de emoções humanas, aqui interessavam-me somente transmitir sensações de paz e serenidade. Todas as fotografias que ilustram este projecto foram tiradas pela Jenna numa câmara analógica. Por todos os motivos que mencionei acima, para este projecto que remete para o espaço privado e íntimo, não poderiam ser de outra pessoa. Não há vídeos ou imagens em movimento, porque não queria condicionar a percepção das pessoas. Gostava que embarcassem nesta viagem de cabeça livre e coração aberto. E que se sentissem em casa.” – Salvador Sobral
SAL, o novo EP digital de SALVADOR SOBRAL é editado a 2 de Setembro.
Para mais informações, por favor, visite:
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NOVO SINGLE DOS THIS PENGUIN CAN FLY
Capadócia é o novo tema retirado do disco “For All Our Hopes. For All Our Dreams.” de This Penguin Can Fly e conta com a participação do artista cabo-verdiano, Claiana.
Capadócia fala-nos de festa, do sentimento que nunca podemos esquecer, que nos atinge como um raio quando temos partilha, comunhão e bondade. Os três pilares que juntou o power trio a colaborar com Claiana, numa profunda antítese sonora do que apresentaram até agora.
Capadócia é um sítio feliz, onde balões voam, no meio de sonhos, ideais, desejos, amores, cor e e esperanças. O ritmo africano, é só um pretexto para uma mescla que vai além daquela que se ouve: somos todos convidados a correr as sinestesias e os lugares onde a nossa mente e a nossa memória nos transportam para os nossos momentos mais felizes. É o despertar da felicidade que nunca poderá ser esquecida por cada um de nós.
A guitarra limpa com floreados africanos ganha combustível, como se de um balão se tratasse, para subir e fazer-se ouvir com uma melodia quase sinfónica, no final, sempre acompanhada pelo baixo gingado e uma bateria que nos faz mexer. Afinal, a fórmula é sempre simples e é lá que vemos que, afinal, o valor das coisas é maior do que a simples soma das partes.
FAUSTO COM DATA EXTRA NA AULA MAGNA
Fausto Bordalo Dias vai dar um segundo concerto em Lisboa, a 20 de novembro, depois da elevada procura de bilhetes ter esgotado rapidamente a capacidade da Aula Magna para o dia anterior. Os espetáculos assinalam quatro décadas da edição daquele que é unanimemente apontado como um dos melhores registos da música popular portuguesa, “Por Este Rio Acima”, trabalho lançado em 1982, no selo Triângulo, da editora Sassetti. Um espetáculo da promotora Ao Sul do Mundo.
Como todas as coisas raras, uma subida de Fausto Bordalo Dias ao palco é coisa deveras preciosa. Muito mais quando o pretexto para essa fuga momentânea ao resguardo do olhar público se faz para celebrar “Por Este Rio Acima”. Sobre esse seminal álbum que Fausto gravou com músicos como Pedro Caldeira Cabral, Júlio Pereira ou Rui Júnior, entre vários outros, escreveu Viriato Teles no livro Cento e Onze Discos Portugueses – A Música Na Rádio Pública: “Por Este Rio Acima é um disco importante não tanto por ter sido uma obra "iniciática" em 1982 como por continuar a sê-lo três décadas e meia depois - e imagino que assim será ainda por muito mais tempo, já que o tempo não deixa marcas nestas canções de amor e identidade que recriam e renovam a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto usada por Fausto como ponto de partida para este disco. O "estado de graça" atingido pelos que ouvi(ve)ram este disco no ano de 1982 é irrepetível para quem lá esteve, mas continua ao alcance de qualquer novo audiente. Com uma vantagem do ouvinte de hoje sobre o de há 34 anos: tudo o que Fausto fez depois já existe, pelo que o ponto de partida se pode agora confundir com o ponto de chegada. Para nosso (muito bom) proveito”.
De facto, se há coisa que este disco deixou claro é que a sua descendência é farta num presente que soube em bom tempo reclamar Fausto como um dos seus: de B Fachada ou dos Diabo na Cruz a Filipe Sambado e tantos outros nomes grandes da nossa modernidade, muitos são os que não disfarçam nas suas obras os ecos das canções desse histórico álbum. Outro nome que justamente deve ser mencionado é o dos Lavoisier de Patrícia Relvas e Roberto Afonso, grupo que subirá ao palco da Aula Magna nesta viagem ao futuro que se imaginava para a música portuguesa em 1982.
Nas páginas da revista Blitz, há alguns anos, o fadista Pedro Moutinho também sublinhava a importância deste disco que descobriu através da rádio: “Lembro-me que fiquei fascinado com ‘O Barco Vai de Saída’. Se calhar hoje teria mais dificuldade em descobrir um disco assim”, admitia então o fadista. “Primeiro foi aquela música e depois fui desvendando o resto e descobrindo toda aquela informação. Sei que mais tarde me fez ir à procura das crónicas do Fernão Mendes Pinto”. Um disco que nos escancarou as portas de uma história que nem sempre se revelou nos compêndios, que nos fez a todos sonhar com viagens de um mundo que nos tempos retratados ainda tinha tantos segredos por desvendar.
Quarenta anos depois, na Aula Magna, sem saudosismos, sabendo antes encontrar no presente os argumentos para voltar a canções que ganharam a eternidade, Fausto, amigos de sempre e outros de agora, juntarão vozes e instrumentos para nos levarem por esse rio de canções e histórias acima, celebrando de pés firmes no agora uma música que já se sabe que tem lugar garantido no futuro. Os bilhetes já estão disponíveis na Ticketline e o valor varia entre os 25 e os 40€.
sábado, 27 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 27/08/22
2 - Eigreen - Dreamland
3 - Non Talkers - Lovin'
4 - The Weatherman - Universal verve
5 - Sean Riley & The Slowriders - Love life
6 - Birds Are Indie - 23 minutes in brussels
7 - Lobo Mau - 3 segundos de nada
8 - Humanos - Adeus que me vou embora
9 - Cassete Pirata - Tudo faz parte
10 - Valter Lobo - Para t
11 - Tiroliro & Vladimir - Hoje é o dia
12 - Sebastião Antunes - Coração digital
13 - Rogério Charraz -A romaria
14 - Noves Fora Nada - Toca da cota
15 - You Can't Win Charlie Brown - Magnólia
sexta-feira, 26 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 26/08/22
1 - Indigo - Urge decifrar o céu
2 - Mão Morta - A dança das raparigas ( c/ Pedro Sousa)
3 - Um Corpo Estranho e Saturnia - Sete de bastões
4 - Unsafe Space Garden - Em defesa do sol
5 - Baleia Baleia Baleia - Egossistema
6 - Lobo Mau - 3 segundos de nada
7 - Humanos - Maria Albertina
8 - Márcia - Força de fera
9 - A Garota Não - Dilúvio
10 - Rita Dias - E conta-me como foi
11 - Rita Redshoes - O Amor não é razão
12 - Rainhas do AutoEmgano - Eu jurei
13 - Rita Vian - Trago
14 - Selma Uamusse - Papel Principal
LISBON POETRY ORCHESTRA COM NOVIDADES
"Os Surrealistas", é o novo trabalho do coletivo de música e poesia Lisbon Poetry Orchestra. O lançamento está marcado para a Feira do Livro do Porto, no próximo domingo dia 28 de agosto 2022, pelas 20h00, nos Jardins do Palácio de Cristal. A partir de dia 29 de agosto "Os Surrealistas" estará disponível nas lojas. Dia 17 de setembro há apresentação no Castelo de São Jorge em Lisboa.
“Os Surrealistas”, uma edição com a chancela Cidade Nua, é dedicado a um grupo de artistas e poetas que, num Portugal cinzento, percebeu a urgência da liberdade. É a partir do legado deste movimento artístico que a LPO vai buscar a matéria para a construção de um disco que é também uma viagem pela obra de alguns dos seus mais ilustres representantes: Alexandre O’Neill, António José Forte, António Maria Lisboa, Carlos Eurico da Costa, Fernando Lemos, Mário Cesariny, Mário-Henrique Leiria, Pedro Oom.
A Lisbon Poetry Orchestra é composta por Alexandre Cortez (baixo), André Gago (voz), Filipe Valentim (teclados), José Anjos (voz), Luís Bastos (sax e clarinete), Mário Santos (bateria), Miguel Borges (voz), Nuno Miguel Guedes (voz), Paula Cortes (voz) e Sérgio Costa (guitarra).
Lisbon Poetry Orchestra: Os Surrealistas
“ENTRE NÓS E A PALAVRA, O NOSSO DEVER FALAR”
A palavra é e será sempre o ponto de partida da Lisbon Poetry Orchestra (LPO), um colectivo multidisciplinar e de geometria variável, a começar no seu processo criativo e a terminar nos convidados que completam cada intervenção deste projecto. É assim desde 2015, altura em que cinco músicos se juntaram numa das célebres noites dos Poetas do Povo, ao Cais do Sodré. A partir dessa sessão improvisada ficou decidida uma declaração de intenções: levar a palavra poética de forma próxima com a colaboração da música, de uma forma una e adaptada a cada palavra.
Em 2017, depois de vários concertos onde a aceitação do público criou ainda maior incentivo, a LPO lançou o seu primeiro manifesto: o livro-disco Poetas Portugueses de Agora (ed. Abysmo), onde através de uma ambiciosa vontade juntou várias novíssimas vozes poéticas para em conjunto ser criado um objecto que em concerto levava ao máximo tudo o que foi sonhado.
E agora, depois de tantos concertos, de tantas salas, de tantas colaborações com músicos, poetas e orquestras, a Lisbon Poetry Orchestra chega a Os Surrealistas: um disco, um livro- objecto de arte e um espectáculo que resume tudo isso. Este património de liberdade através da palavra que o grupo surrealista português simboliza encaixa na perfeição em tudo o que a LPO acredita: provocação, deslumbre, subversão e respeito simultâneo. Foram convocados para esta nova viagem poetas como Cesariny, António José Forte, Alexandre O’Neill, Fernando Lemos e mais. O resultado final, aquele que se pode ter entre mãos, é outro objecto de arte perene, com disco, poemas, pinturas de João Alves e fotografias de Vitorino Coragem, desta vez editado pela chancela Cidade Nua, albergada pela associação cultural A Palavra. Mas houve mais cúmplices que alegremente saltaram a bordo: A Garota Não, Adolfo Luxúria Canibal e Tó Trips – unidos pela visão indispensável da produção de Fred Ferreira. E estará disponível já neste Agosto.
Tudo isto – e é tanto – se torna ainda mais verdade em cima de um palco. A poesia é entregada com alegria, força e crença, de forma informal e sedutora a quem a quiser ver e ouvir. É este o segredo da Lisbon Poetry Orchestra. E quem puder assistir perceberá que “entre nós e as palavras” há tudo o que nos une e pouco do que nos separa.
https://lisbonpoetryorchestra.com/
MARO EDITA HOJE NOVO ÁLBUM "CAN YOU SEE ME?"
A cantora e compositora portuguesa Maro edita hoje um novo álbum, "Can you see me?", em edição própria e que conta com a participação do músico brasileiro Milton Nascimento.
De acordo com informações partilhadas pela artista nas suas páginas oficiais, "Can you see me?" foi sendo trabalhado e gravado ao longo dos últimos dois anos, com produção do músico John Blanda.
"Can you see me?", que tem distribuição pela Venice Music, conta com 14 canções, a maioria das quais compostas por Maro em parceria com John Blanda, como "We've been loving in silence" e "Am I not enough for now?".
Do álbum também faz parte a música "Juro que vi flores", escrita por Maro e interpretada em parceria com o músico brasileiro Milton Nascimento.
"Can you see me?" é editado três meses depois de Maro ter representado Portugal no festival Eurovisão da Canção, em maio em Turim (Itália), com o tema "Saudade, Saudade", escrito com John Blanda.
Para setembro, tem agendada uma digressão pelos Estados Unidos e Canadá.
Maro é o nome artístico de Mariana Secca, cantora e multi-instrumentista lisboeta, que fez o conservatório e estudou na escola de Berklee, em Boston, nos Estados Unidos.
Em 2018, editou o primeiro álbum, homónimo, dividido em três volumes e que condensa, de forma cronológica, tudo aquilo que Maro compôs desde os primeiros temas da infância até 2017, ano em que terminou os estudos nos Estados Unidos.
Tendo a Internet como principal aliado e âncora na divulgação, Maro disponibilizou no portal Youtube dezenas de vídeos com músicos que passaram por Berklee, com quem gravou o álbum de estreia, e também as gravações feitas nos últimos dois anos, de duetos à distância com artistas como Antonio Sanchez, Eric Clapton, Mayra Andrade, Maria Gadú, Luísa Sobral, Rui Veloso, Ivan Lins, Pablo Alborán, António Zambujo, Silvia Pérez Cruz e Dino D’Santiago.
Em 2018, em entrevista à agência Lusa quando lançou a terceira parte do álbum de estreia, afirmou que queria ter completa liberdade para se movimentar em diferentes géneros musicais, da música eletrónica ao r&b e à pop, e revelou que deve a Milton Nascimento a vontade de ser artista.
"Ele é das razões mais óbvias pelas quais estou a cantar", disse.
SS // TDI
quinta-feira, 25 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 25/08/22
1 - Scatterbrainiac - You make no sense
2- Albert Fish - Alone
3 - The Mirandas - A will ready to burst
4 - Pussy Lickers - beers with the devil
5 - Dapunksportif - Raw&vulnerable
6 - Miss Lava - The great divide
7 - Lobo Mau - 3 segundos de nada
8 - Humanos - Muda de vida
9 - Tracy Vandal & John Mercy - Far from any road
10 - Birds Are Indie - Heaven knows i'm miserable now
11 - Minta & The Brook Trout - Here comes the baby
12 - Bruno Pernadas - Theme vision
13 - Ominichord 10 Anos - Fortune
14 - Sean Riley e The Legendary Tigerman- Good kids
15 - Bloom - Bad for business
16 - Barry White Gone Wrong - Heaven and hell
17 - Raquel Ralha & Pedro Renato - Peek-a-boo
BLIND ZERO EM VILAR DE MOUROS COM NOVOS TEMAS
Os Blind Zero estreiam temas do próximo álbum, “Courage and Doom” – a editar até ao final do ano –, no Festival EDP Vilar de Mouros, no próximo sábado, dia 27, às 20h30.
Com 28 anos de carreira, a banda de rock regressa às edições depois do bem sucedido “Often Trees” que teve como singles “You Have Won”, “Lost Another Mental Escape” e “War is Over”. Do alinhamento farão igualmente parte os temas emblemáticos como “Recognize”, “Slow time love” e “Shine on”, entre outros.
Com milhares de discos vendidos, oito álbuns editados e um DVD ao vivo para a MTV em Milão, os Blind Zero fazem parte da história da música em Portugal, mas ainda há muito mais para viver e o novo disco atesta a boa forma da banda. Ao vivo, o quinteto surpreende com um espectáculo químico e intemporal, revelador da enorme criatividade e vitalidade.
A primeira banda de rock cantado em inglês a atingir o galardão de ouro em Portugal; a receber o primeiro prémio da MTV para Best Portuguese Act; a vencer o concurso europeu SCYPE com o original “My House”; a percorrer as cidades do Porto, Coimbra e Lisboa em cima de um autocarro para celebrar os 13 anos de carreira; e a tocar suspensos a 10 metros do chão num concerto memorável e único, os Blind Zero contam com alguns feitos ao longo de quase três décadas.
Com um percurso ímpar, os Blind Zero demonstram em palco a sua verdadeira essência. E cada espectáculo é especial e irrepetível!
NOVO SINGLE DE INDIGNU
Quatro anos depois da sua última edição, os indignu estão de regresso com novo longa-duração. O disco marca a primeira edição do coletivo pela incontornável dunk!records (em parceria com a norte-americana A Thousand Arms) e chegará às lojas e plataformas digitais em Novembro de 2022. A antecipar o LP, a banda disponibiliza hoje o primeiro single, Urge decifrar no céu; um tema onde se experimentam pelos limites do rock progressivo, inspirando e expirando ao ritmo de crescendos catárticos, melodias e distorções contrastantes numa viagem que foge aos lugares comuns do pós-rock.
O single é acompanhado de um vídeo de Afonso Barros, realizador, que explora a universalidade da música de indignu, num desafio inusitado, sensorial no qual uma série de pessoas é convidada a ouvir o tema no momento, sem qualquer ideia prévia do mesmo. O resultado é bem especial.
O novo disco, adeus, foi misturado por Ruca Lacerda (Mão Morta, Pluto) e masterizado pelo Birgir Jón Birgisson (Bjork, Sigur Rós, Spiritualized, Album Leaf, Alcest).
Nascido em Barcelos em 2004, o coletivo indignu sempre experimentou diversas mutações estéticas e musicais, mas é em 2013 com a composição do álbum Odyssea que se definem as diretrizes sonoras pelas quais ainda se orientam. Apesar de mais circunscritos ao núcleo central no processo criativo, ao longo dos anos não se escusaram a desenvolver colaborações dentro e fora do universo musical, como são exemplo os trabalhos com Valter Hugo Mãe, Manel Cruz, Ana Deus, com o cinematógrafo egípcio Omar Abou Doma ou com artista plástico Mário Vitória. Depois de fetus in fetu, Odyssea, Ophelia e Umbra chega, agora, adeus.
LUÍSA SOBRAL AO VIVO NO FAIAL E NA TERCEIRA
Luísa Sobral apresenta-se em dose dupla nos Açores já no início de Setembro. A cantora e compositora atua no dia 2 na abertura do festival LAVA, no Faial, e no dia 3 no Teatro Angrense, na ilha Terceira.
Luísa Sobral prepara-se para viajar para os Açores para dois concertos inéditos: no dia 2 de Setembro fará honras de abertura do LAVA - Festival Internacional de Jazz do Pico, com um concerto no Teatro Faialense na Horta (Faial), e no dia seguinte, dia 3, subirá ao palco do Teatro Angrense em Angra do Heroísmo (Terceira). Nestes concertos Luísa será acompanhada pelo guitarrista Manuel Rocha.
Também em duo, mas no dia 17 de Setembro, está confirmado o concerto na quarta edição do Chefs on Fire, festival que reúne num só local comida, fogo e música, e que está marcado para as 16h00 no Espaço FIARTIL, no Estoril.
Com cinco álbuns aclamados e inúmeras composições assinadas para outros artistas, Luísa Sobral é hoje uma das mais importantes cantoras-compositoras da nova geração de músicos portugueses.
As gravações do seu sexto álbum de originais terminaram recentemente, prevendo-se que o lançamento aconteça já no final de Outubro. O disco foi produzido pelo multi-instrumentista brasileiro e vencedor do Grammy Latino Tó Brandileone e apresentará uma estética mais pop que os seus antecessores.
2 SETEMBRO
FAIAL
FESTIVAL LAVA JAZZ
TEATRO FAIALENSE
21h30
MAIS INFORMAÇÕES:
Bilheteira do Teatro Faialense
T: 292 391 121
E: reservas.teatrofaialense@urbhorta.pt
3 SETEMBRO
TERCEIRA
TEATRO ANGRENSE
21h30
MAIS INFORMAÇÕES:
Bilheteira do Teatro Angrense
T: 295 401 700
E: angra@cmah.pt
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 24/08/02
2 - Cabrita - Whatever blues (c/ Gui)
3 - Cachorro Sem Dono - Chika pika
4 - Fred - Keeper of my soul
5 - Ocenspiea - Tens fome, come um home
6 - Bruno de Almeida - Film noir
7 - Humanos - Gelado de verão
8 - Lobo Mau - 3 segundos de nada
9 - Cantigas de Maio - Tenho barcos, tenho remos
10 - José Afonso - Traz outro amigo também
11 - António Zambujo - Lote b
12 - Camané - Que flor se abre no peito
13 - Aldina Duarte - Estação das cerejas
14 - Dulce Pontes - Na língua das canções
NO RCA EM LISBOA
Este sábado o RCA toma de assalto o palco do Village Underground. Festa de 6 horas com a presença em simultâneo de quatro bandas:
RCA
HYBRID PARK
ABAIXO CU SISTEMA
SÉRGIO & ANIMAIS
+ DJ set com ROCKLINE TRIBE
Abertura de portas: 23h00
Início: 00h00
Fim: 06h0
MARTA REN AO VIVO
O MuMMa – Museu da Memória de Matosinhos celebra, no próximo dia 26 de agosto, o seu 1º aniversário.
Marta Ren atua no varandim do 1º andar do MuMMa. A artista matosinhense é um dos grandes nomes da música portuguesa, com uma força e estilo inconfundíveis, ao nível das grandes vocalistas negras da soul e do funk, sendo aclamada em festivais e salas de espetáculos de toda a Europa.
Varandim do 1º Andar do MuMMa
22h00
Entrada livre
Próximos Concertos:
4 Setembro | Festa do Avante - Bilhetes
9 Setembro | Gin & Street Food Sessions - Entrada Livre
terça-feira, 23 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 23/08/22
2 - Manuel Linhares - Dança macabra
TEE, O R&B NACIONAL GANHA UMA NOVA VOZ
TEE estreou, no passado mês junho, o seu primeiro single intitulado “I Don’t Give a F*ck”, que acompanhado de videoclipe, marcou, assim, o início de um percurso que promete ser prometedor. Num estilo muito próprio, que mistura sonoridades de Rhythm and Blues e Hip-Hop, com inspirações em artistas como Erykah Badu, Lauryn Hill, Mary J. Blidge, Alicia Keys e até2Pac demonstra, neste seu primeiro single, uma invulgar maturidade alicerçada num registo em que dominam os ritmos urbanos.
Com uma voz impactante, aliada à irreverência da cultura Hip-Hop e R&B, revela, neste seu primeiro single, uma extraordinária matriz radio friendly, repleta de texturas sonoras contemporâneas.
Tatiana Falcão, também conhecida por TEE, éuma jovem cantora de enorme qualidade, apaixonada por música, que tem na suavidade da sua voz, o seu principal instrumento agregador.
TEE canta sobre a sua vida, as suas rotinas, os seus desejos, anseios, angústias, alegrias e usa estes sentimentos para criartemas sentidos, à flor da pele, dignos das influências icónicas que sempre ouviu e que a inspiram.
E não éassim que deve ser?
Composto e produzido por CVIEIRA e com letra da própria TEE.
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
PROGRAMA DE 22/08/22
2 - Filho da Mãe - A um osso
3 - Miramar - Recolher (c/ Mário Laginha)
4 - Helder Bruno - White witch of the seas (c/ O Gajo)
5 - Nuno Carpinteiro - Insónia (c/ O Gajo)
6 - Club Makumba - Danças -
7 - Lobo Mau - 3 segundos de nada
8 - Humanos - Quero é viver
9 - Sensible Soccers - Cantiga da ponte
10 - Rodrigo Leão - A sala
11 - Emmy Curl - Rua de cedofeita
12- Joana Gama & Luís Fernandes - There's no knowing (pare 1)
13 - Joseph K - Father
LEO LANÇA PRIMEIRO SINGLE
LEO é uma cantora e compositora nascida na Ilha da Madeira, Portugal, atualmente a viver em Londres. Com a influência de grandes artistas como Doja Cat; Jamiroquai; Beyoncé e Billie Eilish, ela traz uma mistura perfeita de Pop misturado com batidas funky. LEO desenvolveu o seu amor pela música desde jovem, e afirma que as suas primeiras palavras foram letras de uma música folclórica tradicional da sua terra natal. Desde então, matriculou-se em várias escolas de música que a levaram a Londres para finalizar a pós-graduação em performance. O seu último projeto KOMET RAIN, uma banda internacional, foi apresentado em várias grandes estações de rádio ao redor do mundo e destaque na BBC Introducing.
"Telephone" é sobre o processo de se apaixonar novamente por alguém pelo qual já tivemos um relacionamento, de maneira a pintar esse processo ao longo da música. "Telephone" é sobre o momento em que nos apercebemos que apaixonámo-nos novamente pelo nosso ex.
https://on.soundcloud.com/FBXQ
FAUSTO COMEMORA 40 ANOS DO DISCO "POR ESTE RIO ACIMA"
Fausto Bordalo Dias sobe ao palco da Aula Magna, a 19 de novembro, para assinalar quatro décadas da edição daquele que é unanimemente apontado como um dos melhores registos da música popular portuguesa, “Por Este Rio Acima”, trabalho lançado em 1982, no selo Triângulo, da editora Sassetti. Um espetáculo da promotora Ao Sul do Mundo.
Como todas as coisas raras, uma subida de Fausto Bordalo Dias ao palco é coisa deveras preciosa. Muito mais quando o pretexto para essa fuga momentânea ao resguardo do olhar público se faz para celebrar “Por Este Rio Acima”. Sobre esse seminal álbum que Fausto gravou com músicos como Pedro Caldeira Cabral, Júlio Pereira ou Rui Júnior, entre vários outros, escreveu Viriato Teles no livro Cento e Onze Discos Portugueses – A Música Na Rádio Pública: “Por Este Rio Acima é um disco importante não tanto por ter sido uma obra "iniciática" em 1982 como por continuar a sê-lo três décadas e meia depois - e imagino que assim será ainda por muito mais tempo, já que o tempo não deixa marcas nestas canções de amor e identidade que recriam e renovam a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto usada por Fausto como ponto de partida para este disco. O "estado de graça" atingido pelos que ouvi(ve)ram este disco no ano de 1982 é irrepetível para quem lá esteve, mas continua ao alcance de qualquer novo audiente. Com uma vantagem do ouvinte de hoje sobre o de há 34 anos: tudo o que Fausto fez depois já existe, pelo que o ponto de partida se pode agora confundir com o ponto de chegada. Para nosso (muito bom) proveito”.
De facto, se há coisa que este disco deixou claro é que a sua descendência é farta num presente que soube em bom tempo reclamar Fausto como um dos seus: de B Fachada ou dos Diabo na Cruz a Filipe Sambado e tantos outros nomes grandes da nossa modernidade, muitos são os que não disfarçam nas suas obras os ecos das canções desse histórico álbum. Outro nome que justamente deve ser mencionado é o dos Lavoisier de Patrícia Relvas e Roberto Afonso, grupo que subirá ao palco da Aula Magna nesta viagem ao futuro que se imaginava para a música portuguesa em 1982.
Nas páginas da revista Blitz, há alguns anos, o fadista Pedro Moutinho também sublinhava a importância deste disco que descobriu através da rádio: “Lembro-me que fiquei fascinado com ‘O Barco Vai de Saída’. Se calhar hoje teria mais dificuldade em descobrir um disco assim”, admitia então o fadista. “Primeiro foi aquela música e depois fui desvendando o resto e descobrindo toda aquela informação. Sei que mais tarde me fez ir à procura das crónicas do Fernão Mendes Pinto”. Um disco que nos escancarou as portas de uma história que nem sempre se revelou nos compêndios, que nos fez a todos sonhar com viagens de um mundo que nos tempos retratados ainda tinha tantos segredos por desvendar.
Quarenta anos depois, na Aula Magna, sem saudosismos, sabendo antes encontrar no presente os argumentos para voltar a canções que ganharam a eternidade, Fausto, amigos de sempre e outros de agora, juntarão vozes e instrumentos para nos levarem por esse rio de canções e histórias acima, celebrando de pés firmes no agora uma música que já se sabe que tem lugar garantido no futuro. Os bilhetes já estão disponíveis na Ticketline e o valor varia entre os 25 e os 40€.












