terça-feira, 27 de outubro de 2020

MOVIMENTO SOU QUARTEIRA APRESENTA “AMQ LIVE ACÚSTICO” DIA 31 DE OUTUBRO



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dia 31 de outubro, pelas 19h00, vai realizar-se no Parque Gago Coutinho um concerto acústico de celebração do álbum À Moda Quarteirense, que será editado no primeiro trimestre de 2021. Este momento, que vai juntar todos os intervenientes do disco, é a primeira mostra do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela associação Beyond, fundadora do movimento Sou Quarteira, criada por Naomi Guerreiro, Inês Oliveira, Dino D’Santiago e Miguel Jacinto.

Com direção artística de Dino D’Santiago, o longa-duração À Moda Quarteirense é muito mais do que um disco, é acima de tudo um trabalho que reflete a busca intensiva da sonoridade da cidade, que para além de homenagear os talentos locais, tem ainda como objetivo dar novos palcos, infraestruturas e ferramentas para que as futuras gerações possam dar continuidade aos seus sonhos.

O álbum conta com a voz de mais de 30 artistas dos mais conceituados a jovens promessas da música nacional. Dino D’Santiago, Sacik Brow, Biex, Baby Creezy, Alicia Rosa, Lady N, Subtil, Fantasma, Perigo Público e Fragas, são alguns dos nomes que participam neste trabalho.

O espetáculo que irá decorrer no mesmo local onde há menos de um mês foi inaugurado um mural da autoria de três outros filhos da terra: Élsio Menau, Daniela Oliveira e Nuno Viegas, vai contar com número de lugares limitados, em virtude das regras da Direção Geral de Saúde. Serão oferecidos pela Câmara Municipal de Loulé passes a quem queira assistir ao espetáculo. Estes podem ser levantados a partir desta terça-feira, 27 de outubro, no Cineteatro Louletano.

No entanto, este é um momento para todos e por isso mesmo será possível acompanhar a transmissão em direto no Facebook e Instagram do Movimento Sou Quarteira, dia 31 de outubro, a partir das 19h00.

Dino D’Santiago explica que “este momento, que pode ser considerado como um ensaio aberto, será uma experiência única e totalmente diferente do disco. As canções que o compõem estarão no seu formato mais cru, não existirá máquinas, será tudo orgânico. Será uma viagem de celebração de nós para nós. Com a mensagem bem clara de que estamos aqui 'despidos' de preconceitos para partilhar o nosso orgulho em forma de canção, um manifesto”.

Sou Quarteira nasce da vontade de se criar um novo diálogo com a finalidade de dinamizar a cidade, criar infraestruturas e novas oportunidades para as futuras gerações. Organizado pela Associação Beyond em parceria com a Câmara Municipal de Loulé, o Sou Quarteira procura a longo termo ter um impacto positivo na cidade tanto a nível social, cultural como económico. Pretende-se assim desencadear uma vaga de iniciativas, de confiança e de orgulho na cidade. Só através de da diversificação destas ferramentas e experiências disponibilizadas será possível promover a dinâmica de colaboração e profissionalização do talento local.

Este é um projeto apoiado pela Câmara Municipal de Loulé, que foi fundamental para a viabilização do mesmo, acreditando na emancipação da arte como ferramenta sociocultural desde o início.

RESISTÊNCIA AO VIVO

Nesta longa aventura com que a Resistência se aproxima agora das 3 décadas, o marco dos primeiros 25 anos foi importante. Celebrou-se com amigos, os que pisaram o palco e os que encheram as plateias, com cantigas que todos sabem de cor. Na Meo Arena, que já teve nome de grande mar, num dia 13 de Outubro, Alexandre Frazão (bateria), Fernando Cunha (voz e guitarra 12 cordas) Fernando Judíce (baixo), José Salgueiro (percussões), Mário Delgado (guitarra), Miguel Ângelo (voz), Pedro Jóia (guitarra clássica), Olavo Bilac (voz) e Tim (voz e guitarra) viajaram pela sua história convocando as grandes vozes de Raquel Tavares e António Zambujo, dois amigos de longa data que quiseram dizer “presente” nesse momento único.

António Zambujo é o cantor que partiu do seu Alentejo para uma fulgurante conquista do mundo, da Europa ao Brasil, com a mesma língua que a Resistência transformou em bandeira. “É uma grande voz, um grande nome desta cultura moderna da canção portuguesa e para nós será uma honra tê-lo em palco," explicou na altura a Resistência em comunicado. Sobre Raquel Tavares, as palavras da Resistência também vincaram a sua relação com esta língua que aqui se canta: "A Raquel já cruzou o mundo com a nossa língua, já foi aplaudida nalguns dos melhores palcos internacionais, sabe bem o que significa cantar em português, como a canção certa pode levar o espírito de um povo muito longe. Faz sentido tê-la ao nosso lado, ao lado do António Zambujo que também aceitou o nosso convite".

E a Resistência, nessa festa de 25 anos, regressou a canções que já são autênticos hinos: “Não Sou o Único”, “Nasce Selvagem”, “A Noite” ou “Amanhã é Sempre Longe Demais”, “Fado”, “Sete Naves”, “Timor” ou “Circo de Feras”, mas também “Se Te Amo”, “Traz Outro Amigo Também”, “Só no Mar” ou “A Gente Vai Continuar”, criações de nomes incontornáveis da nossa música como os Xutos & Pontapés, Delfins, Sitiados, Rádio Macau, GNR ou Heróis do Mar e Jorge Palma ou o eterno Zeca Afonso.

Raquel Tavares deu voz a “Liberdade”, que Pedro Ayres escreveu, e “Que Amor Não Me Engana”, clássico do especial cancioneiro de José Afonso, e António Zambujo cantou o “Perfeito Vazio” a que os Xutos deram originalmente a sua força, e “Zorro”, o tema com palavras de João Monge e música da grande dupla João Gil e Luís Represas. Quem as aplaudiu em directo sentiu os naturais arrepios que estes momentos geram e que este duplo CD agora preserva.

A Resistência coleccionou grandes marcos e memórias muito ricas nesta jornada que já vai para lá dos 25 anos e correu o nosso país de lés a lés, com o embalo dos generosos aplausos de um público que sempre esteve presente e que, na verdade, fez de todas as apresentações memoráveis celebrações.

Ficha técnica CD Duplo RST ao Vivo No Atlântico
CONCERTO RESISTÊNCIA
Gravado em Lisboa- Meo Arena
13 de Outubro de 2017

Convidados :
Raquel Tavares
António Zambujo

PRODUTOR
XAPA 13
Kabeca Ferreira- Produção
Sofia Alves Dos Reis-Produção

Músicos
Alexandre Frazão-bateria
Fernando Cunha- voz e guitarra de 12 cordas
Fernando Júdice- baixo elétrico
José Salgueiro- percussões
Mário Delgado- guitarras
Miguel Angelo- voz
Olavo Bilac- voz
Pedro Joia- guitarra clássica
Tim- Voz e guitarra de 6 cordas


Road Manager
Paulo Sousa Martins

Som de Frente
Carlos Vales

Assistente de som de frente
Paulo Amado

Som de palco
João Escada

Desenho e Direcção de Iluminação
LD | Leston Design

Iluminação
Pedro Leston | Pedro Leston Martins | Paulo Correia

Roadies
Antonio Gomes ( Tozé) | João Costa (Moles)

Tele Ponto
João Cortez

Fotógrafo
Rómulo Silvestre

Produção duplo CD
Fernando Cunha, Tim e Carlos Vales

Gravação
Auditiv Audiovisuais lda - Daniel Bekerman
Carlos Vales

Pós produção, Mistura e Masterização no Estúdio Auditiv
Carlos Vales

Fotografias da capa-
Retiradas das gravações de video por José Pinheiro

Grafismo
Transglobal.pt

ROSA SPARKS EDITAM PRIMEIRO SINGLE



 

 

 

 

 

 

 

Na passada 6a feira dia 23 de Outubro foi lançado o single " No More" que antecipa o lançamento do primeiro Ep de ROSA SPARKS que terá o título " Social Distancing" e será lançado até ao final do ano em data a anunciar brevemente.

Os ROSA SPARKS são uma banda oriunda da Grande Lisboa que congrega quatro amigos de longa data. O som do colectivo é diversificado embora tenha como fio condutor o rock, presta-se também a incursões por vários estilos: punk, hardcore, dub, ou mesmo sonoridades mais jazz ou funk, as
letras são pautadas por uma postura interventiva de critica social. São integrantes: Frederico Oliveira (Freddy Locks, Vibration Matters, 20 Pás 8), Ricardo Barriga (Boca Doce, Trisonte, Primitive Reason, Peste e Sida), Ricardo Delgado (Sick Sick Six) e João Ingram (Crise Total, Zootic, Albert Fish, Sick Sick Six).

“O nosso nome foi inspirado em Rosa Parks, activista dos direitos civis nos EUA. Contemporânea e companheira de lutas de Martin Luther King ou Malcolm X, ficou conhecida por "bater o pé" e não ceder o lugar a um passageiro branco num autocarro em Montgomery, Alabama, quando ainda vigorava o sistema de "Apartheid" naquele País, contribuindo assim para o despoletar da luta pelos direitos civis e pela igualdade racial.

A referência e homenagem que lhe prestamos é também no sentido de que a memória da sua militância seja a centelha ( spark) que inspire a que outras Ros@s se ergam para o combate necessário pelo Mundo a que temos direito aqui e agora.”

KATIA GUERREIRO CELEBRA 20 ANOS DE FADO


 



 

 

 

 

KATIA GUERREIRO “20 ANOS DE FADO”
12 DE DEZEMBRO 2020 * 21:30 | TEATRO TIVOLI BBVA

Katia Guerreiro regressa a Lisboa em nome próprio, num espectáculo onde recorda e comemora alguns dos momentos mais importantes e felizes da sua carreira.

Este espectáculo conta com a Participação dos Músicos: Pedro de Castro e Luís Guerreiro (Guitarra Portuguesa), André Ramos e João Mário Veiga (Viola) e Francisco Gaspar (Viola Baixo), para alem de alguns convidados a anunciar brevemente.

O FADO DE SER FADISTA...

Era uma vez, há vinte e um anos, em Lisboa...

A Casa de Fados, cheia, era um santuário num daqueles dias em que o ambiente, a atmosfera e a inspiração contaminavam as almas de cada um. Os tais dias em que o fado não se ensaia, não se prepara nem se organiza... desta vez é ele que toma conta de nós e pura e simplesmente, acontece...

Era uma noite única, apenas dedicada aos músicos, não estando previstas atuações ou intervenções de cantadores ou cantadeiras. Já se tinham ouvido alguns dos mais importantes músicos da época e da história, alguns mais velhos, os mestres, e alguns mais novos, os virtuosos e as promessas.

A Casa estava cheia de fadistas, mas ninguém se chegou à frente para cantar. Ainda não se tinham ouvido as cordas das guitarras a servir de guia da alma de quem pega nas palavras para nos contar as histórias que o fado canta.

Chegou uma miúda, vinte e poucos anos, estudante de medicina. Não era suposto cantar, mas alguém disse: nenhum fadista profissional ou experiente deverá cantar esta noite, mas porque não abrir uma exceção a uma nova voz, a uma estreia? Se a noite está como está, quem sabe o que nos pode acontecer... Começou a cantar... mudou tudo, já não era a noite das guitarras; era uma noite em que surgiu uma nova grande fadista, uma grande promessa...

Era uma vez, há vinte anos, em Lisboa...

Um ano depois, entre a conclusão do curso de medicina, as noites de fados, as tertúlias e as atuações em vários eventos e pequenos espetáculos, Katia Guerreiro foi uma das artistas convidadas a participar no espetáculo de homenagem à Senhora Dona Amália Rodrigues, no Coliseu dos Recreios.

O Público e crítica renderam-se à sua interpretação de “Amor de Mel, Amor de Fel”, considerando-a a melhor atuação da noite... em que decidiu que queria ser para sempre Fadista...

12 de Dezembro de 2020 21:30 Teatro Tivoli BBVA
Bilhetes já à venda em ticketline.sapo.pt , Teatro Tivoli BBVA e nos locais habituais
Preços: 12,50€ - 25€

NOTAS:
- Obrigatória utilização de máscara
- Compra obrigatória de lugares individuais, com excepção de frisas e camarotes
- Não é permitida a entrada a menores de 3 anos de idade, com excepção de espectáculos que estejam classificados para Todos os Públicos, de acordo com o Decreto Lei 23/2014.
-Para adquirir bilhetes de Mobilidade Condicionada, por favor contacte as bilheteiras do Teatro Tivoli BBVA: telefone 213 572 025 ou através do email bilheteira.tivolibbva@uau.pt.

PEDRO MOUTINHO APRESENTA "AMÁLIA E OS POETAS"





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O novo espectáculo nasce a propósito das comemorações do centenário de Amália Rodrigues e conta com a colaboração do fotógrafo e realizador Sebastião Varela

E estreia acontece a 6 de Novembro no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, no Ciclo Vozes do Fado 2020

Para celebrar o centenário de Amália Rodrigues, Pedro Moutinho criou um espectáculo em que o mote é a selecção de alguns dos mais importantes poetas portugueses cantados por Amália Rodrigues.

No desenho deste espectáculo inédito, o fadista conta com o fotógrafo e realizador Sebastião Varela, sobrinho-bisneto de Amália. Com base nos poemas e nas históricas interpretações de Amália Rodrigues, criará uma imagem fotográfica para colorir cada tema, de acordo com a interpretação que faz dos mesmos.

Partindo da palavra para homenagear a mais importante intérprete do mundo da lusofonia, Pedro Moutinho dará voz a uma cuidada selecção de poetas. Camões, Fernando Pessoa, Alexandre O’Neil, Pedro Homem de Mello, David Mourão Ferreira, José Carlos Ary dos Santos, mas também a própria Amália Rodrigues, que escreveu letras para temas tão icónicos como "Estranha Forma de Vida", "Trago Fado nos Sentidos" ou "A Lágrima".

A estreia deste novo espectáculo acontece no próximo dia 6 de Novembro no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, no Ciclo Vozes do Fado 2020.

Propõe-se assim uma viagem ao imaginário dos poetas de Amália através de duas formas de arte distintas. O fado e a fotografia juntam-se em palco, para exprimir uma visão contemporânea de alguns dos temas que eternizaram a fadista.

SEBENTA COM NOVIDADES

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sábado, 7 Novembro pelas 22h00 em Live @ A Casinha
[concertos ao vivo em live streaming]
https://liveacasinha.pt/gig/sebenta-2/

A Casinha trata-se do já conhecido estúdio dos Xutos & Pontapés, que se transformou numa sala de espectáculos. “Não precisa sair de casa para visitar a Casinha”, afirma a produção da sala. Aqui, defendem, o objectivo passa por juntar “grandes nomes da música, em sessões únicas de live streaming”. Ou seja, acima de tudo pretendem unir artistas e público e celebrar a música portuguesa.
 

Depois de uma primeira passagem tão bem sucedida por Live @ A Casinha, surgiu novo convite para regressar e dizem que os bilhetes estão a voar. Neste concerto para além de apresentarem pela primeira vez ao vivo “Runs Out”, os SEBENTA têm outras surpresas preparadas.

Biltetes em:
https://liveacasinha.pt/

https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/91935-sebenta-live_a_casinha/

Os SEBENTA assumem cada vez mais um lugar de excelência no panorama do rock nacional como uma das melhores bandas da atualidade. Com uman qualidade inquestionável, o projeto vai evoluindo de álbum para álbum.

Estando sempre junto dos seus fãs, a sua história é hoje maior que ontem porque acreditar é mais que tudo.

A 18 de Maio de 2020 os SEBENTA celebraram 16 anos e ao longo de todo este período de tempo a banda foi-nos habituando a seguir as suas canções. “Bem, Pensando Assim” foi o primeiro single da banda. Retirado do álbum “O Beijo” (2006), estreou na Antena 3 e tornou-se rapidamente num sucesso de popularidade de rádio. Dois anos depois, com o tema “Ver Vamos” (2008), retirado do álbum “Efeito Secundário”, a banda criou um verdadeiro hino de mrádio e televisão. E quem não se lembra de ouvir “Balas de Prata” e “Olhos de Quem”? Temas que foram tantas vezes ouvidos e preferidos do público.

Em 2012 e 2013, anos em que o mundo podia acabar, os SEBENTA fizeram- nos acreditar que o amor tudo pode com “Grita Pelo Nosso Amor”.

Em 2016 a banda surpreendeu com o álbum Raio-X e conseguiu reunir Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e o famoso surfista Garrett McNamara no single “VIVE”. Foi um álbum que colocou a banda em lugar de destaque nos escaparates do rock nacional. 

Um dos marcos mais importantes aconteceu em 2019: os SEBENTA assinalaram os 15 anos da banda e proporcionaram um grande concerto no Lisboa ao Vivo.

Os SEBENTA com tantas provas dadas continuam a fazer dos seus concertos momentos únicos e imperdíveis! A banda continua a ser contagiada com a energia recebida pelo público tanto nas melhores salas nacionais como fora do país. E de olhos postos no momento presente, a banda promete voltar a
surpreender com o próximo álbum. Os SEBENTA estão a terminar as gravações de um disco que vai ter como novidade a apresentação de alguns temas cantados em inglês, entre outras surpresas.

“Runs Out” a partir de dia 30 de Outubro está disponível em todas as plataformas digitais.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

PROGRAMA DE 26/10/20

1 - Quid - Estalar de dedos
2 - Malú Garcia - Paradigmas
3 - Luiz Caracol - Olha a onda
4 - Samba Sem Fronteiras - Samba sentado
5 - Humana Taranja - Mistérios
6 - João Couto - Os meus amigos
7 - Lobo Mau - A grande proeza
8 - Marta Ren - 22 22
9 - Cacique 97 - Epidemia
10 - Matay - Confia
11 - Rogg - Chuva
12 - Woodo - If you wanna know
13 - Solipsism - Mermaid (ft Roi Bars)
14 - Isabel Mesquita - Ilha de pedra e sal
15 - Adfectus - Mundo

 

VOZES DO FADO COM ALEXANDRA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia 30 de Outubro, pelas 22h no Auditório Municipal Ruy de Carvalho no Centro Cívico de Carnaxide.

Alexandra, nasceu a 25 de Abril de 1950.

É um dos nomes mais acarinhados do panorama musical português, uma das artistas mais queridas do público e que dispensa apresentações.

De um talento popular inequívoco, com inúmeros registos discográficos lançados no mercado português, Alexandra projeta a sua popularidade a nível nacional com a canção “Zé Brasileiro, Português de Braga” (Vasco Lima Couto/António Sala) que concorreu ao Festival da Canção RTP, em 1979.

Desde essa altura, protagonizou inúmeros êxitos que vai levar ao palco do Auditório Ruy de Carvalho. Para além dos temas que foram compostos de propósito para si, Alexandra tem estado desde há muitos anos, ligada a diversas homenagens a Amália, e no ano em que se celebra o seu centenário, é incontornável que sejam apresentados alguns dos seus temas mais emblemáticos.

Outros concertos do Ciclo Vozes de Fado:

Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide), Sextas-feiras, pelas 22h

6 de Novembro - Pedro Moutinho

13 de Novembro - Tributo a Amália com: Diamantina, Tânia Oleiro e Joana Amendoeira.

10 ANOS DE GALO GORDO


 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O projeto Galo Gordo, da escritora Inês Pupo e do músico Gonçalo Pratas, celebra 10 anos e tem novo livro/CD. 

Para assinalar a data os seus autores editam o quarto livro e CD “É uma festa” que terá lançamento oficial em concerto no dia 7 de Novembro no Teatro Maria Matos, em Lisboa.

O espectáculo “Galo Gordo 10 anos” que apresentam no Maria Matos é uma oportunidade única para juntar amigos à volta de novas e velhas canções deste projecto único.

Para ajudar à Festa os autores convidaram vários amigos músicos que os acompanham desde 2009.
O Galo Gordo é um dos mais consistentes projetos artísticos para a infância em Portugal e é referenciado pelo Plano Nacional de Leitura e pela Casa da Leitura da Fundação Gulbenkian.

Música Gonçalo Pratas Poemas Inês Pupo Ilustração Cristina Sampaio Contrabaixo e Direcção Musical João Fragoso Piano Kent Queener Bateria Guilherme Melo Produção: Constroisons Apoios RTP - Livros Horizonte - Teatro Maria Matos

"É uma Festa" é o livro CD que acabou de ser lançado no mercado pela Livros Horizonte e pela Constroisons que que assinala os 10 anos do projecto Galo Gordo. O livro é da autoria da escritora Inês Pupo e do músico Gonçalo Pratas, as ilustrações são de Cristina Sampaio.

O disco tem a participação de Vitorino, Filipe Raposo e Diogo Duque como convidados, a direcção musical e arranjos são de João Fragoso e Gonçalo Pratas.

26. ª EDIÇÃO DO FESTIVAL TERMÓMETRO ARRANCA DIA 31 DE OUTUBRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


No mais difícil ano para o sector cultural o Festival Termómetro não baixa os braços e vai continuar a lutar por dar espaço e voz às bandas emergentes. Curiosamente, num ano pandémico como o atual, a 26.ª edição apresenta-se como a mais ambiciosa de sempre. Nunca houve um ano com tantas participações nacionais e internacionais, num total de 352 inscrições recebidas, que se repartem por Portugal, Brasil, Espanha, México, África do Sul, Bélgica, Canadá e EUA.


Para fazer frente à situação atual, o Festival Termómetro vai contar este ano com um programa físico e online. Físico porque vai estar de facto em todos os locais que se propõe, online porque em muitos deles perante o evoluir ou não da pandemia, poderá ser o único meio para se assistir às atuações dos artistas presentes na mostra.

O Festival Termómetro chegou aos 26 anos e com ele apresenta uma vida nova. São 24 bandas que se repartem por oito cidades e um país: Portugal. Em cada sessão serão apresentadas três bandas e/ou autores.

O Termómetro arranca já no dia 31 em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, com a participação especial de Surma, como artista convidada. Em palco estarão os Copa Turbo, Humana Taranja e Evaya. O Festival segue para Matosinhos, Aveiro, Tabuaço, Sesimbra, Portimão, Figueira da Foz e Oeiras.

DATAS E SALAS

Castelo Branco - 31 outubro - Cine-Teatro Avenida
Matosinhos - 14 novembro - Casa da Arquitectura
Aveiro - 20 novembro - Teatro Aveirense
Tabuaço - 28 novembro - Quinta de São Luiz
Sesimbra - 04 dezembro - Cine-Teatro Municipal João Mota
Portimão - 05 dezembro - TEMPO - Teatro Municipal de Portimão
Figueira da Foz - 12 dezembro - CAE - Figueira da Foz
Oeiras - 17 dezembro - Auditório Municipal Ruy de Carvalho

WHOSPUTO COM NOVO SINGLE


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

WHOSPUTO, projeto nascido em 2018, é composto por quatro amigos: Raimundo Carvalho (voz/ guitarra), Miguel Fernandez (bateria), Tom Maciel (teclados) e Tiago Martins (baixo).

Este projeto musical apresenta-nos canções que flutuam entre registos como o soul, R&B e a electrónica.

Músicas assobiáveis, com batidas que nos fazem querer mexer e texturas que nos deixam melancólicos
até mais não.

EP
Buffer Sketches

Data de Lançamento: 13 de novembro de 2020

Depois de lançarem o seu álbum de estreia em abril deste ano, os WHOSPUTO preparam-se para apresentar um novo trabalho. Em formato de EP, Buffer Sketches, traz-nos 3 canções previamente

lançadas no início de 2020 que não chegaram a garantir lugar no elenco do Art of Decay, o referido longa-
duração. A estas juntam-se outras três faixas inéditas, num par perfeito que promete adicionar frescurao repertório da banda.

Desta vez o grupo assumiu as rédeas texturais do projeto, que foi produzido e misturado de forma autónoma. Samples e layers de música eletrónica misturam-se com os instrumentos acústicos, providenciando-nos um trabalho mais denso que o seu antecessor. O objetivo foi apresentar canções up-tempo e baladas que desafiassem mais o ouvinte com as suas sonoridades e balanço.

Aos 4 membros da banda, Raimundo Carvalho (guitarra, teclados, voz), Miguel Fernández (bateria), Tiago Martins (baixo) e Tom Maciel (teclados e sintetizadores) juntou-se Luís Lucena (Quarto-quarto, Melquíades) que ficou responsável pela masterização e deu a orientação necessária para a captação de
baterias, baixos e saxofones, num trabalho que mantém o espírito DIY da banda.

1o SINGLE
Are You Just Like Me?30 de outubro de 2020

O primeiro single a ser extraído do EP intitula-se Are You Just Like Me? a terceira faixa do trabalho. O videoclip foi realizado e produzido por Raimundo Carvalho, com a orientação de Victor Ferreira, Joana Peralta e Marta Ribeiro. É uma viagem sónica em formato canção guiada pelos saxofones de André Murraças e José Maria Carreira, dois amigos da banda que aceitaram o convite para gravar o arranjo proposto pelo quarteto. Misturas de bateria acústica e beat eletrónico, sob as quais o baixo cavalga contam-nos um desabafo de quarentena em modo de pergunta.

MIGUEL MOUTA - "ACEITAR"

REZAS, BENZEDURAS E OUTRAS CANTIGAS EM COIMBRA


 

 

 

 

 

 


Após vários concertos cancelados devido à pandemia COVID-19, César Prata e Vânia Couto regressam aos palcos com o espectáculo musical "Rezas, Benzeduras e outras Cantigas", que se inspira na tradição oral portuguesa e recria músicas e orações populares recorrendo a múltiplos instrumentos, objectos sonoros, pedais de loops, laptop e programações.

O ambiente sonoro resulta na fusão do mais ancestral com a contemporaneidade, afirmando que a tradição pode ser sempre actual, e estará em cena no próximo domingo 1 de Novembro, às 18 horas, na Antiga Igreja do Convento São Francisco de Coimbra.

Os bilhetes já se encontram à venda, sendo que este concerto integra o ciclo "Vamos Abraçar a Cultura", no qual é oferecido um bilhete por cada compra de ingressos, ficando disponível nas adquisições efectuadas na bilheteira do Convento São Francisco e nos postos de venda Ticketline. Por razões de ordem técnica não se encontra disponível nas compras online da plataforma TicketLine.


www.sonsvadios.pt/rezasbenzeduraseoutrascantigas

áudio
https://soundcloud.com/sonsvadios/sets/rezasbenzeduraseoutrascantigas

JOÃO FARINHA MAIS SOLTO





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O músico João Farinha, voz do projeto Fado Ao Centro, vai lançar um novo trabalho discográfico a solo, intitulado “SOLTO”. O disco, com concerto de lançamento marcado para o dia 4 de Dezembro, no grande auditório do Convento São Francisco em Coimbra, é o segundo a solo do artista.

Neste novo disco de originais e, como tantos projetos artísticos e criações, condicionado pela pandemia em que vivemos, João Farinha apresenta 11 temas em que desbrava novos caminhos para uma música que é (ainda) fado: através da fusão com outros instrumentos, mas também da colaboração com artistas que admira. Neste "Solto", juntam-se à voz de João Farinha, as guitarras de Hugo Gamboias e Diogo Passos, o baixo de Ricardo Melo, a percussão de Quiné Teles e instrumentos como o ukulele e a guitarra elétrica.

Entre os convidados, para além de José Rebola [Anaquim], que escreveu a letra do tema que dá título ao disco - "Solto" -, João Farinha conta com Tiago Nogueira [Os Quatro e Meia] e com Viviane [Entre Aspas]. Mas neste "Solto", João Farinha segue até ao lado de lá do Atlântico, com o artista brasileiro Beto do Bandolim a participar num tema de cariz popular.

O concerto de lançamento, marcado para o dia 4 de Dezembro às 21h30 no Grande Auditório do Convento São Francisco em Coimbra, contempla a oferta do novo disco e reveste-se ainda de cariz solidário, revertendo 1 euro de cada bilhete vendido para a DOCE - Associação Nacional para Divulgar, Orientar, Combater e Enfrentar a Tay Sachs, uma doença rara que afeta o sistema nervoso central, que é degenerativa e fatal. Os bilhetes poderão ser adquiridos on-line através da rede Ticketline ou diretamente na bilheteira do Convento São Francisco em Coimbra.

ISABEL MESQUITA DÁ VOZ A ILHA DE PEDRA E SAL


Isabel Mesquita dá voz a "Ilha de Pedra e Sal" fruto da residência artística ANTICICLONE, na Ilha de Santa Maria

ILHA DE PEDRA E SAL
 
Esta canção nasce de um encontro entre a música e a poesia, num acaso meteorológico e cultural no arquipélago dos Açores. ANTICICLONE é o nome da residência que em 2019 levou Gonçalo Sousa a encontrar as palavras de Paulo Ramalho na ilha de Santa Maria.

Esta residência artística convidou a comunidade não só a assistir a um concerto, como também a participar em diversas palestras, workshops e jam sessions. Uma troca de experiências e conhecimento, da qual resultou esta canção insular.

Este projeto é uma produção de Isabel Mesquita, que convidou Yami Aloelela, José Barros, Iúri Oliveira e Gonçalo Sousa a liderar as diferentes atividades da primeira edição do ANTICICLONE.

Ficha técnica:
Voz – Isabel Mesquita
Piano e Harmónica – Gonçalo Sousa
Viola caipireza – José Barros
Baixo – Yami Aloelela
Percussão – Iúri Oliveira

Letra – Paulo Ramalho
Composição – Gonçalo Sousa
Captação – João Mendes e Tiago Correia
Mistura e Masterização – João Mendes
Produção executiva – Isabel Mesquita
Vídeo – Jonas Karlsson

STEREOSSAURO NO CCB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro Cultural de Belém a 30 de Outubro

Apresenta ao vivo o prodigioso disco "Bairro da Ponte"

Bilheteira | Evento oficial

Stereossauro regressa aos palcos já no próximo dia 30 de Outubro, em concerto com banda no Centro Cultural de Belém.

O público lisboeta irá mergulhar no universo intemporal que criou no disco "Bairro da Ponte", um espantoso trabalho de fusão entre tradição e modernidade, carregado de história mas também de sonhos de futuro.

Esta será uma das derradeiras oportunidades de entrar no "Bairro", já que Stereossauro encontra-se actualmente a trabalhar no sucessor, que contará igualmente com surpreendentes e inesperadas colaborações.

Bilhetes já disponíveis « link »

2020 tem sido extremamente frutífero para o produtor das Caldas da Rainha.

Em Fevereiro editou "A Noite", uma das malhas mais orelhudas do ano. Num registo mais hedonista e festivo recrutou para o seu "bairro" Marisa Liz e Carlão - duas carismáticas vozes da cena musical contemporânea, aventureiros exploradores de novas estéticas e possibilidades. Um sample de "Lisboa Menina e Moça" de Paulo de Carvalho agarra-nos pelo pulso e harmoniza a feliz reunião de gerações e tribos. (vídeo)

Em pleno confinamento, Carlão e Beatbombers - o projecto que Stereossauro partilha com o seu inseparável companheiro DJ Ride - editaram "Aviões", uma reflexão optimista sobre os tempos desafiantes que vivemos. (vídeo)

NOVIDADES DE BATIIDA



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Oh, we got, we got, we got, we got rights
We got rights!” diz Michael Kiwanuka no disco dos Sault, reclamando o óbvio para muitos povos Africanos, onde incluiu Angola.

Neste Sábado estreou-se uma versão de Batida deste tema no programa de Gilles Peterson na BBC ao mesmo tempo que, em Luanda, a Polícia reprimia violentamente cidadãos que se manifestavam por toda a cidade, reclamando pelo custo de vida e pela clarificação das eleições autárquicas.

À boleia do contexto Covid, o regime persiste em velhas práticas, neste caso, limitando o direito à manifestação após ter sido assumido o apoio público de partidos ou a ameaças veladas como as que foram feitas pela Governadora de Luanda, já depois da manifestação ter sido violentamente reprimida.

Serve esta mensagem como um voto humilde de solidariedade para com os manifestantes vítimas de violência, muitos detidos em número e paradeiro ainda por confirmar, incluindo jornalistas, clamando por um alerta máximo para com a acção policial e do Governo Angolano nos próximos dias.

Estamos atentos

Twitter: @jlprdeangola

#diaspora

Deixamos aqui o tema para uso exclusivo de rádio, que agradecemos que seja acompanhado de informação sobre este contexto em particular.

"Musicalmente, nele misturei o tema dos Sault com uma sessão de estúdio com João Morgado, Mestre Angolano de Percussão."

SOLIPSISM FEAR ROI BARS - "GET OUT OF MY HEAD"

FAKE SNAKE LANÇA O SINGLE DE ESTREIA “SKULL N’ BONES”


 



 
 
 
 
 
 
Fake Snake é o novo projeto musical liderado por Paulo Garim e “Skull N’ Bones” é o single de estreia que está disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 26 de Outubro.

Skull N’ Bones é o single de avanço do primeiro álbum de Fake Snake e é no fundo o ponto de ignição para a construção de todo o projeto. Skull N’ Bones foi a catarse necessária para que Paulo Garim se desprendesse dos demónios do passado ajustando contas consigo e desprendendo-se do superficial até ficar apenas caveira e ossos ou seja as bases.

Musicalmente, Skull N’ Bones é a perfeita aglomeração das diversas estéticas por onde o músico se moveu nos últimos 10 anos e que a simbiose de ideias com Daniel Carvalho (produtor e músico) transformou numa música.

Após um hiato de 5 anos, Paulo Garim decidiu registar uma parte do imenso número de gravações avulsas que habitavam no seu arquivo digital. Murmúrios quase imprevisíveis, acordes de ukulele, linhas de baixo que apenas na sua cabeça faziam sentido enquanto canções, mas que um desencanto com o “mundo da música” não permitia desenvolver.

Depois de ouvir algumas destas gravações, o produtor e músico, Daniel Carvalho mostrou interesse em colaborar. No entanto, a sintonia entre os dois músicos permitiu uma natural elevação das ideias a canções, evidenciando-se o potencial para a realização do projeto.

O álbum de estreia será lançado em 2021 e vai contar com a colaboração da cantora e compositora Nina Miranda (Smoke City) num dos temas.

Skull N’ Bones: OUVIR AQUI: https://fakesnake.hearnow.com/

Paulo Alexandre Oliveira Garim

Composição, Voz, Guitarra e Baixo

Paulo Garim Inicia o seu percurso musical em 1995, como compositor e vocalista da banda Red Sun Child's, editando um tema na coletânea Portugal Rock 95 da Independent Records.
No entanto e após o seu contributo em 1997 na criação do projeto “Removal Machine” e em 2003 de “Dynamo”, é no papel de baixista e backing vocals de Slimmy que lhe é reconhecido o seu talento musical, fruto de um estilo muito próprio e autentico, idolatrado pelos fãs e que se revelou como principal elemento aglutinador da banda Slimmy

De 2007 a 2012 grava, com Slimmy, o aclamado álbum de estreia “Beatsound Loverboy”, e posteriormente “Be Someone Else”. Estes dois trabalhos catapultaram o projeto para um patamar de destaque dos novos talentos nacionais, alicerçado por mais de 200 espetáculos ao vivo, em palcos nacionais e além-fronteiras, partilhados com nomes como Moby, Prodigy, Nick Cave, Franz Ferdinand, entre muitos outros.

Em 2011 e até a 2015 investe no projeto de música eletrónica Beatbender, editando 2 álbuns e vários EP’s e assinando remisturas para nomes como Rob Zombie ou Die Antword.

Após um hiato de 5 anos e em tempos de pandemia Paulo Garim decide registar uma parte do imenso número de gravações avulsas que habitavam no seu arquivo digital.
Murmúrios quase imprevisíveis, acordes de ukulele, linhas de baixo que apenas na sua cabeça faziam sentido enquanto canções, mas que um desencanto com o “mundo da música” não permitia desenvolver.

Assim surge FAKE SNAKE, o subterfúgio para a reconexão com o público, vertido no prazer da composição alheada de padrões estandardizados.

sábado, 24 de outubro de 2020

PROGRAMA DE 24/10/20

1 - Matriz
2 - Moonspell - Run & misery
3 - Inhuman - Chaotic nothing
4 - António Olaio - An army of angels - (c/ Victor Torpedo e Silvestre Correia)
5 - JP Coimbra - From afar