quinta-feira, 1 de setembro de 2022

QUINTA DO BILL DÃO CONCERTO GRATUITO NA MARINA DE ALBUFEIRA


 












A Quinta do Bill atua a 16 de setembro, sexta-feira, na Marina de Albufeira. O concerto de entrada livre faz parte da segunda edição do festival NEVER ENDING SUMMER, que está de regresso àquela cidade algarvia, após dois anos de interregno, por conta da pandemia da COVID 19.

Em plena comemoração dos 35 anos de carreira, a maior banda de folk-rock portuguesa atua pelas 22h00 e leva na bagagem temas míticos como 'Voa', 'Senhora Maria do Olival', 'Se Te Amo', 'A Única das Amantes', 'Menino', 'No Trilho do Sol' e 'Os Filhos da Nação'.

"É sempre um prazer enorme para a Quinta do Bill regressar ao sul e a Albufeira! Prometemos fazer a festa no dia de abertura do NEVER ENDING SUMMER, com todas as pessoas de Portugal e de muitos outros países que estarão a assistir ao concerto e a celebrar conosco a cultura e a gastronomia do Algarve", confessou Moisés, o vocalista do grupo.

O NEVER ENDING SUMMER 2022 assume-se como o último grande festival do verão no Algarve e decorre de 16 a 18 de Setembro. Além da Quinta do Bill, o programa musical inclui David Carreira, que atua a 17 de setembro, o mesmo dia em que sobem ao palco os Átoa. No último dia atuam A Kind of Queen e Quem é o Bob?, bandas de tributo aos Queen e a Bob Marley, respetivamente.

Este ano a organização espera que o festival atraia mais de 40 mil visitantes. Segundo a Administração da Marina de Albufeira, entidade promotora do NEVER ENDING SUMMER, “o objetivo do evento é mostrar à população residente e aos turistas que nos visitam, que o Verão na Marina de Albufeira está longe de acabar”. O multifacetado certame tem como propósito revelar o que o Algarve tem de melhor e, além dos concertos, inclui gastronomia, desporto, artesanato, exposições, conferências, regatas de vela e desfiles de carros clássicos.

CAMP O NÃO-FESTIVAL















O não-festival numa vinha algarvia que reúne músicos, criadores e pensadores para celebrar a terra, o sentido e a beleza.

Evento conta com espetáculos de Carminho, Bruno Pernadas e Mário Laginha, além de uma programação alargada com talks, workshops e outras atividades que celebram o final das vindimas e o início de um novo ciclo.

Documentário “Tilt" de Teresa Júdice da Costa, estreia no CAMP’22

É num lugar mágico, entre o campo, o mar e a serra, que decorrerá a primeira edição do CAMP, um projeto paralelo promovido pelo Morgado do Quintão, o irreverente produtor de vinhos do Algarve.

O evento realiza-se entre as vinhas antigas, debaixo de uma oliveira milenar e com a imponente serra de Monchique como pano de fundo. É ali que nascerá um espaço suspenso da realidade e onde, ao longo de três dias, se vão reunir músicos, criadores e pensadores para um não-festival em que a música terá um lugar de destaque, aliada a uma proposta de programação cultural desafiante, numa escala intimista.

Em termos de programação, a proposta do evento contempla três concertos de artistas que comungam dos valores e do conceito do CAMP: Carminho (7 de outubro), Bruno Pernadas (8 de outubro) e Mário Laginha (9 de outubro), sendo que a participação destes artistas no CAMP’22 não se resumirá aos conceitos artísticos que apresentam em palco e irá promover a sua proximidade com os participantes do evento.

As Talks, ciclo de conversas com convidados que se centra numa reflexão sobre o tema principal do CAMP’22 - “Terra, Sentido e Beleza”, integram participantes de destaque como o fotógrafo e editor Cláudio Garrudo, o advogado e astrólogo Duarte Miranda Mendes (Duarte Amadeu), a arquiteta e urbanista Rita Castel´Branco, o sensorialista Lourenço Lucena, e Pedro Teixeira, professor da Universidade de Lisboa e fundador do Safejourney, entre outros. A antropóloga Maria Manuel Restivo junta-se também ao CAMP, numa parceria com a Brotéria.

A programação CAMP’22 integra também a ante-estreia do documentário “Tilt”, da autoria da produtora Teresa Júdice da Costa. Este documentário debruça-se sobre a criação poética e será apresentado pela própria produtora que marcará presença no evento.

Paralelamente aos concertos, neste fim de semana de Outubro será também possível conhecer a propriedade, participar de workshops e de outras atividades que serão anunciadas brevemente e que integram a agenda cultural irreverente e criativa que o Morgado do Quintão oferece e promete agitar ideias e sentidos daqueles que se juntarem a esta experiência única.

Segundo Filipe Caldas de Vasconcellos, responsável pelo Morgado do Quintão e fundador do CAMP, “O CAMP é um encontro entre música e cultura que se unem como um guia de campo para cada um de nós se perder, e encontrar. Para expandirmos o nosso pensamento, através da arte, música, alegria e partilha, e celebrarmos a vida. É sobre provocar e fazer pensar, de verdade. Com o CAMP pretendemos que haja partilha, reflexão e valorização, uns com os outros, neste lugar, que começa a ser maior do que a sua fronteira física. A partir daqui, o CAMP será onde a ligação à terra, ao sentido e à beleza das coisas acontece, todos os anos, após as vindimas, em preparação para um novo ciclo que começa.”

SOBRE O MORGADO DO QUINTÃO:

O Morgado do Quintão é uma propriedade vitivinícola localizada no concelho de Lagoa. Desde a sua fundação pelo Conde de Silves em 1810 que a propriedade se mantém na família, sobrevivendo resiliente ao longo de mais de dois séculos. Hoje, a propriedade e o projecto querem afirmar-se pelo respeito pela terra, ligação às artes e ao pensamento e à reflexão activa sobre o futuro.

SPACE FESTIVAL A NORTE





















Durante o mês de novembro, o Space Festival leva concertos intimistas de música experimental e improvisada a Paredes de Coura, Montemor-o-Velho, Ponte de Lima, Monção e Caminha.

Depois do reaparecimento do festival no ano passado, o Space Festival regressa em 2022 com o objetivo de continuar a promover o acesso a projetos consolidados e emergentes que se dedicam a este género musical ou encontram nele a sua base, fora dos grandes centros urbanos. Além de Caminha, onde decorreu o festival em 2021, o Space Festival acrescenta 4 novas localidades ao seu itinerário: Paredes de Coura, Montemor-o-Velho, Ponte de Lima e Monção.

A programação completa será revelada em breve, mas até lá o festival promete anunciar alguns artistas programados. O cartaz já inclui vários nomes conhecidos do panorama da música experimental e improvisada a nível nacional, como Gustavo Costa (Máquina Magnética, Sonoscopia, outros), Vitor Joaquim + João Silva, Ry Vuh (projeto de Jorge Queijo e Jorge Coelho) e Krake.

Enquanto parceiro de programação do Space Festival, o Space Ensemble, projeto artístico com origem nas suas primeiras edições, irá apresentar alguns dos seus projetos e filmes-concerto em diversas localidades, assumindo especialmente a programação de serviço educativo, onde se inclui a criação do espetáculo participativo "Minho, Coura, Lima", transversal aos municípios Paredes de Coura, Monção e Ponte de Lima e desenvolvido com as comunidades de cada local.

É objetivo do festival estimular a coesão territorial na fruição de espetáculos artísticos diversos e a circulação de artistas em todo o território nacional, para que este género de música se torne mais acessível em vários pontos do país.

O Space Festival é organizado pela Associação Cultural Rock‘n’Cave e surgiu em 1999, em Coimbra. Até 2005, no decorrer de várias edições itinerantes em diversos locais como Porto, Lisboa, Braga e Aveiro, programou inúmeros artistas portugueses de referência, abordando os novos rumos da música contemporânea possibilitados pela via da experimentação, da improvisação e das novas tecnologias digitais. A edição de 2021 valeu ao Space Festival um lugar no TOP 10 de festivais nomeados para a categoria Best Cultural Programme nos Iberian Festival Awards.

A edição de 2022 conta com o apoio da Direção Geral das Artes e dos Municípios de Paredes de Coura, Montemor-o-Velho, Ponte de Lima, Monção e Caminha.

Mais informações em: https://www.spacefestival.pt/

FERNANDO TORDO RECEBE PRÉMIO DA SPA NO DIA 20 DE SETEMBRO






















Galardão Língua Mãe consagra o brilhante trabalho de criação e interpretação do músico, desenvolvido desde o início dos anos setenta do século passado.

A SPA vai distinguir a obra de Fernando Tordo com o conceituado Prémio Língua Mãe. O galardão consagra o brilhante trabalho de criação e interpretação do músico, desenvolvido desde o início dos anos setenta do século passado, imortalizado com o prémio do Festival RTP da Canção - em 1973, com a mítica 'Tourada' - e em dezenas de discos, que têm sido regularmente editados e aclamados pelo público de várias gerações.

O troféu será entregue ao cantor e compositor no dia 20 de setembro pelas 18h00, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Sociedade Portuguesa de Autores.

"Amigos, é com muita gratidão que no próximo dia 20 de Setembro vou ser honrado com o Prémio Língua Mãe, entregue pela Sociedade Portuguesa de Autores. Um momento especial, que só fará sentido com a vossa presença! Até dia 20!", escreveu Fernando Tordo nas redes sociais, acerca desta distinção.

"Em parte com José Carlos Ary dos Santos e durante muitos anos a solo, Fernando Tordo, já distinguido com o Prémio Pedro Osório da SPA, pelo seu notável trabalho discográfico é, sem dúvida, um dos mais exemplares e inspirados criadores da música portuguesa, tendo criado numerosas canções que fazem parte destacada da nossa memória coletiva", refere a SPA, em comunicado.

Canções como 'Cavalo À Solta', 'Estrela da Tarde', 'Adeus Tristeza', 'Tourada' e 'Só Ficou Amor Por Ti', entre tantas outras, fazem parte da história da música e da memória coletiva dos portugueses, que têm acompanhado a fenomenal carreira do cantor, agora agraciado com este troféu.

O Prémio Língua Mãe foi criado em 2021 pela SPA, em parceria com a CMTV, e está associado ao programa com o mesmo nome. Na sua primeira edição foi atribuído a Paulo de Carvalho.

NOVA MÚSICA DE RETIMBRAR


Os Retimbrar apresentam esta quinta-feira, dia 1, o novo single "Maçãzinha" que conta com a participação da cantora galega Úxia. Mais um avanço do álbum “Levantar do Chão” que será editado dia 22 de Setembro e do qual já são conhecidos os temas “Coisas da Minha Terra”, “Vai de Centro ao Centro” e "Vai Não Vai". Vários dos temas que os Retimbrar vão apresentar no palco 25 de Abril da Festa do Avante, no próximo domingo, dia 4 de Setembro, onde também contarão com a companhia de Úxia.

O videoclip de "Maçãzinha" é da autoria de Mariana Vasconcelos que, a partir da ternura contida nas palavras cantadas por Uxía e Sara Yasmine, desenhou no cenário de um bosque, a trajetória movida pela curiosidade de Luz de Abreu Coelho, aos sete anos de idade, a deambular pelo seu imaginário ao sabor da canção. A capa do single e do álbum é da autoria de Manel Cruz (ilustração) e Koiá Studio (design). A produção é de Quico Serrano.

A melodia-base de "Maçãzinha" vem de uma música com o mesmo nome, do álbum “Dança das Romarias da Beira-Baixa”, do Rancho Folclórico de Silvares (Fundão), editado em 1977. Reescrita pelos Retimbrar, fala de afetos e do sentimento de cuidar, sob o olhar de duas gerações. A convidada Uxía assume o lugar de anciã desta Maçãzinha que “é dedicada a Isabel Silvestre, especial cuidadora e defensora das raízes e figura dianteira das tradições de (en)cantar da região de Manhouce”, explica o grupo.

Com edição marcada para 22 de Setembro, o segundo disco dos Retimbrar, "Levantar do Chão", conta com a participação de mais de 80 pessoas e reúne temas aprendidos e/ou criados ao longo de uma década, num percurso de colaborações com músicos ligados às tradições musicais portuguesas, grupos de Zés Pereiras e Ranchos Folclóricos.

A edição de “Levantar do Chão” tem o apoio da Fundação GDA, da SPA e do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (pólo da Universidade de Aveiro) – que acompanhou o processo de construção do disco com vista à realização de um documentário sobre o mesmo.

Os Retimbrar são um colectivo musical do Porto.

Costumam dizer que é percussionismo nortuense aquilo que fazem. Partiram do ritmo e de uma variedade de instrumentos de percussão tradicionais portugueses, para dar voz e corda às palavras - entre a rua e os palcos, oficinas e concertos.

Fundado em 2008 pelo percussionista uruguaio radicado em Portugal, Andres 'Pancho' Tarabbia, o grupo é composto por António Serginho (teclado, cavaquinho, percussão), Afonso Passos (percussão), André Nunes (percussão), Daniela Leite Castro (violino, flauta, voz), Jorge Loura (guitarra elétrica, voz), Miguel Ramos (baixo elétrico, voz), Sara Yasmine (voz, cavaquinho, percussão) e Tiago Manuel Soares (percussão), e editou o seu primeiro álbum “Voa Pé” em 2016.

Em 14 anos, cruzaram-se em palco e em estúdio com vários artistas, do folclore ao rock, da world music à eletrónica. Pisaram a arena de festivais de norte a sul, dirigiram projetos comunitários e impulsionaram o nascimento da Oficina Faceadinha, um atelier de construção de instrumentos de percussão tradicional.
 

AGENDA ALAIN VACHIER
















03.09.EMILIO MORET & VITORINO - Palco 25 de Abril - Festa do Avante - Atalaia - Seixal, 21h00
03.09.SEBASTIÃO ANTUNES convidado por Canto Daqui com Orquestra Filarmonica de Braga e UXIA – Auditório 1º de Maio – Festa do Avante – Atalaia - Seixal, 17h00
03.09.SUZIE AND THE BOYS - Sertã, 21h30
04.09.HILL'S UNION - Palco Paz - Festa do Avante - Atalaia – Seixal, 20h00
06.08.SEBASTIÃO ANTUNES & QUADRILHA - Murtosa, 17h00
10.09.PEDRO ABRUNHOSA - Parque José Afonso, Amadora, 21h30
10.09.DUARTE - XX Gala Prémios Alentejo – Seminário de São José - Vila Viçosa, 20h3o
10.09.PESTE & SIDA - 21º Encontro Motos Antigas – Espaço do Club - Pinhal Novo, 23h00
16.09.BÁRBARA BANDEIRA – Festas do Sobral, 22hoo

ADFECTUS COM NOVO SINGLE



“O Pescador” é o single de apresentação do novo álbum de Adfectus de seu nome “Estrada”.

Adfectus é o nome do projeto a solo que o cantautor/compositor e produtor musical viseense Ricardo Rocha usa para enviar seu íntimo e sincero indie-folk para o mundo.

O seu timbre de voz grave, a forte sensibilidade melódica e ponto de vista lírico introspetivo e de fluxo livre, combinam para lhe proporcionar uma visão artística singular.

"Este tema que faz parte do novo álbum “Estrada” ,vem de dois ou mais de mim. É um álbum de camadas, maturado em fogo lento , é meditação, é groove,é corpo, alma , som, celebração.”“Estrada” é uma edição de autor e convida a ouvir para fora e olhar para dentro sem perder de vista o horizonte. É um álbum eclético e surpreendente.

“ O Pescador” é uma canção que “mistura” groove com sentimentos, na procura do amor perfeito. Deixem-se levar...

Compositores: ADFECTUS ( RICARDO ROCHA )
Letra : ADFECTUS
Edição e Masterização : ADFECTUS

COLINA DAS ARTES EM LISBOA COM NOVAS CONFIRMAÇÔES














Nasceu um novo evento na cidade de Lisboa. A COLINA DAS ARTES vai realizar-se na Freguesia de São Vicente, em Lisboa, já nos próximos dias 9, 10 e 11 de setembro, com uma programação diversa e inteiramente gratuita de música, literatura, fado, cinema e atividades de ar livre para toda a família.

Na programação desta primeira edição, destacam-se na música as atuações da fadista SARA CORREIA na sexta-feira, dia 9 de setembro, no Parque do Patriarcado (junto à Feira da Ladra), pelas 21H30, e os concertos de CARLÃO, dos CASSETE PIRATA e ainda do artista local LIL BEYES, que atuam no Largo da Graça, no dia 10 de Setembro, a partir das 20H00.

Ainda na música, destaque também para o “JAZZ NO MIRADOURO”, que nos dias 9 e 10 de Setembro, das 19H00 às 21H00, concentra as atenções no Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, uma das mais bonitas janelas sobre a cidade, com atuações da COMBO ESCOLA HOT CLUBE. Com curadoria da Hot Clube Portugal, no dia 9 marcam presença os músicos Henrique Pinto (trompete), Álvaro Pinto (saxofone), Gonçalo Naia (contrabaixo) e Francisco Gomes (bateria), enquanto no dia 10 será a vez de subirem ao palco Maria Meireles (voz), Bruno Barbosa (contrabaixo) e Francisco Gomes (teclado).

Ao longo destes 3 dias de festa, COLINA DAS ARTES terá diariamente uma programação de conversas e tertúlias com escritores, músicos e jornalistas, promovendo o debate e a participação de todos. Na sexta-feira, dia 9 de setembro, a partir das 18H00, no Mercado de Santa Clara, haverá uma tertúlia em torno do tema “O FADO E OUTRAS HISTÓRIAS”, que contará com a presença da fadista Aldina Duarte, da cantora e compositora Mafalda Veiga e do escritor Valter Hugo Mãe. No sábado, 10 de setembro, acontece o “BOTEQUIM DA LIBERTÁRIA”, uma tertúlia com os escritores Tito Couto, Fernando Dacosta e a escritora Filipa Martins, que têm encontro marcado no mítico “O Botequim”, às 22H00. Já no domingo, dia 11 de setembro, haverá uma tertúlia sobre “MÚSICA E LETRA”, que contará com a jornalista Teresa Nicolau e os compositores e letristas Pedro Silva Martins, JP Simões e Rita Redshoes.

A sétima arte não poderia faltar neste evento, e por isso mesmo o Convento da Graça transforma-se numa majestosa sala de cinema nos dias 9 e 10 de setembro, onde vai haver “SESSÃO DA MEIA-NOITE”, sempre a partir das 24H00 e até às 02H00.

O domingo, 11 de setembro, será ainda marcado com uma programação para toda a família, especialmente dedicada ao público infantil e à população sénior no Jardim da Cerca da Graça com atividades de ar livre durante a manhã e tarde, e por uma FESTA NO MIRADOURO que durante todo o dia promete trazer vida ao esplêndido Miradouro da Nossa Senhora do Monte.

Dedicado a todos os que habitam e visitam a Freguesia de São Vicente, este é um evento que recusa fronteiras, apostando na diversidade cultural, nos múltiplos usos dos espaços partilhados e no cruzamento e diálogo entre públicos, comunidades e gerações.

Com um forte cariz inclusivo e colaborativo, este evento trabalhará também com as comunidades e associações locais através de atividades que, sob o lema da sustentabilidade e da ciência, serão dirigidos ao público mais jovem e sénior.

A COLINA DAS ARTES é um evento promovido e organizado pela Junta de Freguesia de São Vicente e desenhado, programado e produzido pela Produtores Associados.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

PROGRAMA DE 31/08/22

1 - Vitor Joaquim - A casa
2 - Armando Teixeira - Campo de Santa Clara
3 - Joana Gama - Índigo (c/ Angélica Salvi)
4 - Storm Factory - Meltemi
5 - Joseph K - Father
6 - First Breath After Coma - Mercado da batata
7 - Sétima Legião - Saudades
8 - Daniel Pereira Cristo - No país de Alice

9 - Manuel Ferreira - Estrela da tarde
10 - Filho da Mãe - A um osso
11 - Miramar - Recolher (c/ Mário Laginha)
12 - Hélder Bruno - White witch of the seas (c/ O Gajo)
13 - Nuno Carpinteiro - Insónia (c/ O Gajo)

KUMPANIA ALGAZARRA EM SETE FESTIVAIS EM SETEMBRO

 












Depois de, em Agosto, terem passado pelo Festival Guca, na Sérvia, e de terem marcado presença pela sétima edição consecutiva nas Festas de São Lourenço, nas Azenhas do Mar, os Kumpania Algazarra arrancam Setembro com presença marcada em sete festivais.

O primeiro será a Noite Branca, em Braga, a 2 de Setembro, onde os Kumpania estarão a tocar nas ruas em formato Banda Móvel/Acústico. No dia 4 de Setembro rumam ao Alentejo e terão a honra de encerrar o Festival Castro Mineiro, em Castro Verde. Na semana seguinte, a banda de Sintra marca presença na Feira da Luz, em Carnide, no dia 9 de Setembro, no dia seguinte no Festival da Juventude, em Alcácer do Sal, e no dia 11 de Setembro rumam a Aveiro, onde estarão a tocar na Last Summer Party na Praia da Barra.

Uma semana depois os Kumpania Algazarra rumam ao Entroncamento para tocar no Festival Vapor, tendo atuações agendadas em todos os dias do festival, sendo esta a segunda vez que a banda faz parte do alinhamento deste evento. O mês de concertos termina no dia 29 em Valença/Tui no Festival Mumi, onde os Kumpania Algazarra marcarão presença em formato acústico.

OUTONALIDADES ESPALHA MÚSICA A PARTIR DE 11 DE SETEMBRO














A 26ª edição do OuTonalidades - circuito português de música ao vivo começa a fazer-se ouvir a partir de 11 de setembro, com uma Bolsa de 76 grupos pré-selecionados prontos a tocar até à primavera. O calendário de concertos, em constante atualização, está disponível em dorfeu.pt/outonalidades.

Estarreja, Albergaria-a-Velha, Viseu e Santa Maria da Feira já confirmaram os primeiros concertos desta edição. Da lista de grupos nacionais pré-selecionados, constam nomes como Joana Alegre, disco.voador, himalion, Daniel Pereira Cristo, dois,pois, emmy Curl, O Marta, entre muitos outros, de inúmeros géneros musicais.

Dos grupos estrangeiros pré-selecionados, há um leque de nomes espanhóis, brasileiros, italianos, checos, eslovacos, cubanos e franceses, fruto de Intercâmbios e Alianças internacionais estabelecidas. Por cada grupo estrangeiro acolhido em Portugal, haverá um grupo português a pisar palcos além fronteiras.

Os Espaços de música ao vivo que queiram acolher o circuito podem aceder ao formulário de adesão, bem como à Bolsa de Grupos, no site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

JOEL FAUSTO & ILLUSION ORCHESTRA COM NOVO DISCO














'Deus é Cego!' é o título do novo álbum de Joel Fausto & Illusion Orchestra que mergulha numa sonoridade soturna dentro do Jazz mais lento e negro, que já nos tem vindo a apresentar ao longo dos anos. Desta vez, surpreende com a novidade de ser o primeiro disco em português. Com fortes influências de bandas como Bohren & Der Club Of Gore ou The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble, assenta numa negritude acompanhada por harmonias de saxofones e coros fantasmagóricos com uma versão surpreendente de 'Acordai', composição imaculada de Fernando Lopes-Graça. Segue já disponível o primeiro single com o nome 'Negrume'.

'Deus é Cego!' será editado digitalmente pela Slowdriver Records dia 16 de Outubro e, em Vinil, em meados de Novembro/Dezembro de 2022.

NO MEO KALORAMA






















Em 2019 Fred Ferreira, baterista e produtor, aventurou-se num primeiro disco em nome próprio e prometia-nos: “O amor encontra-te no fim”. É claro que há muitos amores, mas o de Fred pela música é já companheiro de há muitos anos. Quase umbilical, na verdade. Mas enquanto músico, cada disco que lhe passa pelas mãos torna-se um caso cada vez mais sério. Em 2021, Fred edita o seu segundo disco de originais - "Series Vol.1 - Madlib".

Fred marca agora passagem pelo festival MEO KALORAMA no dia 1 de Setembro.

PALCO FUTURA - 18h00

Aqui está um nome praticamente obrigatório nos cartazes de um festival. Aqueles que não distinguem de olhos fechados os riffs do The Legendary Tigerman, então não sabem o que estão a perder. O músico português, também conhecido pela sua imagem irreverente, começou a sua carreira musical no final dos anos 80, quando se juntou à banda “psychobilly” Tédio Boys. Mas foi em 2002 que Paulo Furtado começou a sua carreira a solo, apresentando-se como The Legendary Tigerman, mostrando a todos o significado de “one man show” ao navegar entre o canto, guitarra, harmónica e bateria. No “late summer” português, em setembro, vai subir ao palco do MEO KALORAMA.

PALCO MEO - 19h00

NO SALÃO BRAZIL













WARM-UP FESTIVAL APURA | DIABO A SETE
02 de Setembro, 22h00

O Festival Apura convida, em parceria com o Salão Brazil, Diabo a Sete para um concerto na histórica caixa negra da baixa de Coimbra. As portas abrem às 21h15 e o concerto começa pelas 22h00.

Diabo a Sete é uma banda folk-rock portuguesa que cruza ritmos, melodias e instrumentos associados à matriz tradicional, com letras e sonoridades contemporâneas. Criativos e com um imaginário particular, os seus espetáculos são conhecidos pelo seu dinamismo, onde se pode sentir a energia da festa popular. Sediados em Coimbra desde 2003, contam com três discos editados e participações em importantes festivais associados à world music, que lhes permitiram recolher óptimas críticas tanto a nível nacional como internacional, confirmando-os como uma referência incontornável na reinvenção da música portuguesa de raiz.

Celso Bento . flautas, gaita-de-fole, percussões, voz
Eduardo Murta . baixo eléctrico
Luísa Correia . guitarra
Miguel Cardina . bateria
Pedro Damasceno . cavaquinho, bandolim, concertina, voz
Ricardo Grácio . flautas, gaita-de-fole, viola braguesa
Sara Vidal . voz, harpa celta, adufe, pandeireta galega

Os bilhetes encontram-se disponíveis na BOL.PT, assim como na bilheteira do Salão Brazil no dia do evento. O concerto terá ainda uma promoção disponível para grupos ou famílias. Para mais informações, não hesitem em entrar em contacto com o Festival Apura ou o Salão Brazil.

Abertura Portas: 21h15
Bilhetes (Bol.pt): 7,00€

NOVO SINGLE DE SÓNIA OLIVEIRA














“Somos Dois” é o single que marca o regresso às edições da cantora e compositora portuguesa Sónia Oliveira. Com autoria da própria, "Somos Dois" é um tema divertido, pautado por uma certa ironia e com uma sonoridade muito bem-disposta.

Gravado nos estúdios Ponto Zurca, "Somos Dois" conta a história de quem assume os seus defeitos e sabe que a personalidade pode ser forte e opinativa; mas, em contrapartida, é uma pessoa cheia de motivação para levar os seus projectos avante, inclusive projectos a dois. Só que, às vezes, parece que é a única a querer fazer as coisas acontecer…

CONTA-ME UMA CANÇÃO












Tendo como pano de fundo o legado de mais de 25 anos de parceria com alguns dos mais talentosos e influentes “escritores de canções” nacionais, a produtora de espectáculos e management de artistas Vachier & Associados, Lda. concebeu um projecto em torno daquilo que é o bem mais valioso da música popular – a Canção. A possibilidade de, através dos suportes produzidos, contribuirmos para a nossa memória colectiva dá uma dimensão a "Conta-me uma Canção" que se espera convergente com a importância que muitas destas criações ganharam nas nossas vidas.

Para a Série 1 de “Conta-me uma Canção”, a V&A convidou David Fonseca + Jorge Palma; Best Youth + LINCE; Joana Espadinha + Mafalda Veiga; Joana Alegre + Sérgio Godinho e Benjamim + Samuel Úria. A par das histórias das canções escolhidas, das versões cruzadas, e de uma conversa necessariamente íntima entre dois criadores, cada parelha de cantautores produziu ainda uma versão/ releitura de uma canção, que não da sua autoria, ​resultando daí reinterpretações de Bee Gees, Jorge Palma, Chico Buarque, Bob Dylan ou dos irmãos Torrão.

A exposição deste "Conta-me uma Canção" na contemporaneidade obriga não só à adequação às novas linguagens de comunicação, mas também a uma atenção especial à riqueza que a música nacional tem desenvolvido nas últimas décadas. Daí que os nomes escolhidos para este arranque traduzam não só criadores de gerações distintas, mas também de origens e géneros diferentes. Desse confronto, e claro, das canções, espera-se a riqueza deste "Conta-me uma Canção".

Feliz coincidência a estreia de “Conta-me uma Canção” ocorrer no dia de aniversário do “escritor de canções” Sérgio Godinho, artista representado pela V&A há década e meia, participante no episódio 4 desta série e mestre na arte das canções – Parabéns, Sérgio!

Gerações e percursos distintos fizeram Jorge Palma e David Fonseca chegarem à música e à escrita de canções. Em comum, serem ouvintes compulsivos da obra dos grandes mestres, a ponto de terem escolhido uma canção de Bob Dylan para cantarem juntos. Ainda a destacar, a revelação do que os inspira e estimula na procura do melhor encaixe entre música e letra – em Jorge Palma, o nome da personagem de “Mi Fá” levou-o numa viagem pela escala musical; já, para David, é impossível afastar-se da imagética que a música e/ou a letra lhe estimulam. Para este, até a escolha de “Frágil” como canção a versionar levou-o a percorrer caminhos musicais determinado pelas imagens que a canção desde sempre lhe sugeriu. Já para Jorge, a escolha pelo classicismo de “canção pop” de “Someone That Cannot Love” é natural. À parte disso, serenata e pastel de nata prometidos…

 
 
Companheiros  no projecto musical “There Must Be A Place”, a presença em estúdio de LINCE e Best Youth para a gravação deste “Conta-me Uma Canção” reavivou muitas das cumplicidades que aquele projecto ocorrido há cerca de 10 anos havia revelado. O bom conhecimento mútuo das criações desta “gente do norte” facilitou a interacção, ainda que fossem evidentes as diferenças no modo de composição entre o projecto individual de Sofia Ribeiro e o compromisso, necessariamente colectivo e por vezes beligerante, dos Best Youth. A partilha de repertório leva-nos a versões de “Red Diamond”, original da banda de Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves, aqui interpretado ao piano por LINCE; ou a um despimento de “Float”, um dos temas que figuram no primeiro álbum de LINCE, numa versão de voz e guitarra. A pop “perfeita” encontram-na em “How Deep Is Your Love” para uma interpretação a três do hino dos irmãos Gibb.

 
 
Descobrirmos que a primeira canção interpretada por Joana Espadinha, em palco, era da Mafalda Veiga foi algo que não esteve presente na definição desta parelha. Mas, feliz coincidência, foi um bom trigger para que a conversa à frente da câmara fluísse para a revelação de que habitualmente criam de forma inversa – se para Mafalda a palavra vem sempre primeiro, já para Joana a música e a sua melodia influenciam fortemente as palavras escolhidas. Ainda, a existência (ou não) de uma escrita feminina, ou a maternidade, a estimularem visões dalguma forma comuns. Com obras de extensão distinta, Mafalda Veiga encontrou numa das canções mais recentes de Joana Espadinha a sua escolha, interpretando à guitarra “Ninguém Nos Vai Tirar O Sol”. Já Joana surpreendeu ao escolher “Não Me Dês Razão”, tema da década passada, fugindo assim à nostalgia da sua estreia em palco. As origens comuns no Alentejo levaram-nas a escolher uma “moda” original dos irmãos Torrão, trazendo a “Conta-me Uma Canção” a dimensão da música de raiz tradicional. Com Joana e Mafalda, o guitarrista João Firmino.



Nunca se haviam cruzado, mas o lastro existia – desde logo, Joana Alegre tem em Sérgio Godinho uma referência inconfundível na arte da “escrita de canções”; já Sérgio viu em “Joana do Mar”, a sua favorita para a edição de 2021 do Festival da Canção. Com percursos necessariamente diferentes, uma grande convergência na dimensão poética das canções ainda que, como fizeram questão de lembrar, não vejam nas letras das canções “poesia” óbvia. Curiosa a escolha de Joana Alegre em termos do repertório de Sérgio Godinho já que considera “A Noite Passada” não só uma enorme "canção”, como vê na letra que a serve um magnifico poema. Para Sérgio, a escolha recaiu em “Voz Guia”, tema do primeiro álbum de Joana. A obra de Chico Buarque determinou a escolha da canção a interpretarem em conjunto – “Geni e o zepelim”. ​Este encontro transgeracional contou com a colaboração de Nuno Rafael e André Santos.



Fait-divers mas ainda assim uma surpresa, saber que Luís Nunes aka Benjamim poderá ter sido vítima de bullying artístico por parte de Samuel Úria e companheiros da Flor Caveira, isto quando se apresentava como Walter Benjamim e a sua composição era maioritariamente em inglês. Este aspecto e o conhecimento que têm do trabalho um do outro influenciaram todo o ambiente deste “Conta-me Uma Canção”. A inveja positiva que nutrem pelo repertório alheio determinou a escolha das canções que versionaram – para Samuel, só a incapacidade o levou a não escolher “Vias de Extinção”, tema que Benjamim fez questão de interpretar, tendo optado por uma versão provocadora de “Domingo”. Para Benjamim, "a canção” do último álbum de Samuel era “A Contenção”, e este encontro a oportunidade para uma versão instigante. A obra “não moralista” de Jorge Palma estimulou a escolha de “Jeremias, o fora da lei” para encerrar a partilha de canções e conversa. Ou melhor, para lhe colocar uma pausa, já que o encontro em palco está prometido.

ANTI-DEMOS-CRACIA APRESENTA NOITES DE NEVOEIRO



10 de Setembro: Orquestra Popular de Paio Pires + D#K
24 de Setembro: Ameeba + Presidente Drógado e a sua Banda Suporte

Bar Cine-Teatro GC Corroios - Palco Hollywood
Rua Ginásio Clube de Corroios 19, 2855-106 Corroios

terça-feira, 30 de agosto de 2022

PROGRAMA DE 30/08/22

1 - Indignu - Urge decifrar no céu
2 - Living Tales - Reign
3 - Seventh Storm - Haunted sea 
4 - This Penguin Can Fly - Capadócia (com Claiana)
5 - Sétima Legião - Além Tejo
6 - Daniel Pereira Cristo - No país de Alice
7 - Kriol - Tempo djá muda
8 - Dino D'Santiago - Voei de mim
9 - Pongo - Doudou
10 - Ricardo Martins - Soçobro
11 - Serge Fritz - Brava

NA ZDB EM SETEMBRO






















Sábado 3, 19H
'Frágil' de Pedro Henrique ⟡ Caroline Lethô ⟡ PeterGabriel ⟡ Peterr ⟡ Putas Bêbadas (PT)

Quarta 7, 22H
Marisa Anderson ⟡ Chica (US/PT)

Quinta 8, 22H
Huerco S. (live) ⟡ George Silver (US/PT)

Sábado 10, 22H
Steven Warwick ⟡ Mercury Haze (UK/PT)

Quarta 14, 22H
The Selva ⟡ Quatroconnection (PT)

Quarta 21, 22H
Ducks Ltd. ⟡ Hause Plants (US/PT)

Segunda 26, 22H
LEYA ⟡ Seán Being (US/PT)

Quinta 29, 22H
Pedro Melo Alves & Ignaz Schick (PT/DE)
— Ciclo ‘Conundrum’
 

BANG AVENUE APRESENTAM O DISCO DE ESTREIA "ALBUM" NO PLANO B, PORTO






















Depois do lançamento de “ALBUM", os Bang Avenue preparam-se para apresentar este disco de estreia pela primeira vez ao vivo no Porto. Este concerto de apresentação acontece no próximo dia 9 de setembro no Plano B.

Esta é a primeira data ao vivo do disco de estreia de Bang Avenue na cidade invicta e por isso um espetáculo único que ficará para sempre no imaginário da dupla. O concerto começa às 22H30 e os bilhetes podem ser reservados através do seguinte link:
https://shotgun.live/pt-pt/events/bang-avenue.

Lançamento de "ALBUM":

Os Bang Avenue nasceram do encontro de Guilherme Marta e Leonardo Patrício, dois jovens músicos e compositores que se conheceram enquanto estudavam na cidade de Aveiro. Apesar de oriundos de backgrounds musicais distintos, o rock e a eletrónica, cedo descobriram um interesse comum pela criação de novas identidades sónicas capazes de desafiar o status quo.

Depois de várias jams e experimentações, acabaram por construir uma sonoridade própria e que nasce de uma mescla entre a música eletrónica e o rock’n’roll, nunca se desgarrando das sonoridades psicadélicas características dos sons sintetizados e trabalhados num contraponto de sound design. O resultado é uma abordagem mais negra e crua, fértil em conjugar sons profundos e melancólicos com a atitude punk que desde cedo quiseram que caracterizasse a dupla e a sua identidade sonora.

Após o lançamento do primeiro EP “Not an Album”, em 2019, a dupla Viseense regressa com nova música, antecipando “ALBUM”, o primeiro disco de originais onde assumem um olhar sob o homólogo e dicotómico numa narrativa original e esteticamente diferenciada. Os fragmentos deste conto, num intuito lírico e musical, seguem um enredo de esperança, que culmina numa contínua perdição, ao mesmo tempo que a dualidade das letras torna cada peça um manifesto individual, onde cada música tem vida por si só.

“Lose To Fear" é a escolha da dupla para segundo single e vídeo do álbum de estreia. Para os músicos, “este é um tema que aborda a batalha impossível contra a inércia, quando somos deparados sobre uma escolha onde a resposta inevitável é aquela que nós não queremos”. Seguindo o enredo de “Forever Together”, o primeiro single do álbum, “Lose To Fear” constrói-se numa dualidade entre a aceitação do medo e a procura da esperança. Nas palavras dos seus autores, “apesar da essência shakespeariana que integra a narrativa, a música não apela à tragédia, mas sim a aceitar a nossa condição e a enfrentar os nossos medos, numa mensagem de superação”.

“ALBUM”, o primeiro disco de originais da dupla, foi editado em maio deste ano e conta com 8 temas originais dos Bang Avenue